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História Te vejo no tribunal! - Capítulo 30


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Notas do Autor


Oi galera, tô viva!
Bom, perdi uns familiares e meu avô estava internado com câncer, agora ele faleceu, tem 4 dias.
Justificações dadas: está aí o capítulo, espero que ainda estejam lendo kkkk
Não revisado ainda.

Capítulo 30 - Desguarnecido


Fanfic / Fanfiction Te vejo no tribunal! - Capítulo 30 - Desguarnecido

Boruto acorda ouvindo uma voz familiar, não consegue distinguir por causa do sono, porém fica cada vez mais próxima:—boruto, acorde está na hora de ir para a escola -dizia a voz.

Sentindo uma mão balançá-lo suavemente, abriu os olhos se esforçando para que a visão ficasse focada, resultado do intenso sono. Aos poucos, Boruto pôde distinguir a figura de Sasuke sentada em sua cama observando-o enquanto pacientemente esperava acordar. O menino bocejou, sentou-se na cama enquanto se espreguiçava e coçou a cabeça: —Ohayo, Sasuke-chan. Perguntou. —Onde está meu pai?

A pergunta do Uzumaki menor, dava-se ao fato de que Naruto havia tirado licença por ter desenvolvido um quadro de estafa. Ino recomendou inicialmente uma semana em casa, mas ao notar ainda alguma instabilidade no loiro decidiu estender a licença por mais sete dias, sendo assim Naruto era quem se encarregava de acordar as crianças quando estavam sob sua guarda durante este período.

— A esta hora já deve estar no escritório. A licença dele acabou ontem então hoje ele retomou a rotina do trabalho normalmente.-Sasuke respondeu. —Agora para de enrolar e levanta logo que hoje sou eu quem vai levar vocês até a escola. Não demore, pois o desjejum já está servido.

Boruto assentiu, levantando da cama mesmo com o protesto de seu corpo que desejava permanecer na cama. Escovou os dentes, tomou banho e pôs a roupa que estava devidamente passada por dona Chyo, a governanta da casa. Ainda nas escadas sentiu o cheiro de peixe e apressou-se com água na boca, caminhando a passos rápidos até a cozinha, sob o olhar de Deidara que estava sentado no sofá lendo o jornal e achando extremamente engraçado como o loirinho era atraído pela comida de Sasuke como um cachorro é atraído por petisco na mão do dono.

—Bom dia, irmão. -cumprimentou Himawari, animadamente. —Te esperei para comer, olha, eu não toquei em nada ainda. -a menina mostrava a tigela de arroz com peixe grelhado, intacta e sorria orgulhosa mostrando que não mentira. 

Boruto sorriu:— Estou vendo Hima, obrigada! - Deu um beijo na testa da menor pensando que queria que ela nunca crescesse e sempre fosse sua irmãzinha pequena e fofa. Sentou-se sendo servido por Sasuke que também já estava arrumado para trabalhar. —Obrigada pela refeição. -comecou a comer seguido por Himawari e Sasuke. —Bonde tá o Tchio Tatchi (onde está o tio Itachi)? -perguntou olhando para os lados com a boca cheia.

Os ombros de Sasuke imediatamente ficaram tensos:—Se está se referindo ao Itachi... -revirou os olhos -— ...foi visitar a *mãe* dele. Tanto a expressão de descontentamento quanto o desprezo ao pronunciar a palavra "mãe", foram o suficiente para instalar um clima ruim à mesa. 

Ao terminarem de almoçar (em um silêncio sepulcral) todos levantaram, as crianças foram escovar os dentes enquanto Sasuke limpava a cozinha. 

Boruto saiu do banheiro sorrateiramente e olhando para os lados, esgueirando-se até chegar ao lado de Deidara: —O que você quer, James Blonde***? -perguntou com sorriso cínico, provocando o mais novo como de costume.

Boruto não retribuiu a provocação, nem mesmo esboçou irritação como de costume, apenas olhou para os lados e ao constatar que Sasuke ainda estava na cozinha prosseguiu: — O tio Itachi e o Sasuke-ah não são filhos da mesma mãe? -indagou com a sobrancelha arqueada. 

Deidara suspirou, entendendo imediatamente que o menino apesar de não ser perspicaz havia notado o descontentamento do Uchiha mais novo com a visita do irmão à progenitora. Dobrou o jornal colocando-o na mesa de centro, precisava pensar rápido, pois se Sasuke o ouvisse falar sobre o assunto provavelmente seu humor ficaria em um ponto de até o capeta ter medo de dar "bom dia" em um tom errado. —Er…-balbuciou, o assunto era realmente complicado para ele entender, quiçá uma criança de doze anos entenderia.sabia que se não respondesse o menino perguntaria diretamente a Sasuke então a situação pioraria. Disse por fim:—É complicado, Boruto, mas sim eles são filhos da mesma mãe e pai. Você sabe como é, Itachi e ele são reservados com a vida pessoal então não pergunte apenas tenha em mente que família é complicada. Hoje o Itachi foi ver a mãe, mas ela e Sasuke estão meio brigados, eu diria, por isso ele está de mal humor. Evite o assunto tá bom? Sobre a mãe o deixa chateado, triste.-Boruto assentiu.— Não diga a ninguém que te contei. Esse é um segredo nosso.  

—O que vocês estão fazendo? -Sasuke perguntou ao chegar na sala segurando duas lancheiras, o conteúdo era bentô das crianças provavelmente.

Quando dá para pensar em uma boa desculpa para dar a voz de himawari foi ouvida aproximando-se do corredor:— Gente, eu estou pronta! Onii, onde você está?

—Aqui na sala! - Boruto respondeu aproveitando a distração que desviou do assunto desagradável, levantou e perguntou: —Qual é o meu? -apontava para as lancheiras vermelhas nas mãos do mais velho.

–Esta aqui ..-entregou —...pedi para quê Chyo escrevesse seu nome embaixo.-entregou também a de himawari que chegara na sala.—Vamos? -crianças balançaram a cabeça afirmativamente.

—até mais Dei-chan! - himawari acenava já na porta.

—Bye, Tio Deidara! -Boruto seguia a irmã —Espera, Hima! -gritou.

Rindo, acenou para as crianças. Sasuke saiu logo atrás delas pouco animado.

 

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Naruto estava em sua sala atolado em um mar de papéis, quem entrava mal poderia ver seus fios loiros naquele mar de documentos em cima da mesa. A licença estendida e obrigatória resultou em mais de duas semanas de trabalho acumulado, konohamaru até ajudou adiantando alguns assuntos burocráticos no caso como seu assistente, mas no que diz respeito à coleta de informações e provas,Naruto preferia fazer pessoalmente e ele sabia disso. Neste momento lia o documento com o relato de uma das testemunhas chave do caso, e no envelope clipado no papel havia o pendrive.

Relato

Senhora Fu-Meng:"—eu vi o ruivo sair ir com a garota da boate, me lembro porque ele parecia muito deslocado e meio contrariado de estar ao lado de uma prostituta. Do mercadinho dá para ver tudo, ele fica exatamente em frente a saída lateral da boate que é de onde geralmente as prostitutas saem com os clientes. Muitas fazem programa bem ali do lado, no beco. Porque eu estranhei mesmo não menino foi a expressão dele, ele parecia... Triste. Já vi muitas crianças saírem dali acompanhadas, vi de tudo senhor policial, orgulho, vírgula, medo de ser pego, mas nunca vi aquilo. Isso me fez prestar atenção nele, fiquei curiosa, quem não ficaria não é ?!? Eles entraram em um carro preto e foram embora, depois disso nunca mais a vi, a não ser quando ela apareceu no noticiário e eu decidi vir até aqui. Espero que não tenha sido ele."

Naruto sentiu um arrepio estranho na espinha, seus instintos o avisavam que havia algo estranho no caso desde o início, mas ele achou que fosse relacionada a motivação: eles achavam que era um crime com cunho sexual e Naruto tinha total certeza, apesar de não saber explicar o motivo, de que as pessoas estavam equivocadas. O interesse de Danzou no caso e o relato da senhora Fu- Meng descrevendo as expressões do suspeito de crimes tão hediondos despertaram mais do que uma pulga atrás da orelha no promotor.

Naruto abriu o envelope e pegou o pen drive onde provavelmente haveriam imagens da câmera de segurança do momento relatado pela senhora Mang, já que estavam anexados do documento com seu depoimento. Ao abrir as imagens na câmera de segurança do dia do desaparecimento Naruto percebeu que o carro já aguardava ambos saírem da boate. Voltou alguns dias,uma semana anterior, retrocedendo nas imagens de forma acelerada e percebeu que na semana anterior ao desaparecimento o mesmo carro passara na porta do estabelecimento algumas vezes. Retrocedeu nas imagens até um mês antes do desaparecimento e lá estava o mesmo carro estacionado na saída lateral da boate. Naruto anotou a placa do carro e procurou em todos os papéis que estavam em sua mesa, queria saber se alguém havia pesquisado a placa do carro para saber o nome do proprietário, a cada pilha de papel por qual ele passava ficava mais tenso. Não havia como ser coincidência o mesmo veículo estar a tanto tempo "de Campana" na frente de uma boate antes de uma prostituta ser sequestrada e assassinada. Não havia como ser um veículo de aplicativo como um Uber", pois era mesma placa. Quanto menos papel havia para analisar mais o frio subia na espinha de Naruto: o assassino tinha um cúmplice isto significava que mais mulheres iriam morrer.

 

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após deixar as crianças na escola foi visitar seu cliente na cadeia, neste momento está sentado em um banco frio e duro aguardando Sasori aparecer do outro lado do vidro que os separam. Como se a Sasori era considerado um criminoso cruel e perigoso, se encontrariam em uma sala onde um vidro os separaria então para ouvir um ao outro era necessário pegar um telefone que ficava do lado esquerdo da parede assim se comunicariam. Aguardou pacientemente até que a porta do outro lado da sala abriu-se e um guarda veio trazendo o homem de aparência jovem um pouco franzida, mais bonita ponto final Sasori sentou a sua frente e pegou o telefone: —Eu não sei se vai acreditar em mim, mas eu juro por Deus que não fui eu! -disse em um desespero que não combinava com sua face serena e Sasuke estranhou isso.

—Sasori, eu preciso que me diga a verdade.Se foi você me diga que o meu trabalho será buscar uma pena justa, se não foi você o meu trabalho será buscar provar a sua inocência.

Aproximou do vidro e ele bem no fundo dos olhos do Moreno ao dizer firmemente: —*Eu* não fiz aquilo, *eu* não as matei! 

Sasuke estreitou os olhos, Sasori estava dando é ênfase na palavra "eu ' de uma forma suspeita, como se soubesse quem o havia feito. Este era oficialmente seu primeiro encontro com Sasori, então precisava antes de fazer perguntas tão difíceis, buscar sua confiança. —Eu vou ser sincero com você, suas chances de ficar livres são quase nulas. Eu tive acesso as provas, eles têm: filmagem de câmera de segurança, testemunhas que te colocam na cena do crime e um fio de cabelo seu em cima de uma das vítimas… Este último, Sasori, é incontestável. Ao menos na cena do crime você esteve.

O ruivo ficou de silêncio sim ele esteve lá, mas será que a matou?

—O que eu posso te dizer Sasuke, é que eu não fiz isso, eu nunca iria querer matar alguém, eu nunca iria querer machucar alguém, esse não sou eu. E não é o que eu faria. 

a escolha de verbos do Sasori só tornava aquela conversa mais intrigante, "posso, iria querer, não sou, não faria" como se houvesse uma dissociação de si mesmo, reconhecia o comportamento porque era o que sua mãe fazia após o abuso e abandono que sofreu: falava de si mesma ou "seu eu do passado" como se fosse outra pessoa com outros objetivos e vontades. Talvez fosse mais fácil separar-se de si mesma, dizer que quem de certa forma "aceitou os abusos de fugaku" e abandonou filho uma pessoa diferente de quem ela era "agora". Sasori provavelmente foi vítima de abuso *severo* e isto de alguma forma mexeu com sua mente. 

"—Precisarei ir com cautela, ele pode ser instável… Meus instintos me enganaram?"

—Por favor me tira daqui! -implorava aos prantos o ruivo.— Eu não mereço esse lugar, eu não fiz essas coisas, eu não mereço a pena de morte. Por favor não me torture.

"—Definitivamente não! Aquele olhar quebrado era real, o vira diversas vezes, ele era inocente, mas o que havia de errado então?

—Calma, eu vou fazer meu melhor. -tranquilizou-o. —Preciso que você pense em tudo o que se passou no dia em que encontrou a Mei -Xong. Não importa o quão trivial seja, me diga! Pode parecer uma informação inútil para você e no final se tornar de extrema importância para mim. Anote tudo que se lembrar deste dia e dos anteriores, amanhã estarei aqui novamente.- ditoo isso, se que se levantou e fez sinal para o guarda levar o prisioneiro sua cabeça está uma bagunça e provavelmente seria esta uma noite em que passaria acordado pensando no caso.

 

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Itachi e Mikoto estavam há alguns minutos tomando chá em silêncio. sentados a mesa na copa, um de frente para o outro pareciam imersos em seus próprios pensamentos. Mikoto mandava cartas enquanto o filho estava preso, mas nunca o visitou.

—Eu só quero o motivo. -voz de Itachi soava firme, mas calma. —Não vou te culpar, te julgar não cabe a mim, mas eu preciso entender ouvindo da senhora e olhando em seus olhos enquanto diz: por que nos abandonou?

A palavra "abandono" bateu no peito de Mikoto e doeu mais que qualquer soco que já tomaram na vida e olha que foram muitos… Era assim que soava? Seus filhos se sentiam abandonados? Ela também se sentiu assim no passado, sequer pôde ir no enterro da própria mãe, tamanho nojo e distanciamento despertara nela. Estava apenas tentando proteger seus filhos da podridão que tinha dentro de si, mas o efeito foi o oposto…

—Mãe? -Itachi a chamou estranhando a demora na resposta.

"—Divaguei tempo demais…"-pensou ela.

—Eu não mereço vocês. -disse em quase sussurro. —Eu não poderia ter crianças tão boas me chamando assim como me chamou agora, eu não sou isso, nunca fui. -derramou a primeira lágrima e se forçou a não chorar."—Se eu começar não vou parar". — Não protegi vocês Itachi, isto fez com que VOCÊ parasse na cadeia, em minha covardia quase estraguei o Sasuke também. Eu não sou, nem nunca fui mãe de vocês, eu sou um fardo! É tudo o que sou. Eu sou uma medição que destrói tudo que toca. Eu deveria ter morrido naquela tarde junto com ele, certeza que iríamos queimar no mesmo inferno.

Itachi em silêncio ouvia sua mãe falar, não tava que hora outra ela parecia segurar o choro e reorganizar as ideias. As palavras que sua mãe dizia não faziam total sentido na sua mente: lembrava-se de uma mãe carinhosa e que mesmo machucada se jogava em cima do corpo das duas crianças para que apenas ela recebesse os ferimentos, Sasuke não se lembrava disso, talvez pelo trauma ou pela pouca idade na época dos fatos, mas ela fazia, sempre os defendeu da forma que podia. Não entendia muito bem como cabeça de sua mãe funcionava.Sim, inicialmente sentiu muito ódio por ela não sair daquela casa, porém ao crescer percebeu que ela era tão refém quanto eles e depois de passar uma noite com ele e Sasuke ainda neném na rua ela sequer se defendia de fugaku, para que ele não se irritasse ainda mais e agredisse as crianças ela suportava os abusos sozinha. E agora lá estava Mikoto dizendo que não merecia ser chamada de mãe…."— Se alguém que suporta estas coisas pelos filhos não merece, então quem merece?Sabia que ela não estaria psicologicamente saudável, mas não pensei que os abusos tivessem fodido tanto com ela." -pensou, deu um longo suspiro e se levantou: — Não acho que esteja certa, você errou em não sair de imediato de um relacionamento com um homem abusivo, mas depois… A quem você tinha? O que iria fazer, dormir na rua de novo com uma criança e um bebê? -Mikoto arregalou os olhos, não esperava que Itachi lembrasse. —Este tipo de coisa não é fácil de esquecer. Eu acredito que as merdas que aquele homem fez ferrou a todos nós, mas o Sasuke…. Mãe ele sim, a senhora abandonou mais de uma vez. Ele foi mandado para fora do país, trazido de volta e quando achou que a vida dele estava normal sentiu a senhora se distanciando, o ignorando até fingir que ele não existe. -colocou a mão no ombro dela.—Seu maior erro não está no passado, está no presente. Antes você foi mãe, hoje não deixou de ser está apenas fugindo disso. O Sasuke precisa da senhora, ele te teve além de uma carta. Ele teve cafés da manhã, conversas francas e abraços. Tudo que conheço da senhora ou vem de uma memória ruim de uma mulher corajosa defendendo seus filhos ou de um pedaço de papel… Eu não preciso de você, a mãe que eu tive, a Mikoto que eu conheci e me defendeu eu amo e perdôo, mas sobre a senhora… A que fugiu de mim apenas para não encarar o sentimento de culpa eu não sei o que sentir. Não tenho necessidade de ter por perto eu não preciso da senhora porque a senhora eu não conheço, mas não guardo rancores, como disse eu sequer conheço esse sentimento de acolhimento, mas o Sasuke conhece. Com todo o respeito me permita dizer uma última coisa: a mãe que eu conheci não era covarde, gostaria que o Sasuke a conhecesse também. Adeus. 

E quando a porta fez o barulho indicando que havia sido fechada e Itachi ido embora, Mikoto olhou para o quadro no canto da sala onde havia uma foto dos filhos: Itachi acariciando a cabeça do menor e este muito feliz com seu gato. Lembrava-se do dia, Sasuke era apaixonado por uma gato abandonado da vizinhança, e queria adotá-lo, sempre que tentava pegá-lo para levar para casa e cuidar, o gato fugia. Um dia Sasuke chegou em casa felicíssimo com o gato e o registro de sua adoção enquanto Itachi parecia satisfeito por ter conseguido realizar o desejo do irmão, mesmo que tenha lhe custado alguns arranhões pelo corpo. Depois de tudo que ouviu percebeu que Itachi só pediu para vê-la porque estava preocupado com o mais novo. Seu filho havia crescido e se tornado gentil, o oposto de todo o ódio que foi criado pelo pai para ter. Finalmente Mikoto chorou.

 


Notas Finais


E aí:
1-Voces acham que Sasori matou ou foi incriminado? Ele teria um cúmplice? Quem?
2- De quem será o carro?
3-O que vocês acharam do que o Itachi falou para a Mikoto?


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