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História Tazza - YoonMin - Capítulo 6


Escrita por: e SrDoKpop


Notas do Autor


Xegei bits

Capítulo 6 - Little dog


Fanfic / Fanfiction Tazza - YoonMin - Capítulo 6 - Little dog

— Como quiser. 

Jimin, quase que sem pudor, rebolou em meu colo mais que devagar, esfregando as poupas de suas nádegas cobertas pelo pijama em minha pouca ereção. Joguei minha cabeça pra trás e em desespero, agarrei sua cintura para que ajudasse na ficção entre nossas intimidades.

— É tão bom te ver submisso à mim. Pena que hoje não vou te foder — Jimin disse. — Ainda. — Ousou acrescentar.

— Sabia que os vizinhos reclamaram dos teus gemidos para minha mãe? Parece que eles não gostaram do barulho. — Troquei nossas posições, jogando-o de costas na cama.

Ele me olhava aturdido pelo o que eu lhe contei, fazendo com que um sorriso surgisse no canto de minha boca.

— Ela descobriu?!

— Sim. Da próxima vez teremos que abaixar a caixa de som — dei uma leve risada em seu pescoço ao mesmo tempo que soprei no mesmo, vendo-o se arrepiar.

— Por isso eu não estava entendendo o que ela me disse mais cedo.

Antes que ele ou eu continuássemos nossa conversa, puxei seus cabelos para trás, fazendo-o olhar para a tv de cabeça para baixo. Num movimento ágil, lambi seu pomo-de-adão, vendo Jimin se estremecer e arrepiar. Ele era tão sensível naquele lugar que me fez sorrir rente ao seu ouvido. Suas mãozinhas apertavam meus ombros, enquanto uma de minhas pernas estava entre as suas, sentindo seus ovos — os quais eu faria questão de abocanhá-los, apenas para vê-lo tentar não gemer — em meu joelho.

— Hum — suspirou baixinho com sua voz manhosa e baixinha, logo depois mordiscou meu lóbulo. — Yoon…

— Shhh. Não vamos querer incomodar os vizinhos de novo, não é? Além do mais, minha mãezinha pode te ouvir. — Provoquei-o.

— Não brinque com isso, Yoongi — ditou, a voz ainda permanecia baixa, apesar dos suspiros.

— Mas é o que vamos fazer hoje, bebê. Agora, não quero mais ouvir sua voz — ajoelhei-me na cama, a sua frente e tirei minha camisa, vendo seu olhar logo passar para meu peitoral. — Gosta do que vê?

Ele assentiu, mordendo o lábio inferior. Sorri, satisfeito pro sua resposta. Debrucei-me sobre ele novamente, beijando sua boca carnuda e em seguida, a frieza do metal gelado de seu piercing entrar em contato com minha língua. Aquilo me arrepiou, dois pés a cabeça. Suspirei entre nosso ósculo e adentrei sua camisa com minhas mãos frias, alcançando seus mamilos rosados e durinhos, beliscando-os com meus dedos.

— Huh, Yoon… — Gemeu baixo num suspiro, descolando nossas bocas e me olhando. 

Seu rosto estava vermelho e, além de seu pomo-de-adão, seus mamilos também eram sensíveis. O que mais em seu corpo poderia ser sensível? Continuei a rodear a seu anel rosinha com dois dedos e baixei minha outra mão, arranhando seu tanquinho. Sorri vendo a forma que Jimin se contorceu diante disso e repeti o gesto.

— Gosta quando faço isso, hum?

— S-Sim. 

O fiz mais uma vez, antes de tirar minha mão dali para ir de encontro com seu pau.

— Está sem cueca? — Massageei a cabeça, sentindo seu — meu — shorts melecado pelo pré-gozo. Amava saber que deixava Jimin naquele estado. — Já estava preparado para isso?

— O que acha? — Sorriu. — Você vai me chupar?

— Você quer que eu te chupe? — Questionei-o.

— Quero. Eu quero muito que você me chupe. Me deixe gozar na sua boca, Yoonie, por favor? 

— Claro que sim, anjinho. Fique deitado. Esta noite, eu apenas lhe darei prazer — tirei sua blusa.

Jimin soltou um suspiro baixo, provavelmente por ter sentido o clima frio tocar em sua barriga quentinha, a qual fiz questão passar a língua, indo diretamente para sua tatuagem. Segui as linhas das letras com minha boca, mordiscando e chupando em alguns cantos da palavra. Passei a chupar seus gominhos, mesmo que sem deixar marca. Pretendo fazer isso em outra área.

Quando, finalmente, cheguei em sua cintura, arranhei seu quadril com minhas unhas mordidas, deixando sua pele branquinha avermelhada no mesmo instante. Olhei seu pau, tão visível daquela posição, suas pernas estavam abertas e os joelhos levantados, me convidando a abaixá-los para tirar-lhe a última peça de roupa de seu corpo. Fitei Jimin mais uma vez, enquanto colocava suas panturrilhas apoiadas em meus ombros. Ele me olhava, atentamente. Prestava atenção em qualquer movimento que eu fazia e aquilo me agradava.

Mal via sua entradinha rosada por conta da linda bunda de Jimin, que a cobria. Mas aquilo não era nenhum detalhe que atrapalhasse, pelo contrário. Eu amava aquela visão tão explícita. Sua virilha depilada, assim como o resto daquela área me chamava para colocar minha boca ali. Suspirei e me aproximei de seus ovos rosinhas, minha boca salivava por aquela visão dos deuses. Passei minha língua lentamente nas duas bolinhas, sentindo suas pernas ficarem mais pesadas.

Abocanhei-as, ouvindo um gemido baixinho escapar da boca de Jimin. Minha língua fazia o trabalho, enquanto minha mão masturbava-o lentamente. Passei o polegar sobre a fenda da cabecinha e baixei minha boca para o meio de suas nádegas, alcançando seu furinho guloso, o qual fiz questão de colocar minha língua molhada.

— Ooh, Yoongi… Isso é tão gostoso… — falou, entre gemidos.

— Eu não disse que não queria ouvir sua voz, hum? — alertei-lhe mais uma vez.

Depois, ao ouvir seu silêncio, comecei a mover minha mão mais rapidamente, junto com minha língua dentro de sua entrada. Movia meu músculo em círculos e estocadas leves, vendo como Jimin continha-se para não fazer barulho. Ele apertava o lençol com uma das mãos e a outra cobria sua boca. Seus olhos apertados denunciavam o quão ecxitante estava o que eu fazia em si. Sorri e continuei o trabalho. Jimin ficou ereto quando eu troquei minha língua por um de meus dedos, soltando um suspiro estremecido.

Seu pau bateu em minha bochecha, fazendo-me abrir a boca para abocanhá-lo. Enfiei-lhe mais um dedo e engoli mais de sua extensão, e fora assim, até quatro de meus dedos estarem dentro de Jimin, que remexia o quadril em busca de mais, já que os movimentos eram lentos e torturantes. Comecei a aumentar o ritmo de meus dedos, mas agora, minha boca apenas chupava sua cabecinha rosa. 

Sentindo que Jimin estava prestes a gozar em minha boca, me afastei e tirei meus dedos de si, pegando um pote em cima da cômoda, o qual Jimin reconheceu.

— Mel? — Perguntou, incrédulo.

— Experimentar coisas novas é sempre bom. Espero que você não se importe, porque mesmo se se importar, eu não vou ligar. — Abri a tampa do potinho de mel e joguei em seu corpo — Pretendo te limpar. 

O rosinha se arrepiou, sentindo o líquido frio cair de seus mamilos até seu pau. Jimin se masturbava para a sensação de quase gozo não acabasse, mas segurei seus dois pulsos ao lado de sua cabeça e ataquei-lhe os lábios carnudos. Comecei um beijo selvagem e desesperado e me afastei, vendo o quão acabado ele estava com aquilo tudo.

— Amo te ver assim. De agora em diante, essa é a minha visão predileta, anjinho. Só um instante.

Abri a gaveta e tirei dali, duas algemas — sim, eu costumo usar brinquedos eróticos com quem eu trago para casa — e prendo seus pulsos na cabeceira da beliche.

— Yoongi o que você-

— Silêncio, anjinho. Se você acordar minha mãe, você vai ter uma punição — ditei. — Irei de foder na cozinha. — Sorri. — Bem forte. E você não poderá gemer.

— Já não posso. 

— Então quer que eu te leve para a cozinha? — Negou. — Muito bem.

Peguei meu celular e tirei uma foto, aproveitando que a tv do meu quarto ainda estava ligada e iluminava o corpo de Jimin na medida mais sensual possível. Coloquei-o novamente em cima da cômoda e me virei para Jimin, que ainda continha o rosto corado. Rapidamente, comecei a lamber seu corpo e deixar chupões por ele todo — exceto pescoço e braços —, até suas pernas e coxas. A cada passo que eu dava, Jimin se remexia, em busca de aliviar sua dor.

— Yoongi, por favor, me chupa…

Já sentindo-me pulsar, acatei seu pedido e fui direto em seu pau, sentindo o menor estocar minha boca algumas vezes, até finalmente, gozar em minha língua. Peguei seus tornozelos e apoiei-os em meus ombros após tirar o resto de minhas roupas. Jimin estava tremendo de ansiedade. Dei-lhe mais um beijo antes de, novamente, enfiar um dedo em sua entrada para conferir se ele já estava preparado. Tirei-os dali, posicionando a cabeça, a qual já havia entrado devagar. Surpreendi-o, adentrando o resto de meu pau de uma vez, vendo-o também reprimir um gemido que provavelmente iria sair mais alto que mais cedo. 

Sorri e rebolei em seu interior.

— Yoongi, você está me torturando…

— E você ama.

— Eu adoro — respondeu. — Mas adoro mais ainda, quando você me come com força e bem fundo. Faz isso, hum? — Sugeriu.

— Também adoro isso, anjinho.

Dei-lhe mais uma estocada funda e forte, como ele quisera, mas não era rápido, como ele também provavelmente queria.

— Uuh, Yoongi…

— Quer mais alguma coisa? — Perguntei.

— Vai rápido… me come como a cadelinha que eu sou…

— Você é uma cadelinha, é? — Jimin assentiu — Gosta de quando — estoquei-lhe forte — te como com gosto?

— Sim, Yoongi! Sim, hyung, eu amo quando você me fode com violência… — Estoquei-lhe mais uma vez. — Assim… bem gostoso…

— Você quer que eu te foda com violência?

— Quero. 

— Então me implora.

— Yoongi, pelo amor de deus, por favor, me fode… — Pediu, já impaciente.

Sorri e comecei a meter do jeito que ele me pediu, indo o máximo que eu podia. Jimin, como eu havia lhe dito, não fazia nenhum barulho, ali estava apenas nossos corpos se chocando e a cama balançando, enquanto eu fodia sua entradinha judiada com força. Seu interior era quente e me fazia ir a loucura. Com minhas mãos, arranhei sua coxa interna e com certa brutalidade, joguei-o de lado na cama.

Deitei-me junto a ele, abraçando suas costas e beijando seu pescoço, enquanto continuei os movimentos dentro de si, sentindo-o jogar a cabeça para trás. Seu corpo estava suado e grudento, devido ao Mel e seu pescoço estava com gostinho doce. Sem que eu perceber, havia lhe deixando uma marca naquela região tão branquinha. Gozei em seu interior e continuei a meter, visto que Jimin não havia gozado ainda, aproveitando e prolongando meu orgasmo dentro dele. 

Comecei a masturbá-lo, sentindo suas veias grossas. E parei, assim que ele gozou em minha mão. Aquilo fora ótimo. Relaxamos na cama, ainda na mesma posição. Nossas respirações estavam aceleradas e os corpos suados e grudados um no outro. Sai de dentro de Jimin e vi ele passando as mãos em seus cabelos.

— Isso foi muito bom, apesar de eu não ter gemido.

— Você é uma vagabunda. — Respondi, lembrando-me das palavras que ele me dissera — Sua cadelinha.

— Foi o calor do momento.

— Fico feliz em saber que te deixo assim — Jimin pousou a cabeça em meu músculo do braço, fitando o teto. 

— E se sua mãe nos ouviu?

— Se ela tivesse escutado teria batido à porta no meio da nossa transa. — Expliquei. — Então acho que não. Muito bem, você foi um bom garoto, anjinho.

— Na próxima vez, irei te torturar tanto que você não irá me aguentar — Olhou para mim.

Ficamos quietos por um tempo, logo senti meus olhos começarem a pesar. — Ei, não dorme, pelos menos veste alguma coisa. Sua mãe pode vir nos acordar.

— Para de pensar nisso. Ela não vai nem notar que o mel sumiu — me virei para Jimin, encolhendo-me em seus braços.

Ele suspirou e desligou a tv com o controle, cobrindo-nos com a coberta.

— Boa noite, hyung.


Notas Finais


1984 palavras kkkkkk

Aí, tiausinhu


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