História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 230


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 74
Palavras 661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤❤

Capítulo 230 - Cap.230


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 230 - Cap.230

                    Zeca:

Mesmo com um certo receio, acabo cedendo às suas investidas. Distribuo beijos em seu pescoço e alguns leves chupões. Ela solta um ar pesado.

— Linda... — Sussurro em seu ouvido enquanto vou descendo os beijos por seus seios e barriga, conforme vou a despindo. Aperto suas coxas e ela me aperta contra si. As carícias vão começando a ficar quentes, fico por cima dela e passo minha língua por seu abdômen seguido de chupinhos até chegar à barra de sua calcinha.

— Ai...— Ela diz ao me sentir beijar sua intimidade. Abaixo sua calcinha e massageio o clitóris devagar, passando a língua em seguida.

— Gostosa...— Sussurro e ela me faz carinho enquanto lhe estímulo com a boca. — Posso? — Ela concorda e fecha os olhos.

Penetro nela devagar, entrando e saindo de modo lento.

— Ai, Zeca... Não dá! — Ela diz quase chorando. Saio de dentro dela imediatamente.

— Desculpa, amor... Eu falei que ía machucar! — Digo secando sua lágrima e lhe fazendo carinho.

— Eu quero! Eu sinto vontade mas... Dói! Ao mesmo tempo parece que meu corpo não quer! Não é só a penetração! Tudo! É bom, eu gosto mas não é como antes... Sabe? Eu não sinto aquele desejo!— Ela diz ameaçando começar a chorar.

— Então o que eu posso fazer de diferente?

— Não é você! Eu já disse! É eu que to diferente... — Ela diz e se levanta irritada. — Eu só queria namorar!

Ela sai do quarto e eu me deixo cair na cama novamente, esperando-a voltar para tomar um banho e dar um jeito na minha situação.

— Oh, amor... Fica assim, não. — Digo a abraçando carinhosamente.

— Como não?!? Olha seu estado! — Digo apontando seu membro.

— Não tem problema, amor!

— Tem sim! O problema é que eu quero uma coisa e não consigo! Eu quero namorar, Zeca! Eu quero sentir prazer, eu quero te sentir, quero você, quero ser sua! Mas... Na prática não tá dando! Não é eu, é meu corpo! — Ela diz irritada, chorando.

— Vem cá, amor... Deita aqui, não chora...— Digo a acarinhando mas ela se afasta.

— Vai tomar banho, Zeca... Vai dar um jeito nisso aí!

Levanto e vou tomar um banho frio. Quando saio dona Cândida estava acordada.

— Boa noite.

— Boa noite, garoto! Meus Deus nem acredito que eu dormi.

— Você e as crianças, né! Brincaram muito?

— Muito! Só pararam pra dormir, nem os cachorros tiveram paz. — Ela diz enquanto, delicadamente, pego Ruyzinho e ela levava Lara até o quarto.

Depois de organizarmos os colchões, ela se despede de nós dois e sai.

— Amor? — Digo mas ela não responde.— Jeiza?

— Que?— Ela diz emburrada.

— Vem cá... — Digo me deitando e a puxando mais para perto. Ela reluta.

— Não... É melhor não ficar atiçando, não vai ter nada mesmo...— Ela diz voltando para a ponta da cama.

— Amor, não precisa exagerar. Para com isso, vem— A abraço de novo, dessa vez ela me empurra.

— Me larga ou eu durmo no quarto do Ruyzinho!— Ela diz virando de costas pra mim.

— Boa noite, então. — Digo tentando não me irritar para não piorar as coisas.

— Boa noite.

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O restante da semana foi bem difícil. Jeiza estava super estressada com tudo, principalmente pelo fato de que não podíamos fazer nada. Até tentamos sem penetração mas ela não conseguia chegar ao orgasmo e isso a deixou mais irritada ainda, eu me sentia mal, pois ela queria! Tentamos vários outros jeitos e nada, já estava acreditando que o problema era eu mas ela dizia e repetia que não. O jeito é esperar e ver o que o médico diz.

E hoje, finalmente chegou a sexta. O dia da apresentação de Ruyzinho. Quinta a noite ele estava eufórico, super animado e ansioso para a apresentação, não falava de outra coisa e eu tinha que disfarçar meu medo de frustar toda sua alegria... 


Notas Finais


Obrigada por ler💜💜


Bjs da Maah😙😙


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