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História Teach me to love - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Voltei! Esse capítulo ficou imenso, espero que gostem.

Tenho uma pergunta pra vocês nas NOTAS FINAIS!

Aproveitem!

Capítulo 22 - Após a reunião




             Point of View: Barbara Palvin



     Depois que infelizmente o Jeremy atrapalhou a gente, voltei pra minha mesa – mas antes dei uma passadinha no banheiro pra me limpar. Tenho certeza que o resto do dia vai ser bem mais leve pra mim hoje.


        - demorou né bonita? – Dianna perguntou assim que me sentei


     - bem que podia ter demorado mais – relaxei na cadeira – aconteceu alguma coisa enquanto eu estava ocupada? – perguntei começando a mexer no computador 


      - não, tudo normal – assenti e fiquei repassando os momentos de agora pouco em minha cabeça.



[...]



        Larguei, até que fim! – Justin não falou mais comigo, talvez fosse assunto sério o que seu pai queria falar com ele. Eu adoro o Jeremy, mas não gostei nada de ser atrapalhada por ele hoje.

      Cheguei em casa bem rápido – tomei meu banho e comi uma coisa rápida, eu estou morrendo de sono, o senhor Bieber me deixou cansada – decido deitar.


[...]


        6:00 de manhã, me levanto como sempre – realizo minha rotina diária e graças a Deus hoje é sexta, o jogo que eu iria cobrir hoje entre o Colts e Eagles foi cancelado e só vai acontecer semana que vem, ninguém sabe por quê foi adiado, estão dizendo que por motivos pessoais de um dos jogadores do Eagles; mas eu vou saber.


[...]


      Cheguei um pouco mais cedo ainda na RTM e assim que me sentei peguei meu celular – mandei mensagem pro Jalen Hurts, ele é quarterback do Eagles –sim, eu sou amiga ou pelo menos colega de muitos jogadores. Na verdade ser uma das poucas mulheres jornalista no mundo do esporte dá em no mínimo duas coisas – ou os jogadores dão em cima de você e você cai na deles ou eles dão em cima de você e terminam virando amigos, é isso que acontece comigo.

     



                          Mensagens On



Barbara: bom dia Jalen! Desculpa se for muito cedo, eu quero te pedir um favor como amiga, por  favorzinho? – adicionei uma carinha corada no final, não demorou e ele respondeu.


        Jalen: bom dia, senhorita, nunca mais falou comigo. Já imagino o que seja, mas manda ai – sorri com sua resposta 


Barbara: que isso, tu sabe que eu te amo.... é que eu preciso de um furo por favor, o por que que o jogo foi cancelado? 


           Jalen: eu já imaginava.... eu já sei que publicaram que foi por motivo pessoal, você quer saber o que e quem... o que eu não faço por você em. mas antes vou ver se pode – esperei só alguns minutos, provavelmente ele estava falando com o dono do motivo pessoal, esses caras se respeitam, ninguém vai sair contando por ai as coisas dos outros.


Barbara: e ai? Pode falar? – ele logo respondeu 


         Jalen: pode.... o que aconteceu foi com o Carson, ele teve um problema serio com a família, ele só não quer explanar exatamente o que foi, só isso que posso conseguir pra tu – eu sabia que eu conseguiria


Barbara: de boa, já dar pra preparar alguma coisa na matéria, eu sabia que podia contar contigo, valeu, te amo. Até o jogo. – ele me respondeu e fui direto preparar a matéria.


           


                          Mensagens Off



     Eu sou muito grata a todas essas amizades que eu conquisto na minha profissão, logico que junto sempre vem um pouco de inveja de alguns companheiros de trabalho, principalmente das outras mulheres, elas sempre acham que eu tô dando pra eles ou coisa do tipo.


        Corri pra preparar a matéria e sair fresquinha, mais um furo de reportagem no ramo de esporte pra minha conta – a matéria ficou perfeita, respeitando o que Carson não querer especificar o que foi – eu não sou esse tipo que inventa e enfeita fala de ninguém, pelo contrário, sou bem contra.

      Mandei direto pra ilustração e como era matéria de uma folha só, me devolveram pra confirmar rápido – confirmei e em poucos minutos a matéria sairia no site e nas bancas. Ponto pra mim!


             Ao longo do dia recebi vários pedidos de republicagem da matéria com todos os direitos e permiti, e também encontrei outras que não deram os direitos a mim nem a RTM, e denunciei – no instante removeram do ar. 

           Já eram umas 11 da manhã quando recebi uma mensagem de Justin no meu celular, sorrir ao ver seu nome na tela.



                           Mensagens On 



              Bieber: ei baby! Nem falei contigo hoje ainda. – sorri ao ver ele me chamando do baby


Barbara: pois é né, tá desculpado.


             Bieber: posso me redimir mais tarde, vou ter uma reunião com a galera de uma emissora que querem fechar com a gente pra transmitir algumas matérias com alguns repórteres ao vivo; quando acabar eu te chamo, pode ser? – fiquei feliz com a resposta, vou poder compensar ele, já que ontem não deu tempo


Barbara: combinado! – mandei e parei de mexer no celular 


                                

                           Mensagens Off



[...]



          Eu e as meninas fomos almoçar e voltamos já tem uns 20 minutos e nada do Justin falar nada, fui até o banheiro escovar os dentes e aproveitei pra passar retocar meu batom – hoje eu estava com um batom vermelho, eu me sinto poderosa com esse batom.

       Coloquei ele no meu bolso e guardei minhas coisas na bolsa, assim que voltava pra mesa recebo a tão esperada mensagem de Justin – ele se desculpou pela demora e mandou eu subir, e assim eu fiz.


   [...]



           Mais uma vez quando cheguei lá em cima, a senhorita Palman deixou eu entrar direito, e mais uma vez, as persianas estavam fechadas, sorrir com isso.



        - como foi sua reunião? – perguntei assim que entrei, quase sem fôlego. E não era por causa de exercício físico: subi de elevador. Era pela proximidade dele, a maneira como me olhava como se estivesse lembrando de cada toque da última fez que estive aqui.


         - foi tudo bem – ele disse – estamos quase entrando em acordo com a proposta – seus olhos mal desviaram de minha boca.


        - isso é bom - concordei 

 

         - muito.


Mordi meu lábio, segurando um sorriso nervoso antes de dizer: 


       - você parece um pouco distraído. – Justin assentiu, levantando o braço e tocando cuidadosamente o meu lábio inferior.


         - nunca reparei em você usando essa cor.


       - está vermelho demais? – perguntei. Ele piscou lentamente, sacudindo a cabeça com dois pequenos movimentos.


       - não. Não está vermelho demais. – com o meu coração martelando, fui até a porta e a tranquei com o máximo de descrição antes de voltar. Peguei meu batom do bolso de trás. Eu ainda não sabia o que estava fazendo, apenas sabia que ele estava vidrado na cor da minha boca, e eu não queria redirecionar sua atenção.

     Enquanto ele me olhava, encantado, tirei a tampa, rolei o bastão e apliquei mais uma camada.


        - você não pode ser real – ele sussurrou 


       Meu pulso batia tão violentamente que eu ainda não tinha conseguido recuperar o fôlego. Deixei o batom na mesa atrás dele, depois tirei sua gravata e abri os dois primeiros botões da camisa. Ele ficou completamente parado quando me abaixei e pressionei a boca na pele quente acima do seu coração 

       Levantei a cabeça para olha seu rosto, flagrando sua expressão de espanto.


         - de novo – ele sussurrou 


        Inclinei-me para frente, beijando mais embaixo, abrindo outro botão e depois o seguinte. Beijei uma costela, depois abaixei ainda mais para beijar no lugar onde o peito se transforma em barriga.

    Olhei para as marcas vermelhas que desciam pelo seu torso, começando a gostar da ideia do Justin andando por ai pelo resto do dia com meus beijos debaixo da camisa. Mas eu não queria terminar a brincadeira ali, e ele também não.


      - posso continuar – eu disse 

Meus dedos brincaram com seu cinto, os olhos estudaram sua expressão. O cinto caiu com um pequeno som de metal contra metal.

   

            O barulho do zíper preencheu a sala. E então esperei, meus dedos seguraram sua calça aberta. A ponta do seu pau pressionava contra o elástico da cueca. O silêncio era interrompido a cada vez que ele exalava com força.

         Vi seus olhos virarem rapidamente para a porta  e depois voltarem para mim.

Sacudi a cabeça.


         - posso parar se.... – seu “não” ficou obvio quando ofegou bruscamente.

Com um pequeno aceno, beijei e lambi a suave trilha de pelos em seu abdômen.


        - meu Deus – ele ofegou.


        Deslizei minha mão para dentro da cueca e não deixei de notar a maneira que ele engoliu em seco e deixou a cabeça cair pra trás. Fiquei maravilhada com o seu peso quando puxei toda sua extensão pra fora ao mesmo tempo que me ajoelhava.


        - acho que preciso de mais batom – sussurrei. Justin se esforçou para levantar a cabeça, olhando para mim e depois piscando de volta à realidade.


        - é claro! – seus dedos procuraram atrás na mesa, derrubando canetas e papéis no chão até encontrar o tubo prateado.


       A tampa de abriu com um pequeno estalo e Justin focou seus olhos nas próprias mãos, tremendo diante de mim enquanto girava o bastão para revelar o vermelho intenso.

     Com uma das mãos segurando meu queixo, ele passou o batom em meu lábio inferior, cuidadosamente deslizando do meio para esquerda, do meio para direita, depois repetindo o ritual no lábio de cima.


        - Barbara – eu sorri, encarando-o de volta quando me abaixei para beijar o meio de seu pau. O grunhido de Justin foi áspero e suas mãos agarraram a mesa atrás dele.


      - Deus


     - está tudo bem? – ele assentiu


     Fui beijando e descendo, deixando perfeitas marcas da minha boca até a base.

Estudei seu corpo de um jeito que não tive tempo da noite na minha casa, notando a maneira como ele impulsionava para frente, enchendo minhas mãos.


      - você é tão perfeito que não sei o que fazer com você. – o que eu queria dizer mesmo era: conte como você quer e me use.


      - L-lambe – ele disse com a voz rouca. Ele entendeu. – por favor, baby.


          Eu sorrir, botando minha língua para fora e passando por seu pau. Justin soltou um gemido grave e quebrado.


       - aqui? – eu perguntei 


      - não. Não, por favor – sorri e beijei novamente o meio de seu pau.


     - onde? – seus olhos olhos focaram por um segundo quando engoliu em seco, e depois disse:


    - na cabeça – ele me encarou de novo – lambe a cabeça.


    Eu me sentia quase num estado liquido, meu peito batendo forte com o desejo, a necessidade pulsando selvagem entre minhas pernas. Quando deslizei minha língua sobre a larga cabeça, senti o salgado e o doce, a terra e o homem, e senti mais do que ouvi seu gemido aliviado.

    Longos dedos correram sobre meu queixo e agarraram meu cabelo quando abri a boca e envolvi toda a ponta, chupando alguns centímetros e depois soltando, deixando o jogo de lado em favor de dar a ele aquilo que suspeitava ser sua melhor chupada.

    Ele era grosso, tão longo que chegava a ser intimidador, mas quando seu pau parecia quase voraz em seu tamanho e desejo, suas mãos eram gentis com meus cabelos, tremendo enquanto ele docemente me encorajava.

    Subindo e descendo, chupando e molhando. Eu não me importava com os sons que fazia ou com o fôlego que perdia quando ia fundo demais, voltando com os olhos lacrimejando e uma boca molhada e ofegante. Ele olhava para mim como se eu fosse uma estrela brilhante no meio da sala, e isso me fez querer dar o máximo de prazer que fosse possível dar a um homem.


       Minha mão o segurou mais embaixo, a outra agarrou seu quadril, silenciosamente dizendo para ele fazer o que quisesse. Eu o incentivei a impulsionar em mim e ele fez isso, primeiro num raso movimento de alivio, depois cada vez mais fundo, com cuidadosa precisão, auxiliando minha boca a chupar e soltar, usar a língua e apertar com os lábios.

     Fiquei me perguntando se ele gostava dos sons tanto quanti eu, se gostava dos meus gemidos que escapavam quando ele chegava fundo, quando perdia o controle, quando puxava meu cabelo em lampejos de delírio. Tudo soava molhado e gostoso, e os estalos que fazia quando entrava e saia da minha boca nos deixavam malucos.


      Justin se permitiu aproveitar – diminuindo a velocidade, acelerando, depois diminuindo de novo – até que se tornou mais determinado: os joelhos dobraram, os quadris mexiam facilmente. Fiquei olhando seu rosto quando ele aumentava ainda mais a pressão contra minha língua, com uma expressão de quase dor, as mãos agarrando e puxando meu cabelo.


    - Oh! – ele ofegou. Lembrei de suas palavras, e podia ver em seus olhos que ele também lembrou: quero você chupando meu pau, chupando com tanta fome que você implore com os olhos para que eu te deixe engolir. Ele falou isso pra mim depois do nosso almoço, e eu lembrava bem.

    Então fiz exatamente isso e implorei.


   - oh, baby, eu... oh. Oh Deus.


Sim

Sim 


    - oh. Oh, Deus, aqui eu... oh, eu vou... – seus olhos se fecharam, o pau inchou imensamente contra minha língua até que ele gozou com um gemido desamparado, quente e fundo dentro da minha boca.


    Suas mãos relaxaram antes de caírem em meus ombros. Tirei a boca, engolindo enquanto beijava a ponta, depois me sentei sobre os calcanhares. 

    Ele abriu seus olhos, respirando fundo enquanto olhava pra mim.


    - bom. Certo. Isso foi... – olhei para o seu pau ainda duro e fora da calça, depois olhei para as marcas de batom sobre seu torso e a expressão de felicidade curvando em sua perfeita boca.


    - eu me sinto como uma criminosa deixando um rastro de evidencias pra trás – eu disse. Ele riu, olhando para o seu próprio corpo marcado.

     - eu certamente não me sinto como uma vitima de um crime – suas grandes mãos se abaixaram e manobraram seu pau de volta para dentro da cueca. – nem sei o que dizer.


    - ótimo – passei um dedo de lado da minha boca, sorrindo toda orgulhosa para ele. Justin alcançou meu cotovelo e me ajudou a levantar.


      Trabalhamos em silêncio para abotoar os botões de sua camisa, e depois alisei as mangas enquanto ele dava o nó na gravata.


      - eu estou uma bagunça? – perguntei 


   - hum... – ele murmurou, abaixando e me beijando. – muito. E eu gosto disso.


      Ele voltou a me beijar mais profundamente, abrindo os lábios, chupando e, finalmente, deslizando sua língua na minha.

    Quando terminou, ele ficou circulando um dedo em minha garganta.


     - vou me limpar – estiquei-me e beijei seu rosto antes de ir até a porta. Depois de abrir, olhei para ver se não tinha ninguém além da Sra. Palman, e corri pro banheiro.


Notas Finais


Gostaram?!

Gente, preciso perguntar: vocês gostam de capítulos grandes assim, ou tá demais? ME DIGAM, 🙏

Bjbj❤️

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