História Teddy Bear is falling in fire - Capítulo 3


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Bang Chan, Changbin, Changlix, Drama, Felix, Hyunjin, Jeongin, Jisung, Lgbt, Minho, Minsung, Seungmin, Shounen Ai, Stray Kids, Woojin, Yaoi
Visualizações 158
Palavras 2.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
EU N MORRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
N posso morrer ainda, tenho um certo @ pra beijar, abraçar, transar e construir um futuro

Eae, como estão? Demorei aqui sto eu
Essa semana foi uma merda, eu tinha o capítulo quase pronto, só faltava modificar umas parada e revisar, mas como eu to perto da semana de prova, eu to só o pó

Enfim, espero que gostem, capítulo saindo quentinho do forno :3

Se tiver erro me avisa, sou de boas :D

Capítulo 3 - Ouviu? Eles precisam conversar.


 

 

Na semana seguinte, ele não apareceu. Simples. Mas eu não podia esperar coisa diferente. Naquele dia, a intimidade mínima que eu tinha com ele se esvaiu assim que começamos aquela “discussão”. Eu não saberia bem como definir nossa conversa. Ele deu como uma lição de moral para mim, lançou metáforas sobre ursos de pelúcia e me encurralou para poder compreender por que eu estava tão interessado na vida dele.

Entretanto, eu não diria que foi algo ruim. Com a situação eu percebi que não posso simplesmente chegar perguntando sobre comidas e escolas. Lembrete: criar um laço maior com as pessoas antes de ser invasivo, mas evite ser invasivo, isso deixa qualquer um desconfortável.

Até meu chefe percebeu que tinha algo de errado, já que ao conferir os lucros do dia, ele viu que havia menos dinheiro que o normal. Como eu disse, Felix gastava uma quantidade exorbitante de dinheiro que era suficiente para que se tornasse perceptível quando ele não ia a loja.

—Lee Felix não apareceu ontem? — Perguntou Chefe Bang no dia seguinte. Concordei e ele continuou. — Bem que percebi que o lucro não foi tão grande assim, aquele garoto nunca falta as sextas, será que está bem?

—O senhor está preocupado?

—Sim, Felix é amigo do meu filho desde quando morava na Austrália.

—E onde está seu filho? — Novamente, eu estava sendo curioso demais.

—Ele continuou morando na Austrália, até chegou a ficar aqui por uns tempos, mas por causa da faculdade ele manteve-se lá.

—Entendi.

Com essa conversa, surgiu uma luz em minha cabeça. Será que Felix veio para a Coréia por causa de algo que aconteceu lá na Austrália? Essa coisa é o motivo que o faz comprar pelúcias?

Na escola ele ia normalmente, mas começou a se sentar em um lugar bem distante de mim e, de vez em quando, seus amigos olhavam para mim, faziam cara feia e ficavam em volta de Felix, como se estivessem o protegendo de qualquer proximidade que eu pudesse arriscar.  Mas eles podiam ficar tranquilos, porque eu não tentaria nada por um tempo. Sou insistente, e não burro. Eu sabia que forçar a barra poderia destruir completamente as minhas chances, então era melhor que eu ficasse fora de ação por hora.

—Você está preocupado demais com isso, Changbin. Pode ser que no dia ele estava ocupado estudando, afinal ele é um estudante.

—Ou está fazendo coisas de adolescentes, se é que você me entende. — Completou Minho.

—Mas você já reparou no jeito que os amigos dele estão me encarando as vezes? Parece até que eu cometi um assassinato.

—Mas o Felix está inteirinho, não está? De qualquer forma, eu até entendo eles, você é um cara estranho que chegou fazendo perguntas daquele jeito, e que também fica o encarando no intervalo. Eu teria a mesma reação, ou até pior.

—Mas—

—Cara, se ponha no lugar dele. —Interrompeu Minho. — Você gostaria que alguém ficasse atrás de você assim?  Enfim, dê um tempo a ele, se você quer conhecê-lo, está fazendo isso do jeito errado.

Eu sempre ficava calado quando Minho ficava sério e me dava algum sermão. Ele é um dos caras mais sábios que eu conheço, se ele falou, é porque faz sentido.

O intervalo acabou, e então subimos para nossa sala, onde ficamos uns minutos conversando até o professor chegar. Abri a janela que dá visão para o corredor e sentei na carteira do lado e Jisung e Minho na minha frente.

—Quando eu conheci o Minho, lembro que de início também o observava de longe, mas aí ele ficou puto e veio tirar satisfação comigo no fim da aula, acho que nunca fiquei com tanto medo na minha vida.

—Pois é Jisung, mas no meu caso é diferente. Você tinha crush nele, então tinha um motivo mais comum. Comigo o motivo é outro, e mais difícil de lidar, acredito eu.

—Mas você não tem crush nele?

—Não, não tenho. De onde tiraram isso?

—Quem que corre atrás de outra pessoa desse jeito, se não estiver fortemente interessada nela romanticamente ou sexualmente?

E fazia sentido. Fiquei quieto e analisei, era realmente o que parecia. Mas na minha mente eu estava só muito curioso para compreender Lee Felix e seu vício em pelúcias.

—Olha, o Felix é bonito e tal, mas não tenho crush nele.

E não tinha mesmo, pelo menos eu não sentia nada assim. Eu só estava curioso sobre ele, nada além disso.

—Ah é mesmo, Changbin? Então fala isso na frente dele.

Eu tinha visto isso em filmes. Seu amigo fala isso, e quando você olha para trás, a pessoa que era a pauta do assunto está lá, te olhando indignada ou rindo. Me virei e dei de cara com Felix, com seu rosto próximo do meu.

—Como assim você não tem crush em mim? — Perguntou Felix.

—Ei Felix, vamos embora, não converse com esse cara por favor. — Um garoto de aparelho que estava ao seu lado pediu.

—Não Jeongin, agora eu quero ouvir da boca dele. E então Seo Changbin-hyung, não está interessado em mim?

Nesse momento eu já tremia como uma velha máquina de lavar roupa. Não encontrava palavras para responde-lo. O tom de voz que Felix usava me intimidava de certa forma. Era como se ele quisesse a todo custo manter as pessoas longe dele, era ácido demais.

—Não...? — Fazer com que soasse como uma pergunta foi um erro, isso abria margens para novos questionamentos. — Digo, não da forma que você pensa.

—E que forma você acha que eu penso?

—Romanticamente falando?

—Isso mesmo. Estou errado?

Entre nós não havia um diálogo sequer que não fosse baseado em um jogando perguntas para o outro.

—Está. Por que? Você tem crush em mim?

—Mas por que você me stalkeia? Quer me roubar ou algo assim?

E foi nesse ponto em que eu me senti ofendido. Levantei indignado e toda a coragem que eu não tinha antes, tomou conta do meu peito em uma mistura de adrenalina e nervosismo.

—E você acha que eu faria isso? Eu trabalho honestamente, Felix. Posso até não ser rico quanto você, mas posso te garantir que dinheiro não define caráter.

E foi a vez dele de ficar puto.

—Então me explica cara! Por que está atrás de mim desse jeito?! Você diz não ter interesse romântico em mim, mas vive me observando, fazendo perguntas estranhas na loja, você acha que eu penso o que com isso?

Estudantes já se reuniam em volta da nossa discussão, uns cochichando e outros fazendo cara de nojo por Felix falar sobre uma possível tensão romântica entre nós dois. Alguns professores começaram a chegar e mandaram os alunos irem para suas determinadas salas, e os amigos de Felix começaram a puxá-lo para ir embora. De última, como uma espécie de finalização, Felix disse:

—Eu só quero te entender, Seo Changbin.

E saiu em direção à sua sala. Quis berrar “pois eu digo o mesmo sobre você”, mas ele já estava longe.

Meus amigos me encaravam surpresos, o resto da sala também.

—Que cara é essa? Vocês dois que fizeram merda, deveriam ter me avisado que ele estava passando.

—Agora a culpa a nossa? Nos poupe. — Disse Jisung.

Fiquei com cara de cu a aula toda, e quando estava saindo da escola, Felix estava encostado na coluna perto do portão. Eu ia passando reto, mas ele segurou meu braço.

—Aonde você vai, Changbin?

—Para a minha casa.

—Sabe que a gente precisa conversar, né?

—Não, nós não precisamos.

Puxei meu braço para que ele me soltasse e ele não insistiu. No caminho para casa, eu olhava para trás várias vezes conferindo se Felix não estava me seguindo. Era como se o jogo tivesse virado, agora era eu quem estava me esquivando dele e da confusão que criei.

Minho tinha razão, eu não gostaria que alguém ficasse atrás de mim desse jeito, tentando a todo custo descobrir algo sobre a minha vida. Já em casa, eu mal conseguia me concentrar em arrumar o pescoço de uma boneca, e acabei quebrando mais ainda.

—Me desculpa Clarisse, você terá que ficar com o pescoço assim por mais um tempo.

Deixei a boneca de lado e deitei na cama. Felix parecia querer ser distante das pessoas, mas no final se aproximava sem perceber, e eu o invejava por isso. Eu não conseguia criar qualquer tipo de vínculo sem formar uma enorme confusão. Até mesmo com Jisung foi assim. Eu o conheci depois que quebrei sem querer sua maquete sobre o mangue no 5º ano. Ele chorou até não ter mais água no corpo e depois desmaiou, o que deu uma treta enorme envolvendo até nossos pais nisso. Mas no nosso caso, tudo se resolveu assim que descobrimos que ambos assistiam Pokemon. Eu queria que com Felix fosse tão simples quanto ter algo em comum. De noite, recebi uma mensagem do Chefe Bang.

“Oi Changbin, estou te mandando essa mensagem para avisar que não precisa ir trabalhar amanhã. Vou viajar e só volto amanhã à tempo para o seu curso. Fica tranquilo, você vai receber o salário normal.”

Ou seja, eu não teria que me encontrar com Felix na loja. Estava um tanto aliviado, mas eu o veria na escola de qualquer forma. Nas sextas-feiras saíamos mais cedo da aula, então eu tinha um tempinho livre de tarde para descansar ou fazer algo para passar o tempo.

No dia seguinte, tudo estava tranquilo. Digo, eu recebia alguns olhares estranhos dos alunos, mas nada que me incomodasse. No intervalo, eu via os amigos de Felix com feições preocupadas e discutindo com o australiano, enquanto ele estava pleno e ignorando o que falavam.

De tarde, eu estava em um tédio total. Já que não tinha que ir trabalhar, fiquei procurando algum algo interessante na TV, mas eu já estava cansado de ver idols pagando mico em programas de variedade.

“Ei imbecil, quer vir aqui em casa?” Mandei para Jisung, afinal fazer nada com amigos é mais divertido que fazer nada sozinho. Ele me respondeu com uma carinha brava e um sim em seguida. Eu precisava mesmo desse tempo de conversa com meu melhor amigo. Eu sentia que estávamos muito distantes desde que ele começou a namorar, e se tornou pior assim que embarquei nessa aventura chamada Lee Felix.

A campainha tocou e eu desci correndo. Logo eu e meu querido Jisung estávamos jogados no sofá da sala, comendo salgadinho e reclamando de como os programas coreanos são tão sem graça.

—Ainda bem que eu tenho tv a cabo em casa, Deus me livre dessas coisas bizarramente ruins. Essas piadas não são engraçadas, por quê colocam essas risadas de fundo? Nossa que vergonha alheia dessa mulher, a cirurgia no nariz dessa tá muito evidente. —Jisung assistia essas coisas basicamente para falar mal, o que se tornava algo bem divertido na verdade. — A propósito, por que sua mãe tirou a assinatura da tv?

—Estava difícil para pagar, e como nós ficamos mais é usando o celular mesmo, ela não viu necessidade em continuar pagando.

—Entendi, mas seria bom se tivesse num momento desse. O que você faz quando não tem serviço de tarde?

—Eu vejo coisas de brinquedos, pesquiso ferramentas de edição limitada no aliexpress e fico triste porque não tenho dinheiro para comprar.

—Bem específico isso.  — Ficamos calados por uns segundo e então Jisung perguntou —E o Felix?

—O que tem ele?

—Ele te procurou hoje? Ontem ele queria falar contigo mas você fugiu, pensei que hoje ele iria atrás também.

—Ele nem olhou na minha cara, e espero que continue assim.

Okay, talvez eu estivesse sendo muito orgulhoso. Eu queria sim que ele viesse falar comigo, queria perguntar logo de uma vez qual era o mistério dele, mas era muito covarde para isso.

—Ah sim Seo Changbin, e eu acredito nisso. Eu sei que você quer falar com ele, e quer muito. Você definitivamente não consegue se envolver com as pessoas sem criar uma bagunça antes. Esse é o preço que você paga por ser tão curioso e invasivo, tenha calma, aos poucos tudo se resolve.

—Essa foi a coisa mais inteligente que você disse nos últimos 18 anos.

Ficamos o resto da tarde conversando sobre coisas aleatórias, até que Minho ligou para Jisung perguntando se eles podiam se encontrar, e pelo sorrisinho do Jisung, seria coisa boa.

—Juízo, hein Changbin. — Disse o esquilo enquanto íamos até a porta.

—Eu que devia te dizer isso.

—Mas eu não vou fazer nada de errado, você que vai, já que está no seu sangue esse talento de fazer algum tipo de merda a cada 5 minutos.

—Tá ok, vai lá trepar, não esquece da camisinha.

Jisung se despediu e saiu andando rápido. Por um momento eu desejei ter para quem voltar, deve ser bom saber que há uma pessoa que está sempre do seu lado e te esperando. Não é como se eu nunca tivesse namorado na minha vida. Estive em 2 relacionamentos breves, o primeiro com uma menina, e o segundo com um menino, com 14 e 16 anos respectivamente. Não fizeram tanta diferença, na verdade. Lógico, o último foi fundamental para que eu descobrisse minha bissexualidade, mas em geral, foi rápido e tranquilo.

Suspirei enquanto trazia a tona essas lembranças, e quando fui fechar a porta, uma mão a segurou. Pensei que fosse meu amigo voltando para pegar alguma coisa, mas assim que a abri novamente, dei de cara com Felix e sua expressão extremamente séria.

—Eu disse para você, nós precisamos conversar.


Notas Finais


oPA EAE

Oq acharam? A propósito, thanks pelos favs e comentários! Meu coração da uns pulo muito crazy

GENTE O COMEBACK O ALBUM O NOME DE FANDOM O STRAY KIDS E TUDO RELACIONADO A ELES AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA EU AMO MEUS FILHOS PQP NOSSA EU TO FORA DE MIM

Respira

Ok

Então, eu ja comecei a escrever o próximo cap, mas acredito que vá demorar um pouco pra sair, já q segunda eu já tenho provas k, minha nossa eu sto tão feliz, eu poderia chorar aqui, despejar todo o meu desespero com a prova de história ajjkjkjkjkjkkk help T^T

Até a próxima galerinea <3

Ah, e releva o nome do capítulo, sei que ta uma porra :)


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