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História !te Hamar é Herrado - Capítulo 1


Escrita por: e younguer


Notas do Autor


GENTE ANTES DE TUDO A SINOPSE É SÓ 1% DA FIC VOCÊS NÃO TEM IDEIA DO QUE ESTÁ POR VIR ENTÃO FIQUEM LIGADOS

segundo:
fala, galera do meu canal! "hoje" (faz dois meses) eu e a younguer estamos fazendo uma icônica colaboração, muito louca. muito, muito louca. é sério.
a fic ainda não tá terminada, mas nós estamos postando o primeiro capítulo (de MUITOS) porque tínhamos medo de ficar na lista negra da capista. (inclusive muito obrigada @busanjimin, vc é DEUS)
espero que entendam rs.
enquanto isso, fiquem com uma migalhinha de te Hamar é Herrado. (e atentem essa capitalização rsrs)

boa leitura e se preparem >:)

Capítulo 1 - Capítulo Final.


Inaceitável.

Hyunjin estava agindo de forma inaceitável.

Como ela se atrevia a flertar com Jiwoo na sua frente? Na sua frente?! Nem para ser discreta, né?

Heejin observava o perfil das duas meninas que estavam mais próximas do que era aceitável. Nos seus rostos havia evidências inegáveis de malícia. E como se isso não fosse suficiente, a mão de Hyunjin estava acariciando bem obviamente a coxa da ruiva.

Puta que pariu.

Àquele ponto, a Jeon já perdia controle sobre o seu corpo e sobre o seu ódio, tanto que acabou mordendo o lábio até ele sangrar. E a raiva era tal que ela mal sentiu dor. Com a aula já esquecida, toda a atenção estava voltada para as duas que continuavam a agir como se não estivessem sendo observadas. Era verdade que Microeconomia era muito chata, mas aquele tipo de distração era demais!

Porém, o auge mesmo foi Hyunjin colocando uma mecha de cabelo de Jiwoo atrás da sua orelha, como se estivesse em uma porcaria de filme clichê barato e qualquer!

Nossa.

Aí, Heejin surtou de vez. A menina odienta apertou o lápis com tanta força que ele quebrou. Previsivelmente, isso atraiu alguns olhares. Na verdade, todos os olhares que não fossem os das pombinhas. Cruzes, nem com o barulho elas saíram da sua bolha suja. 

Estava na hora de agir.

Primeiro, uma abordagem mais sutil: um pigarro. Que aparentemente foi mais alto do que pretendia, pois dois colegas à sua frente viraram as cabeças para ver do que se tratava. Ugh. Heejin simplesmente revirou os olhos, fechou a cara e pensou: 

“Não é com vocês, seus cornos.”

O casalzinho ou não ouviu ou fingiu não ouvir, pois não se mexeram sequer um milímetro das posições comprometedoras. Heejin só queria gritar e acabar com aquela palhaçada, mas resolveu tentar uma segunda abordagem. Uma bolinha de papel com uma mensagem curta e grossa.

“Tô de olho.”

O papelinho foi amassado e jogado na direção da cabeça da namorada, atingindo-a com sucesso. Porém, não teve efeito. A menina insensível, ainda assim, continuou os flertes indiscretos. Heejin já não aguentava ver aquelas mãos esguias passeando por um corpinho que não era o seu...

Contudo, ao notar o objeto no chão, Jiwoo abaixou-se e pegou-o, lendo seu conteúdo. Franziu o cenho e olhou para trás, exatamente para o lugar onde Heejin vibrava de ódio. Como a amiguinha não era sua, a ruiva entregou o bilhete para a colega cuja primeira reação foi de soltar um risinho baixo. 

A morena resolveu, então, escrever de volta. Amassou o papel novamente e jogou-o para trás, voltando logo em seguida à sua posição anterior. 

Heejin foi atingida na teta pela bola arremessada bruscamente. Parecia que Hyunjin nunca perdia uma chance para demonstrar a sua força desmedida. Como um mero papel podia doer tanto?

Praticamente fumegando de raiva à custa da reação inapropriada da namorada, a Jeon abriu a bola – quase rasgando-a no processo – e leu a resposta.

“Na aula? Bom pra você :)”

Bicha desgraçada! Nem com noção de que a sua namorada estava assistindo ela parava? E ainda por cima dava risada?! Sem jeito. Mais tarde, ela sofreria as consequências dos seus atos de libertinagem.

Possuída pelo ódio, Heejin tomou uma decisão, e não hesitou em verbalizá-la numa mensagem dirigida à namorada. Aliás, futura ex-namorada.

“Vou na sua casa. Me aguarde.”

Sentindo o celular vibrar, a morena pegou o aparelho e desbloqueou-o, vendo o conteúdo da mensagem que recebera. Sorriu ironicamente e mostrou-o à Jiwoo, que arregalou os olhos. 

— Ela vai te matar? — perguntou em choque. — Literalmente?

— Só se for de fuder.

— Fuder o quê? Sua cabeça? Sua casa? Sua família?

— Minha buceta, ué.

Um dos colegas que estava ao lado olhou-as com surpresa pelo teor da conversa. Jiwoo ficou vermelha por terem sido notadas, mas também pudera! Hyunjin não fazia a menor questão de falar em voz baixa. Talvez ela pretendesse que a Jeon escutasse… ou talvez não. Era difícil dizer. 

Antes que Heejin pudesse dar a louca e voar como uma barata brava pra cima das duas, o professor deu a aula como terminada. Sem questão de despedir-se de nenhum dos colegas, arrumou suas coisas e saiu da sala num segundo; o que foi motivo de estranheza, visto que ela sempre esperava Hyunjin para voltarem juntas para casa.

A Kim, no entanto, nem notou. Aliás, provavelmente foi a única pessoa que não notou. Até mesmo Jiwoo acompanhou a outra com o olhar, mas logo teve sua atenção redirecionada para a gatinha paqueradora que a convidou para sair para beber.

Por outro lado, todos os passos que Heejin dava faziam tremer o chão. Ela esperava que Hyunjin corresse atrás dela, porém, ao olhar para trás após alguns metros, teve uma leve decepção que só agravou o seu estado mental perturbado.

Desumanamente agitada, a garota acabou chegando à casa em tempo recorde. Isto foi motivo de surpresa por parte da sua mãezinha, ainda mais considerando que a filha bateu forte com a porta. Muito forte. A casa estremeceu.

— O que aconteceu, filha? — Haseul perguntou calmamente, mas a única resposta que obteve foi outro bater da porta, agora vindo do quarto da filha aparentemente revoltada. Já conhecendo-a, resolveu não perturbar.

Dentro do quarto de Heejin, o clima estava pesadão. A menina estava possuída, tanto que o seu primeiro instinto foi pular na cama sem sequer tirar o calçado e atacar o seu travesseiro como se fosse o lindo rosto da própria Kim.

Ela socou, arranhou, jogou o travesseiro contra a parede e mordeu-o, até ele estar estraçalhado. Mais tarde, teria que dizer que foi o cachorro… Embora elas não tivessem um.

 Nisso, se passaram horas, durante as quais ela sempre esteve vigiando pela sua janela se Hyunjin já chegara a casa para poder descontar toda a sua raiva nela. Pois é... para além de ser sua futura ex-namorada, Kim Hyunjin era sua vizinha. Super conveniente.

Passaram uma, duas, três, quatro horas, até que a figura feminina da gatinha se arrastasse lentamente pela escuridão até à sua residência, às dez da noite. A Jeon ficou colada à janela, observando odiosamente. Julgando pelo seu andar, Hyunjin tinha ido beber. Que absurdo! Como ela podia ir beber sabendo que Heejin estaria esperando por ela? E com quem ela tinha ido?

Como Heejin tinha passado o seu tempo não só despedaçando o travesseiro como também pensando em tudo o que pretendia dizer para a namorada, a Kim tinha muito, muito para ouvir.

Sem hesitação, a Jeon saiu de casa sem avisar ninguém e voltou a fazer estremecer o chão com os passos até à residência de Hyunjin. Ao chegar ao local tão familiar, até o aroma a enervou profundamente. Aí, ela bateu na porta na força do ódio, ficando com os punhos vermelhos. Todavia, tal como antes, a raiva parecia privá-la de qualquer dor. Na verdade, esta parecia até mesmo um combustível. Se ela e Hyunjin brigassem, por mais forte que a Kim fosse, Heejin não desistiria facilmente.

Os minutos foram passando e nenhuma movimentação foi ouvida, o que apenas reforçou a ira da Jeon. Depois de tudo ainda seria ignorada? Ah, não seria mesmo! Continuou a sua tarefa de conseguir a atenção da futura ex-namorada e preparava-se para prosseguir noite adentro quando a porta foi aberta de vez, fazendo com que se desequilibrasse e fosse um pouco para frente. Com rapidez, ajeitou-se à tempo de manter a pose e encarar a figura que estava do outro lado.

— Heejin? O que está fazendo aqui? — a gatinha embriagada questionou com um sorriso malicioso, bem como um tom de voz sugestivo.

Heejin respirou fundo. Não para tentar acalmar-se, o que seria impossível àquela altura, mas sim porque o que estava sentindo era tão intenso que era como se todo o seu corpo estivesse trabalhando apenas para pensar em formas de estrangular a Kim e as tarefas mais básicas possíveis, como respirar, necessitassem de grande esforço. 

—  Onde você estava? — perguntou e entrou de rompante na casa da outra. — Melhor: com quem você estava?

— Ué, nem um beijinho?

— Beijinho?! — exclamou em ultraje. — Vai pedir beijinho para a Jiwoo!

— Outro?

Heejin rosnou em frequências elevadas – talvez até ultrassons. Foi tanto que, mesmo estando focada em Hyunjin, notou pelo canto do olho que O Gato dela ficou sobressaltado e dirigiu um barulho bravo à coelha brava.

— Se acalme, Heejin! Você está perturbando O Gato! — a Kim rugiu, colocando-se à frente do bichinho assustado de forma defensiva. — E você vai acordar meu pai desse jeito.

Aquilo foi a gota d’água.

— Eu não estou nem aí pra essa merda de Gato! — berrou sem pensar duas vezes. —  Ele é a única pessoa que você a sério! A única com quem você se importa! Até quando Ele me mordeu, você só ficou preocupada em levá-lo para o veterinário!

— É porque Ele tomou a antirrábica, já você eu não sei…. — ironizou.

Era impressionante como Heejin ainda não tinha começado a destruir a cara daquela menina na dentada.

— Namora com Ele, então!

— Ele não beija bem como você… — lamentou, muito triste. Talvez até demais… — Se Ele fosse uma fêmea....

Se antes havia sido a gota d’água, agora era uma cachoeira inteira. E não o tipo à qual ela estava acostumada...

Possuída pelos seus instintos mais selvagens, ela se jogou para cima da garota, tentando infligir qualquer tipo de dano. Porém, mesmo estando bêbada, os reflexos de Hyunjin continuavam sendo melhores do que os da coelha enfurecida. Assim, a Kim segurou nos braços de Heejin e imobilizou-a com maestria.

— Calma aí, quem gosta de levar é você, não eu.

Heejin ficou tão indignada com o sentimento de impotência que, embora tivesse os braços presos, às suas pernas ainda estavam livres, portanto como tentativa de continuar seu ataque, a coelha possessa começou a chutar indistintamente. 

Com isso, conseguiu acertar em algo. Algo fofo.

De seguida, escutou um barulho que provavelmente não viera de Hyunjin. Um miado de sofrimento.

E logo depois, um arfar dramático de horror.

— Como você foi capaz?!

A voz de Hyunjin continha todos os tipos de sentimentos. Incredulidade, ódio, pena. No calor do momento, empurrou a Jeon com brusquidão, projetando-a mais do que o esperado. Aí, ela foi fisicamente expulsa da casa, caindo no chão de forma desajeitada.

Os olhares dos três encontraram-se em meio à confusão, e com as suas últimas forças, Heejin levantou-se do chão e vociferou:

— Tomara que Esse Gato suma da sua vida tal como eu vou sumir agora! Tchauzinho! — despejou todo o seu desdém, especialmente na última palavra.

Sem esperar por uma resposta, virou-se e retornou à sua casa uns cinquenta quilos mais leve do que quando saíra. 

Hyunjin, por outro lado, encarava as costas da ex-namorada com estranheza. Com O Gato nos braços, acariciava-Lhe os pelos macios afim de Lhe dar algum conforto. 

— Parece que não comeremos pizza de atum por um tempo, Gato...


Notas Finais


ok. a verdade é que a gente não sabe quando vai terminar a fic KKKKKKKKKKK, tá nas mãos de deus. ou seja, nas nossas. mas tá andando! vai ter até trailer no the sims 4 então fiquem atentos a notificações questionáveis de jornais rsrs.

até uma próxima e enviem energias fofinhas para motivar a gente <3333!!! pufavô.

ps: atentem as tags pois elas todas farão sentido mais tarde rsrsrsrs


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