História Te chamar de meu - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jimin!stripper, Jungkook!top, Namjin, Yoonseok
Visualizações 116
Palavras 1.508
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hmmm, era pra ser yoonseok, mas como já estou escrevendo uma yoonseok, decidi escrever do meu OTP supremo Jikook
As músicas citadas nesse cap são:

Lu - Luhan

Lie - Jimin

As duas tem uma pegada sexy, e da pra se imaginar fazendo um lap dance topperson com elas.

Tenho que agradecer a Omma/Candy, @floral_alien por sempre fazer as capas e me dar forças e incentivo para continuar.
Obrigada Omma sz

PS: Eu como autora e tendo 17 anos de consciência, quero que saibam que em momento algum desse e de futuros capítulos, estou incentivando o uso de bebidas alcoólicas e drogas. O uso destes produtos, sendo legalizados ou não, trazem risco à saúde, em alguns casos levam à morte e destruição de famílias. Ame seus pais e abuse da vida moderadamente. Tenha em mente que você não precisa dessas coisas para ser feliz!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Mais uma balada em uma sexta-feira. Tornou-se frequente os dias em que saía do trabalho e dirigia direto para a balada ou karaokê mais próximo. Tornou-se mais frequente ainda as marcas arroxeadas pelo meu corpo, denunciando madrugadas excitantes para mim e para qualquer pessoa que estivesse ao meu lado pelo amanhecer. Qual seria a utilidade de guardar o nome de alguém que eu foderia apenas por uma noite?

Nessa sexta-feira em específico, cansado demais para jogar alguma cantada meio merda em alguém, sentei-me no balcão já conhecido, apenas querendo meu whisky preferido e a fumaça do cigarro envolvendo meu pulmão. Sei quais são as consequências dessas ações, porém, sobreviver a abstinência era algo impossível. Com o passar do tempo, comecei a amar o álcool e a nicotina, que por mais ruim que fossem, se tornaram minha companhia preferida. Sabia muito bem que o álcool e a nicotina nunca me abandonariam, de brinde me acalmava e eu esquecia de coisas ruins, como meu recente término.

Taehyung era meu pretérito perfeito. Já havia terminado há dois meses, não nos falavamos desde então. Os recentes chifres eram pesados demais para um coração que se tornou tão vulnerável quanto o meu. Foram dois anos com ele, não daria para esquecer de uma hora para outra. Sabia disso mais do que ninguém, mesmo que ele implorasse para voltar, não conseguia perdoá-lo, muito menos esquecer da traição.

Virando o conteúdo do copo na boca, senti a bebida quente descer pela garganta dilacerando toda extensão ao menor toque. O local não era muito convidativo no início, depois de conhecer o dono da boate, consegui convecê-lo a mudar o visual do lugar. Os clientes aumentaram cada vez mais, fazendo a boate ficar cheia em dias como aquele. A principal atração do lugar era o strip tease, interpretados por mulheres e homens, o que era bom, já que diferentes tipos de pessoas começaram a frequentar mais.

A batida da música dominou a boate em um clima ofegante e eletrizante, iria começar a atração. Meu melhor amigo, Jung Hoseok, entrava no mini palco sendo aplaudido pelas garotas que se amontoavam para vê-lo dançar. Mal sabiam elas que da fruta que elas gostam ele chupa até o talo. Ri comigo mesmo sentindo que estava começando a ficar bêbado, parei um pouco de beber para observar ele dançar. Fechei os olhos por breves segundos, me embalando ao som da introdução com a melodia excitante, ele sempre escolhia bem as músicas para dançar.

Oh yeah

(Oh sim)

She wanna ride

(Ela quer cavalgar)

she wanna fly

(Ela quer voar)

so I say where?

(então eu pergunto: onde?)

Hoseok desceu o zíper de sua jaqueta vagarosamente, apenas para ver os gritos delirantes das garotas ali presentes, algumas bem mais novas do que a classificação da boate permitia, mas quem ligava? A provocação não parou, ao abrir a jaqueta, dedilhou seu próprio rosto.

Show me what it do ooh ooh

Ooh ooh ooh ooh ooh

(Me mostre como é que se faz, ooh ooh

Ooh ooh ooh ooh ooh)

E ele mostrou. Com um sorriso malicioso, passou seus próprios dedos por toda a extensão de seu abdômen, parando no cós da calça e puxando-o levemente para o alto algumas vezes. Dessa vez, tive que tapar um dos ouvidos para poder continuar no local, os gritos se tornavam cada vez mais irritantes, me obrigando a tomar a bebida novamente e me concentrar em sua queimação.

Quando a música acabou, Hoseok jogou sua jaqueta em algum lugar do público, também não sabia onde estava sua calça. Apenas com sua boxer ele encarou fixamente o público, suado e completamente sexy. Ele sabia bem o que fazia. Foi o bastante para todas as garotas ali presentes colocarem várias notas dentro de sua boxer, algumas preferiam entregar em suas mãos.

Não demorou até que ele saísse do palco e se aproximasse de mim, minutos depois, já vestido com um terno caro. O que caía incrivelmente bem em seu corpo, era sensual e formal ao mesmo tempo. Ninguém imaginaria que o garoto anos antes rejeitado por praticamente, todas as garotas da escola, agora as enlouquecia com movimentos provocantes em público.

— Vou te pagar uma bebida. 'To esbanjando grana. — Passou as notas perto das narinas, abrindo o maior sorriso existente. — 'Tá sentindo esse cheiro? É o cheiro do meu talento, baby.

— Vai se tratar. Quero aquela. — Apontei para a garrafa com o conteúdo vermelho, já que parecia ser cara. Não custava nada aproveitar um pouco da boa vontade de Hoseok. Sua boca retorceu em reprovação, mas pagou a bebida, me entregando a garrafa.

— O mundo da voltas. Sou a prova viva disso, docinho. — Puxou a garrafa das minhas mãos, engolindo goles grandes do líquido. Ele era uma das únicas pessoas no meu círculo de amizades, que não importava qual a quantidade de bebida que engolia, dificilmente ficaria bêbado. Fico me perguntando desde quando ele bebe. Talvez tenha começado como eu, por causa de algum relacionamento, ou talvez por motivo pessoais.

Depois de tomar a garrafa de volta e levar a boca grandes goles alcoólicos, observei o palco se iluminar novamente. Trajado com uma camisa social branca e uma calça preta deixando seus joelhos a mostra, o loiro entrou no palco lentamente. Sim, ele estava descalço. Juro que nunca achei que um dia gostaria tanto de ver alguém vestindo roupas tão simples. Combinava perfeitamente com o contraste sensual e tentador que emanava de seu corpo.

Naege malhae

(Diga-me)

Neoui dalkomhan misoro naege

(Com o seu doce sorriso)

Naege malhae

(Diga-me)

Soksagideut nae gwitgae malhae

(Como um sussurro, diga no meu ouvido)

Don’t be like a prey

(Não seja como uma presa)

(Be) Smooth like a like a snake

(Seja suave como uma, como uma serpente)

Beoseonago sipeunde

(Mesmo que eu queira me desviar)

Seus movimentos começaram junto com a música. Passos lentos e ao mesmo tempo elétricos hipnotizavam o público, seus braços faziam questão de acompanharem o ritmo. Sua expressão era impactante, afinal, ele não olhava o público por mais de 10 segundos. Abrindo alguns botões da camisa, seu abdômen definido — ouso dizer que era até melhor que o de Hoseok — estava suado, e agora o motivo de delírio das garotas presentes.

Caught in a lie

(Pego em uma mentira)

I jiogeseo nal kkeonaejwo

(Liberte-me desse inferno)

I gotongeseo heeonal su eobseo

(Eu não consigo escapar desse sofrimento)

Beolbanneun nareul guhaejwo

(Por favor, salve o eu que está sendo punido)

Suas pernas se abriram e seu corpo desceu até onde sua flexibilidade permitia, — posso dizer que ele tem uma flexibilidade invejável — seu pescoço girou lentamente, arfando pelos lábios entreabertos, seus olhos se fecharam simulando a reação de um orgasmo. Pendeu a cabeça para o lado, finalizando a apresentação com um giro e caindo de joelhos em frentes ao público. Refez uma última vez a expressão de orgasmo bem sucedida, antes de puxar o ar para seus pulmões.

A música acabou. O público vibrou. E eu? Eu estava hipnotizado.

O loiro andou lentamente no palco em direção a porta, depois de recolher o dinheiro. Olhou na minha direção com um sorriso desafiador em seus lábios. Foram breves segundos, mas o suficiente para sentir algo em minha calça se formar. Por fim, saiu do palco.

Olhei para Hoseok tentando conter minha expressão de surpresa. Ele era bom, ele era ótimo. Melhor que Hoseok em todos os sentidos. Em nenhum minuto sequer precisou tirar a roupa para fazer o público gritar. Ele apenas abriu a camisa, não fez menção de tirá-la e parece que não era esse o seu objetivo. Havia conseguido reações melhores que a apresentação de Hoseok, sem ao menos usar a técnica dele.

— Ele é bom. Mas eu vou vencê-lo. — Hoseok amava a dança, mais do que amava a própria mãe. E aquilo, era claramente uma competição para o ruivo.

— Ele não te desafiou, Hoseok. — Levei a garrafa a minha boca, me levantando e preparando meu pulmão para a fumaça que seria tragada.

[...]

Eu não estava cansado mais, talvez estivesse em minutos atrás, mas tudo passou quando me deparei com o céu estrelado e meu cigarro aceso. Tragando lentamente o tabaco, senti meus batimentos diminuírem e minha respiração se acalmar aos poucos.

Foi no meio de uma tragada que ele passou na minha frente. O loiro tinha saído da boate com as mesmas roupas da apresentação, usando agora um sapato social. Seu olhar capturou o meu e em seus lábios brincou um sorriso aberto. Suas bochechas empurraram seus olhos, quase os fechando.

— Espero que tenha gostado da apresentação. — Talvez eu tivesse morrido, porque parei de sentir meus batimentos quando ouvi sua voz melódica se pronunciar. Deu as costas seguindo seu caminho, ele tinha ido embora e eu sentia batimentos fracos.

Levei o cigarro a boca outra vez, tentando retomar meus pensamentos. Porém, por mais que tentasse, a única coisa que vinha a mente, era a dança do loiro. Não teve outro jeito a não ser entrar na boate novamente, achar alguma pessoa que estivesse no mínimo apresentável e bonita. Conhecer novas bocas sempre me distraía de qualquer pensamento persistente que tivesse.

E mesmo tendo beijado mais de dez bocas naquela noite, a pergunta interna gritando para ser pronunciada mesmo que em murmúrios, ainda estava ali. Pela primeira vez eu quis saber o nome de alguém


Notas Finais


To orgulhosa desse cap? To
E mesmo que ninguém leia, vou continuar amando esse cap com todo o coração

Segue lá no Twitter: @ArmyPandachan

Vou começar a panfletar fanfics nas notas finais, vou sim.

Enfim, seu favorito e seu comentário são muito importante para mim sz


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