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História Tarrasque - A fúria do apocalipse - Capítulo 15


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Notas do Autor


Nossos heróis estão à um passo da floresta dos elfos...
Espero que gostem da história.

Capítulo 15 - Rumo à floresta dos elfos


A cidade do portão... Um lugar bem parecido com as outras cidades, mas o que a difere das demais é o imenso portão que fica ao norte deste lugar. Gigantesco e ao lado de grandes muralhas, este portão serve para proteger a cidade de possíveis ataques vindos do norte, ou talvez de coisas piores que isso...

O dia está nascendo quando os aventureiros entram nesta cidade magnífica. Tão logo que entram, começam a perceber que o local é muito movimentado:

- Tantas pessoas em uma só cidade. Nunca vi algo parecido, apesar de já ter ouvido falar deste lugar. Diz Merlin.

- A circulação aqui é grande mesmo. De qualquer forma, precisamos de informações! Diz Alexander.

Kabutomaru então para um homem que está andando na rua para pedir informações:

- Ei, você! Estamos querendo saber de algumas coisas, então faça o favor de responder!

- Mas o que é isso? Diz o homem, se sentindo meio assustado na presença do guerreiro.

- É o seguinte, meu senhor. Somos viajantes de outra terra e estamos querendo saber mais sobre essa cidade. Poderia nos dizer o que sabe? Pergunta Alexander, pacientemente.

- E é melhor não mentir! Completa Kabutomaru.

- Bem... Esta é a cidade do portão... É aqui que fica a fronteira entre o reino dos homens e o reino dos elfos...

- Elfos? Questiona Merlin. – E onde estão esses elfos?

- Atrás das muralhas! Responde um homem que começa a se aproximar dos 3 aventureiros. Ele veste armadura e traz uma espada em sua mão.

- E os elfos que estão lá não são nada amistosos, amigo...

Os aventureiros então olham o homem que surgiu. O morador que estava sendo questionado por eles começa a se afastar, até desaparecer na multidão. Kabutomaru pergunta:

- E quem é você?

- Eu sou um dos guardas desta cidade! Meu nome é Kelgar! E o fato de eu ter me aproximado de vocês foi ver que estão acompanhados de um elfo!

- E qual é o problema que o senhor tem com os elfos? Questiona o mago elfo.

- Você não sabe? Os elfos estão em guerra contra o reino dos humanos! E estamos precisando ser muito cuidadosos com qualquer elfo suspeito que encontramos por aí!

- Senhor Kelgar! Diz Alexander. – Meu companheiro de viagem é sim um elfo, porém ele não tem ligação alguma com os elfos que ficam atrás das muralhas, exceto pelo sangue que corre em suas veias. Ele saiu há muitos anos de lá, quando ainda era uma criança, e por isso não tem envolvimento nenhum com essa guerra!

- Talvez você fale a verdade, e como é um paladino, vou acreditar em suas palavras. Mas tome cuidado, elfo! Nem todos aqui são benevolentes como eu...

- Eu vou me lembrar disso! Indaga Merlin.

Kabutomaru então diz:

- Já que você é um guarda, então deve saber quem é a maior autoridade neste lugar!

- Sim, eu sei! Responde Kelgar. – É o consulado, onde tomam as decisões e discutem o destino da nossa cidade.

- E pra que lado fica o consulado? Pergunta Alexander.

- Se vocês seguirem em frente por esta rua, vão chegar em uma construção de 2 andares. O consulado fica lá.

- Agradeço pelas suas informações, senhor Kelgar. Diz Alexander, que começa a andar na direção apontada.

- Adeus, Guarda! Diz Kabutomaru, também indo na mesma direção.

- Espera aí, Alexander! Por quê não vamos procurar por uma loja? Eu tenho quase certeza de que existe uma Stephan mercadorias neste lugar! Diz Merlin, enquanto começa a acompanhar os dois:

- Não temos tempo, Merlin! Você ouviu o que o guarda disse: os elfos estão em guerra com os humanos. Precisamos saber o motivo disso, e conseguir dar um jeito de atravessar o grande portão... Responde Alexander, em tom sério.

- E nós ainda temos que dar umas porradas em Jorah. É o que eu mais quero! Diz Kabutomaru.

- Então tudo bem! Vamos até o consulado!

Os aventureiros seguem andando pela rua, se afastando do guarda que ficou parado observando os três:

- Aqueles caras eram muito suspeitos...

**********************

Após caminharem um pouco, os aventureiros chegam ao consulado e são recebidos por outro guarda:

- Alto lá! Quem são vocês?

- Somos viajantes e buscamos uma autorização para atravessar o portão! Responde Alexander.

- Pois bem... Podem passar!

Eles atravessam a porta e assim que entram, começam a ouvir as vozes de pessoas discutindo o que parecem ser estratégias de guerra:

- Temos que segurar essas investidas dos elfos, caso contrário, pode haver sérias consequências para o nosso reino! Diz um homem gordo sentado na mesa.

- Eu sei disso! Todos nós sabemos! Mas enquanto não soubermos o que eles querem, não vamos conseguir fazer nada! Responde o outro homem, alto e de cabelos lisos

Nesse momento, Merlin aponta o seu cajado para os homens e grita, interrompendo a conversa:

- O quê que você falou sobre os elfos?!!!!

Os homens, que até então estavam concentrados em sua discussão, olham para os três aventureiros que acabaram de entrar na sala:

- Quem são vocês e o que estão fazendo aqui? Pergunta o homem gordo.

- Acalme os ânimos, Merlin! Não queremos uma briga logo agora... Diz Alexander.

- Vamos, eu perguntei quem são vocês?!!

- Não te interessa! Diz Kabutomaru.

- O que você disse?!! Responde o homem, com raiva agora.

- Viemos buscar uma autorização para passar... Diz Merlin, que acaba sendo interrompido pelo mesmo homem:

- Cale-se! Eu não falo com elfos!

- O quê? Indaga o mago elfo.

- Eles estão causando a guerra contra o nosso reino, e você é um deles!

Merlin sente vontade de puxar seu grimório e usar suas magias no homem gordo, mas sabe que isso lhe tiraria a razão, então se controla:

- Vamos se controlar! Todos vocês! Diz o homem magro e de cabelos lisos. – O meu amigo é meio descontrolado com elfos, então peço perdão pelas ações deles. Mas vocês sabem o que está acontecendo, não é mesmo?

- Antes que diga alguma coisa, nós já ficamos sabendo que os elfos estão em guerra contra os humanos! Responde Alexander.

O homem gordo aproveita e diz:

- Pra vocês verem! Elfo é uma desgraça mesmo e eles estão provocando uma guerra sem sentido! Não sei porque a gente tá discutindo tanto, quando devíamos estar plantando elfo no cemitério!

Merlin fecha os punhos de raiva e diz:

- Eu, normalmente sou calmo... Mas, me irritam as pessoas que falam demais!

- Enfim... Tirando todos esses problemas, nós somos o consulado. Aqueles que tem todo o controle sobre essa cidade, e nossa objetivo é manter a paz entre o nosso lado e o lado dos elfos! Explica o homem alto.

- Mas vejo que não está dando muito certo, não é mesmo? Diz Kabutomaru.

- Infelizmente não. Os elfos começaram uma guerra contra nós, sem motivo aparente, e a única coisa que queremos saber é o porquê!

- Senhores do consulado! Eu e meus amigos estamos aqui por um único objetivo: Precisamos de uma autorização para atravessar aquele portão... E vocês certamente são os únicos que podem nos ajudar! Explica Alexander.

- E por quê motivos querem atravessar o grande portão?

- Para irmos até a floresta dos elfos, pois temos assuntos a tratar por lá! Diz o paladino.

- Podemos lhes dar uma autorização, mas queremos que vocês façam algo por nós...

- E o que vocês querem? Pergunta Merlin.

- Algo muito estranho deve estar acontecendo na floresta dos elfos, então precisamos de alguém para espionar os elfos. Se puderem entrar lá e pegar informações para nós, eu lhes darei a autorização.

- Agora estamos entrando em acordo! Diz o homem gordo.

Merlin então aponta seu cajado para este mesmo cara e diz:

- A próxima vez que você falar mal dos elfos, você irá sentir a fúria de Merlin!

- Que fúria o quê? Tu é fraco, Merlin! Responde Kabutomaru.

- Mas eu ainda posso usar magia! Responde o mago.

Nesse momento, um homem entra na sala, pegando todos de surpresa. Ele está coberto por um manto branco e possui braceletes e uma roupa marrom:

- Ah... Finalmente eu encontrei vocês, Viajantes!

- E você é? Diz Alexander.

- Vocês não me conhecem, mas eu ouvi falar de vocês, desde quando saíram da cidade de Celbim...

- E o que você quer conosco? Pergunta Merlin.

- Ouçam... Vocês vão precisar da minha ajuda se quiserem chegar até a floresta dos elfos, e eu ficaria muito feliz se a aceitassem!

- E como podemos confiar em você? Pergunta Kabutomaru.

- Vejo que estão um pouco ocupados. Vou aguardar lá fora por vocês! Até logo mais... O homem então sai da sala.

- Quem diabos é aquele cara? Se pergunta Merlin.

- Não sei, mas precisamos resolver outro assunto agora... Senhores do consulado! Vocês irão então nós entregar a autorização? Pergunta Alexander.

- Enquanto aquele homem estava aqui, eu adiantei logo os papéis. Vocês só precisam mostrar isso para os guardas do portão e poderão passar!

O homem alto entrega a autorização para o paladino.

- Eu prometo que nós voltaremos com a informação sobre os elfos! Diz o paladino.

- Então aguardaremos por vocês! Responde o homem gordo.

Assim, os três aventureiros saem da sala do consulado:

- Seria tão bom se Timaeus ainda estivesse vivo... Diz o homem gordo.

- Os tempos são outros agora, meu amigo... Responde o homem alto.

*********************

Lá fora, os aventureiros se encontram com Aegon. Ela estava esperando por eles:

- Agora, que estamos aqui... Nos diga quem você é! Indaga Kabutomaru.

- Me desculpem. Eu não quis falar lá dentro, mas eu sou na verdade, membro do antigo conselho dos Magos, que ficava na cidade de Celbim!

- Ah, então você é um mago! Diz Alexander.

- Sim! Eu estava em uma missão para encontrar Jorah, pois soube que ele ainda está vivo e foi para a Floresta dos Elfos!

- É exatamente o que nós estamos fazendo também, pois o mago Harry pediu para que nós acabássemos com os planos de Jorah! Responde Merlin.

- Ah, então vocês conheceram Harry? Ele é um grande mago. Eu falei com ele antes de vir até aqui. Ele me disse pra encontrar vocês e ajudá-los... Mas preciso saber se vão aceitar a minha ajuda, agora que sabem quem eu sou?

- Sua ajuda é bem-vinda! Então diga: Como vai nos ajudar? Pergunta Kabutomaru.

- Bem... Primeiro, eu tenho informações sobre a floresta dos elfos. O rei Astos, que governa os elfos, foi o responsável por declarar a guerra contra nós, mas eu tenho suspeitas de que ele está sendo controlado e possivelmente Jorah está envolvido nisso. Revela Aegon.

- Isso explica o motivo desta guerra ter começado. Diz o mago elfo.

- E se isso realmente for verdade, então Jorah está usando os elfos pra conseguir alguma coisa, e nós não podemos permitir isso. Pelo que percebi, vocês são fortes e possuem alguns itens que emitem uma grande energia mágica.

- Sim, nós temos! E além disso, há uma outra coisa...

Kabutomaru pega a pedra do sol que estava guardando e mostra para Aegon. Um brilho forte emana da pedra:

- Não pode ser! Isso é algo criado pelos elfos! Uma pedra que possui um gigantesco poder mágico!

- Nós a encontramos na antiga fortaleza de Timaeus! Diz o guerreiro.

- Interessante! Mas guardem essa pedra com cuidado. Assim que chegarem até a floresta dos Elfos, mostrem ela para eles. Isso deve fazer eles confiarem em vocês e permitir sua entrada.

- E qual caminho devemos pegar para chegar até a floresta dos Elfos? Pergunta Merlin.

- É o seguinte: Vocês caminharão por algumas horas até que chegarão à uma floresta. A partir daí, haverá um caminho para o norte e outro para o leste: o do norte leva até uma cidadezinha portuária, enquanto que o do leste leva até a caverna de Jó. Atravessando essa caverna, vocês chegarão até a floresta dos Elfos.

- Entendi, senhor Aegon! Agradeço pela informação. Diz o paladino.

- Agora, tenho algo que quero entregar a vocês!

Aegon puxa uma semente do seu bolso:

- Esta é uma Senju: Uma semente milagrosa capaz de curar os todos os ferimentos de uma criatura. Guardem ela para o caso de se machucarem gravemente.

- Obrigado por isso, senhor! Com essa semente e com o poder de cura de Alexander, seremos invencíveis! Diz Merlin, confiante.

- E quanto a você, mago? Gostaria que eu lhe ajudasse a aumentar seus poderes? Pergunta Aegon.

- Você pode fazer isso?? Pergunta o mago, assustado.

- Sim! Só preciso que me entregue o seu grimório.

Merlin retira o grimório e entrega para Aegon.

- Vou lhe passar um pouco do meu poder, para que você consiga se tornar mais forte!

Um brilho surge no grimório de Merlin, que está sendo segurado pelo mago Aegon. De repente, o brilho diminuí um pouco até desaparecer:

- Tome! Use o meu poder para acabar com seus inimigos!

Merlin então recebe o grimório aprimorado pela magia de Aegon. Assim que o toca, começa a sentir o poder mágico e percebe que agora pode usar algumas magias novas:

-RAIO DE GELO!!! Um raio congelante sai da mão de Merlin, congelando o chão.

-BOLA DE FOGO!!! Merlin levanta as mãos para cima, criando uma bola de fogo e a atirando para o céu, até que ela explode depois de alguns segundos.

- Eu consegui magias de ataque mais poderosas!! Agora sim, eu me tornei mais forte! Muito obrigado, Aegon. Você nos ajudou muito.

- Eu é que agradeço por terem confiado em mim. Tenham uma boa jornada e tomem cuidado com Jorah!

Os aventureiros se despedem do mago e começam a caminhar em direção ao Portão. Assim que chegam lá, são recebidos por dois guardas:

- Se querem passar, vão precisar da autorização. Afinal, estamos em guerra!

- Aqui está ela! Alexander a entrega para o guarda.

- Pois bem, e pra onde planejam ir?

- Vamos até a caverna de Jó! Diz Merlin.

- Caverna de Jô? Vocês sabem que essa caverna é perigosa e que apenas uma pessoa conseguiu atravessá-la sem um arranhão?

- Timaeus, eu suponho! Responde Alexander.

- Exatamente! Afinal, ele é o guerreiro mais forte que já existiu!

- Pois saiba que eu irei superá-lo um dia! Exclama Kabutomaru.

- Então eu lhe desejo boa sorte! Pra todos vocês. Afinal, vão precisar!

- Eu faço a minha própria sorte! Responde Merlin.

- Abram o portão!!!!

Os mecanismos começam a girar e se movimentar, fazendo com que os grandes portões se mexam lentamente e comecem a abrir. A visão do horizonte além dos muros é algo muito parecido com os lugares que os aventureiros já passaram. A única diferença é que as florestas que podem ser vistas ao norte são um pouco mais densas.

- O portão está aberto!

- Então vamos! Dizem os três ao mesmo tempo, enquanto caminham em direção ao Horizonte. Atrás deles, o grande portão começa a fechar, mostrando que a partir de agora, eles estão só por conta deles.

************************

Após caminharem por algumas horas, o dia avança e os aventureiros percebem que chegaram a uma bifurcação: o caminho se divide agora para o norte e para o leste por uma grande árvore:

- Será que é aqui que devemos dobrar? Ele disse que era para o leste, não é mesmo? Pergunta Merlin.

- Sim! Vamos para o leste. Diz Alexander.

Conforme vão andando, Kabutomaru diz:

- Sabem... Em todas essas nossas batalhas, eu consegui aumentar meus instintos a cada desafio. Isso agora é de grande ajuda pra mim.

- Por quê você está dizendo isso? Pergunta Merlin.

- Talvez você não sinta, Merlin, mas aposto que Alexander já percebeu...

- Percebeu o quê? Questiona o mago elfo.

- Apenas continue andando e não faça nada... Nós estamos sendo seguidos.

Merlin se assusta com a revelação, afinal ele não percebeu nada de anormal durante todo o percurso:

- Seguidos? E quem está nos seguindo? Diz o mago elfo, preocupado com a situação.

- Apesar de sentir a presença, eu não sinto nenhum mal vindo do nosso perseguidor. Vamos apenas seguir em frente e esperar que eles resolvam aparecer... Diz Alexander.

- “Eles”? Questiona Merlin.

- Sim... Eles...

**********************

Após alguns minutos, eles encontram o que parece ser uma clareia, com várias árvores ao redor. O que chama atenção é a boca de uma caverna ao norte, cuja escuridão a preenche em totalidade:

- Chegamos! Essa deve ser a caverna de Jô! Diz Kabutomaru.

- Mas nós vamos entrar agora? E quanto aos nossos perseguidores? Pergunta Merlin.

- Não acho que vai ser um problema! Afinal, um deles já está aqui... Diz Alexander.

- O quê? Merlin olha para todos os lados, com a esperança de encontrar algum inimigo, mas não vê ninguém. Kabutomaru então aponta para a entrada da caverna com sua espada:

- Ali está!

Os três então veem que alguém começa a sair da escuridão da caverna. Parece que o inimigo finalmente resolveu aparecer:

- Fiquem atentos! Diz o paladino.

Merlin já se prepara com seu grimório e seu cajado, pronto para lançar um feitiço. Kabutomaru pega sua Língua flamejante, e fica em guarda. De dentro da caverna, sai um Orc de aproximadamente 2 metros de altura, segurando uma lança e com tatuagens por todo o corpo, sendo que a tatuagem que mais chama atenção é o desenho de uma garra em seu peito.

- Um Orc? Isso não me traz boas recordações! Diz Merlin.

De repente, outros cinco Orcs surgem por trás dos aventureiros, todos armados e com as mesmas tatuagens. Eles cercaram os aventureiros:

- Nossos perseguidores eram Orcs... Interessante. Diz Kabutomaru.

- Pensei que vocês estavam extintos... Diz Alexander.

O Orc que saiu da caverna então grita para os três:

- Vocês não nos conhecem... Mas nós ouvimos falar de vocês!

- E quem são vocês? Pergunta o guerreiro.

- Nós somos membros de uma tribo de Orcs, conhecida como Tribo da garra despedaçante!

- Garra despedaçante? Espera aí! Não me digam que vocês são...

- Vocês mataram um membro da nossa tribo: Jakk da garra despedaçante!

- Não pode ser! Eles são da mesma tribo que o Jakk! Diz Merlin.

- Nós o matamos sim, mas ele tentou nos matar primeiro! Responde Alexander.

- E nós viemos até aqui para ver se vocês são realmente fortes! Jakk foi derrotado e isso feriu o orgulho da nossa tribo. Mas há uma maneira de isso ser resolvido: escolham o mais poderoso do grupo de vocês e ele irá enfrentar o mais poderoso da nossa tribo: Se vocês perderem, nós mataremos todos. Caso contrário, deixaremos vocês passarem!

Kabutomaru abre um sorriso no rosto e grita:

- Pois eu me encarregarei de lutar contra o mais forte da sua tribo!

- Ah, parece que temos um voluntário! Diz o Orc. – Pois bem... GRUM!!!!! Acabe com este cara!!!

Um outro Orc sai de dentro da caverna. A criatura possui mais de 2 metros de altura e carrega uma clava enorme. Assim como os outros, ela também possui a tatuagem de uma garra em seu peito:

- GRUM é o Orc mais forte do nosso grupo! Se você o derrotar, nós reconheceremos a sua força!

- Alexander, você acha que Kabutomaru pode contra essa criatura?

- Nós evoluímos muito desde a última vez que enfrentamos um Orc! Eu não acho que vai ser muito difícil pra ele...

Kabutomaru saca sua língua flamejante. Ele se lembra da última vez que lutou contra um Orc.

“ Jakk foi um adversário formidável e conseguiu me superar graças ao seus poderes. Mas esse outro Orc parece apenas depender da força bruta.” Pensa Kabutomaru. Ele então diz:

- Alexander! Merlin! Não se preocupem! Eu sei que não pude ajudar muito na batalha contra Jakk nas minas de prata... Mas essa batalha...

Kabutomaru ri:

- Essa batalha vai ser bem diferente... Chegou a hora de me redimir!!!

CONTINUA...


Notas Finais


Como será o desfecho dessa batalha? E quais segredos a caverna de Jô guarda para nossos heróis?
Próximo capítulo- 21/03 SÁB


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