História Teacher - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi ^^

Capítulo 5 - 5


No dia seguinte, acordo com minha cabeça alterando. Levanto com uma força tirada do além, e faço minha higiene matinal.
Visto uma jeans, uma camiseta de uma banda qualquer e um moletom aberto, e sigo para a cozinha. Faço um café preto -bem forte- pego minhas coisas e saio, com as mãos no bolso da blusa e de fones.
Sigo pelas ruas que conheço tão bem, e logo chego na escola, me repreendendo assim que chego em meu armário e vejo as horas.
A aula começava só às sete, e eram seis e meia ainda. Tipo, oi?! Por que?!
Pego meus cadernos e apoio no armário, lendo uns e-mails que destacavam na caixa de entrada.
- Olá -alguém diz
Ergo os olhos, ainda sem tirar ou a baixar a música e dou um mini, minúsculo, pequeno, sorriso.
- Oi, professor-respondo, seca
-Jura que ainda vai continuar com isso? -pergunta, impaciente
-Isso o que?
Ele bufa e se aproxima, me prensando no armário.
- Até quando vai continuar fingindo que não me conhece? -pergunta baixo
- Eu te conheço? Eu realmente te conheço? -retruco no mesmo tom
Quando estava preste a responder, ouvimos risadas vindo do corredor. Ele então se afasta, e diz, entre os dentes:
-Isso não acabou
-Para mim, acabou a muito tempo-respondo, seca
Bato meu armário e passo a mão livre em meu cabelo, bufando de modo ruidoso, e sigo para a sala.
Sento na mesma carteira de sempre e agradeço mentalmente por não ter ninguém ali.



A aula se passa rápida, e sem muitos problemas. Minha manhã se resumiu em assistir aulas e mais aulas, e não intervalo, colocar o fone no máximo e fingir que eu não existia.
Quando o sinal bate, pego minhas coisas e levanto, pela primeira vez no dia. Sim, eu não levantei em nenhum momento desde que cheguei.
Ouço minhas costas estralarem e sinto uma câimbra fudida na perna, me fazendo vacilar.
Merda de coluna de velha, puta que pariu.
Sigo para casa e vou direto para o quarto, sentindo minha cabeça latejar, como aconteceu o dia inteiro.
Deito e durmo, instantaneamente.



Acordo e sinto meu estômago roncar de um modo nenhum pouco educado.
Levanto, fazendo um coque rápido e sigo para a cozinha, fazendo um prato chique e elegante, chamado miojo (a única coisa que sei fazer (e mais ou menos)).
Sento na mesa e como, vendo o instagram (N/A: @Amelie.Cervys, segue lá hehe). Acabo e limpo a bagunça.
-Nats, cheguei-An diz, passando pela porta
-Hey, girl, onde esteve?
-Ah, você sabe, pelas estradas da vida -responde tirando o cachecol e a jaqueta
-Na cama do Alex?
Alex é o caso indefinido de Ania. Eles namoraram por uns três meses, mas terminaram, porque An queria pegar o capitão do time do Colégio.
Mas até ai, Okay, a questão é que eles não conseguem simplesmente seguir em frente, eles continuam fazendo sexo como coelhos no cio.
Ela me encara com aqueles olhos verdes, como se tentasse entender como eu sabia.
Apenas dei de ombros e perguntei:
-Por que não voltam?
-Você já me perguntou isso
-Eu vou continuar perguntando isso até você dar um rumo nessa sua vida amorosa
-Natasha, querida, eu sou grandinha, sei cuidar dos meus problemas amorosos sozinha
-Diga isso para todas as vodkas que te paguei quando o viu com Janice
Janice era aquele tipo de garota escrota, que se acha, mas que não é grande coisa. Ela nem ao menos é gostosa, é só uma garota que usa roupa curta demais.
Ela fica em silêncio e da um mini sorriso.
-Tudo bem, pode ser que você esteja com razão
Dou um sorriso compreensivo e sigo para o quarto. Entro no banho e repasso os acontecimentos do dia.
E então, um ser invade minha mente.
Henrique.
Quantas vezes quis que ele voltasse. Quantas vezes quis que ele me ligasse dizendo que nada não passou de um terrível engano.
Então ele me pediria perdão, e voltariamos ao que era antes.
Mas... eu era isso mesmo que eu queria?
Tanto tempo desejando isso, mas agora, parece que isso não é o certo.
Admitir que ele entrasse na minha vida era como aceitar que as dores que sentia quando lembrava que ele namorava voltasse, era admitir que ele me magoasse toda vez que dizia que me amava.
Porque... ele não me ama.
Não quanto a ama. 


Notas Finais


Meio bad vibes ksks

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