História Tasty Hyung - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V)
Tags Bit Of Dry Humping, Hoseok, Taehyung, Taeseok, Vhope, V-hope
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Palavras 2.913
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ahhhh olha eu aqui de novo com os proibidão
vhope no hope world minha vida depende disso, sério

Capítulo 1 - Capítulo único.


Aquela não era lá uma boa hora para importunar alguém — já passava das duas da manhã de mais um dia que tinha tudo para ser estressante; acontece que sete anos de convivência aguçaram a minha teimosia para certas coisas, e eu meio que já estava acostumado com as possíveis consequências disso. Além de apaixonado, eu era patético. Fodidamente patético.

Mas é claro que a chance de Hoseok me expulsar dali era eminentemente grande, mas lá estava eu diante daquela porta que me separava do estúdio dele — há deus sabe quanto tempo. Uma parte de mim ponderava um motivo convincente o bastante para estar ali àquela hora, enquanto a outra parte — a mais decepcionada e sensata — tentava me levar de volta para o quarto que dividia com Namjoon; assim eu poderia, finalmente, me desfazer em um soninho reparador que faria muita diferença no dia seguinte.

As preparações para o novo álbum, embora estivessem satisfatórias, nos faziam agradecer aos céus cada minutinho que tínhamos para, no mínimo, fechar os olhos.

A segunda opção obviamente me livraria de mais uma possível decepção para a coleção infinita que eu já tinha; Hoseok nem sempre era receptivo — e, de uns tempos pra cá, andava se estressando facilmente com tudo por passar tempo demais trabalhando em sua mixtape.

Hoseok era duro na queda, isso sim. Não brincava em serviço; gostava de dar o seu melhor em absolutamente tudo. Isso era fascinante, embora muito perigoso. Passava noites na sala de prática, muitas vezes sozinho, dançando como se fosse uma máquina destinada à perfeição. Cada detalhe era profundamente importante para si.

Eu tinha medo quando ele se despedaçava assim para aperfeiçoar algo. Nós sete éramos muito dedicados, fomos treinados dessa forma — mas Hoseok, sem dúvidas, sempre foi o mais esforçado de nós, juntamente com Jimin. Ele era a nossa motivação, era um combustível que nos dava ânimo para enfrentar o trabalho duro.

Hoseok era dono de uma determinação admirável.

E eu afirmo com toda a certeza do mundo que é extremamente inevitável não cair de amores por esse cara. Digo por experiência própria.

Essa parte séria e bastante rigorosa de Hoseok era reservada às pessoas que conviviam com ele; sua personalidade pura e brilhante era digna de holofotes, mas eu sabia como ninguém o quanto aquele cara já havia sofrido para botar um mísero sorriso no rosto.

Apesar de ser bastante sensível, raramente conseguia fazer com que ele desabafasse suas frustrações comigo. Hoseok preferia se distrair e me afundar em seus prazeres carnais. Preferia se esconder naquela aura sexual que me persuadia, que me fazia ceder. Preferia jogar com os meus sentimentos como se realmente não soubesse deles; como se ignorar todo o resto fosse tão excitante quanto me foder — não apenas no bom sentido.

Mas ele sabia (e como sabia) do poder que tinha sobre mim, sabia das vezes que acabei indo dormir chorando por ele. E por mais que eu enxergasse hesitação em seus olhos, ele dizia que aquilo era apenas uma amizade com benefícios, algo banal que facilmente nos livrava do estresse.

Eu sempre fui o mais patético de nós dois.

Cair na lábia de Hoseok era algo tão desastroso que eu já me peguei imaginando o que aconteceria com as nossas vidas caso esse nosso segredo fosse descoberto. A resposta não foi nem um pouco animadora. Era sufocante estar numa situação praticamente sem saída assim. Por ora, era tudo o que eu tinha — tudo o que eu podia ter, então fazia o possível para durar. Sei que ele também fazia.

Foi por isso que, após um longo suspiro, me permiti dar três batidinhas ritmadas na porta do Hope World, trucidando todo o orgulho que ainda me restava — se é que um dia chegou a existir. Esse era o código que usávamos nessas visitas casualmente noturnas, um tipo de anúncio específico e urgente: também muito conhecido como saudade.

Hoseok tinha, sim, motivos para me mandar de volta pro quarto, e eu não o culpava por isso. Todos nós estávamos cansados, afinal. E quem é que não precisa passar alguns momentos sozinho (os quais eram raros para nós) para relaxar e botar a cabeça no lugar?! Mas uma preocupação crescente me fez pensar que, nos últimos dias, nem comendo direito ele estava, então, como o maravilhoso trouxa apaixonado que sou, me vi ali na primeira oportunidade — prontíssimo para suprir qualquer necessidade que Hoseok aparentasse ter; eu precisava me certificar de que ele estava bem.

Depois de alguns segundos impiedosamente demorados, o som rouco e arrastado de sua voz foi abafado pela porta do estúdio, fazendo-me, imediatamente, prestar atenção na única palavra proferida por ele: entre. E foi assim que eu finalmente cruzei as barreiras que nos separavam — como o vencedor que, de vez em quando, eu achava que era —, botando um sorriso bobo nos lábios enquanto invadia o Hope World com um generoso pedaço de bolo de morango nas mãos; o preferido de Hoseok. Um agradinho nunca é demais, certo?

Fodidamente apaixonado. E fodidamente patético.

Eu era um cara conformado, mas não costumava duvidar dos frutos positivos que a minha teimosia trazia de vez em quando.

Toda vez que eu entrava naquela estúdio uma sensação de paz e comodidade me invadia ternamente; as boas memórias dos momentos em que podíamos ficar ali a sós, despreocupados, fugindo do mundo lá fora por algumas horinhas, se faziam presentes e eu conseguia sentir um alívio reparador por existir um cantinho que era a cara dele: aconchegante, estiloso, vívido e cheio de bearbricks.

Tinha o cheiro dele também.

O Hope World era um estúdio musical completo que ficava cada vez mais cheio de aparelhos sofisticados e decorações incríveis. Era ali que Hoseok vinha passando a maior parte do tempo — bem mais do que antes — por conta da mixtape que estava prestes a ser finalizada. Hoseok estava botando sua alma nisso e eu sabia como ninguém o quanto ele se sentia inseguro — embora recebesse muito apoio. Era um projeto individual e deveras íntimo que não focava propriamente na dança — algo que nasceu dominando muito bem. A frustração às vezes era visível em seu olhar. Mas eu acreditava que o resultado final seria excepcionalmente impecável, assim como tudo o que fazia.

Hoseok tinha talento em ter talento.

Depois de trancar a porta atrás de mim, me acostumei ao silêncio e a escuridão parcial que dominava o cômodo; lá estava Hoseok, concentradamente acomodado naquela cadeira luxuosa e macia, de costas para mim. Não era lá uma recepção muito calorosa mas os olhos vidrados no computador a sua frente evidenciava a importância do que quer que estivesse fazendo.

Hyung… trouxe bolo pra você. Não pode ficar tanto tempo de estômago vazio. — me aproximei aos poucos e falei baixinho, parando ao seu lado para colocar o pratinho com um pedaço de bolo num canto da mesa que sustentava o computador. — Devia descansar um pouco, parece tão estressado.

— Estou terminando a mixagem da penúltima track, quer ouvir? — ele retirou o headphone dos ouvidos e finalmente me deu um pouco de atenção enquanto ajeitava sua postura na cadeira. Seu rosto sério ganhou uma expressão suavizada e um bocejo lhe escapou dos lábios em seguida. — Senta aqui.

Sem se importar com o bolo ou com a minha típica preocupação envolvendo suas olheiras, Hoseok me puxou para que eu me sentasse em seu colo — o que não foi de todo ruim. Me acomodei ali sem protestar e logo senti seu peito em minhas costas e uma respiração batendo contra o meu ombro direito. O headphone que até então descansava em seu pescoço foi devidamente colocado em mim enquanto eu encarava a tela do computador com certa expectativa; e não demorou muito para que eu me perdesse no som contagiante de uma batida agressiva, delirante e prazerosa. Era fácil notar seu estilo ali. Hoseok levava jeito pra coisa.

Ainda na onda daquela música que tinha tudo para ser o destaque da mixtape, quase não notei que ele havia alcançado o bolo com uma das mãos enquanto mantinha a outra em volta da minha cintura, pressionando-a minimamente. Acabou precisando se recostar na cadeira para conseguir comer sem fazer muita bagunça, já que a posição em que estávamos não permitia muito espaço entre nós.

Maravilhado com a perfeição sonora que havia escutado, botei o headphone ao lado do computador e me encostei em seu peito novamente, animado, proferindo elogios que eu nem sabia que existiam. Deixei um beijo demorado em sua bochecha enquanto ele tentava não rir de boca cheia, todo tímido e sem graça. Hoseok não sabia lidar com elogios, mas eu o faria aprender na marra.

— Sério, hyung, isso tá bom pra caramba, é a melhor coisa que eu já ouvi na vida!

— Não faz assim, Taetae. Ela ainda precisa de alguns ajustes.

— Hoseok hyung, vai dar tudo certo, ok? Você é muito talentoso, nunca duvide disso. — segurei seu queixo, o qual estava sujinho de cobertura, e o encarei da forma mais sincera possível. Foi inevitável não beijar aqueles lábios.

Tão doce. Tão… gostoso.

Hoseok se separou de mim com um suspiro pesado e me encarou em seguida, dessa vez sustentando um sorriso nada casto nos lábios — os quais foram devidamente umedecidos com a ponta da língua de um jeito excitante e molhado. Como se não fosse o bastante para me provocar, fez questão de morder a parte inferior de sua boca enquanto esbanjava um olhar fodidamente safado para cima de mim.

Hoseok era irresistível. Mas Hoseok com tesão era algo que ia muito além disso.

Aquela situação praticamente exigiu que eu me levantasse dali para que pudesse me reacomodar de frente para ele, permitindo que minhas pernas encurralassem Hoseok na cadeira grandiosa que nos sustentava de um jeitinho muito íntimo. Tentei beijá-lo novamente — mas como o mestre que era em me fazer sofrer, desviou o rosto, satisfeito em despertar o meu desejo com tão pouco.

Tirei o pratinho vazio de sua mão e o botei sobre a mesa que agora estava atrás de mim, sendo surpreendido, em seguida, pelos dedos de Hoseok cheios de cobertura de morango. Ele passou a pressionar meus lábios de forma lenta e delicada enquanto apertava minha coxa com a mão livre, ora presenteando-me com uma carícia firme e desejosa.

Hoseok gostava de me ver naquele estado: completamente excitado e viciado em seus toques.

Depois de muito enrolar, resolveu enfiar o indicador e médio na minha boca, fazendo-me sentir, outra vez, o gostinho de morango e baunilha impregnado em si. Fechei os olhos, coloquei minha mão sobre a dele e deixei um suspiro sôfrego escapar enquanto passava a língua em seus dedos numa brincadeira lenta e úmida. Hoseok pareceu mais animado e puxou o ar entre os dentes, demonstrando contentamento, pronto para movimentar seus dedos num vai e vem demorado, sensual; senti seu corpo remexer abaixo de mim e foi então que comecei a chupá-lo com vontade.

Hoseok retirou seus dedos dali e me segurou firme pela cintura com as duas mãos, forçando meu corpo contra o seu num atrito viciante; nós dois usávamos samba-canção para dormir, o que era um empecilho deveras fino e agonizante — isso tornava tudo mais prazeroso. Mais intenso. Mais excitante.

Pendi minha cabeça para trás e deixei um gemido sôfrego sair, as mãos envolvendo o pescoço de Hoseok para que eu pudesse me esfregar em si despreocupadamente. Quanto mais eu sentava, mais eu sentia aquele pau duro em minha bunda; mais sedento eu ficava.

O clima entre nós ficou ainda mais quente e abafado quando encostei minha testa na dele numa busca desesperada pelos seus lábios. Hoseok arfou e alguns murmúrios de impaciência morreram em sua garganta assim que comecei a rebolar em seu colo lentamente, a fim de provocá-lo. Meu cabelo foi puxado de forma brusca para que nos separássemos outra vez, e tudo o que eu vi foi um olhar felino cheio de luxúria.

— O que acha de chupar o hyung um pouquinho, huh? — Hoseok sussurrou de uma forma irresistível e eu mordi os lábios em resposta; estava morrendo de saudade de botar aquele pau na minha boca. Escorreguei uma das mãos até seu pênis ainda coberto e o apertei fracamente enquanto deixava algumas marquinhas em seu pescoço com os lábios.

Ele era capaz de me deixar num estado tenso e cheio de vontade; eu só conseguia pensar no quanto o meu corpo precisava do dele — os joguinhos furtivos que se ferrassem sozinhos. Eram apenas uma lembrança distante no meu inconsciente nublado, algo perdido, temporariamente suspenso. Fora do meu alcance.

Hoseok era inevitável. Ele era o meu ponto fraco.

Um hyung fodidamente gostoso.

De joelhos e entre suas pernas, lá estava eu. Hoseok deixou sua samba-canção escorregar até os calcanhares e passou a tocar seu membro na minha frente sem deixar de me encarar. Com a mão livre puxou-me para mais perto pela nuca enquanto eu acariciava seu belo par de coxas, e logo pude segurar sua ereção, deliciosamente umedecida com pré-gozo, bem pertinho da minha boca.

Hoseok pendeu a cabeça para trás e o ângulo perfeito que seu maxilar formava acima do pescoço era algo extremamente rude e sensual. Seu pomo-de-adão procurava não se movimentar muito, mas os gemidos que tentava conter dificultavam o serviço. Satisfeito, decidi começar por um leve selar na cabecinha inchada de seu pau, logo botando a mesma na boca enquanto bombeava seu membro com a mão lentamente. Chupei aquela partezinha tão sensível com cuidado, ora tirando-a da boca para soprar-lhe um ventinho gelado que fazia Hoseok se contorcer, todo arrepiado.

Filho da mãe gostoso dos infernos...

Esgotei sua paciência com um risinho vitorioso de quem estava se divertindo com o sofrimento alheio e decidi botá-lo por completo em minha boca, exercendo uma pressão sôfrega que o fez gemer um pouco mais alto. Os movimentos logo tiveram início e eu passei a engoli-lo constantemente, babando tanto a ponto de deixar saliva escapar pelos cantos da boca — que, no momento, possuía aquele típico gostinho agridoce. Estalos cada vez mais molhados me escapavam num ritmo erótico, logo passei a estimular seus testículos numa massagem deveras extasiante.

Hoseok levantou o quadril minimamente e passou a foder minha boca com uma vontade excruciante enquanto me segurava pelos cabelos, não se importando muito com o lacrimejar iminente dos meus olhos. As estocadas me faziam sentir seu pênis todinho dentro de mim, constantemente tocando-me a garganta, se esfregando em minha língua sempre que podia.

Hoseok estava se deleitando. Passou um bom tempo me encarando antes de finalmente gozar — me assistindo perder o fôlego de vez em quando. Ele estava uma bagunça de prazer, gemidos e gotículas de suor lhe grudando alguns fios de cabelo na testa.

Não hesitei em engolir aquela porra quentinha quando ele se desfez, aliviado e ofegante, em minha boca. Um pouco acabou vazando pelo canto dos lábios, o que me fez passar a língua pelos mesmos; adorava me deliciar com o gostinho de Hoseok.

Está mais relaxado, hyung?

 

-

 

Hoseok acabou me mandando de volta para o quarto logo em seguida, nem me deixando lhe dar mais do que três beijinhos de boa noite. Mas, para a minha surpresa, meia hora mais tarde, lá estava ele invadindo aquele cômodo silenciosamente. Hoseok fazia essas coisas de vez em quando. Namjoon dormia como uma pedra na cama ao lado enquanto eu me revirava na minha, um pouco incomodado com seus roncos e alguns pensamentos que, por acaso, envolviam Hoseok.

Até que eu o vi cruzar a porta do quarto com todo o cuidado do mundo — embora fosse muito difícil acordar Namjoon; não que ele se importasse também, eu e Hoseok éramos muito... comportados nessas ocasiões. Não demorou para que estivesse em minha cama, abraçando-me por trás carinhosamente como se eu fosse um ursinho de dormir. Talvez eu fosse mesmo. A sensação de ter seu peito nu em minhas costas (também nuas) me aquecia por dentro e por fora; suas mãos percorriam minha pele numa carícia gostosa enquanto sua respiração batia regularmente no pé do meu ouvido. Era tão bom sentir Hoseok daquela forma

Mas aí o negócio esquentou de novo.

Quietinho. — ele sussurrou no meu ouvido enquanto deslizava vagarosamente uma das mãos pela minha barriga até alcançar meu pênis debaixo da samba-canção. Sua boquinha pecaminosa me encheu de beijos e mordidinhas no pescoço, um lugar perigosamente sensível em mim.

Hoseok me conhecia tão bem.

Cretino ordinário, no início disso tudo eu realmente estava carente de carinho.

Mas um carinho naquele lugar também não fazia mal à ninguém, não é mesmo? Então eu apenas suspirei, ansioso pelo o que estava por vir, apreciando seu corpo coladinho ao meu enquanto sua mão fazia a festa lá embaixo. Em pouco tempo eu estava como fiquei quando vi Hoseok pelado pela primeira vez na vida: duro pra caramba. Apoiei o antebraço contra os lábios e fechei os olhos, deixando a pressão quente daquela mãozinha abençoada me encher de prazer por alguns minutos.

Depois que eu vi estrelas e encontrei a paz eterna, ainda fui obrigado a entender que Hoseok estava lambendo os próprios dedos cheios de sêmen (o meu, no caso) porque ouvi aquele típico barulhinho molhado bem perto do meu ouvido seguido de uma risada deveras safada.

Não tive coragem de olhar para trás.

Boa noite, Taetae.

A novidade da vez é que ele simplesmente me abraçou bem gostosinho e dormiu todo tranquilo, como se nada tivesse acontecido.

Tão audacioso. 

Sem pensar na esperança que crescia em meu coraçãozinho trouxa, adormeci com um sorriso no rosto, tão pleno que nem parecia o idiota apaixonado que eu sei muito bem que sou.


Notas Finais


nunca fiz non!au antes espero que não esteja tão decepcionante :/
serio quando o taehyung postou aquelas fotos do hoseok no estudio eu faleci e voltei a vida
o taehyung eh mt supportive boyfriend, quero nem ver quando essa mixtape sair (se sair ne pq ta foda quatro anos esperando to definhando)


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