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História Teacher's Pet - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Oi meus amores! Como vocês estão? Espero que bem...trago mais um capítulo pra vocês. Peguem o copo de água e segurem as calcinhas.

Considerações nas notas finais!
Kissus!

Capítulo 11 - Limits


Frank Iero estava apavorado.

Acendia o terceiro cigarro seguidamente, sem se dar conta do curto intervalo de tempo em que o último fora deixado sobre o cinzeiro. Seus olhos estavam petrificados, fixados nas paredes brancas do apartamento do Sr. Way, enquanto o rosto de Ian iluminado pela luz vermelha de neon do clube piscava em sua cabeça, como um lampejo perturbador de um pesadelo recente.

- Ele não sabe sobre nós. Ele não sabe. - Frank repetia debilmente. Não para o Sr. Way, mas para si mesmo. Para convencer a si mesmo. 

Gerard se mantinha sentado de frente para ele, com os dedos entrelaçados sobre os joelhos. Sua expressão também era de pavor, mas ele estava visivelmente muito mais tranquilo do que Frank. Sua respiração sobressaía calma e paciente. Entretanto quando ele abriu a boca sua voz soou grave e alarmante. 

- Eu não sei como...Eu nunca tinha visto esse idiota no clube antes. Ele te disse que iria até lá? Você disse algo sugestivo? Você disse algo sobre mim? Sobre eu e você?

Frank sacudiu a cabeça negativamente para todas as perguntas. 

- Não, não. - Bufou com irritação, descansando o cigarro no cinzeiro. Seus dedos tremiam. - Ele não sabe de nada. Acho que foi só coincidência. Agora, por favor, eu não quero mais falar sobre isso.

Gerard olhou fundo dentro dos seus olhos, inspecionando-os. E após uma longa pausa, ele respondeu.

- Entende por que usar a máscara era importante? E se você estivesse sem ela? Estaríamos em pânico agora.

Frank odiava como ele soava prepotente, como se toda razão do mundo fosse sua. Ele suspirou fundo e aceitou o sermão que se seguiu. Embora aquilo tudo o irritasse, Gerard tinha razão. Se ele estivesse sem a máscara poderia ser muito mais arriscado. Provavelmente Ian não o tinha visto. Poderia ter reconhecido Gerard, mas não ele. Isso era improvável. E ele estava paranóico e devia se acalmar.

- Ele não me viu. Eu tenho certeza. - Frank concluiu. Os olhos buscando contato visual com Gerard, buscando apoio. - Pode ter visto você, mas isso não importa, não é?

- Não. - Gerard sacudiu a cabeça em negação. O semblante assumindo uma severidade, que se acentuava ainda mais diante da escuridão da sala de estar. Apenas a luz da lua se fazia presente no recinto, atingindo um quarto de sua face. - De qualquer forma, eu deveria ter me atentado mais.

- Não foi culpa sua. - Frank suspirou fundo, encarando seu professor com compaixão. - Essas coisas acontecem...

- Eu deveria ter me planejado melhor. Eu deveria ter entrado primeiro e depois pegado você. Acho que levá-lo lá foi um erro. Acho que tudo isso é um erro. Frank, não podemos continuar com isso.

Frank paralisou. E ele encarou o Sr.Way, em completa indignação. Sua garganta se apertou de tal forma, que ele não pôde respirar corretamente. Seus batimentos cardíacos aceleraram e ele teve a sensação de que o chão aos seus pés havia desaparecido.

- Mas... - Sua voz foi um murmúrio rouco, interrompido pela pontada no peito causada pelo choro reprimido.

Gerard não conseguiu encarar seu aluno nos olhos. Ele viu o semblante de Frank se transformando em angústia, o desespero em sua voz, e ele não pôde suportar aquilo. Então encarou os próprios pés ocultos pela escuridão da noite, sem conseguir fazer qualquer outra coisa. No mesmo instante, sentiu o ímpeto de Frank se aproximando.

Ele afastou a mesa e se ajoelhou aos seus pés. As mãos pousaram suplicantemente em seus joelhos.

- Sr.Way... Por favor... Não foi sua culpa. E ele nem me viu, eu tenho certeza! Não se sinta culpado por toda essa merda, não tinha como prevermos isso...

- Você não entende! - A voz de Gerard sobressaiu com um grito ensurdecedor, desesperado. E involuntariamente suas mãos voaram até os ombros de Frank, segurando-os com força. - Nós nunca deveríamos ter começado com isso. Você é meu aluno, eu sou o seu professor. Onde eu estava com a cabeça? Isso não é certo, isso não pode acontecer mais... Será que você não entende isso?

O lábio inferior de Frank havia se afrouxado. O pranto que ele tentara inutilmente barrar agora sobressaía silencioso de sua garganta. O avelã de seus olhos estava enublado pelo fio de lágrimas que começava a se acumular.

- Mas...Você disse que eu...Iria conhecer o seu mundo...E que faria uma escolha... E que... - E ele foi incapaz de continuar. Apertou os lábios numa linha firme, tentando não soluçar. Agora havia lágrimas por todo o seu rosto, escorrendo desenfreadamente. - Por acaso você está me testando? Isso é mais um dos seus testes estúpidos? 

- Você não entende! - Gerard repetiu. A voz agora mais controlada, mais fria. - Não, não é um teste. Nós não podemos continuar com isso. É arriscado demais. É errado e imprudente. Esqueça tudo que eu disse sobre...nós.

Frank suspirou firme, tentando se recompor. Arqueou os joelhos e num ímpeto avançou sobre o Sr.Way, posicionando-se em seu colo. As mãos voaram até a sua nuca antes que ele pudesse detê-lo, e num movimento ágil, Frank uniu-os num beijo cheio de súplica e desespero. 

Porém apenas ele quem movia os lábios, a língua, as mãos. Gerard se mantinha paralisado como uma pedra. 

E Frank insistia. Friccionando o corpo contra o do seu professor com urgência, agarrando em seus cabelos, implorando por um mínimo toque, uma resposta, algo que fizesse aquele desespero descomunal sair de dentro dele. Algo que quebrasse aquela barreira de gelo que o Sr.Way colocava entre eles.

E logo Gerard reagiu. A mão direita pousando sobre o peito de Frank, detendo-o, tentando afastá-lo com sutileza...Enquanto a outra se mantinha em seu ombro.

Em vão.

Porque Frank insistia com ainda mais vigor. E Gerard podia sentir as lágrimas quentes dele contrastando com sua frieza, e seus lábios movendo de forma hostil nos seus, implorando silenciosamente para que ele correspondesse. Como um pequeno parasita, que se recusava em abandonar o seu hospedeiro.

- Chega! - Gerard gritou sem ar, quando numa fração de segundos, Frank cedeu. Seus narizes se tocavam e eles se encaravam, em meio a todo conflito.  - Nós não podemos, chega! Eu não quero. Eu não quero beijar você.

- Eu também não queria, quando você me puniu. - Frank protestou com raiva. Os dedos se movendo da nuca de Gerard para o seu pescoço. O corpo novamente friccionando-se ao dele. - E eu sei que você me quer, Sr.Way. Nós já estamos fodidos, pra quê se importar? - E sua outra mão deliberadamente escorregou pelo corpo dele, atingindo o cós de sua calça, onde seus dedos fizeram pressão. 

Gerard sentiu o corpo vibrar com aquele toque, com aquelas palavras, com a súplica contida no olhar de seu aluno. E imediatamente seus sentidos reagiram. E ele viu a prudência lentamente se afastar, quando se pegou completamente enrijecido em sua cueca.

- Não, eu não quero. Você não pode decidir por mim. - Ele falou com autoridade. Seus lábios tremendo, a respiração atribulada e quente de Frank umedecendo a sua face. - Eu não quero mais.

- Não é o que seu corpo diz. - Frank ofegou, antes de novamente forçar um beijo. Sua mão fazendo mais pressão na ereção de seu professor, apertando, insistindo. - Seu mentiroso.

Gerard, então, completamente seduzido, se deixou levar. E avidamente escorregou a língua para dentro da boca de seu aluno, correspondendo ao beijo com hostilidade. As mãos que antes os detinham, agora escorregaram para dentro de sua camiseta e acariciaram as suas costas, as suas vértebras, os seus quadris. Longe de serem carícias gentis, seu toque era agressivo e animalesco. Ele apertava a pele de Frank com brutalidade, querendo marcar, descontar ali toda a sua raiva por estar naquele estado de completa excitação, onde ele não podia pensar com clareza.

Frank soltou um grunhido contra a boca de seu professor, ao sentir a aspereza de seus toques. Porém ele se sentia triunfante por estar conseguindo o que queria. E sem pestanejar, seus dedos adentraram pelo zíper da calça dele, alcançando o seu pênis desnudo e enrijecido. Ao tocar a glande com o polegar, Frank notou ali o pré sêmen se acumulando, e se sentiu ainda mais radiante.

Uma das mãos de Gerard subiu por suas costas e foi de encontro com seus cabelos, arrastando-os com agressividade. E os lábios se moveram na direção contrária, obrigando Frank a se acostumar ao novo ritmo para o qual o beijo caminhava. Agora era Gerard quem assumia o controle de tudo. 

- Era isso que você queria, não era? - Ele perguntou, quando o beijo foi quebrado, porque ambos clamavam por ar. Os dedos fazendo mais pressão nos cabelos de Frank. - Responde, sua cadela...Porque eu vou te foder até você perder a noção. 

- Sim. E você prometeu que me compensaria. - Frank gemeu de volta, sentindo o corpo queimar, pela excitação que o circundava. Seu pênis latejava na cueca. Ele também se encontrava desperto... E amedrontado pelas palavras de Gerard, pelo sadismo que faiscou em seus olhos, quando ele disse aquilo.

A mão livre de Gerard então deslizou audaciosamente pelas suas coxas, encontrando caminho até a sua ereção. E com hostilidade ele apertou o seu pênis, fazendo Frank urrar de dor. Em seguida, puxou seus cabelos com força para baixo, ao aproximar os lábios de sua orelha.

- Eu vou te compensar, porque eu cumpro com minhas palavras. Você não precisa me lembrar disso, sua puta malcriada.

E antes que Frank pudesse raciocinar, Gerard jogou seu corpo contra o sofá. As mãos logo avançando sobre suas roupas, tirando-as, desnudando-o completamente. Frank estava de bruços e pôde sentir as calças e a cueca serem arrastadas para baixo num único movimento. E seu medo se intensificou ainda mais. Ele não sabia o que Gerard iria fazer. E ao mesmo tempo que o pensamento o excitava, fazendo seu pênis latejar ainda mais, isso também o assustava.

Quando ele se viu completamente nú, o medo só fez crescer e aumentar, como uma sombra negra se expandindo. Agora seu professor não estava mais em seu campo de visão. Ele havia ordenado que Frank permanecesse imóvel naquela posição e caminhado até um cômodo próximo. Em seguida, retornara com algo em mãos. Quando Frank tentou expiar o que era, erguendo minimamente a cabeça, ele recebeu um tapa violento contra o rosto e foi obrigado a pedir perdão.

- Sem pressa, sua putinha. - Gerard riu. Um riso seco e sem humor. E no instante seguinte uma luz foi acesa, clareando parte do recinto. - Como eu disse, você terá sua recompensa.

Frank permaneceu calado. O rosto ainda dolorido pelo açoite de Gerard. Ele ouviu o barulho de algo sendo destampado, e logo em seguida, um líquido frio se contrastar com a pele de suas costas. Ele protestou baixinho pelo choque que isso causou, e embora a curiosidade o matasse por dentro, insistindo para que ele virasse a cabeça e olhasse, ele não queria levar outro tapa violento na cara.

Tudo ficou mais claro, quando um aroma absurdamente delicioso de essência de sândalo preencheu o ar. E Frank sentiu o óleo sendo espalhado pelas suas costas pelas mãos grandes e habilidosas do Sr.Way. O choque produzido pelo seu toque foi muito mais poderoso do que o anterior. E Frank quase gemeu. Uma quentura se manifestou em seu estômago, enviando espasmos diretamente para o seu membro.

Gerard iniciou uma massagem lenta e delicada. Seus dedos experientes se movendo em sincronia pelos ombros estreitos de Frank, pelos músculos de suas costas. Aquilo era relaxante e prazeroso na mesma intensidade. O garoto podia jurar que via estrelas. Sua pele tremia ao mínimo roçar dos dedos de seu professor.

Mais óleo foi colocado. E agora as mãos de Gerard desciam através de sua vértebra e se deslocavam para sua cintura, moldando os seus ossos, como se ele estivesse esculpindo algo. Seu toque era artístico e sensual. E produzia sensações cada vez mais profundas em Frank, que sentia um misto de relaxamento e prazer circundá-lo, e uma série de arrepios atravessá-lo com força. Sua pele queimava e derretia diante do toque de seu professor, como se Frank fosse feito de açúcar. Ele vibrava quando sentia os toques se intensificando, descendo, subindo, num ritmo lento e constante.

- Sr.Way... - Frank choramingou, sem poder se conter, quando as palavras se romperam de sua garganta. Agora as mãos de Gerard exploravam a sua lombar. Os dedos experientes dedilhavam pela região onde estavam eternizadas as tatuagens de armas, obrigando seus músculos a se contraírem. A quentura se expandia cada vez mais em seu estômago, e ele sentia que a qualquer momento poderia ejacular.

O cheiro afrodisíado de sândalo preenchia totalmente o ambiente. Gerard assistia com deleite o garoto estremecer diante de sua massagem, e se pegava com um sorriso sádico se estendendo de orelha a orelha. Seus olhos percorriam pela curvatura perfeita das nádegas de Frank, com admiração e desejo, e ele quase salivava. Quando levou suas carícias até aquela região, espalhando bastante óleo ali, e logo empregando as mãos para auxiliá-lo, o garoto pareceu ter um colapso e o corpo dele reagiu imediatamente, tremelicando por inteiro.

Gerard sorriu com os olhos e continuou. As mãos em palmas expandindo as carícias pela bunda de Frank. A pele sensível e ainda marcada pelos seus açoites tremendo diante do calor de seu toque. Ele ousou mais e apertou as duas nádegas, separando-as brevemente, sentindo a flacidez da região e o óleo auxiliando seus dedos a deslizarem com mais facilidade. Diferentemente de suas costas, ali estava muito mais quente. E ele amou isso.

- Sua bunda é tão linda... - Murmurou. E os dedos se guiaram até as laterais das nádegas do garoto, moldando a região macia e flácida com um apertar suave. 

Frank já não podia conter os seus gemidos e nem os movimentos involuntários de seu corpo. Ele havia fechado os olhos e agora sentia tudo com mais intensidade. Embora não pudesse ver, o pensamento das mãos poderosas do Sr.Way massageando a sua bunda, apertando a carne com vontade, o enlouquecia. E ele se pegava se contorcendo, tremendo, em puro êxtase e relaxamento.

Gerard se demorou ali. As mãos audaciosamente massageando as polpas da bunda de Frank, apertando, marcando. Ora fazendo isso com as palmas abertas, ora apenas com a ponta dos dedos. Vez ou outra levando suas carícias até a linha de suas coxas e depois subindo de novo. Sem poder se segurar mais, ele novamente separou suas nádegas, e deslizou o indicador pelo seu íntimo. A digital roçando no orifício foi o suficiente para fazer o corpo de Frank se arquear, e um gemido arrastado e agudo se romper de sua garganta.

Gerard introduziu o dedo então. E começou a penetrar, no começo devagar, e depois com mais audácia. Frank gemia enlouquecidamente e se empurrava contra seu dedo. Obrigando Gerard a acrescentar outro, e mais outro, até ter três dedos completamente introduzidos dentro dele.

Frank sentia espasmos cada vez mais violentos em seu interior, nos pontos sensíveis que os dedos de seu professor atingiam. E o pensamento de levar a mão até o seu pênis era tão incontrolável, que ele quase cogitava pedir para que Gerard o deixasse fazer isso.

Porém Gerard quem controlava as coisas. E a cada vez que Frank fazia um movimento mais audacioso, sua bunda era açoitada com um tapa.

Quando Gerard por fim tirou os dedos de dentro dele, Frank achou que finalmente ele usaria outra coisa para penetrá-lo. E de fato ele usou, mas não foi o pênis, e sim a língua.

- Deixa eu lamber tudo, sua putinha... - Seu professor ordenou, e Frank sentiu a respiração dele umedecer a sua lombar, antes de sua língua descer lenta e arrastadamente pela região e ir de encontro com seu orifício.

Frank ficou envergonhado com aquela ação inesperada. Ninguém jamais havia feito isso. E ele nunca havia feito em ninguém...

- Sr. Way... - O garoto gemeu, já sem forças para suportar tanto prazer. A língua habilidosa de Gerard começou a explorá-lo naquela região tão íntima, com cada vez mais intensidade. Logo os estalidos produzidos por sua boca começaram a se espalhar sonoramente pelo ar e Frank enlouqueceu. 

Gerard o lambia com deleite, sem nenhum pudor. E Frank se pegou tão excitado com aquilo, que já não podia mais se controlar. E em vez de gemer, ele choramingava. Lágrimas agora desciam pela sua face, mas não por conta do desespero como havia sido anteriormente, e sim porque ele não podia suportar sentir tanto prazer.

Tanto que doía. E parecia insuportável.

A vontade de levar a mão ao pênis agora era quase irrefreável. E Frank se sentia cada vez mais perto de seu orgasmo. Seu corpo tremia e sua respiração estava ofegante. A quentura em seu estômago era quase insuportável, quando Gerard inesperadamente se afastou e pediu que ele se virasse. 

Frank obedeceu. Suas bochechas queimando pelo rubor que se espalhou rapidamente por elas, quando ele encarou seu professor diretamente nos olhos.

Gerard sorria. Sádica e satisfatoriamente. 

Se munindo de mais da essência de sândalo, agora ele levou suas carícias até o seu peito. Os dedos roçando nos mamilos de Frank, espalhando o óleo pela região. Fazendo o garoto fechar os olhos, em repleto êxtase, e gemer o seu nome. E então Gerard ousou mais. Deslizando as mãos em palmas abertas pelos seus ombros, estreitou a distância entre elas até chegar ao seu pescoço, o suficiente para apertá-lo com força.

Frank abriu os olhos. E ganiu. O ato era totalmente estranho, mas muito prazeroso. Os dedos de Gerard se apertaram mais ao redor de seu pescoço, sufocando, e ele esteve a beira do orgasmo com o ato. A sensação do ar ficando cada vez mais distante, da dor, do relaxamento se intensificando, obrigou Frank a cerrar as pálpebras prazerosamente. Ele sentia seus sentidos cada vez mais distantes, quando Gerard inesperadamente parou. E as mãos se afastaram de seu pescoço, libertando-o, e descendo do seu peito para sua barriga.

Frank protestou com um grunhido, quando Gerard se muniu de mais essência, agora espalhando o óleo pelo seu ventre.

- Se continuássemos, você iria desmaiar. - Ele esclareceu. As mãos deslizando pela barriga de Frank em palmas abertas, provocando arrepios sublimes. - Para tudo há limites. Nesta noite nós descobriremos os seus.

Frank aceitou aquilo silenciosamente e fechou os olhos de novo. Suas pálpebras drapejando...seu corpo novamente tremelicando. Ainda mais quando as carícias de Gerard ficaram mais intensas. Ele levou as mãos às laterais de seu corpo, e lentamente, deslizou-as para sua pélvis, paralisando ao se aproximar de seu baixo ventre.

Frank arqueou a cabeça para trás e gemeu. E isso foi combustível para que Gerard cobrisse sua mão de mais óleo e a guiasse até o seu pênis, completamente enrijecido. 

Frank agora tinha certeza de que iria ejacular. Se já era insuportável antes, agora era ainda pior. Ter o seu pênis tocado por outra pessoa era certamente mais prazeroso, do que quando ele próprio o fazia. Entretanto ter seu pênis tocado pelo Sr. Way, seu professor de matemática e amante, era mais do que prazeroso, mais do que extasiante. Ele jamais poderia definir as sensações.

Ainda de olhos fechados, Frank sentiu a súbita aproximação de Gerard. E o toque de sua boca agora tocar o seu mamilo direito, trancando os lábios em torno dele, sem interromper a massagem em seu pênis. Frank apertou mais os lábios e gemeu. A essa altura ele se perguntava se havia algo, sexualmente falando, no que aquele homem poderia não ser bom. Tudo que ele fazia era absurdamente prazeroso.

Seu professor deslizou a boca pela sua barriga, iniciando uma série de beijos pela região. A mão ainda trabalhando em seu pênis, agora masturbando-o freneticamente. Frank novamente foi sucumbido por ondas de prazer cada vez mais satisfatórias, e começou a gemer, tanto, que ele não podia discernir se eram gemidos ou gritos. 

Quando os lábios de Gerard atingiram o seu baixo ventre, beijando as tatuagens de pássaros eternizadas ali, ele paralisou. Sabia o que estava prestes a vir e não queria perder nenhum segundo daquilo. Então abriu os olhos, extasiado, enxergando a boca de seu professor se encaixar em seu pênis, substituindo as mãos dele. Seus olhos glaucos, daquele verde inconfundível, o atingiam com malícia e devoção.

Nos próximos segundos Frank foi circundando por um prazer indescritível. A boca do Sr.Way era quente e molhada, e seus movimentos demorados. Ele o chupava com satisfação plena. A língua se demorando em sua glande, sugando o líquido do pré semên acumulado ali, e depois deslizando por todo corpo de seu pênis até os seus testículos. Logo seus lábios faziam este mesmo percurso, levando Frank à loucura.

Enquanto Gerard o deliciava com suas sucções, suas mãos se moviam pela sua barriga, pelos seus quadris, massageando a pele oleosa, que brilhava diante da luz, com possessividade e fúria. 

Frank sentia cada vez mais a região do estômago queimar, se contrair, e quando a sensação ficou insuportável, ele apenas inclinou a cabeça para trás e relaxou. Cada parte de seu corpo se desintegrando, quando seu orgasmo veio. 

Gerard engoliu todo seu esperma quente com satisfação. E a visão de sua língua deslizando pelos seus lábios, pegando todo e qualquer vestígio acumulado ali, fez Frank sorrir com deleite. 

Ele mal aproveitara do momento pós orgasmo, quando repentinamente, seu professor se aproximou de novo. Ele tirara sua camisa preta cirrê, a jaqueta, e agora se desfazia das calças com urgência. Frank capturou cada segundo de sua nudez se materializando diante de seus olhos, admirando o quanto seu professor era belo, o quanto o corpo dele era atraente. Ainda mais quando sobreposto ao seu. Quando viu a ereção de Gerard ele não pôde deixar de inclinar um sorriso malicioso em sua direção.

A expressão de Gerard era severa. E encarando Frank nos olhos ele se aproximou de seu rosto. E sem dizer uma única palavra, agarrou sua cabeça com força, guiando-a num movimento brusco em direção ao seu pênis.

Frank mal teve tempo de respirar, antes que o Sr.Way se encaixasse em sua boca e começasse a mover os quadris freneticamente. E diante do ato repentino, o garoto arregalou os olhos, se apoiando com as mãos em suas coxas, iniciando os movimentos de sucção.

Porém era Gerard quem controlava as coisas. E ele deixou isso claro ao agarrar na parte de trás da cabeça de Frank, imobilizando-o de mover-se.

E à seu modo ele entrava e saía de sua boca, ao seu próprio ritmo, bruto e animalesco. Grunhidos se rompiam de sua garganta. Palavras chulas. Frank não tinha qualquer autonomia. Sua boca era um buraco, que o Sr.Way utilizava para o seu próprio deleite. 

Em dado momento, Gerard afastou-se, e Frank pôde finalmente respirar. Ofegante, ele inclinou a cabeça para baixo, sentindo uma enxurrada de saliva ir em direção ao chão. Ele esperava que Gerard não se importasse com isso. Mas antes que pudesse desculpar-se ou retomar o fôlego sua cabeça foi pousada numa das laterais do sofá. E ele assistiu, de cabeça para baixo, seu professor se aproximar de novo. Desta vez apoiando-se em seu peito, e urgentemente encaixando-se em sua boca. 

Frank apenas pôde acostumar-se a sensação de seu professor entrando e saindo de sua boca, agora de forma muito mais frenética e veloz. O Sr.Way orientou que ele respirasse pelo nariz, e Frank se esforçou para fazê-lo. Ele já sentia a habitual sensação de desconforto e sufoco, ao ter a garganta completamente preenchida. Os testículos de Gerard batiam contra a sua face, e isso só aumentava a sensação de sufoco. Frank sabia que aquilo era uma espécie de dominação. Ele era dominado, reduzido à um buraco, e não podia fazer nada a respeito. Isso o excitava de uma maneira descomunal, fazendo com que seus sentidos fossem mergulhados naquele prazer ainda desconhecido por ele, de estar em completa submissão aos desejos de um outro alguém.

- Você gosta disso? - Gerard perguntou, sabendo que Frank estava incapaz de responder. Tudo que ele fez foi inclinar os olhos em sua direção e precariamente assentir. - Uh? Eu vejo em seu olhar faminto, cadela... - E com essas palavras, as mãos dele fizeram mais pressão em seu peito. A perna se levantou e se apoiou ao lado de sua cabeça, ao que ele se moveu mais, e mais depressa.

Gerard fechou os olhos e se concentrou na sensação do estômago pegando fogo. Socava na boca do garoto sem se importar com o desconforto que causava, ou com qualquer outra coisa, que não fosse o corpo vibrando com as ondas de prazer que o acometiam. Ao olhar para baixo ele via as lágrimas nos olhos de Frank, a saliva se acumulando ao redor da boca dele, e o peito subindo e descendo de maneira inconstante. Isso fez Gerard desabrochar num arrepio violento, e um prazer descomunal envolver os seus sentidos. E antes que seu orgasmo viesse, refreou-o, se retirando rapidamente e libertando Frank.

Sem fôlego, Frank novamente inclinou a cabeça para baixo, e uma nova onda de saliva saiu de sua boca. Ele respirou e tossiu, sentindo sua garganta arder. Quando se recompôs, notou seu professor agora subindo no sofá e se aproximando dele. Seus olhos verdes, onde ardia luxúria e excitação, o encarando fixamente.

- Fica de quatro, sua puta. - Ele ordenou, ainda ereto. E Frank imediatamente obedeceu, sentindo o poder naquelas palavras firmes e imponentes. - Quero comê-lo nesta posição. 

Ele mal se posicionou no sofá, quando sentiu sua cintura ser bruscamente arrastada por mãos poderosas, e num segundo, o Sr.Way introduzir-se dentro dele, encaixando os seus corpos, sem qualquer preparação.

Frank berrou. Todo o seu corpo desintegrou-se pela dor absurda que acometeu os seus sentidos. E ela só se intensificou, com as investidas bruscas e violentas que se seguiram, solavancando suas entranhas. Então apoiou-se como pôde no sofá, enfiando a cabeça entre as almofadas e arqueando o corpo, como se aquilo fosse diminuir o desconforto.

Gerard enlouqueceu com a visão de seu aluno empinando-se e contraindo o corpo. Aquelas nádegas firmes se encaixando tão bem em seu pênis, tremulando ao impacto de suas investidas, e vindo bruscamente de encontro com suas coxas... Fazia seus instintos gritarem por poder, por dominância. E então empurrava-se para dentro dele de maneira desvairada, observando o movimento de sua bunda, da pele reluzindo diante da parca luz, ganhando um brilho diferente, por conta do óleo e do suor, que escorria em gotas pela sua lombar.

Frank era tão lindo. E tinha o corpo perfeito. De um tipo que não era grosseiro, mas formoso e delicado. E havia aquelas tatuagens, que Gerard amava, apesar de não gostar ao ver em outras pessoas, de achar estúpido. Em Frank era excitante, sensual, e admirá-las durante o ato o excitava tanto, que ele nunca poderia exprimir em palavras. Ele olhava para o corpo desnudo do garoto, e não podia refrear o sentimento que o dominava, em imaginar que naquele momento em que o possuía, ele era seu, e somente seu. 

- Meu... Meu... - Gerard jogou a cabeça para trás, fechando os olhos com firmeza, e sentenciou. Sem nem se dar conta de que dissera aquilo em voz alta. Suas mãos então escorregaram para os quadris de Frank, apertando com possessividade. - Eu nunca vou deixar você ir embora... - E então enfiou-se nele com profundidade. Sentindo seu interior estreitar-se, e uma pressão prazerosa envolver o seu pênis, os seus sentidos, enviando ondas de êxtase por todo o seu corpo.

Frank soluçou e queixou-se, implorando para que fosse mais gentil, para que não o machucasse, porque ele não aguentaria...

- Você pediu por isso. - Gerard gargalhou. Sua voz sobressaindo num gemido profundo. A mão afastando-se da pele de Frank, para unir-se novamente, num tapa certeiro, bem na nádega direita. - Você pediu, sua cadela. Eu não estou sendo bom o suficiente? 

- Sim, Sr.Way... - Frank gemeu sofregamente em resposta. Doía tanto, tanto. O prazer doía, não o ato de sentir a dor, porque ela era a causa do seu prazer. - É claro que está... Você não faz ideia do quanto...Oh...

Gerard sabia que Frank precisava daquilo. Precisava sentir-se humilhado, degradado, reduzido à nada. Era parte do jogo. Ele jamais faria algo para verdadeiramente machucá-lo.

- Então diga-me, eu devo parar? - Way continuou, imobilizando-se por um momento. Seu peito descendo e subindo rápido, por conta da respiração acelerada. - O pirralho não pode suportar um pau de 20 cm em sua bunda, sem chorar?

A resposta de Frank foi silenciosa. Ele apenas jogou a cabeça para trás e requebrou os quadris. O ato fazendo seu professor soltar um gemido fino, arrastado. E ciente de seu poder o fez de novo, de novo, por diversas vezes... Encaixando a bunda em seu pênis e desencaixando, apenas para vê-lo fragilizar-se daquela maneira, diante do prazer. Suas nádegas se contraindo, proporcionando mais pressão, mais estreiteza...

Gerard, se possuía algum juízo, ele perdeu-se totalmente naquele momento. E então retomou suas investidas. Segurando nos quadris de Frank com firmeza e movendo-se num ritmo rápido e veloz, sem se importar sobre o quanto estava sendo bruto e hostil. O impacto violento de suas peles se batendo denunciava toda violência do ato.

Frank enterrou o rosto entre as almofadas e abafou seus gritos, sentindo as lágrimas virem tempestuosamente e enublarem sua visão. Seu prazer atingia picos cada vez mais altos, o membro latejava, pulsando furiosamente entre suas pernas, e ele já não podia sentir a sua bunda. Se aquilo era perder a noção, então Gerard cumprira com sua promessa. Ele estava exausto, suas pernas tremulavam, e a cada instante ele sentia que ia desabar. Já não tinha certeza se gostava, se odiava, ou se apenas não tinha condições de discernir o que estava sentindo. Era tudo muito intenso.

Quando seu orgasmo veio, pela segunda vez, ele desistiu de lutar. Seus joelhos fraquejaram e seu corpo desabou inerte no sofá. Seu professor continuou bombeando dentro dele, deixando todo seu peso cair em suas costas. Agora, o penetrando de bruços.

As mãos de Gerard escorregaram até as nádegas de Frank e separaram-nas com brusquidão. E ele enfiou-se com vontade, arqueando um pouco as costas, para observar o movimento de seu pênis entrando e saindo freneticamente. E então grunhiu, deixando que todo o seu êxtase se manifestasse naquele ato. A quentura em seu estômago atingia picos cada vez mais altos, e ele sentia que seu ápice se aproximava...

Então saiu de Frank com pressa, posicionando-se em pé, tonto e desorientado. 

Frank sentiu sua cabeça ser erguida com brusquidão. E com os olhos semicerrados encarou Gerard, respirando com dificuldade, por conta de sua exaustão. Seu professor tinha um sorriso sádico e débil nos lábios. E Frank acompanhou o movimento de sua mão direita indo até o pênis ereto, estimulando-o algumas vezes, e quando menos percebeu, sua face foi encharcada por um jato quente de esperma.

Frank suspirou firme e recompôs-se, levando a mão até os cílios para remover os vestígios dali. E então ergueu os olhos na altura dos de seu professor, sorrindo, e passando a língua libidinosamente pelos lábios, pela boca, tentando pegar todo sêmen que podia. 

- Muito bem. Você está muito bem. - Gerard sorriu, encaixando a mão direita em seu rosto e escorregando-a até o seu pescoço, num carinho breve e frio. - Não sabe como é satisfatório olhar para você e vê-lo cheio de lágrimas, de suor, e de porra. Da minha porra, sua cadela. 

Frank abaixou os olhos, daquela maneira submissa, e sorriu. Ele não podia refrear o sentimento que o dominava, de se sentir sujo, humilhado e usado. Porém aquilo produzia uma satisfação tão grande em seus sentidos, que ele nem se importava. 

- Você gostou? - Seu professor questionou, erguendo seu queixo, e obrigando-o a encará-lo. E Frank viu a ansiedade queimar em seus olhos. 

- Eu amei. - Então assentiu com a cabeça, se esforçando para manter os olhos abertos. Sua exaustão era tanta, tanta, que tudo que ele queria fazer era desabar naquele sofá e dormir. - Mas...estou...

- Eu sei. - O Sr.Way o interrompeu, parecendo ler seus pensamentos, mas a verdade é que qualquer um que olhasse para ele, veria o quanto ele estava exausto. - Você vai dormir daqui a pouco. Antes vá limpar o seu rosto. Me encontre no quarto. 

Frank assentiu e levantou-se. Tropegando ao encaminhar-se até o banheiro.

Quando chegou ao quarto, ele viu seu professor sentado da cama, com um cobertor de fibra no colo, sorrindo sugestivamente. Era estranho imaginar eles dormindo ali, naquele recinto tão limpo, quando estavam sujos e suados, com resquícios do sexo que compartilharam outrora. Entretanto ele estava cansado demais para se importar.

Então caminhou até a cama e engatinhou até a cabeceira, onde o Sr.Way aguardava. Ele sorriu e afastou o cobertor. E Frank arregalou os olhos ao perceber que seu pênis estava completamente ereto. 

- Pode começar a trabalhar, pequeno Frank. - Way sorriu. Um sorriso diabólico e frio. - Ainda não me sinto saciado. Vamos, sente-se aqui e faça o que deve ser feito.

Frank permaneceu petrificado por um minuto inteiro. Somente quando Gerard apoiou-se na cabeceira e afastou as pernas, dando um tapinha em sua coxa, que ele percebeu que seu professor falava sério e não estava brincando.

- Vem... - Ele chamou. Sua voz soando sensual e ansiosa. - De costas, sente-se aqui, e agrade o seu professor, sua puta.

Frank abriu a boca para protestar, mas fechou-a novamente. Sabia que não adiantaria. Então obedeceu. Aproximou-se com dificuldade, ficando de costas para o Sr.Way, e encaixou as nádegas em seu pênis, com ainda mais dificuldade. Seu rosto desdobrou-se em desconforto e agonia, quando sentiu os primeiros centímetros dele atravessando-o. Tinha a sensação de ser rasgado ao meio.

E aquela sensação perpetuou-se nos próximos segundos. Até que Gerard estivesse totalmente dentro dele.

Eles começaram num ritmo calmo, mas que foi gradualmente evoluindo para um ritmo frenético e veloz. E logo Frank estava cavalgando em seu professor. Suas nádegas batendo nas coxas dele com força, subindo e descendo, num intervalo de tempo cada vez mais curto. Gerard se apoiava em suas costas, mas deixava que Frank fizesse tudo, apenas interferindo vez ou outra. Quando sentia seus instintos de dominância prevalecerem, e então ele movimentava as suas coxas, enfiando-se dentro do garoto, e assumindo o controle das coisas.

Quando terminou, Frank caiu inerte diante da cama, completamente esgotado e extasiado pelo seu terceiro orgasmo da noite. Seu corpo não respondia ao seu cérebro e ele não conseguia se mexer. Entretanto vinte minutos depois, quando quase se entregava ao sono, viu seu corpo sendo bruscamente arrastado por mãos poderosas, suas pernas sendo abertas com violência, e o Sr.Way novamente se enfiando dentro dele com afobação. 

Frank não resistiu, apenas enlaçou seu corpo com as pernas, e deixou que o prazer os conduzisse até que ambos estivessem estatelados naquela cama, como dois cadáveres, completamente sem energias.

E então ele voltou-se para o Sr.Way, ofegando como um cão com sede, com as pálpebras minimamente cerradas, quase se fechando contra a sua vontade. 

- Agora podemos dormir, por favor? - Implorou. Sua voz soando rouca e angustiada. 

- Agora sim. - Gerard respondeu, antes de enlaçar seu pescoço com um braço, e unir os lábios aos seus, num beijo intenso e acalorado. Aninhou-o ao seu peito e puxou o cobertor sobre ambos. - Sua puta.


Notas Finais


- Acho que neste capítulo nós podemos perceber mais da natureza imprevisível deles. Conhecer como eles se comportam um diante do outro, como o Frank tem uma necessidade meio doentia de manter o que ele e o Gerard tem... Se isso é bom ou ruim, vocês decidem.
- No próximo capítulo o Gerard vai esclarecer melhor essa questão dos "limites". E toda relação que ele e o Frank estão construindo.
- O Gerard também tem um ponto fraco e podemos observar neste capítulo qual é. Ele se sentiu ameaçado pelo fato de eles esbarrarem com o Ian no clube, e tudo isso o fez repensar. Não apenas sobre a relação dele com o Frank, mas sobre tudo que ele fez até aqui, sobre a punição, sobre tudo ter iniciado a partir dele, não do Frank. E nesse lampejo de sensatez ele percebeu o quanto ele foi imprudente... Será que ele vai voltar nesse assunto? Ou vai esquecer? Veremos...hahahah
- Obrigada novamente por todos os favoritos, pelos comentários maravilhosos que eu AMO (repito A-M-O), e por toda dedicação. Vocês são preciosíssimxs para mim!
- A partir de agora iniciaremos as coisas, como elas de fato são. BDSM não tem só a ver com cordas, plugues, algemas, coleiras, mordaças, chicotes e afins. É mais do que isso. E eu quis mostrar isso no decorrer da história até aqui. Que o ato de dominar e se submeter não depende APENAS desses acessórios. Eles auxiliam, mas vai muito além...
- Amo vocês. Kissus!

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