História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 227


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 111
Palavras 1.003
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤

Capítulo 227 - Cap.227


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 227 - Cap.227

                          Zeca:

Após dizer aquilo, ela sentou-se em meu colo e começou a distribuir beijos quentes em meu rosto e pescoço enquanto minhas mãos íam de encontro ao zíper de seu vestido, descendo-o devagar. Ela para e me olha nos olhos enquanto eu admirava seu corpo quase despido com desejo, ela pega minha mãos e leva até seus seios descobertos e geme baixinho com os olhos fechados ao me sentir.

— Não faz assim...— Digo próximo ao seu ouvido e levo minha boca ao seu pescoço e começo a dar leves chupadas e depois desco ao colo dos seios me deliciando. Aperto seu bumbum e ela solta um gemido brando e me aperta contra ela, fazendo com que nossos membros se atritem com mais força.

— Ai... Eu quero logo... — Ela sussurra rebolando de leve.

A deito na cama e começo a passar a mão por todo seu corpo, em cada detalhe dele. Passo a língua por seus seios e vou descendo até sua barriga chegando à barra da fina calcinha. Massageio por cima da peça sentindo sua excitação enquanto mordia os lábios e apertava os olhos para não gemer e acordar sua mãe.

— Vai logo, Zeca... Eu te quero muito...— Ela dizia sussurrando.

— Eu também... — Digo e retiro sua calcinha devagar e em seguida minha box. Esfrego nossas intimidades sem penetrar equanto a beijo ardentemente.

Penetro e ela aperta meu ombro e conforme vou entrando e saindo dentro dela, percebo seu semblante muda e ela me empurra.

— O que foi, machucou? — Pergunto, assustado, por medo de ter ido com miita força.

— Não machucou... Mas ta desconfortável, sei lá... Eu quero mas quando entra incomoda. — Me deito ao seu lado e lhe faço carinho.

— Faz tempo que tá assim? — Pergunto preocupado, mas no fundo sei que ela não fingiria ou esconderia nada.

— Não. Foi a primeira vez. Sabe, antes era uma dorzinha depois que acabava mas era quase insignificante, só que hoje...

— Eu fui com muita força? — Ela nega, e sorri me beijando em seguida.

— Não foi você. Eu tenho médico semana que vem e aproveito e pergunto isso pra obstetra.

— Qualquer coisa me avisa... Eu vou tomar um banho, tá? — Digo beijando seu rosto.

Quando volto pra cama, ela já estava dormindo. A abraço e ela se aninha à mim, afundando a cabeça em meu peito mas eu demorei a dormir, estava preocupado com ela.

                       *    *    *

Acordo um pouco mais tarde, pois não iria trabalhar.

— Bom dia! — Digo entrando na cozinha.

— Bom dia, garoto!— Dona Cândida responde enquanto dava mingau para Lara.

Papa!

— Oi, gatinha! — Digo e ela sorri com a boca suja.

Tomo meu café e dona Cândida sai com o namorado depois do almoço, me deixando com a bebê.

V-vó?— Ela pergunta olhando para a porta.

— Vovó foi passear e já vem.— Digo e ela faz bico pra chorar e não demora muito para abrir o berreiro. — Ei, que foi? Não quer mais o papai, não?

Pego-a no colo e começo a balançar mas ela não para. Mostro brinquedos, cores fortes, desenhos e nada.

— Oh, neném... Te acalma, vai... — Digo a colocando no tapetinho para brincar. Coloco algumas bonecas mas ela joga todas longe.

Nã! V-vó!— Ela diz cruzando os bracinhos e fazendo cara de brava, igual a mãe.

— Então vem cá, vamo brincar de outra coisa.— Pego ela pela mão e levo até o quarto.

!— Ela diz apontando para as maquiagens de Jeiza.

— É da mamãe, deixa aí que ela briga.

Maaaaã!— Ela diz estendendo a última letra até onde pode.

— Tá bom, toma! — Digo dando uma escova pra ela, que vai até o espelho e fica penteando os cabelos e tentando amarrar igual Jeiza faz.

Papapa!— Ela diz vindo até mim com a escova na mão.

— Quer pentear o papai?— Ela concorda e eu abaixo em sua direção e ela, com seu jeito delicado, passava a escova na minha cabeça com toda a força.

Ela fica um tempo me arrumando e depois sai para pegar uma tiara e colocar no meu cabelo. Ela sorri com a mão no rosto, vendo como ficou.

— Papai tá bonito?— Pergunto e ela concorda.

Escuto um barulho de buzina. Era Ruyzinho, que agora ía de van para a escolinha.

V-vó?

— Não, é seu irmão. — Digo pegando-a no colo. Tiro o arquinho e vou abrir o portão.

— Papai, sabia ti vai aplesentação plos papais na iscola?— Ele diz entrando em casa.

— É? E quando que vai ser?

— A tia colocou na azenda. — Ele diz entregando a mochila. Leio o bilhete e seria nessa sexta.

— Vai ser na sexta.

Vuxê vai? E o papai Ruy?

— Claro que eu vou! O Papai Ruy também vai.

— Ebaa!! — Ele diz pulando.

Dou lanche para os dois e os deixo brincando na sala, com a chegada do irmão até que Lara ficou mais calma.

— Papai, pozi bincá de tinta? — Ruy pergunta mostrando um kit de pintura que a mãe deu pra ele.

— Pode, vamo aqui fora.

Coloco um plastico no chão e uma enorme cartolina e dou um pincel pra cada um e me sento com eles. Não demorou muito para estarmos todos sujos de tinta. Lara pintava com as mãos e achava um máximo elas ficarem marcadas no papel. Brincamos e sujamos o quintal inteiro até tarde.

— Chega de bagunça! Bora tomar banho.— Digo pegando Lara, que estava suja da cabeça aos pés, Ruyzinho não ficou atrás.

Depois de um demorado banho de banheira, deixo Lara no cercadinho para limpar Ruy.

— Pronto! — Digo deixando Ruy brincar com os carrinhos enquanto esperava por Jeiza. Lara logo começa a resmungar para sair do cercado, então coloco-a junto com o irmão. — Cuida da sua irmã, que eu vou fazer janta.

— Tá!

Fico desperso na cozinha enquanto os dois assistiam desenhos. Escuto Jeiza entrar.

— Zeca vem aqui! — Ela diz em tom repreensivo. 


Notas Finais


Amanhã eu posto outro cedinho 😊


Obrigada por ler💙

Bjs da Maah😚😚


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