História Te Amodeio (Kaisoo!ABO - Sendo reescrita) - Capítulo 7


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baek!ômega, Chanbaek, Chanyeol!alfa, Chen!alfa, Hunhan, Kai!alfa, Kaisoo, Kris!alfa, Kyung!ômega, Luhan!omega, Sehun!alfa, Suho!alfa, Sulay, Taoris, Xiuchen, Xiumin!omega, Yinxing!alfa, Zitao!omega
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Palavras 2.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Comédia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vocês sabiam que eu passei tanto tempo chamando os meus filhos de "filhos" que até esqueci que o nome verdadeiro do Kris era Yifan? Estou bem perplexa com esse fato.

Espero que gostem!
Desculpem os erros.
Boa Leitura ❤

Capítulo 7 - Capitulo 05 - Confusões Internas...


– Como é que é? – Jongin encarava o alfa em sua frente e demonstrava o mais puro ódio através de seus olhos, não gostando nada de vê-lo se intrometendo em seus assuntos.


Kyungsoo tinha os olhos arregalados enquanto sentia Baekhyun se agarrar ao seu corpo, com medo do que pudesse acontecer. Tao, por outro lado, tinha um sorriso nos lábios e torcia para que ambos começassem a brigar.


– Você me ouviu. O que você quer com o Kyungsoo? – Junmyeon se pronunciou, ainda se mantendo no mesmo lugar e não fazendo menção alguma de se retirar.


– Saia da minha frente. Não se meta, isso não é da sua conta. – Jongin tentou se aproximar, mas foi barrado pelo outro, que colocou uma das mãos em seu peito e o empurrou levemente.


O moreno rosnou com sua afronta e se preparava para avançar, quando um de seus amigos chegou e o interrompeu.


– O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Kris, um alfa de sangue puro, perguntou usando a sua voz de alfa, qual fizera Baekhyun e Tao estremecerem.


– Pare de gritar, seu idiota! – Tao exclamou encolhido, mas se sentindo corajoso o suficiente, uma vez que ousou respondê-lo.


Kris o olhou, não se intimidando com as palavras dele, afinal, viu que o mesmo estava trêmulo e isso o divertia.


– É esse imbecil aqui, que não me deixa falar com o Kyungsoo. – Jongin estava irado e se não fosse a chegada do amigo, com certeza teria partido para cima do alfa.


Seu olhar procurou pelo de Kyungsoo, que já o olhava de olhos arregalados, procurando entender o motivo de tudo aquilo, mas rindo provocativo ao se lembrar do que dissera para a ômega mais cedo.


– Você não quer apenas falar com ele. Acha que não conheço tipos como você? Cresça, cara, o fato de você ser um lúpus não vai te fazer melhor do que ninguém, não! – Junmyeon se controlava para não usar a sua voz de alfa, pois não queria assustar os ômegas. Foi pego de surpresa por um soco em seu rosto, que o fez tontear.


– JUNMYEON! – Kyungsoo exclamou desesperado, vendo o alfa ir ao chão com Jongin sobre ele, enquanto o mesmo iniciava uma sequência de socos em seu rosto e na lateral de seu corpo.


– FAÇA ALGUMA COISA! – Tao, apesar de querer a briga, não queria que fosse Junmyeon a estar apanhando. Pediu de forma agoniada à Kris, que apenas deu de ombros e virou o rosto na direção oposta.


Baekhyun estava encolhido no canto, totalmente assustado com a cena que via. Nunca gostou de violência e não entendia o motivo das pessoas serem tão agressivas.


Kyungsoo não aguentou ficar quieto e fez menção de intervir, mas Kris se colocou em sua frente, em um passe de mágicas, e o impediu de se aproximar.


Um rosnado audível se fez presente e Chanyeol se aproximou rapidamente, tirando Jongin de cima do rapaz e o empurrando para longe. O mesmo não se sentia satisfeito, queria mais, mas Chanyeol o impedia de se aproximar, seguindo os seus passos e o afastando toda vez que conseguia chegar mais perto.


– Já chega, Jongin! – o mais velho o repreendeu, mas o olhar do amigo não se encontrava com o seu. – Olhe para mim, porra! – insistia, mas Jongin continuava a não dá-lo atenção. – Kris, você também, cara, nem para impedir uma merda dessas. – olhou em sua direção, mas também fora ignorado.


Chanyeol respirou fundo, sentindo o cheiro de Baekhyun e se alarmando, ao que pensou que ele poderia estar machucado. Se voltou até ele e suspirou aliviado ao vê-lo encolhido, mas a salvo.


Kyungsoo e Tao socorriam Junmyeon que ainda estava no chão, ambos preocupados com o estado do rapaz que tinha alguns machucados pelo rosto. Foi então que Chanyeol entendeu o que acontecia e, mesmo não sendo o momento certo, acabou sorrindo minimamente.


– Levem ele para a enfermaria, Kyungsoo. – o ômega estranhou ao ver que ele sabia o seu nome, mas resolveu não questionar. Chanyeol se agachou ao seu lado e o pegou de surpresa ao murmurar algo. – Cuide do Baekhyun para mim, eu logo irei até vocês. – se levantou novamente e se aproximou de Jongin, que respirava com calma, tentando se controlar.


– Chanyeol… – chamou seu nome, mas a sua atenção estava em Kyungsoo. Jongin não gostava de vê-lo tão perto daquele alfa e não compreendia o motivo da necessidade que sentia de reivindicá-lo e protegê-lo.


– Vamos embora, Jongin. – o mais velho o obrigou a virar as costas. – Kris! – o mesmo estava ocupado demais reparando em Tao, que, querendo ou não, chamou a sua atenção. Balançou a cabeça em negação e seguiu os amigos.


Kyungsoo ficou observando as costas de Jongin, não entendendo a necessidade que sentiu de ir atrás dele, já que quem precisava de seus cuidados estava ao seu lado.


                           ∞


Jongin adentrou o seu quarto, cuspindo fogo e derrubando alguns objetos. Atrás de si vinha Chanyeol, respirando profundamente e se preparando para enfrentar o péssimo humor de seu melhor amigo. Kris já não estava mais com eles, pois havia voltado para a aula e deixado a situação nas mãos do Park.


– Inferno! – Jongin exclamou, andando de um lado para o outro, enquanto as mãos passavam pelo cabelo nervosamente.


– Cara, o que foi aquilo? Me diga o que aconteceu lá. – Chanyeol o perguntou e apesar de estar procurando por respostas, seu tom de voz era calmo e sereno.


– Chanyeol, não enche, eu não estou com humor para isso agora. – o respondeu com rudeza, passando por si e esbarrando em seu ombro.


– Isso tem haver com o Kyungsoo? – Jongin parou no mesmo instante, sentindo as batidas do seu coração acelerar, apenas por ter escutado aquele nome.


A resposta era “sim”, ele sabia disso. O ômega estava causando uma tremenda bagunça em sua vida e isso o deixava louco, afinal, não havia passado mais de um cio com o mesmo. Pensar nele, naquele momento, não era algo que o fizesse bem, pois o fazia se lembrar também do alfa de minutos atrás, qual ele quase matara sem saber o verdadeiro porquê.


Um rosnado baixo saiu de seus lábios e o fez balançar a cabeça, para tentar se livrar de seus conturbados pensamentos. Respirou fundo e pôs uma expressão séria no rosto, antes de se virar para o amigo e encará-lo.


– Isso não tem nada a ver com aquele ômega oferecido. E eu não quero que você toque no nome dele nunca mais.


                             ∞


Tao caminhava apressado por entre os corredores. Estava preocupado com Junmyeon, mas o mesmo havia ficado sob os de Kyungsoo e Baekhyun, então estava tudo bem.


Havia acompanhado uma das professoras até a sala de aula e agora estava indo até a biblioteca, para pegar o seu caderno que havia esquecido. Estava distraído com o seu caminho, mas isso não o impediu de sentir um cheiro familiar, qual o fez revirar os olhos no mesmo instante.


– E aí, bonitinho, aonde vai com tanta pressa? – Kris apareceu do seu lado, sorrindo de forma inocente e se mostrando simpático, o que não convenceu o outro.


– Não é da sua conta. – o respondeu com ignorância, se afastando do mais velho e bufando ao vê-lo se aproximar novamente. – O que você quer?


– Nada, estou apenas querendo lhe fazer companhia. – Tao revirou os olhos novamente, não tendo paciência alguma para com o outro.


– Olha, não sei qual é a sua real intenção, mas não tente se aproximar de mim. Eu não sou seu amigo e não tenho interesse.


– Nossa, essa doeu na alma. – Kris fez drama e levou a mão até o peito, demonstrando uma expressão magoado e arrancando uma risada do mais novo, que se repreendeu mentalmente por tê-lo achado adorável.


– Não seja idiota… – Tao murmurou baixo e suspirou involuntariamente, assim que olhou para o lado e o viu sorrir.


A partir de então, ambos ficaram em silêncio, caminhando lado a lado e se sentindo incomodados com as palavras que não saiam, mesmo querendo dizê-las.


– C-Como você se chama? – o mais novo perguntou timidamente, não por realmente estar se sentindo envergonhado, mas sim porque nunca fora de seu feitio iniciar uma conversa.  


– Yifan. Mas não gosto desse nome. Me chame apenas de Kris. – sua expressão se tornou séria de repente, mas o seu tom de voz não era tão grosseiro. – Bom, acho que já vou indo. Te vejo por aí, bonitinho!


Tao ficou o observando se afastar e não entendera nada da repentina mudança de comportamento do rapaz. Balançou a cabeça e voltou a focar em seu caminho, pensando seriamente sobre quantas pessoas mais teria que conhecer, para conseguir entender o que se passava na mente das mesmas.


– Eu, em…


                             ∞


Baekhyun estava do lado de fora da enfermaria, esperando por Kyungsoo, que estava aguardando pela vinda da enfermeira que cuidaria de Junmyeon.


Estava um pouco entediado, os flashes da briga de minutos atrás ainda passavam por sua mente, o deixando assustado e receoso, com medo de presenciar tal cena novamente.


Respirou fundo e um cheiro familiar tomou conta de seu olfato, o fazendo morder o lábio inferior e fechar os olhos fortemente, antes de abri-los novamente e direcioná-los até a origem do cheiro, avistando Chanyeol se aproximando no final do corredor.


O mesmo sorriu minimamente ao vê-lo o olhar. Apressou os seus passos e parou ao seu lado, vendo-o ainda o olhar, mas abaixar a cabeça rapidamente.


Baekhyun, ao perceber o que fazia, se encolheu um pouco, mas não por medo e sim por timidez. O mais alto se agachou em sua frente e ficou o observando, fazendo com que o menor se sentisse ainda mais acanhado. Chanyeol, apesar de preocupado, não queria tocar no assunto sobre a briga e sentia que o mais novo também não. 


– Oi, Chanyeol. Aconteceu algo? – agradeceu internamente por sua voz ter saído firme e se sentiu corajoso ao levantar a cabeça e encará-lo.


Chanyeol ainda sorria e sabia que as suas bochechas estavam vermelhas, assim que as sentiu quentes. E, aquela fora a sua vez de abaixar a cabeça. 


– Não. Nada. Você... – estava prestes a elogiá-lo, mas achou que aquele não era um momento oportuno. – Você quer dar uma volta comigo? – o mais novo arregalou os olhos, não acreditando que acabara de ser chamado para sair.


– T-Tipo um... Encontro? – perguntou relutante e se sentiu ridículo ao escutá-lo rir. – Desculpa, eu... – foi interrompido por duas mãos grandes apertando as suas bochechas. 


– Ei, está tudo bem. Pode ser um encontro se você quiser, mas acho que não será grande coisa, já que eu o levarei apenas para caminhar. Sabe, só para que você possa espairecer um pouco. – sussurrou a última frase e se sentiu aliviado ao ver Baekhyun sorrir. Estava com medo de que ele pensasse que o seu convite fosse algum tipo de flerte, o que de fato não era uma mentira. 


– Para mim, está ótimo…


Sorriu de forma tímida e, enquanto ambos conversavam, Kyungsoo os observava de longe.


Havia saído para ir atrás da enfermeira, pois a mesma estava demorando demais, e acabou se deparando com tal cena um tanto adorável aos seus pequenos olhos.


– Ridículo, não é? – se sobressaltou ao escutar aquela voz tão perto de si. Havia ficado tão concentrado os observando, que nem notou quando Jongin se aproximou sorrateiro. 


Kyungsoo se virou para ele e torceu o nariz, ignorando sua presença e o dando as costas. Não queria tê-lo por perto e, apenas por vê-lo, começou a suar e sentiu vontade de vomitar. Ou talvez, apenas estivesse um pouco enjoado. 


– Me deixe em paz. – foi rude e se manteve firme em seu caminho, sem olhar para trás. Jongin não se contentou com sua atitude e começou a segui-lo.


Depois da conversa que tivera com o amigo, não conseguira mais voltar para as aulas. Qualquer mínima coisa o fazia se lembrar de Kyungsoo, e isso era o que mais queria evitar, pois, afinal, era inquietação demais pelo outro. 


– Vai mesmo me ignorar? Eu vim aqui com a melhor das intenções. – debochou o alfa, revirando os olhos e brincando com a língua entre os lábios, achando engraçado a birra do menor. – Sério, você consegue ser mais ridículo que a cena do meu amigo dando em cima daquele ômega esquisito. 


Kyungsoo parou de andar no mesmo instante, sentindo a sua cabeça latejar, mas não dando importância à ela, apenas para que pudesse respondê-lo a altura.


– Olhe aqui, seu mimado, babaca e insensível… – se virou de uma vez e apontou o dedo em sua cara. – Você não passa de uma alguém solitário, que tem a vida fácil por ter o dinheiro dos pais ao lado. O que você fez hoje, foi uma atitude tão imatura que me fez sentir nojo de você. Se está preocupado por ter passado o cio comigo, esqueça, eu não irei contar a ninguém e muito menos guardarei tais lembranças… – cuspia as palavras em seu rosto, mas internamente não se aguentava em pé. Seu corpo doía e sua cabeça girava, mas as palavras ainda continuavam a sair. – Eu não quero ter nada relacionado a você, seu idiota, eu… Ai! – Kyungsoo teve o corpo jogado contra a parede e nem tivera tempo de raciocinar. Jongin se colocou em sua frente e pôs os braços em torno de seu corpo, o impedindo de se afastar. – Saia de perto...


– Nunca mais fale comigo assim. Entendeu? – apertou seu maxilar e o mais novo resmungou com a dor que sentiu.


Jongin respirou fundo e o cheiro do ômega o inundou, fazendo-o fechar os olhos para conter a vontade que sentia de beijá-lo. Mas, ao abri-los novamente, se viu confuso ao ver o quanto o mais novo suava e parecia mole.


– Kyungsoo… – tirou a mão de seu maxilar, mas ainda assim não teve resposta. Não queria, mas acabou se preocupando ao vê-lo começar a respirar com dificuldade, enquanto mal conseguia se manter em pé.


– J-Jongin… – o olhou e queria dizê-lo algo, mas o enjôo que sentia não deixou e o fez vomitar nos pés do alfa.


O mesmo não tivera nem tempo de brigar com ele, pois o ômega desmaiou em seus braços e o fez ficar desesperado.


– KYUNGSOO!


Notas Finais


Até mais! ❤


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