História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 228


Escrita por:

Postado
Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 118
Palavras 749
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi
Boa leitura

Capítulo 228 - Cap.228


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 228 - Cap.228


                     Jeiza:

O dia hoje até que não foi tão cheio quanto os outros. Pra mim, não foi. Enquanto as horas passavam eu ficava cada vez mais preocupada com o que aconteceu a noite passada, dei uma pesquisada na internet e só o que tinha eram relatos de infecções e doenças graves, entrei em pânico e consegui reagendar minha consulta para amanhã de manhã.

                  ~       ~      ~

Chego em casa e o silêncio é total. Estranho, mas penso que Zeca deve ter saído com as crianças para algum lugar. Vou até o quarto deixar minhas coisas e me deparo com Ruyzinho em cima da cadeira pegando minhas maquiagens e dando para Lara brincar, ela estava riscando a parede com meu deleniador.

— Lara e Ruy! — Digo séria. Os dois me olham com as caras mais cínicas do mundo.

— Oi, mamãe! — Ruyzinho diz descendo do banco para me dar um abraço.

!— Lara diz escondendo o objeto embaixo do travesseiro.

— Zeca vem aqui!! — Grito e ele vem até o quarto inocentemente.

— Oi, am...— Ele para na porta ao ver a arte dos dois. Entrego a cadeira pra ele e coloco minhas coisas no lugar, por sorte não quebraram nada e nem se machucaram.

— Com você eu falo depois!— Digo e fecho a porta do quarto. — Aqui na minha frente, os dois.

Dicupa, mamãe... — Ruyzinho diz de cabeça baixa.

— Ruy, eu já não falei que não pode mexer nas minhas coisas e nem subir em cadeira?— Digo em tom duro.

Zisse... Mai foi a Lala que pediu eu pegá.

— Mesmo assim! Se você sabe que não pode, tem que ensinar isso à sua irmã porque ela é pequenininha e não entende. Agora olha a parede do quarto! — Digo um pouco mais alto a última frase.

Dicupa... Num faço mais.— Ele diz e uma lágrima cai de seu olho.

— Tá bom, tá desculpado. Vai pro seu quarto e fica lá até eu dizer que pode sair. — Digo e ele sai, todo triste.

... — Lara diz fazendo carinho na minha coxa.

— E a senhorita, também! Não pode mexer nas coisas. — Digo apesar de saber que ela não entende e de nada vai adiantar.

Levo-a até a sala e a deixo no cercadinho mas sem os brinquedos. Ela reclama em seu próprio idioma.

— Zeca, era pra você olhar as crianças! — Digo batendo na bancada.

— Égua! Eu tava adiantando a janta pra ti, pra tu não ficarem muito atarefada. Eu deixei eles assistindo desenho e nem ouvi eles saindo. Desculpa!

— Eles podiam ter se machucado! Sabia que o Ruyzinho tava em cima da cadeira pegando minhas maquiagens para a Lara poder brincar?!?— Digo e ele segura o riso.

— Ah, pensa pelo lado positivo... Pelo menos eles trabalham juntos. — Ele diz no maior cinismo.

— Agora meu deleniador tá estragado, a parede manchada e meus pincéis molhados. — Digo cruzando os braços.

— Eita... — Ele diz encolhendo os ombros.

— Eita, mesmo! Fez a janta, pelo menos? — pergunto trocando o peso de uma perna para a outra.

— Fiz. — Ele diz com um sorriso de canto. Sorrio também.

— Desculpa... É que eu to estressada! To preocupada...— Digo e ele me abraça.

— Tá sentindo alguma coisa?— Ele pergunta passando uma mecha do meu cabelo para trás.

— Não... É por causa de ontem. Eu pesquisei sobre isso e...

— Não ficas pesquisando sintoma na internet, amor! Lá só tem desgraça.— Ele diz me olhando preocupado.

— Eu sei... Mas é que eu nunca senti isso. Nem na gravidez da Lara...

— Fica assim, não... Vai dar tudo certo. — Ele diz e beija meus lábios. — Bora jantar.

                           ( . . . )

   Depois de colocar as crianças para dormir, me deito na cama e começo a mexer no celular checando minhas redes sociais, aproveito e posto uma foto que eu havia tirado com as crianças olhando minha barriga, encantadas.

— Amor? Amanhã tu vai de manhã? — Zeca pergunta secando o cabelo com a toalha.

— Não. Só depois do meio-dia, eu vou passar no médico.

— Eu vou contigo, então.

— Tá bom... — Digo e o abraço para dormir.

Durante a noite, acordei sentindo dores na região pélvica e próximo a virilha. Doia em uma intensidade grande e baixa em questão de segundos mas nada que fosse extremamente insuportável. Porém o medo de ser algo mais grave me assombrava.


Notas Finais


Obdg por ler


BJ da Maah


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...