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História Tarrasque - A fúria do apocalipse - Capítulo 11


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Notas do Autor


Estamos de volta, galera. Demorei pra postar porque decidi aproveitar um pouco as férias, mas enfim... Espero que gostem da história.

Capítulo 11 - O matador de dragões


O vento sopra entre as árvores. Passos de animais podem ser ouvidos pela trilha que corta a floresta. De repente, um lobo salta do meio do mato prestes a dar o bote em alguém, mas acaba levando um corte fatal em seu peito e desaba no chão aos pés de um paladino:

- Esse é o último?

- Sim! Grita Kabutomaru. Ele está segurando um lobo pelo pescoço, até que dá um soco bem forte nele, jogando-o pra dentro da floresta.

- Nossa, foi tão rápido! Nem tive tempo de usar a magia nova que aprendi. Diz Merlin.

- Lobos são comuns nessas trilhas. Eles sempre procuram por viajantes e costumam atacar em bandos, buscando acabar com todos rapidamente... Diz Kabutomaru.

- Mas eles tiveram o azar de encontrar aventureiros como nós, hehe. Diz Merlin.

Alexander olha pra sua espada e então começa a pensar: “Essa espada possui um potencial que eu ainda desconheço... Mas eu sei que um dia vou liberar todo o seu poder...”

Ele então embainha a espada dos olhos azuis e diz:

- Kabutomaru! Merlin! Estamos quase chegando na próxima cidade. Vamos andando!

- Vamos! Dizem os outros dois.

*******************

Após saírem da cidade de Celbim, os aventureiros caminharam por 3 longos dias de viagem. Seu objetivo é encontrar a floresta dos elfos, onde possivelmente está escondido o mago do mal, Jorah.

Enfim, depois de uma longa jornada, eles chegam até uma cidade com várias casas e muros que a cercam por quase todo o seu perímetro.

- Que cidade protegida! Diz Merlin.

- Deve ser uma cidade militar ou algo assim. Diz Kabutomaru.

- Vamos entrar! Diz Alexander.

Eles então entram na cidade de Narche. O local é bem movimentado, com pessoas vindo pra lá e pra cá. Eles então param um morador para perguntar sobre onde podem comprar coisas.

- Ah, vocês querem comprar coisas? Tem uma loja chamada Stephan mercadorias nesta cidade, além de ter lojas de itens e também de alimentos.

- É bom nos reabastecermos de comida, ou não vamos conseguir chegar até a próxima cidade desse jeito. Diz Alexander.

- Isso é verdade! E também é bom ver o que essa loja do Stephan vende. Pode nos ajudar em alguma batalha. Diz Merlin.

- Depois do que aconteceu com a minha espada da sorte, eu até concordo com você, Merlin. Preciso de uma nova arma além dessa espada que eu carrego e os meus punhos. Diz Kabutomaru.

- Já que eu não preciso de armas, vamos nos dividir: Eu vou atrás de comida pra viagem, enquanto vocês dois vão até o Stephan pra comprar algum equipamento novo. Diz Alexander.

- Então está combinado! Diz Merlin.

- Ah, e quando terminarem, vamos nos encontrar na frente da prefeitura. Preciso fazer algumas perguntas ao prefeito sobre Jorah. Ele provavelmente pode ter passado por aqui quando fugiu e talvez a gente encontre alguma pista! Diz Alexander.

- Entendi! Diz Kabutomaru. Então nos vemos na prefeitura!

Assim, os três se separam.

*******************

Alexander está andando pela feira da cidade, em busca dos mantimentos necessários para sua aventura. Há muitas pessoas andando por aqui e por ali, até que ele finalmente encontra um lugar ideal para se abastecer. Assim que termina, ele começa a sair até que dá de encontro com um homem velho, e acaba derrubando suas coisas:

- Você está bem? Pergunta Alexander.

- Ahhh... Você me fez cair!!

Alexander então ajuda o senhor a levantar, e também pega as coisas que caíram no chão. O velho é pequeno e raquítico, quase não conseguindo ficar em pé se não fosse a sua bengala.

- Me perdoe, senhor! Eu estava destraído quando lhe derrubei.

- Ah, não tem problema. Pelo menos me ajudou a levantar. Que bondoso da sua parte.

- Sim. É meu dever ajudar os mais fracos e necessitados, afinal sou um Paladino.

- Ah, um paladino!! Me diga o seu nome, jovem?

- Alexander! Responde o paladino.

- Alexander, não é? Meu nome é Tibério! Mas me diga... O que um homem de Deus como você está fazendo nesta cidade?

- Estou apenas de passagem. Faço parte de um grupo de aventureiros que viajam por aí em busca de aventuras!

- Ah, é? Como você me ajudou, posso lhe contar um segredo: Há uma fortaleza não muito longe desta cidade, onde dizem que há um grande tesouro!

- Um tesouro?

- Sim!! Eu vivo há muitos anos nesta cidade, e sei que este tesouro está por lá! Como você me ajudou, estou lhe dizendo isso pois vai que você pensa em ir até lá!

- Esta informação é deveras interessante, senhor Tibério! Vou pensar no que me disse... Até um outro dia!

- Até logo, meu filho!

Alexander então vai em direção à Prefeitura.

*******************

Kabutomaru e Merlin entram na Stephan mercadorias, sendo logo recebidos por um gnomo que está no balcão:

- Olá, senhores! Eu sou Gnomos, o gnomo. Em que posso ajudá-los?

- Ué?? Você não era aquele Gnomo que estava na Stephan mercadorias da cidade de Celbim? Pergunta Merlin.

- Sim, sou eu mesmo! Responde o Gnomo.

- E como você chegou até aqui tão rápido? Pergunta Merlin.

- Ah, isso é um segredo meu... Mas você já deveria saber, afinal, é um mago.

- Sim... Neste mundo, a magia é algo muito importante e pode ser usada de diversas formas...

A conversa deles é interrompida por Kabutomaru, que bate com a mão no balcão:

- Me diga qual é a arma mais poderosa que você tem no seu estoque!

- Nossa, hein! Responde o Gnomo. – Bom, eu tenho uma arma bem poderosa aqui, mas ela custa bem caro.

- E qual seria? Pergunta Kabutomaru.

O gnomo pega então uma espada de metal com um cabo vermelho:

- Esta espada é a língua flamejante. Assim que você segura o cabo e pronuncia uma palavra de comando, a lâmina da espada começa a pegar fogo, causando mais dano aos seus inimigos, além de iluminar locais escuros e tenebrosos...

- E quanto custa? Pergunta o guerreiro.

- 600 peças de ouro!

- Caramba!! Esses preços são muito caros! Reclama Merlin.

- Eu não tenho o dinheiro no momento, mas eu vou voltar aqui e vou comprar esta espada!! Guarde minhas palavras!! Afirma Kabutomaru.

- Mas é claro. Eu espero que volte mesmo. Diz Gnomos.

- Você tem algo que seja útil para magos? Pergunta Merlin.

- Mas é claro!

O gnomo então pega um manto prateado e um cajado e os coloca no balcão:

- Este aqui é o manto místico e o outro é o cajado elemental. O manto lhe proporciona mais defesa, além de reduzir o dano das magias que forem lançadas contra você, enquanto que o cajado causa mais dano em criaturas elementais.

- O manto vai ser muito útil para mim! Vou querer um. E talvez eu enfrente outros magos que possam invocar elementais. Vai ser melhor levar o cajado também!

- Somando os dois, deu 500 peças de ouro!

- Vocês tem que dar uma diminuída no preços desses itens! Diz o mago elfo.

- Hahaha, são itens mágicos, amigo! E quem estipula o preço é o senhor Stephan.

- Entendi, Gnomo. E lá se vai quase todo o meu dinheiro.

O gnomo então entrega os itens para Merlin e então ele e Kabutomaru saem da loja indo em direção à Prefeitura.

*******************

Alexander está parado na frente da prefeitura, quando percebe seus dois amigos chegando:

- E então? Conseguiram comprar os itens? Pergunta o paladino.

- Eu não consegui, mas vou voltar lá depois e comprar uma língua flamejante. Diz Kabutomaru.

- E eu consegui alguns equipamentos úteis para mago! Diz Merlin.

- Então estamos prontos!

Eles então entram na prefeitura. Depois do andar um pouco, eles chegam até o prefeito:

- Olá, viajantes! Bem-vindos à cidade de Narche. Em que posso ajudá-los?

- Senhor prefeito, estamos aqui para lhe fazer algumas perguntas. Diz Alexander.

- Oh, e sobre o que seria?

- Primeiro: Estamos procurando por um elfo...

- Um cara parecido comigo! Interrompe Merlin.

-... E queremos saber se você viu ou ouviu falar que algum elfo passou por aqui recentemente?

- Bom... Sendo sincero, já faz muito tempo que elfos não passam por aqui. E se tivesse passado algum, certamente eu saberia.

- Devemos pensar na possibilidade de que Jorah esteja usando algum disfarce mágico para andar por aí sem ser reconhecido. Diz o mago elfo.

- Mas é claro! Ele não seria tão burro de andar por aí sem disfarces sabendo que tem alguém na cola dele! Diz Kabutomaru.

- Jorah? De quem vocês estão falando? Pergunta o prefeito.

- Desculpe, prefeito, mas é melhor que você não saiba mais sobre essa história. Pode colocar a sua vida em risco! Diz Alexander.

- Oh, eu entendo. Bom, infelizmente eu não sei nada que possa lhes ajudar sobre este tal Jorah.

- Eu agradeço, senhor prefeito. Mas me diga outra coisa: Eu fiquei sabendo que há um lugar próximo desta cidade onde existe um tesouro. Gostaria que você me confirmasse essa informação!

- Um tesouro? Pergunta Kabutomaru. – Do que você está falando?

- Eu fiquei sabendo disso quando fui comprar os mantimentos. Responde Alexander.

- Bom, pra falar sobre este tesouro, eu preciso lhes contar um pouco sobre a história desta cidade!

- Pois bem. Nos conte, pois agora até eu fiquei interessado! Diz Merlin.

- Há muito tempo atrás, está cidade ainda não existia. E um pouco distante do que um dia viria a se tornar Narche, ficava uma fortaleza, conhecida como fortaleza do Rei! E nesta fortaleza, residia um rei conhecido como Timaeus, o matador de dragões!

- Matador de dragões? Pergunta Merlin.

- Sim... Ele tinha essa alcunha pois havia enfrentado e matado muitos dragões. Seu poder e força eram tantos, que dizem que ele conseguia até mesmo rivalizar com um dragão vermelho, considerado o mais poderoso dos dragões.

- Rivalizar com um dragão não é pouca coisa... Ele devia ser muito forte mesmo. Afirma Kabutomaru.

- É o que dizem as histórias. Mas além de sua força, ele empunhava uma arma muito poderosa, conhecida como Retalhadora. A espada do rei Timaeus lhe deu ainda mais poder e ele criou um grande reinado, onde combatia os dragões que ficavam contra ele, mas...

- Mas...? Pergunta Alexander.

- Um dia, ele faleceu misteriosamente em sua fortaleza, deixando para trás toda a sua glória. Muitos suspeitam que ele foi envenenado, mas ninguém conseguiu descobrir a verdade. Depois disso, a sua fortaleza foi atacada por monstros, e sem o grande rei para protegê-la, ela logo sucumbiu. As pessoas que conseguiram sobreviver ao ataque, fugiram e então fundaram uma cidade aqui onde nós estamos. E assim, nasceu a cidade de Narche!

- Essa história é interessante! Diz Merlin.

- E quanto ao tesouro do rei? Pergunta Kabutomaru.

- Bom, a espada de Timaeus desapareceu depois de um tempo, mas provavelmente alguém a escondeu em algum lugar, com medo de que o poder do rei caísse em mãos erradas. Quanto as riquezas dele, ainda continuam na fortaleza, mas ninguém vai até lá devido aos montros que agora estão morando naquele lugar .

- Alexander! Por quê não vamos até lá e procuramos este tesouro? Pergunta Kabutomaru.

- Eu estava pensando nisso... Mas não sei se vai ser perigoso...

- Eu não acho que vai ser! Somos fortes e já passamos por muita coisa até chegarmos aqui! Diz Merlin.

- Então... Vocês querem mesmo ir até lá? Pergunta o paladino.

- Sim, sim! Pode ser até que a gente encontre a espada do rei! Diz o guerreiro.

- Eu vejo que vocês são fortes! Podem tentar a sorte na fortaleza, mas tomem cuidado! Alguns dizem que o tesouro que reside na fortaleza é amaldiçoado! Diz o prefeito.

- Aí eu já penso um pouco! Diz o mago elfo.

- Nós vamos até lá! Podemos achar até mesmo algo que nos ajude a enfrentar o Jorah, e eu vou conseguir o dinheiro pra comprar minha língua flamejante! Indaga o guerreiro.

- Então está decidido! Agradeço pelas informações, senhor prefeito! Até um outro dia!

- Boa sorte, viajantes!

Os aventureiros então saem da prefeitura e começam a caminhar em direção à fortaleza que fica um pouco afastada da cidade.

- Não sabemos o que vamos encontrar por lá, então se preparem!

- Sim! Gritam Merlin e Kabutomaru.

Assim, que eles saem da cidade, um velho baixinho segurando uma bengala os observa por trás de um muro:

- Hehehe... O plano está saindo conforme o planejado...

CONTINUA...


Notas Finais


Bom, galera, só uma explicação zinha aqui: Terminamos a primeira parte da história no capítulo passado.
A cada capítulo com a numeração terminada em 1, se inicia uma nova parte da história. Então, iniciamos hoje a parte 2 da história. Só pra ficar mais organizado, beleza?


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