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História Te Odeio A Ponto De Te Amar (Long-fic Taekook - ABO) - Capítulo 14


Escrita por: e serendipityx


Notas do Autor


EAAII POOVOO MEUUU

Eu sei que tô mais que atrasada.

Praticamente um mês né

Desculpas msm

Eu deixo vocês me matarem.

Enfim, chega de blá blá blá

Boa leitura♥🔥

Tá uma bosta, eu ainda irei editar e corrigir os erros.

Tá parei de falar

Só vamos...

Capítulo 14 - Taehyung, o ômega que quer o perdão;


DUAS SEMANAS...


Eu estava saindo do supermercado com várias sacolas em mãos. Resolvi ir comprar algumas coisas que faltavam na república, e se depender daqueles ali, a gente morreria de fome. A sorte é que havia um maravilhoso ômega na casa, vulgo eu.

Parei de andar colocando as sacolas no chão e massageando as minhas costas. Eu já estava cansando de andar, era muitas sacolas e bastante pesadas, se continuar assim eu terei problema na minha coluna de 90 anos.

Teria que continuar o caminho, já que nenhum ser humano bom de coração veria um podre ômega com várias sacolas pesadas e se possibilitaria de ajudar o maravilhoso ômega com as sacolas até o campus.

Bufei e peguei as sacolas novamente tornando a andar até a faculdade, não era muito longe dali. Mas eu era um ômega molengo e preguiçoso que se eu der dois passos já estou cansando e morto, pronto para desmaiar ali mesmo de tanto cansaço.

Merda,era pra ter chamado o Chanyeol.

Praguejei mentalmente ao não pensar nisso antes de sair de lá. Eu pensei que não iria ser muita coisa, mas eu comprei até o que não estava na lista.

Parei novamente e bufei colocando as sacolas no chão e respirando fundo para tomar fôlego novamente, as minhas mãos já estavam vermelhas e latejava, a minha costa estava doendo, eu realmente era muito molenga. Parei em frente de uma loja qualquer, então para me distrair comecei a olhar a vitrina da loja. Olhei cada brinquedo que estava amostrar ali e ria comigo mesmo lembrando da minha infância.

Aí, que saudades dessa época.

Parei meu olhar em uma estátua media que estava ali, lembrando da razão do meu estresse de todos os dias. Vulgo, Jeon Jungkook.

Eu já estava três dias sem ver o alfa, nem de dia durante a faculdade, e nem a noite durante a república. De acordo com Namjoon, ele estava ensaiando com a sua música até tarde da noite, e volta quando eu estou provavelmente roncando em meio aos meus sonhos.

Ver aquela estátua, me fez ter uma idéia, vamos se dizer, bem louquinha. Não era uma boa idéia, mas também não era uma má ideia.

Confuso, eu sei.

Entrei na loja com aquelas sacolas em mãos, chamei a atenção do senhor de meia idade que estava ali. O mesmo deu um sorriso para mim na qual eu retribui educadamente.

- Olá, boa tarde. O que deseja? - Disse ajeitando o seu óculos em seu nariz.

- É... - Olhei para os lados. - Aquela estátua, quando custa?

O senhor me falou o preço já qual eu arregalei os olhos achando um absurdo aquele preço para aquela simples estátua.

- Tudo isso? - O olhei incrédulo.

- Sim, essa estátua é única daqui da loja e foi encaminhada diretamente dos EUA. - Deu de ombros. - Vai querer leva - lá?

**

Eu já estava campus, já morto de tanto cansaço. Joguei as sacolas pesadas no chão, e me deitei na grama para descansar, alguém que visse essa imagem me acharia um doido, mas no momento o que importava era o meu cansaço.

- Ah, chão. - Meu amigo de todas as horas. - Me enrolei na grama ficando de bruços.

O sol estava queimando a minha costa, não era um sensação ruim, e sim boa. Eu amava pegar um banho de sol por pelo menos 10 minutos, quase todos os dias.

- Ah, que terrível e maravilhoso dia de sol. - Fechei os olhos sentindo o sol em meu rosto, mas logo sentir o meu rosto esfriar por uma sombra. - Gente,cadê o sol? - Abrir os olhos e vi uma figura loira me encarando.

Pisquei algumas vezes tentando enxerga - lo melhor. Vi que era um ser humano desconhecido por mim ali, e pelo cheiro, era um alfa, e ele era muito bonito.

- Gente. - Franzi o cenho. - Você é muito lindo. - Escapuliu. O mesmo riu negando com cabeça.

- Você está bem? - Me olhou meio que confuso.

- Ah, claro que estou. - Fiz uma pose estranha no chão o fazendo rir novamente.

- Venha. - Estendeu a mão na qual eu a peguei de bom grado.

Pelo visto, agora eu tenho um novo crush.

- Eu pensei que tinha desmaiado. 

- Ia quase, de tanto cansaço. - Respirei fundo. - Irei voltar para república. - Bufei pegando as sacolas pesadas novamente. - Obrigado pela preocupação.

- Quer ajuda? - Franziu o cenho.

- Não, obrigado. - Mentira, eu preciso sim.

- Que nada, eu te ajudo com isso. - Pegou a algumas sacolas de minha mão.

Obrigado Deus por enviar esse anjo loiro maravilhoso.

Ficamos em um silêncio desconfortável por alguns segundos, eu queria muito conversar com esse loiro maravilhoso que Deus enviou. Mas o que eu iria perguntar pra ele? Talvez um "Oi, qual é o seu nome?" Ou " Eaí, já cagou hoje?"

Não era uma má ideia perguntar.

- Então, esta aqui a quanto tempo? - Perguntou enquanto caminhávamos até a república. Eu comemorei mentalmente por quebrar o silêncio.

- Há um bom e mal tempo, irei me formar daqui a três meses. - Suspirei.

- Você cursa o que, é...? - Me olhou confuso.

- Ah, Taehyung. - Sorri mínimo. - Curso medicina veterinária.

- Jongin. - Sorriu largo. - É uma boa escolha. É apaixonado por animais?

- Sim, eu realmente amo os animais. - Sorri quadrado. - E você, cursa o que?

- Ah, eu curso direitos. - Abaixou a cabeça e suspirou. - Também irei me formar daqui a três meses.

- Não faz isso por que gosta? - O olhei confuso.

- Não. - Suspirou novamente. - Negócios de família, sabe?

- Ah sim, entendo. - Mordi o lábio. - E o que você queria cursar? Desculpe se estou me intrometendo em algo. - Corei levemente.

- Ah, que nada. -Riu um pouco. - Eu queria cursar música.

- Uau, uma boa escolha. - Sorri para o mesmo. - Chegamos.

Paramos em frente a república respiramos fundo e deixamos a sacolas pesadas no chão.

- Obrigado pela ajuda, Jongin. - Sorri. - Valeu mesmo. Te devo uma.

- Ah que nada. - Abaixou a cabeça rindo e me encarou. - Bom, a gente se ver por aí Taehyung. - Disse se afastando.

- Até Jongin. - Peguei as sacolas pesadas novamente e entrei na república.

Encontrei um ser humano assistindo a uma série qualquer, sem notar a minha chegada ali. Fechei a porta com força de propósito, assustando o moreno que rolou do sofá até o chão.

- Filho da puta! - Xingou me fuzilando, apenas dei de ombros.

- Não era pra você estar no campus cuidando da sua música? - Sentei no sofá suspirando aliviado por sentir aquelas maciez sobre a minha bunda.

- E o que te interresa? - Ergueu uma sobrancelha me encarando.

Que ignorante!

- Idiota. - Bufei e revirei os olhos.

Levantei do sofá indo até as compras, as peguei levando até a cozinha e largando tudo na mesa. Peguei uma sacola específica a levando para o quarto.

- Tudo bem. - Segurei a estátua e olhei bem para ela. - Espero que ele não jogue isso em mim. - Falei comigo mesmo colocando a estátua média de volta em sua caixa.

Deixei a caixa média em cima da cama e voltei para a cozinha, encontrando lá, o demônio revirando as sacolas.

- Além de bagunçar mais as coisas, você devia arrumar ela e assim achar o que está procurando. - Falei cruzando os braços.

- Você comprou os meus cereais? - Perguntou sem olhar para mim.

- Eu não, se quisesse os seus cereais iria comigo. - Dei de ombros.

- Taehyung, você sabe muito bem que sempre devia comprar eles. - Bufou desistindo de procurar.

Revirei os olhos descruzando os braços indo em direção às compras em cima da mesa. Peguei uma sacola aonde continha o alimento, as jogando no rosto de Jungkook que me fuzilou com os olhos.

- Ver se na aproxima procura direito, Idiota. - Bufei irritado. - Na próxima irei esfregar na sua cara.

- Você não teria coragem. - Sorriu sarcástico.

- Esta duvidando? - Ergui uma sobrancelha.

- Estou. - Deu de ombros. - Você sabe mais do que ninguém, que se fizer algo para mim, eu me vingo em dobro. - Disse virando as costas pegando um pote no armário.

- Se fosse pra se vingar em dobro, eu já estaria morto pelo que eu fiz com você. - Cruzei os braços.

- O seu está guardado, ômega. - Sorriu malicioso em minha direção e levou uma colher de cereal a sua boca.

Tá, talvez eu esteja todo borrado.

Só talvez.

- O que irá fazer? - Franzi o cenho.

- Fazer o que? - Me olhou confuso e desentendido. 

- Comigo. - Cruzou os braços começando a me irritar.

- Eu não disse que ia fazer algo com você. - Deu de ombros. - Valeu pelo meus cereais.

- Nisso você agradece. - Murmurei revirando os olhos.

O mesmo foi a caminho da sala junto com o seu cereal e um pacote de salgadinhos, na qual eu comprei para mim, mas fui roubado por ele.

Fui até a sala, vendo que o alfa estava vibrado na TV assistindo Titanic. Eu realmente queria rir com essa cena, nunca poderei imaginar um alfa grosso desse assistindo um filme tão romântico.

Voltei para o quarto saltitante, e peguei a caixa média. Eu estava receoso, eu daria isso como presente de perdão por ter quebrado a sua única estátua do homem de ferro na qual foi o último presente dos pais antes de morrerem, e por ter quase o cegado e o deixado sem falar.

Rir ao lembrar do que eu fiz para o alfa tempos atrás, eu faria de novo se fosse possível. Mas desta vez, estaria sem a minha cabeça.

- Espero que ele goste. - Murmurei analisando a estátua. - E espero que ele me perdoe. - Respirei fundo.

Eu não sabia exatamente o por que de querer tanto o perdão de Jungkook. Se fosse tempos atrás, eu tacaria um "Foda-se" maravilhoso e seguia minha vida. Talvez eu queira tanto o perdão dele por consciência pesada, apenas isso.

Sair do meu quarto indo diretamente para o dos alfas, que era no outro corredor da república. Ele não gostava muito que alguém entrasse no quarto se não for o Chanyeol, mas foda-se, já quebrei essa regra. Parei em frente a porta entrando no cômodo, não tinha ninguém ali e nem mesmo Chanyeol.

Entrei sem fazer muito barulho, como se fosse um ninja em uma missão importante e secreta. Deixei a porta aberta no caso de escutar passos de alguém vindo ao quarto, mas eu tinha certeza que no momento ninguém vira.

Eu tinha três opções para entregar o presente para o demônio:


1 Espero ele sentado na sua cama, e entrego o seu presente.

2 - Vou até a sala e jogo o presente na sua cara.

3 - Deixo o presente em cima da escrivaninha e deixo um bilhete no mesmo.

Acho que a terceira é a melhor opção das três.

Vou até a sua escrivaninha, pego uma caneta e um papel amarelado. Pensava no jeito de como começar aquele simples bilhete.

- Já sei. - Comecei a escrever, logo terminando e começando a ler. - Desculpe por ter quebrado o seu homem de ferro. Foi barato não viu, espero que goste. - Li em voz alta. Esta uma bosta, mas vai assim mesmo.

Nem irei precisar assinar quem foi, ele irá descobrir na hora.

Colei o papel amarelado sobre a caixa média, e a deixei em cima da cama. Vi que estava tudo certo por ali, então decidi sair do quarto antes que ele chegue.

Me virei em direção a porta tomando um susto por ver o moreno ali parado me olhando desconfiado. Arregalei os olhos e sorri amarelo em sua direção.

- O que está fazendo? - Perguntou entrando no quarto e parando a minha frente.

- N - nada. - Engoli em seco.

- Veio trocar os meus shampos novamente? - Arqueou uma sobrancelha. Me senti ofendido.

Não iria ser uma má ideia fazer isso novamente, mas não é uma boa idéia.

- Deixa de ser idiota, Jeon. - Cruzei os braços. - Estava só fazendo uma coisinha desinteressante. - Revirei os olhos.

- Que coisa?

- Uma coisa ue. - Dei de ombros.

O mesmo semicerrou, me empurrou para o lado indo em direção a cama pegando a caixa. Arrancou o papelzinho e riu em seguida.

- Nossa, o que tem aqui dentro? - Balançou a caixa. - Uma bomba? Que feio, não é assim que irá conseguir o meu perdão. - Jogou a caixa na minha direção na qual eu peguei antes que caísse no chão.

- Para a sua informação isso não é uma bomba. - Coloquei com cuidado a caixa sobre a escrivaninha.

- Eu sei que não é, se fosse você seria o primeiro a morrer. - Riu, lhe mostrei o dedo do meio. - Se você quer meu perdão, então faça direito. - Cruzou os braços e sorriu sarcástico.

Ergui uma sobrancelha tombando a cabeça pro lado e o olhando confuso. O alfa riu descruzando os braços andando em minha direção parando em minha frente.

- Você acha que irá conseguir o meu perdão apenas um papelzinho amarelado? - Riu sarcástico. - Faça direito.

- O que você quer? - Franzi o cenho desconfiado.

- Simples. 

O alfa agarrou minha cintura, colando nossos corpos. Se aproximou do meu pescoço deixando um beijo ali, fazendo-me arrepiar pelo contanto, o mesmo me olhou e sorriu malicioso se aproximando lentamente sua boca da minha.

- Fique de joelhos e suplique, e faça tudo que eu mandar. - Eu o olhei incrédulo e soltei todo o ar que prendia.

- Esta louco? - O afastei. - Já lhe dei o presente, agora quer isso?

- Nem é uma coisa tão difícil assim, Taehyung. - Revirou os olhos e sentou na cama. - É uma coisa tão simples aliás.

- Jungkook, eu não obedeço nem a mim, imagine você. - Cruzei os bravos o olhando.

- Deixa de drama, Tae. - Bufou. - Não quer o meu perdão? Então terá que fazer isso. Ou irá dormir com consciência pesada pelo resto da sua vida. - Deu de ombros.

Demônio ridículo!

O olhei irritado e bufei me aproximando do demônio moreno. Me ajoelhei em sua frente o encarando entediado.

- Jungkook? - O mesmo me olhou vitorioso. - Me perdoa pelo que eu fiz com você? - Falei emburrado.

- Ainda tá feio. - Fez cara de desgosto . - Faça melhor. - Sorriu. Bufei começando a me irritar.

- Jungkook, o melhor de todos os alfas que existem na terra, me perdoa por ter feito aquilo com você? - Sorri falso. Eu só estou aumentando mais o seu ego.

- Perfeito. - Levantou da cama, fazendo-me virar a cabeça para o lado. O seu membro estava praticamente a frente de meu rosto. - Agora fará tudo que eu mandar.

-Idiota. - Olhei para a cima. - Eu não....

Parei de falar ao notar um raspar de garganta. Olhei para o lado e vi Chanyeol nos olhando confuso.

- Caralho meu. - Abriu a boca em um "o". - Desculpa se estou atrapalhando algo.

-  Que atrapalhando o que? - Revirei os olhos.

- O boquete. - Falou direto.

O olhei incrédulo e depois eu olhei para minha frente, percebi a visão que ele estava vendo dali. Arregalei os olhos e me levantei as pressas.

- Que? Não não não não. - Cambaleia um pouco para trás. - Isso não.

- Mas parecia que...

- Não parecia nada, Chanyeol. - Andei em sua direção. - Cala a sua boca e não conta para os meninos.

- Vou contar agora para o Jin. - Disse pegando o seu celular. Bufei com a burrice do alfa.

- Taehyung? - Ouvi a voz do demônio soar. - Amanhã começará o seu trabalho. - Sorriu malicioso.

Ótimo, irei virar escravo do Satanás!



LEIAM AS NOTAS FINAIS PELO AMOR DE DEUS!!


Notas Finais


Enfim, eu demorei muitoooo mesmo né. Que vocês querem me matar.

Gostaram ou odiaram?

Eu ainda irei editar, é por isso que tá um cú.

Mas, tô aqui pra falar sobre a atualização da fic " Te odeio a ponto de te amar"

Mas primeiramente Obrigada pelo favoritos, eu já amo vocês!!

Enfim, sobre a atualização.

Eu irei atualizar TODOS OS SÁBADOS, e se der, eu irei postar no meio da semana. Se eu não postar no sábado, é por que um imprevisto aconteceu. MAS É TODOS OS SÁBADOS MESMO.

Enfim, Obrigada pra quem leu.

E eu espero que tenham gostado do cap que deve tá uma merda.

Bjs na bunda😘♥🔥


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