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História Teacher's Pet - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Hi galeris, vim com mais uma fic nova pra vocês, e se eu demora pra atualizar as outras é pq eu tava escrevendo essa. Eu tava com essa idéia na minha cabeça há um tempo, então resolvi escrever logo, e bom, eu tive uma inspiração na música da Melanie, mas escrevi ouvindo I feel like i'm drowning ( O link das duas vão estar nas notas finais ).

Então, TALVEZ tenha uma continuação, já que como vocês provavelmente perceberam, ela é uma one shot, uma fic de um capítulo, então, se vir mais uma idéia para com ela eu escrevo, tá bom?

PS: O Noah é maior de idade, tá?

PS.2: E leiam ouvindo 'I feel like i'm drowning', pelo amor de Deus, essa música deixa tudo, completamente, melhor. E é do Two Feet, tá?

PS.3: Eu me inspirei numa fia de malec, então se eu achar a autora ou autor eu coloco o @ dela (e) aqui, okay?

PS.4: O capítulo não está revisado, então se encontrarem algum erro, só me avisarem que eu corrijo, tá bom?

PS.5: É meu primeiro hot, então me perdoem se tiver ruinzinho.

Sem mais delongas... ( Pq eu já falei demais )

Boa leitura! ( Fiz com mto carinho ).

Capítulo 1 - Único


Fanfic / Fanfiction Teacher's Pet - Capítulo 1 - Único

Edmonton; Canadá; 12 De Março; 13:30;


Na aula de Matemática, Noah suspirava entediantemente, cansado, e, com toda certeza, irritado por ter que fazer malditas contas que ele provavelmente não usaria pro resto da vida. Pensou numa resposta para a equação à sua frente e nada vinha em sua mente. Há não ser os cabelos loiros e olhos azuis extremamente penetrantes e extasiantes de seu professor, Joshua.

Olhou para ele de relance, e o viu ajeitando-se em sua cadeira, concentrado demais no Notebook para notar que suas orbes verdes o encaravam. Olhou novamente para o caderno e ouviu o sinal soar por toda a escola, indicando que já era hora dos alunos se dispersarem, para poderem ir para casa.

Noah fechou seu caderno, juntando seus materiais em cima da mesa, os guardando na mochila, indo se levantar para ir embora, até a turma inteira ouvir o chamado do professor.

- Esperem um segundo, por favor. - Ouviram suspiros irritados ecoando por toda a sala. - Bom, como eu havia reparado, muitos de vocês não estão com uma nota tão boa para poder passar na minha matéria. São pelo menos 10, e a cada dia irei escolher algum, por isso, coloquei o nome de todos aqui dentro deste copo - Levantou o copo de plástico. - E a cada dia, irei sortear algum de vocês, para poderem ficar depois da aula comigo, fazendo tarefas extras. Entendido? Agora, começando por hoje, será... Noah!

Todos olharam para ele, levemente assustados, já que Noah era o garoto de ouro de toda a escola, e ficar em Matemática era uma péssima reputação. Ele suspirou.

- Então, por favor, sente-se, Noah. Hoje iremos ficar até... - Levantou o braço, olhando em seu relógio de pulso. - Às 17:30! - Ele sorriu. - Hoje teremos muito tempo para você fazer as atividades extras. O resto, estão dispensados!

Alívio era o que definia o resto da turma naquele momento. Enquanto passavam pela porta apressadamente, o professor voltou a encará-lo.

- Então, vamos começar com o q-

- Professor Joshua, eu já estou indo, okay?

Ele virou-se para a porta, vendo que a Diretora Madeleine estava com o braço estendido e as chaves entre os dedos.

- Você vai ficar aqui com o Noah, sobre as atividades extras, certo?

- Sim, senhora.

- Ótimo, aqui estão as chaves se precisar de alguma coisa. 

Foi até ela.

- Muito obrigado, senhora Madeleine.

- Por nada, Joshua. Tenha uma boa tarde, você também, Noah.

Noah olhou para ela pela primeira vez desde que havia chegado, dando apenas um meio sorriso.

- Você também, senhora.

- Bom, aqui está, já vou indo.

- Até amanhã.

- Até.

Ela caminhou calmamente pelos corredores, com o som de seus saltos altos ecoando quando colocava os pés no chão, acabando por fazer um som totalmente oco.

- Bom, agora somos apenas você e eu, Noah.

- S-sim. - Por que diabos estava gaguejando? Ah, ele estava porque neste exato momento estavam apenas ele e o professor mais gato de toda a escola, se bem que o professor Bailey não era ruim, mas Josh, Josh havia sido esculpido pelos deuses, a única explicação cientificamente comprovada.

- Bom, que tal começarmos com o que você tem dúvida? - Perguntou, indo se sentar em frente à mesa do de olhos verdes, sentando-se na cadeira, com as pernas uma de cada lado.

- É... Tudo.

- Tudo? - Sabia que Noah tinha dúvidas, mas sobre tudo? Isso sim tinha o pegado de surpresa.

- Sim...

- Bom, que tal começarmos do zero? 

- Pode ser. 

- Claro. - Puxou a cadeira para sentar do lado dele. - Pegue seu caderno.

- É claro. 

O procurou rapidamente na mochila, colocando em cima da mesa e olhando para seu professor, que o encaravam fixamente, Noah moveu sua coxa inconscientemente, encostando na do loiro. O outro sorriu, colocando a mão ali, fazendo um leve carinho.

- Que dia é seu aniversário, Noah?

- Dia 31 de Março.

Josh deu um leve riso anasalado.

- O que foi? - Ele perguntou.

- Fazemos aniversário no mesmo dia, Noah.

- Uau, que coincidência!

- Sim, uma grande coincidência.

E o silêncio recaiu sobre eles, que se perdiam nos olhos extremamente invejáveis um do outro. Josh deu uma leve apertada na coxa Noah, quase como se tivesse o instigando a chegar mais perto. E ele, se aproximou mais do professor, suas respirações se entrecortavam e se misturavam uma com a outra.

Chegou mais perto.

Até finalmente colar seus lábios.

Em um leve selar, um beijo casto, mas cheio de emoções, tanto para Noah, quanto para Josh estavam em êxtase com os lábios macios um do outro. Noah inclinou a cabeça para o lado, dando a posição perfeita para que o ósculo ficasse ainda melhor, enquanto subia as mãos pelas costas de Joshua e as levava até a nuca, acariciando os pelos finos que tinha ali, dando um arrepio no corpo inteiro de Joshua.

Josh desceu as mãos para a cintura do menor, apertando seu quadril, fazendo com que Noah gemesse baixinho entre o beijo. Novas sensações inimagináveis percorreram o corpo de Noah e Josh. O maior o puxou mais para perto, colando seu peito contra o dele. 

Josh subiu sua mão esquerda para as costas do de olhos verdes, dando leves apertos, com isso fez com que Noah as arqueasse rapidamente, mas ainda sem se separar de seu professor. Mas infelizmente, eles precisariam de oxigênio mais cedo ou mais tarde.

E por isso, se separaram, formando uma fina linha de saliva entre os dois.

- Isso foi...

- Incrível. - O loiro completou. - E eu preciso de mais, Noah, muito mais.

- Fique a vontade, professor, Joshua.

O loiro sorriu, Noah apenas o olhou com um olhar de uma criança inocente, quase como se tivessem acabado de roubar seu doce.

Josh o beijou novamente, ferozmente dessa vez, com desejo. Havia muito desejo, da parte dos dois. Josh o empurrou, o deitando nas cadeiras. Passeando as mãos pelo corpo de Noah, adentrando as mãos em sua camisa, abdômen, peito, tudo. 

Josh rasgou a camisa branca de Noah, fazendo que botões voassem por todos os lados. Separou o beijo.

- Vem aqui. - Sentou, o chamando para seu colo.

Noah levantou-se e sentou em seu colo, com Joshua colocando as mãos em sua bunda rapidamente. O de olhos verdes arfou. Josh começou a dar leves beijos por todo o corpo de Noah, mamilo, abdômen, descendo gradativamente.

O pegou no colo, com Noah entrelaçando suas pernas em volta da cintura do outro. Noah sentiu o impacto em suas costas devido a parede que tinha se chocado contra ele. Joshua separou o contato, meio preocupado.

- Tá tudo bem? Não se machucou?

- Não, não, tá tudo bem. Pode continuar.

- Ótimo, que vamos ficar muito tempo aqui. - Ele sorriu, com extrema maliciosidade.

- Eu vou adorar cada minuto.

E voltou a beijá-lo intensamente, adentrando sua língua na boca do professor depois de longos anos com esse desejo extremo. Joshua apertou a carne macia de suas nádegas, fazendo com que Noah gemesse. Josh pegou Noah novamente, o pondo em cima de sua mesa.

Tirou seu casaco de pelos marrons, retirando seu colar e por último a camiseta branca. Era frio no Canadá, muito frio, mas naquele momento seu corpo estava em chamas. E Noah olhava aquilo atentamente, memorizando cada mínima parte do professor.

Josh tirou sua calça jeans, assim ficando apenas com a cueca. O outro arregalou levemente seus olhos verdes, surpreso com o tamanho que aquilo era. O loiro voltou seus lábios para os dele, desabotoando a calça de Noah, descendo até os joelhos.

Mãos subindo até a virilha.

Adentrando a cueca.

A puxando para baixo, resvelando um pouco em seu membro extremamente duro, devido à grande tentação que era Josh Beauchamp.

- Você gosta disso, não gosta? - Subiu, pegando em seu membro.

- S-sim, muito... 

Josh com a outra mão puxou os cabelos de Noah para atrás, deixando à mostra seu pescoço branco. Aproximou sua boca dali, e soprou um ar quente, deixando o outro arrepiado. E então colou seus lábios naquela pele macia, sem nenhuma marca, até agora. Enquanto sua outra mão bombeava lentamente o membro de Noah.

Começou a sugar levemente, deixando marcas claras, na outra região do pescoço sugou mais forte, muito mais, deixando uma marca avermelhada, arrancando um alto gemido de Noah.

- Ah! Sim, mais, mais! - Josh lambeu seu pescoço enquanto aumetava a velocidade do trabalho que fazia em Noah, o dando leves espasmos. Chupou outra vez, agora em sua clavícula, desceu para seu peito, outro, mamilo esquerdo, retirou sua mão do pênis de Noah, apertando o mamilo direito enquanto chupava o outro, mais forte.

Tirou sua boca dali, a colocando no outro, apertando o esquerdo. Sabia muito bem os pontos de prazer de Noah, já que ele era homem.

- Noah. - O chamou, e o de olhos verdes olhou para ele. - Tem certeza que quer isso?

- Sim, porquê?

- Quero realmente saber, para eu não pensar que estou te forçando à nada.

- O que?! Claro que não. Eu tava esperando por isso há muito tempo.

- Sério?

- Claro.

- É, eu também.

- E então? Vamos continuar, ou não?

- Sim, claro.

- Ótimo. Ago-

Não o deixou terminar a frase.

- Ah! Puta que pariu! Cace... - Ele arfava rapidamente, seu professor era imprevisível, até mesmo na hora do sexo, só que não imaginava que iria abocanhar seu membro assim.

Colocou suas mãos por entre os fios loiros, forçando-o à ir cada vez mais fundo, e ele ia, as vezes se engasgava, mas ainda sim conseguia.

- Ai, merda. - Começou a levantar sua cintura para estocar a boca do professor, cada vez mais forte.

Joshua levantou a cabeça levemente, deixando uma parte para fora para poder o masturbar, levantou mais a cabeça, passando a língua pela glande, inchada e vermelha devido ao grande tesão que Noah sentia.

Josh sentiu seu membro pulsar mais forte, não tinha dado nenhuma atenção à ele desde que começaram. Chupou apenas a cabeça, sabia que o centro do tesão estava ali. Parou de masturbar a pouca parte que havia para fora e colocou tudo simplesmente de uma vez, abaixando a mão direita e acariciando seus testículos, o que fez Noah gritar ainda mais alto do extremo prazer que sentia naquele momento.

Noah começou a tremer levemente, e Josh sabia que aquilo era um claro sinal de que estava perto do ápice. Então continuo seu trabalho, mais rápido desta vez.

- Ai, caralho, eu vou gozar, professor.

Joshua não deu ouvidos, aumentando a velocidade.

- Professor, se você não sair eu vou... Eu vou... 

E sentiu. Sentiu o esperma do de olhos verdes sair de seu membro em jatos quentes, e não reclamou quando gozou em sua boca, engolindo todo o líquido branco.

Retirou sua boca dali, mas viu que o membro de Noah ainda estava duro. Ótimo, daria para brincar mais ainda. Subiu sua boca pelo pescoço de Noah, arrastando os lábios calmamente. O beijou, e o de olhos verdes sentiu o próprio gosto de seu esperma na língua de seu professor.

Adentrou a língua e novamente começaram um beijo intenso. Mas rapidamente se separaram.

- Caralho, eu ainda... Ainda tô duro.

- Isso é ótimo, Noah. - E então, retirou sua última peça de roupa, descendo devagar sobre seu corpo, relevando lentamente o membro inchado, enorme e esbranquiçado de Joshua.

Noah arregalou seus olhos levemente, como aquilo daquele tamanho entraria em si? Ele não sabia.

- Eu... Posso colocar um dedo?

- Claro.

À mão que estava em sua coxa, desceu arrastadamente por sua perna.

- Oh, espere. - Ele os subiu novamente, e Josh olhou para o de olhos verdes, e então entendeu o que o outro queria, logo colocando os dedos em sua boca, os melando com sua saliva. Seu membro latejou ao ver a expressão totalmente que Noah fazia, totalmente sexy.

Os retirou, sentindo seus dedos estarem banhados, e então, os forçou contra a entrada do mais novo, sentindo um gemido de dor vindo da parte do outro. SO estava com o indicador. Colocou mais um, fazendo leves movimentos de "tesoura" para que a entrada se alargadas, e quando sentiu, colocou o terceiro, dando leves estocadas, e nesse momento, já podia sentir a leve dor se transformar em prazer lentamente.

Um misto de sensações se apossou de Noah quando Joshua deu uma forte investida, e praticamente havia apenas um leve resquício da dor. 

- É... Você tem camisinha? 

- Oh, provavelmente está dentro da minha calça. - O loiro tirou os dedos do outro, que agora sentia-se, caminhou até a calça jeans que estava jogada em algum lugar daquela sala de aula. A pegou e procurou em um dos bolsos internos, achando um pacote.

Rasgou-o com os dentes e colocou em seu membro. Voltando para a cadeira e sentando-se. Noah saiu de cima da mesa e sentou em seu colo.

- Está pronto?

- Sim. - Seu tom de voz era temeroso, qualquer um perceberia.

- Ei, não precisa ficar com medo. Está bem? Prometo ser paciente, se estiver doendo muito é só me falar que eu paro e espero você se acostumar.

Aquelas palavras o confortaram levemente.

- Tá bom.

- Vem cá. - Pegou em sua bunda, levantando-o e separando as nádegas, e viu a entrada vermelha do garoto. Como queria entrar de uma vez, mas sabia que iria sentir uma dor imensa, então teria que ser paciente.

Encostou a glande e a sentiu estremecer, Noah estava com medo. Mesmo o tendo preparada não era a mesma coisa, ele sabia disso.

- Ei, tá tudo bem. - Encostou a cabeça do de olhos verdes na curvatura de seu ombro.

Forçou-a contra a entrada. Noah tremia. Com a mão esquerda separando-as, ele subiu a direita um pouco acima, o forçando para baixo, e então viu seu membro lentamente sumir pela entrada do mais novo. Mas também sentiu alguma coisa molhar seu pescoço, e então se tocou: Noah estava chorando.

- Ah, meu amor, calma, já estou quase terminando. Tudo bem?

Ele apenas assentiu, mas Joshua ainda sentia as lágrimas dele molhando seu ombro. E naquele meio tempo, viu que seu membro havia sido coberto completamente.

- Pronto, terminei. Agora me fala quando eu posso me mexer.

- Aham...

Josh iria esperar quanto tempo fosse preciso, já que não queria o machucar. Mas estava tendo que ter auto-controle que nem mesmo sabia que tinha, mas precisava, era para um bem maior, digamos assim. Mas, quando pudesse se mexer, iria fodê-lo com tanta força. Olhou para baixo e viu que Noah revelava sobre ele lentamente.

- P- pode se mexer. - Apertou mais os braços envolta de seu pescoço, tendo passar confiança.

Joshua deu uma leve investida, para apenas saber qual seria sua reação, se esboçaria pelo menos um leve desconforto, mas apenas escutou um gemido contido de Noah, que implorava para sair e Joshua sabia que queria ouvir aquilo.

- Ei, não precisa se segurar. Está bem? - Ao final da frase, ele levantou sua cintura, quase atingindo um certo ponto de Noah, mas que o fez estremecer, e não de dor, mas sim do imenso desejo e prazer. - Posso continuar?

- Sim. - Ele falou, confirmando, seu tom de voz era firme tanto quanto seu membro que mesmo depois do orgasmo clamava por atenção.

E Joshua foi fundo, dando o que com certeza ele queria, mas não pedia, arrancando o que tanto almejava de Noah, a libertação de sua linda voz para gemer seu nome, que saia tão sexy que nunca imaginara que poderia ser assim. Mais uma, colocou suas mãos em suas costas, enquanto Noah inspirava profundamente o cheiro do professor.

Ao sentir seu membro indo fundo, sumindo por completo pela cavidade avermelhada, ele sabia que gostaria de fazer aquilo muitas vezes. Mais uma, forte.

- Awn, pr- professor, eu preciso de mais! Me fode, por favor. - E Joshua, ao ouvir Noah implorando, ele deu o que tanto queria, indo mais rápido, e com certeza mais forte.

Ao ver seu membro ressurgir, o inclinou levemente para a esquerda, atingindo umas das "paredes" internas do de olhos verdes.

- Ah, caralho! Porra... - Com as mãos nas costas do de olhos azuis ele a arranhou, fazendo uma leve marca vermelha em linha reta aparecer por sua coluna. O atrito da unhas de Noah rasgando sua pele apenas o fez ter mais desejo de continuar com aquilo.

- Você gosta, não gosta? Own, Noah! - Ele quase se interrompeu ao gemer o nome do aluno ao senti-lo "cavalgar" mais forte em cima de seu membro.

- An, por favor. - Ele murmurou ao tirar uma das mãos do pescoço do loiro e colocar em cima da mão do outro que estava em suas costas, o ajudando, e então retirando de lá, a repousando em cima de seu membro. - B-

- Não precisa pedir, Noah, sei o que quer. - E então a espalmou, rodeando o pênis de Noah e fazendo os típicos movimentos de vai e vem, o masturbando numa deliciosa lentidão.

E novamente, Joshua fez a mesma coisa, ao ver seu membro incompleto pela cavidade que o suagava, o inclinou agora para a direita. 

- Mais rápido! 

E ele foi, estocando mais forte, fundo, intensamente. 

O loiro o pegou no colo e então levantou-se da cadeira, com as mãos em suas costas e Noah com os braços entrelaçados em seu pescoço, o deitou na mesa gélida, e os pelos do de olhos verdes eriçaram-se ao sentir a superfície fria contra seu corpo. Mas não ligou, seu corpo estava quente demais para se importar com quaisquer mera coisa que fosse.

Joshua deu a primeira estocada assim quando viu que Noah estava estabilizado, abaixou seu corpo, dando leves selares ali, Noah respirava freneticamente e ao encostar seus lábios no peito e abdômen do de olhos verdes, desenhando linhas de aleatóriedades sentou que Noah estava muito suado, levou seus olhos para cima, mas ainda com a boca ali e dando estocadas profundas viu que o suor pingava da testa de Noah, passando por sua sobrancelha, chegando às pálpebras e caindo em sua bochecha, descendo lentamente até tocar seu tronco.

Tirou sua boca dali e levou até os lábios do outro, fazendo com que sentisse o gosto salgado do suor, grudento. Com as mãos repousando no peito de Noah, as subiu, passando em seu ombro e descendo pelo antebraço, até chegar em seus cotovelos, passando a mão pelo pulso, e como as mãos do de olhos verdes estavam "abertas" ele entrelaçou seus dedos, as duas mãos seguravam e pressionavam as do mais novo, as forçando contra à mesa.

Joshua separou sua boca da do outro, sentindo o ar entrar por entre seus lábios, desceu sua boca pelo queixo do outro, enquanto o mesmo apenas se desfalecia em gemidos, aumentando mais a excitação do loiro. Arrastando seus lábios por ali, levou-os até o pescoço novamente e enterrou seu rosto na curvatura de seu ombro, até ouvir Noah gemer muito mais alto do que, pelo visto, estava acostumado. Por isso, tirou seu rosto dali e encarou seu aluno.

Bom, não até o de olhos azuis acertar sua próstata.

- Isso! Aí, b- bem aí.

- Então, finalmente a achei. - Falou, dando um sorriso que era inegável não ser a pura malícia, e mais uma estocada, novamente em seu ponto de enorme prazer.

Arrancando de Noah um leve sobressalto e um urro, um urro de prazer imenso. Ele voltou a descansar seu rosto ali, dando para Noah apenas a visão do fios loiros. Ele apertou mais as mãos com o mais novo, mais forte. Um braço de cada lado, separados. O atrito com o abdômen de Joshua e seu membro o dava leves arrepios, já que com as estocadas, fazia, mesmo que indiretamente, os movimentos de vai e vem. Estava tão perto, e sabia que seu professor também, graças ao suor frio, escorrendo por suas costas, a onde tinha arranhado um tempo atrás já estava bem vermelha. Mas o que mais gostava era sua mão entrelaçada com a dele.

Sentia que estava seguro, protegido. E então gozou, forte. Manchando seus abdômens de um líquido branco, quente. Jatos grossos, e havia sido muito mais intenso do que apenas a boca do professor em seu membro. Sentiu que Josh havia se desmanchando, grandemente, já que havia gemido extremamente alto, desde que começaram à fazer o que Noah tão ansiava. O loiro teve leves espasmos devido ao forte orgasmo, os jatos jorraram de seu membro fortemente, quentes e grossos, e com toda a certeza, nunca havia gozado tão intensamente daquela maneira. Mas Noah sentiu um líquido dentro de si, o que causou uma certa dúvida; Josh estava com camisinha, não estava?

O loiro retirou-se do interior de Noah, vendo que havia um certa diferença no preservativo. 

- Ahn... Noah?

- Sim? - Era difícil respirar, era entrecortada e se segurava para não à falhar.

Joshua olhou para a entrada do garoto, vendo o líquido escorrer. Estava fodido.

- É... A camisinha furou.

- O que?!

- É... - Ele encolheu levemente seus ombros.

- Droga! E s-

Ele levantou, ficando sentado.

- Ei! Calma, eu não tenho nenhuma doença, okay? Tá tudo bem, respira. - Josh foi para perto dele, colocando a mão em seus ombros e tentando o acalmar, e que pelo visto estava conseguindo.

- Tá... Eu também tô limpo, mas e se tivermos? Podemodescobrir só daqui um ano!

- Calma, Noah, eu sei, mas tudo bem. E inclusive, fiz meus exames ontém, está bem?

- Tá, tá bom.

Silêncio.

- Posso te falar uma coisa? - O loiro questionou, dando um leve selinho no de olhos verdes. Que agora encontrava-se com os braços em volta de sua cintura, o puxando para perto, tentando ficar o mais perto possível, quase como se não quisessem se separar, e talvez, não quisessem. 

- Pode.

- Só tinha o seu nome naquele copinho. 

Noah sorriu.

Um sorriso verdadeiro.

Que expressava o que sentia.

A pura felicidade. 

De estar junto à Joshua, e com certeza, Josh sentia.

Sentia o mesmo.








FIM?





Notas Finais


Bom, foi isso, espero que tenham gostado. Tá aí os links das músicas.

https://youtu.be/8ldNsxpsm1w ( Teacher's Pet )

https://youtu.be/E5xCw5dJVzc ( I feel like i'm drowning )

As duas estão com as devidas traduções, okay?

Espero que tenha gostado, favoritem e comentem, isso me ajuda bastante, além de me motivar pra caramba.

Até o próximo (?).


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