História Tattoos - Capítulo 1


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta
Tags Akashi, Álcool, Aokise, Aomine, Aomine X Kise, Balada, Drogas, Kagaaka, Kagami, Kagami X Akashi, Kise, Knb, Kuroko No Basuke, Lemon, One-shot, Pwp, Tattoo, Tatuagem, Yaoi
Visualizações 134
Palavras 4.615
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hoy ~
gent do céu eu devia ta muito dormindo eu acordo cedo pra trabalhar daqui a pouco kkkk aa
mas n podia deixar essa data passar mais do que ja passou /atrasada como smp
FELIZ ANIVERSARIO SASAH ♥ ♥ TUDO DE BOM MEU AMOR, EU TE DESEJO ISSO E MUITO MAIS vc merece muito mais, depois te pago algo decente por enquanto temos esse AoKise que eu fiz especialzinho pra ti
antes tarde do que nunca, amem
espero que goste ♥

boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


O silêncio atual contradizia veemente e completamente o cenário do qual aqueles dois adolescentes vieram, porém, esse era extremamente confortante para seus sentidos adormecidos em má posição ao pé de uma cama desorganizada e com lençóis e travesseiros ao azulejo gélido. Qualquer cristão estava em melhores condições do que Aomine e Kise naquele momento.

Jogados ao chão, Ryouta se encontrava sem a parte de baixo de sua vestimenta enquanto Daiki ainda trajava uma cueca completamente amassada e um pouco abaixada em sua cintura.

O primeiro resmungo viera da garganta do moreno, o qual recebeu a infeliz iluminação do sol por sobre suas pálpebras, assim como o barulho de algum aparelho celular tocando naquele recinto. Os olhos escuros custaram a abrir com aquele ardor em sua retina, acabando por cobrir a visão com um braço que tivera que forçar um pouco para trazer a frente do rosto.

E fora aí que percebera. Não estava sozinho.

As pontadas seguintes não foram devido o recém despertar e a luz solar em sua cara, mas sim, o que sentia como um dor odores presentes ali. Álcool, e não estava fraco. Que maravilha. Mas que porra tinha feito?

Com um suspiro pesado e ligeiramente dolorido, empurrara o corpo de Kise de cima do seu, vendo este rolar um pouco para o lado e piso, observando que o acordara daquela maneira. Que fosse.

— Aominecchi... — O loiro resmungou baixo com a voz bem sonolenta. — Deixa de ser grosso um pouco.

O moreno não lhe retrucou nada em palavras, apenas estalando a língua ao céu da boca, notando o olhar dourado do “amigo” se repousar em si após alguns segundos. A carinha de modelo não parecia aquela chamativa que geralmente se encontrava estampada em capas de revistas. Estava tão acabado quanto si, e mesmo assim, continuava...

Sorriu internamente de maneira rápida, sentando-se e esticando os membros adormecidos e com os músculos doloridos. Mas uma parte que doía de maneira esquisita lhe chamou a atenção ali de imediato.

Passara a mão em um toque a própria lateral do corpo onde estava a peça íntima que já não estava corretamente ao corpo, notando com a ponta dos dígitos alguns furos a própria pele, estranhando tal detalhe ainda mais. Suas feições não passaram despercebidas de Kise, o qual já olhava com leve curiosidade e preocupação quanto ao incômodo de Daiki.

Sem tardar, abaixara a cueca ao mesmo que se levantara, sentindo algum tipo de marca continuar por sua bunda, e não deveria ser algum ato feito por boca ou unha o qual supostamente imaginava de início. E tal fato apenas se comprovara no momento em que ficara completamente nu, atraindo uma risada alta e bem estridente Ryouta ainda largado no chão.

Esse mantinha uma mão à frente da boca enquanto a outra estava por sua barriga, apertando-a junto a peça que ainda trajava, parecendo se contorcer pior que uma lagartixa no asfalto quente, soltando aquela voz em forma de uma gargalhada a qual começava a lhe piorar ainda mais os martelares em sua cabeça.

Não tinha a merda de um espelho por ali perto para olhar aquilo. Fala sério.

— Vai ficar feito uma hiena asmática até quando, Kise? — Com a típica impaciência, olhava para Kise que ainda tentava parar sua risada aos poucos, agora tendo este encarando Aomine que virara de frente para si, não tendo muito do que rir enfim. Somente apreciar caso quisesse, mas não chegava a ser o caso nem de longe naquele instante.

— Pera, ah... — Ryouta ria baixinho agora, deixando apenas alguns risos nasais lhe denunciarem diante daquilo, nem ligando para a pseudo ofensa dirigida para sua pessoa. Nada era mais importante que aquilo no momento. — Você ficou lindo com isso, Aominecchi.

— Isso o quê, Kise?

— Calma, calma. — O menor procurou se levantar do chão igualmente, notando que ao menos ali era a casa do amigo e que estavam no lugar certo para acordar. Pelo menos isso.

Foi para suas coisas que largara no dia anterior em uma mochila, abrindo o zíper ao tirar um pequeno espelho de mão ali, dando para o moreno.

A cara que ele fez naquele minuto fora completamente impagável, e se Kise soubesse onde se encontrava seu celular, teria guardado e eternizado o momento. A outra coisa em Aomine estaria gravada para sempre, não tinha que ter tanta pressa assim.

A boca de Daiki estava aberta de uma forma que costumeiramente não ficava daquele jeito a não ser por bocejar com uma frequência incrível de seus cansaços típicos; seus olhos estavam ligeiramente arregalados, perdendo a expressão sempre entediada. Não tinha como ter tédio ou indiferença perante aquilo!

Em sua nádega direita havia o desenho de dois unicórnios cor de rosa com flores e cristais. ERA UMA TATUAGEM DE DOIS UNICÓRNIOS COR DE ROSA.

Puta que pariu.

Sabe a reação que Aomine deveria ter naquele momento? Era aquela. Não existia reação para quando você passou uma noite da sua vida a qual não se lembra de nem um pouco e acorda simplesmente seminu com a tatuagem de dois unicórnios em sua bunda.

ROSA.

Não possuía palavras para definir seu ser a não ser um grande espanto, uma incredulidade sem tamanho e proporções perante aquilo. Especialmente aquilo havia conseguido lhe abalar àquele nível de deixar-lhe tão mudo.

Kise ali ao lado tinha ainda o repuxar um tanto idiota no rosto enquanto procurava alguma vestimenta, não sendo notado por Aomine por este ainda estar tão imerso no próprio problema.

— Mas que merda a gente fez ontem? — Não dava para simplesmente ficar em só pensamento. As palavras saíram de automático, e logo Daiki pôde ver a cara em igualmente em uma extensa incógnita a face do loiro.

De fato, não se recordava de absolutamente nada do que fizeram na noite passada, e isso era preocupante de muitas formas. Se Aomine havia até mesmo arranjado uma tatuagem da noite para o dia, o que dizer a respeito das outras coisas que fizeram e não estava tão à mostra como aquilo? E para melhorar, nenhum dos dois possuía uma memória sequer de tudo. Mais perfeito impossível.

— Então as belas adormecidas finalmente acordaram. — A porta até então fechada do quarto, fora escancarada por ninguém menos que dono de uma sobrancelha esquisita, o qual proferira as palavras carinhosas com um hambúrguer entre os lábios enquanto aos braços sacolas plásticas estavam penduradas.

— Pela cara de ambos já tenho minha certeza. — Ao lado de Kagami, Akashi encarava ambos com um meio sorriso, notando a recém descoberta à pele de certo ser ao recinto. — Eu sempre soube que os dois gostavam de aparecer e fazer coisas inconvenientes que matariam de vergonha qualquer um, mas vocês realmente aproveitaram dos não limites essa madrugada.

— O que...? O que a gente fez, Akashicchi? — Kise, agora um pouco mais vestido do que Daiki, que se encontrava com uma bela expressão de “não ‘tô bem aí pro que vocês vão gostar ou não”, tinha uma bela carinha que sua fase de modelo lhe julgaria ao extremo. Estava horrível.

Com a franja loira presa em uma presilha para trás, Ryouta ainda esticava um pouco o corpo que permanecera numa posição mais que péssima ao adormecer, se dando ao escutar de certos estalos, cortados apenas pela baixa risada de Seijuurou ao adentrar mais totalmente ao quarto a companhia de Taiga, procurando com uma das mãos afastar ao menos o mínimo da bagunça a cama do local, sentando logo em seguida com uma perna sobre a outra.

— Vai esperar um convite cordial para passar o dia ou vai falar duma vez? — O moreno, já não muito satisfeito com um dos presentinhos da famigerada “madrugada” fora até Kagami, lhe puxando uma das sacolas por saber muito bem o que havia ali.

Por mais que a reação mais típica fosse uma pequena torção de lábios da parte de Akashi e um olhar costumeiramente inquisidor, permanecera com o breve repuxar. A situação por si só já estava divertida demais, não tinha por que não deixar passar. E aquela noite fora um pouco do suficiente do que eles poderiam pagar por maus modos.

Pelo resto da vida.

 

≥ᵜ≤

 

— Você estava olhando de novo, Aominecchi!

Nem ao menos a noite havia começado e o drama pessoal de Kise estava fervilhando de forma absurda. Por Buda, como ele era ciumento e fazia ceninha por qualquer merda. Mas por outro lado também...

Não havia um rabo de saia que passasse despercebido pelos olhos escuros de Aomine, o qual às vezes realizava até mesmo uma classificação própria do quão boa era as mulheres que via a cada esquina. Fala sério, aquilo era normal, pelo menos para si. Não tinha por que ter que ouvir a cada passo um escândalo de insegurança de seu namorado por conta disso.

— Estamos quase lá. — Akashi que até então próximo a Taiga possuindo um devaneio qualquer tomou proximidade do loiro, observando os conflitos de casal. Sempre a mesma coisa. Parecia que eles não tiravam tempo para amadurecerem.

Sem que desse para Daiki ou até mesmo Kagami ouvirem, já que Ryouta e Seijuurou andavam mais à frente deles e conversavam mais baixo, o humor do modelo pareceu se transformar, ainda mais quando já abrira um sorriso besta ao rosto e começara a rir por alguma coisa que Akashi estivesse falando no momento.

Enquanto mais atrás, ao lado que Aomine e Taiga quase se recusavam a andar um perto do outro, ambos encaravam a cena, tirando conclusões próprias. E a do moreno era que não apreciava muito aquilo, e não era pela mesma babaquice de Kise de poucos minutos atrás.

Daiki não possuía moral alguma para refutar as crises de ciúmes de Kise ou algo do tipo. Preferindo não dar moral para a cena nem papo para Kagami – o qual também não estava muito interessado em conversas fiadas –, acabaram por chegar à balada. Que talvez fosse considerado bar ou boate, tudo dependia de um ponto de vista e o que você faria lá realmente.

Como todo bom festeiro que Ryouta era, escolhera a melhor hora: o início da madrugada, o qual já havia bastantes pessoas e tudo começava de fato. Sempre ia ali quando estava solteiro, porém, com os amigos de folga e não querendo um fim de semana em que fosse dar para o namorado em casa sem qualquer cerimônia, preferira reviver o lado em que seu ser era livre. Apesar de estar imaginariamente preso, mas não chegava a ser realmente importante.

Com empolgação já da música alta, vários corpos em constantes movimentos tanto para transitar entre os locais quanto em uma dança às vezes com ritmo, Kise puxou mais o braço de Akashi, indicando o balcão de bebidas. Aquela noite era Open Bar, tudo o que o loiro mais poderia querer.

Todavia, antes de partir para o meio do álcool e da falta de sobriedade, virou-se para Aomine que já estava passeando de novo com os olhos por alguma mulher dali. E infelizmente para as ideias de Kise, também estava sendo observado por algumas.

Fez um bico rápido, tomando fôlego e certa paciência ao cutucá-lo para tomar sua atenção.

— Eu vou ali com o Akashicchi! — gritou por já saber que a música mesmo concentrada ao outro lado fosse abafar sua voz, dando por fim somente isso sua fala, sorrindo para o ruivo que mantinha perto de si.

Por mais comportado que Seijuurou fosse, sabia que ele era um ótimo companheiro de copo, e por mais que tivesse ido ali com o namorado, sabia muito bem que não manteriam tanto a proximidade assim. Era um local grande, com várias pessoas em uma praticamente pista de diversão; amarrar o próprio namorado e arrastá-lo para cima e para baixo não fazia o estilo de ninguém ali, chegava até a ser sem noção.

O aglomerado de pessoas ao balcão de bebidas era sempre imenso, não importava se era começo, meio ou fim da balada, acabando por se juntar ali ao meio, conversando com o ruivo.

O jogo de luzes que era visto por um pilar que virava pra a direita em provavelmente aonde a maioria das pessoas se encontravam passavam rapidamente, algo que animava o loiro de forma inconsciente por querer ir logo. Num momento de distração de Kise, nem notara uma silhueta chegar por trás do amigo, acabando por este estranhar tamanha aproximação e quase dar um "chega pra lá" na pessoa, mas impedido pelo braço deste.

Kagami falava algo ao ouvido de Akashi, que a visão de Ryouta retomar a quem arrastou até ali era uma visão que gostaria de tirar sarro. Taiga conseguia ser o mais ciumento de todos, mas pelo visto não era algo que nem chegava a incomodar ou abalar Seijuurou. Afinal, esse sabia manter muito bem em seu próprio lugar naquele relacionamento. Existia respeito mútuo.

Dispersando pensamentos sobre isso, Kise inclinou-se ao balcão ao conseguir chegar perto desse, pedindo a própria bebida que via numa das não muitas diversas num tipo de papel plastificado com imagens, logo seguida pelos dois amigos que também lhe indicaram as deles.

Pegando as três bebidas, notara Kagami se encaminhar para algum canto mais fechado, sabendo bem que área era aquela. Sabia que ele precisava beber um pouco antes de se soltar mais, isso se fosse fazer àquela noite.

Ignorando tal detalhe, puxara novamente pelo braço para o local que mais interessava o loiro desde o momento que chegou. Entre um gole e outro do conteúdo alcoólico com um teor ligeiramente doce com que fazia que tudo desse voltas mais rápido, Ryouta teve a visão que desejara, e com ela, um sorriso brincou por seus lábios no mesmo instante.

Dezenas e mais dezenas, podendo até mesmo chegar a bem capaz de ter mais de uma centena de corpos em um só local, não todos em movimentos ao ritmo sem definição de uma música eletrônica abafando qualquer voz. Pedidos de sexo ao banheiro ou atrás da boate eram feitos através de um olhar ou uma aproximação em excesso junto de toques eróticos.

Kise poderia dizer que agora realmente estava em casa.

Sabendo que Akashi não seria careta ao nível de lhe dar algum sermão pela quantidade de álcool ingerida – já que estava disposto a fazê-lo beber tanto quanto si –, o copo de ambos ia ficando vazios, eram trocados conforme mais da noite caía.

Kise já estava a um tempo deixando de raciocinar tão bem quanto antes, dançando em meio a um monte de gente tendo conseguido a proeza de arrastar o ruivo junto a si, sendo que este estava em sua frente, sentindo toda a movimentação em que eram os corpos em um centro junto e do loiro em uma dança sem qualquer fim.

Muitos tinham contato daquela maneira e proximidade, alguns por consequência e outros propositais. Mas quem ligava àquela altura? Sendo que a coisa mais alta neles que só não superava a música era álcool que haviam ingerido.

Até mesmo Akashi e Kise trocavam um toque ou outro conforme tudo esquentava e seus corpos não paravam. E, sem notarem, Daiki, que há tanto tempo não via entrou no meio do aglomerado de pessoas dançando, a seu próprio ritmo já que nenhum era definido.

Ryouta só notou algo de diferente quando sentiu alguém deliberadamente encostar de uma maneira nada sutil em si por trás, acompanhando seus movimentos, sendo empolgante até mesmo sem saber quem era.

Esquecendo-se de Akashi, em um movimento rápido, virou-se de frente para a pessoa que estava também muito animada a dançar, acabando por encarar Aomine. Sorriu, notando a mudança de música para um ritmo favorável para o momento.

Subiu suas mãos para a roupa dele, apertando entre seus dedos ao trazê-lo bem rente a si, começando a realizar movimentos em que seu corpo acabasse roçando-se ao de Daiki, não deixando de ser uma dança animada apesar de levemente erótica.

As mãos de Aomine acompanharam-no nisso ao se encontrarem na cintura de Kise, não deixando que cada contato passasse despercebido por ambos, tornando seus toques e encontro de olhares mais intenso.

De forma repentina, Ryouta acabou juntando suas bocas, acabando com qualquer distância a mais que estabeleceram enquanto durava a troca de afagares. As palmas Daiki não demoraram em se apossar da bunda do loiro, acabando por fazê-lo ir mais de encontro a si, assim como soltar um gemido abafado contra sua seus lábios.

O ósculo só foi findado quando Kise pareceu procurar algo ao bolso da frente de sua calça, pegando rapidamente e voltando a outro beijo com o moreno. Devido à iluminação frequente ser somente das luzes coloridas, não fora possível para que este soubesse do que se tratava, mas naquela nova e quente troca de salivas, ele sentiu algo de dentro da boca de Kise passar para a sua, mas não quis contestar. Não era algo novo e muito menos nem eles inocentes.

Com um selar junto a uma mordida aos lábios de Aomine, Ryouta passou o olhar rapidamente ao palco daquela noite. Haviam há pouco colocado música ao vivo com uma banda, e naquele momento, estavam chamando casais mais para frente e inclusive subir para dançarem por lá. Não demorou mais um segundo e logo o loiro agarrou a mão de Daiki, indicando com a outra para irem, já tomando espaço entre as pessoas para lá.

Akashi que antes fora deixado sozinho, já se encontrava acompanhado de Kagami, que, encostado a uma parede perto de algumas mesas pequenas, trocava igualmente um beijo e carícias entre ambos.

Já na metade do caminho, Kise já se sentia totalmente diferente com o que havia dividido com Aomine, tendo tudo em seu caminho mudado para mais colorido e um tanto impactante a sua visão. Com Daiki não estava muito diferente, mas os dois mantinham o foco em chegar ao palco, conseguido junto a mais alguns casais igualmente altos. Drogas? Bebidas? Tudo isso já era fútil se levado em conta. Todos aproveitavam em seus mínimos detalhes como podiam.

Com a banda animada por tanta gente ali, iniciaram uma nova música com o foco aos casais, tendo esses a começarem a dançar.

Kise já estava excitado com tanta coisa, e não levou mais que dois segundos em prender os dedos contra a nuca de Aomine e seus fios escuros e curtos, judiando da força ao não ter mais controle disso. Seu corpo esfregava-se contra o dele, deixando o roçar de suas virilhas ao uma coxa se esfregar a outra entre tanto toques. Enquanto uma mão se apoiava e dava a liberdade para o loiro seduzir não só o namorado, mas também quem acompanhava aquela dança, a outra fora um pouco mais ousada e menos agressiva. Isso dependendo do ponto de vista.

Ele dedilhou em um belo zigue-zague que definia como estava a cabeça de ambos, chegando ao meio das pernas de Daiki. Este sob o efeito da droga só teve a sensação, e não uma correta reação, encaminhando sua palma para a lateral do rosto belo do loiro. Que no momento chegava a praticamente reluzir, e não pela beleza. Seus dedos invadiram a boca dele, brincando com sua língua conforme ele estava fazendo o mesmo com seu zíper.

Não mediam o que faziam, e nem mesmo fariam se conseguissem, e daquela forma, Kise não precisou nem mesmo receber um carinho aos fios loiros para ajoelhar no palco mesmo e trazer para fora da calça pelo espaço do zíper o pênis de Aomine, iniciando um boquete a frente de todos.

Não se sabia qual era a reação do público a não ser ter gritado absurdamente diante da cena. E não era em desgosto, longe disso. Eram gritos animados, tanto pela bela visão quanto o quão alto estavam para terem coragem de fazer aquilo.

E quem disse que paravam? Não era mais como se existisse os outros ali, e sim, o foco de ambos era apenas um no outro. A língua trazia um deslizar mais úmido e rápido que a cabeça de Kise realizava, raspando os dentes algumas vezes pela força que Aomine botava contra seus fios forçando-o a ir para frente e permanecer no ritmo.

Estavam imersos em seus sentidos já bagunçados, agora recebendo inúmeras ondas de prazer ainda mais confusas, ficando excitados, eufóricos, e principalmente imparáveis por eles mesmos.

Até mesmo a banda e os outros casais ali ao pouco esboçavam certa surpresa, mas ao mesmo, também tinham uma animação pelo fato daquilo realmente estar ocorrendo.

A atenção de quem não estivesse inerte em um ato parecido, estava nos dois ali, ao centro do local. Akashi que planejava ir saindo da companhia de Kagami para aproveitarem de uma mesma forma pararam por alguns segundos, notando a que nível os amigos chegaram. Seijuurou apenas riu quando viu de longe os seguranças do lugar fazendo o trabalho deles: evitando qualquer tumulto e algo demais. E aquilo passava do demais há muito tempo em muitas escalas.

Sendo expulsos com muito motivo e sem nenhuma dignidade da parte de Kise já que esse começara a fazer um escândalo desde que lhe tiraram do oral que realizava. Alguns batiam palmas e riam enquanto eles passavam sendo arrastados pelos homens de preto para fora do recinto.

Ainda lá dentro não era possível escutar o que tanto Kise gritava para eles, mas ao passarem da porta e o som de dentro ser mais abafado e lá fora ser uma rua deserta no meio da madrugada completamente silenciosa, foi possível começar a entender o que tanto ele estava indignado.

— Não pude nem terminar de chupar você, Aominecchi... — Se escorando no sujeito da frase, Ryouta parecia ainda nada a fim de parar. E não era como se alguém fosse impedi-los já agora ali fora.

— Então acaba agora. — Incentivando, trouxe sem delicadeza alguma o modelo de joelhos num baque audível, tendo a boca dele sem precisar de mais nenhuma palavra de encontro ao seu pênis semi rijo.

Ryouta engolia-o com imenso gosto, provocando por vezes com mordidinhas a glande que não escondia o sorriso de canto a canto. Sua sucção só parou ao ter sido empurrado para a parede mais perto, sendo virado de costas para essa e encochado com força, sentindo o membro lhe cutucar em meio às nádegas sobre a calça colada.

— Você quer me foder com força, não quer? — O loiro mordeu aos lábios ao sentir a boca se fechar em sua nuca num chupão demorado, arrepiando-se por inteiro.

Desafivelou a calça com pressa, sentindo as mãos de Daiki tomarem sua cintura em um aperto desejoso, terminando com toda aquela demora. Sem mais um minuto de espera suas peças estavam à altura do joelho, e sentia o pênis entrar com uma saliva quente de auxílio.

Não segurou o gemido dengoso e levemente dolorido com o ato grosso de Aomine, apoiando as palmas no bloco escuro tendo ele a lhe penetrar com força. As pernas quiseram vacilar nas primeiras estocadas, sendo segurado pelas mãos que lhe marcavam com os dedos compridos a pele alva.

A rua vazia com a passagem de um carro ou outro ao longe, a música abafada que vinha de dentro da balada que ainda acontecia como se não tivessem feito nada há pouco, suas cabeças girando; tudo se misturava ao prazer e dor que compartilhavam no ato libidinoso.

O moreno não media o ritmo, tendo começado com investidas fundas e estaladas a bunda do modelo a qual adorava dar apertos ardidos à área bem trabalhada dele. Abafou seus gemidos roucos contra o pescoço que maltratava com os dentes, recebendo um empinar que conhecia bem.

Colou seus corpos um pouco mais, atendendo ao almejo que Kise queria ao ir lentamente, mas com intensidade. O loiro teve o membro coberto pela própria mão, esfregando a glande em sons mais altos ao se perder tanto fisicamente como mentalmente ao ato.

Não demorou ao tê-lo a gozar a parede que se escorava, tendo Daiki perdurar aos movimentos por mais tempo. Não se importou ao modelo estar sensível pelo orgasmo, virando-o de frente para si erguendo-o pelas pernas, voltando a penetrá-lo e retomando sua velocidade aos poucos.

Ryouta abraçou-o calorosamente, tomando sua boca em um beijo lascivo e demorado tendo a língua mordida em um sangrar compartilhado em meio à saliva por ambos. Seu corpo ia e vinha de encontro à virilha dele, ecoando o barulho de suas peles batendo uma a outra a cada estocada.

Sentiu-o preencher seu interior com mais algumas investidas, agarrando a blusa com força ao soar um leve ruído de rasgo de tecido. Ficaram naquela posição por minutos não contados, tendo suas cabeças a ainda darem voltas atordoantes pela droga.

— Aominecchi, vamos fazer uma tatuagem juntos? — Kise quebrou o silêncio agradável, se segurando aos ombros do moreno ao tê-lo saindo de si finalmente, voltando os pés ao solo. — Tá aberto ali, ó. — Apontou para o outro lado da rua aonde tinha um prédio com um letreiro de neon vermelho escrito Tattoos.

Arrumaram as roupas em seus corpos ao máximo que conseguiram no momento, tendo o modelo não reclamar por algum milagre do outro ter gozado dentro. Deveria estar entorpecido ao extremo.

— Isso é uma idiotice, Kise.

— Ah, vai. Por favor, por favor! — E lá vamos nós...

Ganhar Daiki no grito já era típico para Ryouta, e o fazia até conseguir. Ficou um bom tempo até convencê-lo àquilo, tendo dado tempo para a saída de Kagami e Akashi se fazer presente junto deles.

Cheiravam a álcool e nicotina, tendo rostos vermelhos e roupas amassadas junto a marcas fortes escarlates ao pescoço de Seijuurou estarem bem à mostra. Este tentava esconder inutilmente, tendo Taiga sussurrar toda hora alguma coisa em sua orelha ao deixá-lo a dar sorrisos bobos.

Acompanharam os amigos sob efeitos piores do que estava até do outro lado da rua, chegando ao tatuador com o loiro a tagarelar por quase meia hora sobre suas vidas. O tópico da tatuagem chegou só depois quando o moreno ficou irritadiço sobre, tendo o namorado a beijá-lo para acalmar ao dar em meio ao ósculo outro do que compartilharam na balada.

Antes mesmo de o desenho ser feito ao papel para dar início, Kise jogou o celular na mão do homem dizendo que era a primeira imagem da galeria, não estando em condições para manuseio de mais nada.

E foi ali que a sentença a bunda de Aomine foi dada. A foto era completamente errada do que combinaram, e Akashi poderia ter dito, mas preferiu ver o circo pegar fogo junto de Kagami enquanto trocavam carícias e assistiam os amigos praticamente desmaiarem tendo a bela tatuagem rosa ser feita a bunda alheia.

Nada valia aquilo e aproveitaram o espetáculo de camarote.

 

≥ᵜ≤

 

Aomine e Kise escutaram o relato em completo silêncio, não sabendo exatamente bem o que falar durante as palavras de Seijuurou. Esse parecia se divertir bastante contando, tendo Taiga a rir entre mordidas ao lanche.

O loiro quebrou a mudez entre os dois ao voltar a gargalhar, não se segurando outra vez.

— Não acredito, hah. Aominecchi vai ser tão delicado daqui pra frente...! — Estava sem ar aquela altura.

Daiki não teve reação a não ser procurar uma vestimenta de forma quieta, trazendo estranheza ao modelo.

— O unicórnio comeu sua língua? — Kagami não se aguentou, arrancando um riso rápido de Akashi com o comentário.

Ele se vestiu rápido, colocando os tênis ao pegar o loiro pelo braço, surpreendendo-o.

— Ei, ei, pra aonde vamos? — Tinha perdido algo da conversa? Ele parecia apressado.

— Fazer a sua. — Aomine tinha um tom digno de malvadeza junto do olhar nada gentil.

— Não, não, não, Aominecchi, me solta! Akashicchi me ajuda, por favor. Kagamicchi! — Kise virara a personificação do desespero naquele momento.

O loiro dali em diante esperneou, tentando ir contra a ideia, mas só tentando mesmo.

A ideia era fazer uma tatuagem um cada uma e assim seria.

E trataria de se lembrar de nunca mais dar noitadas como estas novamente caso quisesse manter o resto de sua dignidade intacta.


Notas Finais


eu tentei algo n sei se ficou bom me perdoem se tiver erros eu to caindo de sono
muito obrigada a todos que leram!
e novamente feliz aniversario minha linda ♥ tudo d bom :D ♥
kissus ~ ♥


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