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História Teacher? - Capítulo 4


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Notas do Autor


- Minhas imagens nunca tem haver com o cap, só coloco para não ficar sem nada.

- É, eu sei que demorei uma vida para atualizar, mas eu não tava conseguindo enviar. ;----;

- " Ai, demorou uma vida para postar para vim com isso? ", desculpa gente, eu preciso escrever esse capítulo para dar continuidade para a história.

- Não revisado, então pode haver erros de português e pontuação. :D

Capítulo 4 - Não, não faça isso...


Fanfic / Fanfiction Teacher? - Capítulo 4 - Não, não faça isso...

- É isso que você escutou. - Disse sem expressão como sempre.

- Isso só pode ser brincadeira! Vou falar com Erwin agora. - Levantei da cadeira.

- Não adianta, eu também tentei fazer ele mudar de idéia. 

- E por qual motivo isso? - Perguntei, mesmo já sabendo a resposta.

- Não é óbvio? Você é muito burro e precisa de aulas particulares para melhorar, as aulas em sala não estão sendo o suficiente. - Começou a organizar as coisas em sua mesa, que para mim, já estavam arrumadas.

- Tudo bem. - Me dei por vencido, se até mesmo ele tentou fazer o diretor mudar de idéia e não funcionou, eu que não iria perder meu tempo.

- Na minha casa amanhã, às três e meia. Sem atrasos. - Disse sério.

- Sua.. casa? - Cruzei os braços.

- Sim. - Pegou uma pequena agenda e escreveu algo no papel, logo arrancando e me entregando. - Aí está meu endereço, e lembre-se, sem atrasos. - Me olhou por uma última vez antes de voltar a organizar sua mesa.

Concordei com a cabeça, levantando da cadeira e saindo da sala. Ao sair do colégio vejo Armin parado no portão, vou até o mesmo.

- Pensei que já tivesse em casa. - Parei em sua frente, fazendo ele me olhar, já que antes estava olhando para algum ponto aleatório no chão.

- Ah, eu estava te esperando! Achei que poderíamos fazer alguma coisa hoje. - Falou sorridente.

- Tipo o quê? Quase todo dia você vai para casa e ficamos jogando video-game a tarde toda e comendo besteiras. 

- Por isso mesmo, queria fazer algo diferente. - Colocou a mão no queixo, pensativo.

- Alguma sugestão? - Perguntei.

- Hm... Podemos jogar e comer besteiras a tarde toda. - Após dizer isto gargalhou.

- Você não é nada criativo.

- Não tenho culpa se isso já virou rotina. - Confessou. Realmente já tinha virado rotina, mas não significava que era ruim.

- Ok, ok. - Sorri e comecei a caminhar até o ponto de ônibus, juntamente com o loiro.

Não trocamos mais uma palavra, apenas fizemos nosso trajeto até minha casa.

- Pegar ónibus todo dia cansa. - Murmurou ao entrar.

- Muito. - Concordei.

- Então, o que vamos fazer para comer hoje? - Disse indo para a cozinha.

- Brigadeiro? - Arrisquei.

- Boa! - Concordou levemente com a cabeça e vou abrindo todas as portas do armário.

- Não seria melhor perguntar onde estavam as coisas? - Subi as escadas e fui para o meu quarto, sem esperar uma resposta. Deixei a mochila em cima da cama e voltei para onde Arlet estava.

- Respondendo a sua pergunta, não. Não foi difícil encontrar os ingredientes. - Apontou para a mesa, vi todas as coisas que iria precisar para fazer o doce.

- Pode deixar que eu faço, vai logo tomar banho. - Sua voz soou brincalhona.

- Ah, tudo bem. - Eu estava todo cheio de suor, por isso só aceitei.

Subi para o meu quarto e tomei um banho de água gelada, colocando uma roupa confortável e descendo outra vez para o primeiro andar.

- O cheiro está muito bom, já está pronto? - Perguntei entrando na cozinha, encontrando o loiro sentado em uma cadeira que alí havia.

- Sim. - Levantou da cadeira. - Só precisa esfriar agora.

- Ok, obrigado. Vai tomar banho, deve ter alguma roupa sua por aí, da última festa do pijama. - Disse voltando para sala e pegando o controle da TV, me sentando no sofá.

- Está bem. - Murmurou indo para o andar de cima.

Armin quase morava aqui, ele vinha quase todo dia e passava a tarde aqui, tinha vezes que até dormia comigo, eu considerava ele um irmão. Fui passando os canais da TV e não achei nada que me parecesse legal. Logo ouço passos e me viro para trás.

- Vai ser o mesmo de sempre? - Quis apenas confirmar.

- Se você não quiser outro, sim. - Armin gostava muito do jogo, por isso quase sempre que ele vinha aqui jogávamos.

Fiquei feliz por ele não ter tocado no assunto de Zeke...

- Então pegue o brigadeiro, porque dessa vez eu vou te ganhar. - O filha da mãe ainda de gostar do jogo era muito bom.

- Vai sonhando. - Disse divertido, indo para a cozinha.

Fui até na TV e coloquei o jogo, pegando os controles.

- Vamos? - Deixou o prato com brigadeiro no braço do sofá.

- Claro. - Passei um dos controles para ele e começamos a jogar.

.

.

.

- Não... Poxa, Armin. - Bufei ao perder mais uma partida, já estávamos jogando faz um bom tempo, e eu estava perdendo.

- A culpa não é minha se sou bom. - Disse convencido.

- Eu ainda vou te ganhar. - Falei confiante, levantando do sofá e indo deixar o prato vazio na pia, o prato que antes estava cheio de brigadeiro.

- Pode tentar. - Riu.

- Nossa, já é bem tarde, nem percebi. - Olhei o relógio que tinha na cozinha e vi marcando 18:32.

- Nossa! É verdade, eu preciso ir para cuidar do meu avô. - Se levantou do sofá e veio até mim.

- Eu sei, melhor ir logo, hein. - Brinquei e o abracei quando ele chegou perto de mim.

- Eu já vou, amanhã nos vemos, certo? 

- Sim, amanhã eu vou. - Garanti, fazendo ele suspirar e sair, não antes de se despedir.

Voltei para o cômodo que antes era ocupado por nós dois e desliguei a TV. Arrumei o sofá e fui para o meu quarto, não tinha muitas coisas para fazer, então fui dormir.

.

.

.

- Eren?! - Acordo assustado, escutando meu nome sendo chamado pelo corredor.

- Não, com certeza isso não pode está acontecendo. - Sussurei me afundando mais na cama.

- Eren, irei contar até três, se não estiver na minha frente nesses segundos vai ser pior. - Escutei a contagem sendo começada.

Respirei fundo, levantei da cama e saí do meu quarto.

- Bom menino. Venha aqui! - Meu irmão disse autoritário, abaixei a cabeça e andei até ele.

- O que fez hoje, irmão? - Sua voz soou amável, como não o respondi, ganhei um tapa no rosto. - Não foi uma pergunta retórica.

- Nada... - Sussurei.

- Mentira! Sei que trouxe Arlet aqui, e eu já disse que não gosto de te ver com ele! - Gritou em meu rosto, logo sinto meu rosto arder novamente, não, eu não ficarei calado.

- Você não gosta de me ver com ninguém! Porque não cuida da porra da sua vida de merda e deixa a minha em paz?! - Gritei dando um passo para frente, ele me olhou surpreso, mas logo começou a rir.

- Irmãozinho, está muito desobediente, precisa de disciplina. 

- Não toque em mim! - Exclamei ao ver ele se aproximar.

- Repita o que disse! - Puxou meu cabelo e bateu minha cabeça na parede do corredor. - Vamos, repita.

- C-cala a boca. - Senti minha visão ficar turva por breve segundos, logo voltando ao normal.

- Você está muito desobediente... Precisa de uma lição. - Bateu minha cabeça novamente na parede, senti um líquido quente descer dela, não liguei. Tentei me soltar de sei aperto, mas foi em vão.

Ele me puxou pelo cabelo até a porta de seu quarto, o olhei assustado e implorei com o olhar, ele apenas olhou para mim e sorriu, entrou no quarto e me jogou na grande cama que havia no cômodo.

- Por favor, não. - Implorei, me encolhendo na cama.

- Sinto muito, mas você foi um menino muito mal. Tire a roupa. - Ordenou.

- Não. - Coloquei a mão na testa, vendo ela ser sujada pelo líquido vermelho.

- Eu disse para tirar a roupa! - Veio até mim e me deu um soco no estômago, foi tão forte que eu fiquei alguns segundos sem oxigênio.

Senti meu olhos se encherem de água e comecei a me despir, vendo seu olhar satisfeito sobre meu corpo.

- Oh! Essas cicatrizes ficaram tão lindas nas suas costas. - Não olhei para ele, apenas continuei e tirar minha roupa com a cabeça baixa. - Você tem um corpo maravilhoso, será um prazer te castigar novamente - Solucei.

- Não, não faça isso... - Abracei meu próprio corpo, tentando acalmar minha respiração.

- Você foi um menino tão mau, eu não queria fazer isso, mas você precisa aprender uma lição. - Tirou o cinto de sua calça. - Fique de barriga para baixo na cama. - Assim fiz.

Logo senti a ardência em minhas nádegas, ele tinha começado a me bater. A cada cintada eu gritava mais de dor, pedia para ele parar, mas o mesmo apenas ria e continuava. Até que ele parou, respirei fundo sentindo o travesseiro molhado pelas minhas lágrimas.

- Vamos no divertir, ver sua bunda toda vermelha me deixou excitado. - Não tive coragem de me virar para ver seu olhar nojento.

Não disse nada, eu não tinha o que dizer, eu apenas aceitei outra vez. Ouvi o som de sua calça cair no chão, sentindo ele tirar minha peça íntima e vim para cima de mim. Senti ele me penetrar de uma vez.

- Ahh! - Gritei de dor.

- Geme, sua vadiazinha. - Começou a estocar em mim, me rasgando.

Continuei calado, apenas soltando alguns suspiros pela dor, eu sentia ele me rasgar por dentro, Zeke apenas gemia em meu ouvido, ele era um ser desprezível.

- Oh! Você é tão bom. - Gemeu em meu ouvido, aumentou a velocidade das estocadas, a dor era quase insuportável, eu respirava com dificuldade, mas senti um líquido descer, um líquido quente de mim, obviamente era sangue.

Ele continuou até dar um último gemido de prazer e me virar de barriga para cima, saindo de dentro de mim e gozando em meu rosto e corpo, me senti sujo.

- O que foi? Não gostou? - Perguntou sarcástico.

- Você é um ser desprezível. - Usei todo o ar dos meu pulmões na frase, sentindo meu corpo inteiro doer.

Ele me olhou com raiva, ia chegar perto de mim, mas parou.

- Você que é desprezível, já olhou para o próprio corpo? Está nojento. - Me olhou divertido e saiu do quarto, antes vestiu suas roupas.

Repito mentalmente que faltava pouco para acabar esse inferno, não consegui segurar as lágrimas, comecei a chorar, não conseguindo nem abraçar meu próprio corpo, eu estava com nojo, nojo de mim.


Notas Finais


- Ficou pequeno, eu sei. Me desculpem por isso, prometo um maior na próxima.

- Estou com pena do Eren, mas as coisas irão ficar mais interessantes a partir de agora. •w•


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