História Teen Wolf - Nova Geração: Metamorphosis - Capítulo 29


Escrita por:

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Chris Argent, Corey Bryant, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Natalie Martin, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Alietro, Jilly, Laurex, Nova Geração, Scalia, Stydia, Teen Wolf
Visualizações 30
Palavras 3.576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus amores, como estão? Espero que bem!

Segue o capítulo 29 da história.

Boa leitura 😘

Capítulo 29 - Do what you have to do


Fanfic / Fanfiction Teen Wolf - Nova Geração: Metamorphosis - Capítulo 29 - Do what you have to do

Alex abriu os olhos devagar. Por um momento não soube dizer onde estava. Por fim, notou estar em seu quarto, deitado na própria cama.

Ouviu um barulho de algo sendo mastigado e ergueu a cabeça, vendo Braeden sentada na poltrona adiante, um pacote de Doritos nas mãos. Comia lentamente, como se se deliciasse com a guloseima.

— Braeden? — A chamou, a voz fraca. Ela olhou para ele.

— Até que enfim! — Disse, voltando a colocar a mão no pacote e tirando outro Doritos do local, levando à boca. — Pensei que ficaríamos o dia todo aqui.

— O que aconteceu?

— Parrish acordou e colocou fogo no quarto inteiro.. — Ela o encarou. — Você se queimou feio.

Alex franziu o cenho. Lembrou de ver o fogo preencher o quarto. E então lembrou do avô...

— Argent...?

Braeden trancou a respiração.

— Não deu pra salvar todo mundo. — Disse apenas. Alex continuou encarando-a como se quisesse que a mercenária continuasse. — Eu sinto muito.

Olhou ao redor, balançando a cabeça.

— Quanto tempo passou?

— Uma noite e metade da manhã. — Ela disse, comendo o último Doritos e amassando o pacote. Se levantou e jogou a embalagem no lixo. Depois parou e o olhou. — Precisamos ir.

— Por que? — Ele a olhou melhor. — Braeden, por que você ficou comigo? Cadê a minha mãe? A Alice?

— As coisas se complicaram um pouco. — Braeden comentou. Depois suspirou. — A ideia de me deixar de babá foi do Derek. Ele está insuportável.

— Insuportável? — Alex enfim se levantou. Ainda se sentia fraco mas sabia que precisavam ir.

— Depois que descobrimos... Ah, ok! — Ela estava contrariada ao falar. — Depois que descobrimos que estou grávida.

Alex ergueu as sobrancelhas.

— Anda, precisamos ir. O livro sumiu, Lydia e Parrish não acordaram e temos mais feridos do que possa imaginar. — Ela soltou o ar pela boca. Depois olhou para ele, o analisando. — E alguns desaparecidos também.

Alex franziu o cenho sem entender.


Pietro tentava arrancar as correntes de seu tornozelo, sem sucesso. Se irritou e as largou com estrondo, atraindo o olhar de Lauren.

— Pára com isso. — Ela disse, irritada. — Não vai ajudar! A não ser que consigamos quebrar os nossos tornozelos e passa-los pelo meio desse... Ferro enferrujado!

Pietro fez uma careta, irritado.

— Eu tô com fome, com sede, uma dor de cabeça do caramba por causa do chute que aquele desgraçado me deu. — Ele respondeu, grosseiramente. — E o cheiro do seu vômito está infestando o lugar todo! Sério, eu adorei o que você fez! Mas agora não tá dando pra suportar!

Lauren levou as mãos ao rosto, começando a chorar. Pietro se arrependeu da maneira como a tratou.

— Ah, Lauren, pára! Me desculpa, eu sou um idiota! Viro um monstro quando estou com fome.

— Eu sei, sinto muito! — Disse e voltou a chorar. Pietro revirou os olhos.

— Não é culpa sua. — Ele disse, tentando acalma-la. — Vamos ficar bem, ok?

— Não, eu acho que não. — Samanta entrou no local, olhando de um para o outro. Se demorou encarando Lauren. — Pelo menos não você.

— O que vai fazer? — Lauren quis saber, se encolhendo.

— Nossa, que estrago você fez aqui, hein? — A mulher se aproximou dela, notando o vômito ao chão. Balançou a cabeça.

— Deixe-a em paz! — Pietro disse, tentando soltar as correntes novamente.

— Fica quieto aí. — Samanta falou à ele. Então olhou para Lauren. — Valentina está faminta. Prometo que isso será rápido. — Finalizou e ergueu a mão, de onde Lauren viu surgirem garras em um azul transparente. Seus olhos também atingiram o mesmo tom e então ela entendeu.

— Uma sereia! — Disse, encarando-a. Tentou controlar a respiração. — Valentina é uma sereia! Por isso encontramos a pele aquele dia! — Deu um tapa na testa. — Meu Deus, estava na cara!

— É, pena que você e aquela mini banshee não foram espertas o suficiente para descobrir. — A mulher sorriu e voltou a estender a mão na direção da barriga da peeira.

— Você não me parece esperta também. — Lauren falou, enfim conseguindo controlar a ansiedade. Samanta a encarou sem entender. — Ou não estaria pensando realmente em fazer isso.

— Do que está falando?

— O feto. — Ela explicou. — Ele vai deixar a Valentina muito mais poderosa do que já é.

— Queridinha, é exatamente essa a intenção.

— Exatamente por isso que deduzo não ser tão esperta quando pensa.

Samanta bufou, a feição irritada.

— Desculpa, não quis ofender. Ou talvez tivesse a intenção. — Lauren soltou uma risada nasal. — O fato é que, eu conheci a Valentina. Uma garota muito legal quando não estava na cama do Alex. — Ela deixou sair, balançando a cabeça. — Enfim, acredito que ela não tenha aceitado muito bem o fato de estar tendo a mente controlada por um ser tão inferior a ela.

— Inferior?

— Bem, bruxas são poderosas. — Lauren deu de ombros. — Quando têm os seus poderes em mãos. Pelo que sei, os seus não estão totalmente no auge, sendo que precisa daquele tal livro dos Lakoma para consegui-los. O que te torna extremamente inferior à uma sereia. Ainda mais uma com poderes renovados pela ingestão de um feto.

Samanta encarou a Peeira, sem saber o que dizer. Lauren manteve seu olhar.

— Eu deveria deixar você fazer isso. Sabe, sacrificaria um bebê e a minha vida para que você falhasse nesse seu plano, seja qual for. Por que a Valentina iria tomar sua consciência de volta e acabaria com você em questão de segundos.  — Ela continuou, sem tirar os olhos da bruxa. — Só que não quero sacrificar o meu bebê. Estou usando todas as cartas que possuo para que ele sobreviva. Você escolhe se quer arriscar ou se quer esperar até ter seus poderes de volta e enfim, retornar até aqui e ver quais serão minhas próximas jogadas.

Samanta não soube o que dizer por um momento. Por fim, sorriu e ergueu as sobrancelhas.

— Gostei de você. Foi sincera. Não tentou me ludibriar como se fosse idiota. — Ela se ergueu e deu as costas à loira. — Vou preparar minha próxima jogada, Lauren Argent. — Parou e olhou de esguelha para ela. — Espero que tenha a sua preparada quando eu voltar.

Lauren viu a mulher deixar a sala e enfim liberou o ar que estava preso nos pulmões.

— Você foi corajosa. — Pietro falou e ela o olhou. — Eu já teria me borrado todo.

— Não tive outra alternativa. — Admitiu, levando a mão à barriga. Pietro soltou uma risada nasal, analisando-a.

— Vai ser uma mãe incrível. — Disse e Lauren apenas lhe lançou um meio sorriso.


— Ótimo! Você acordou! — Alice viu Alex descer as escadas com Braeden. — Precisamos ir logo!

— O que está acontecendo? — Alex quis saber.

— Bem, Argent está morto. — Ela disse, automaticamente. Alex franziu o cenho. — A vovó está convencida a lhe proporcionar o velório mais incrível de todos! Ele começa às 11:00. — Ela consultou o relógio. — Em menos de duas horas.

— E o papai? — Ele quis saber, sem entender o comportamento da coiote.

— Está deixando o hospital só agora. A mamãe está com ele.

— Lydia e Parrish?

Alice suspirou, sem encarar o irmão.

— Estão no hospital. Não acordaram. Pelo que sei, a bebê nasceu mas está respirando por aparelhos. A Sra. Martin está com ela enquanto o Stiles não sai do lado da Lydia. Não teremos a presença deles no velório. — Ela falava enquanto andava de um lado para o outro, organizando sua bolsa, colocando o par de brincos e calçando os saltos.

— Alice, pára. — O garoto a segurou pelos ombros, a fazendo parar. — O que está acontecendo?

Ela ainda não o olhou.

— É o agente. — Braeden disse, fazendo os dois olharem pra ela. — O loirinho convencido. Ele sumiu.

— Ah, Alice! — Alex exclamou, balançando a cabeça. — Podemos... Eu posso te ajudar a procurar por ele. O que acha? Aliás... — Ele franziu o cenho. — Ele simplesmente sumiu?

— A vovó precisa da gente. — A garota disse, ainda com o olhar baixo. — James e Diane estão procurando por ele.

— Por eles. — Braeden falou e os dois olharam novamente para ela, Alice a censurando. Braeden suspirou. — Ele vai ficar sabendo de qualquer forma, Alice.

— Do que estão falando?

A campainha tocou e Alice sentiu o corpo se aliviar. Desvencilhou do irmão e correu até a porta, abrindo-a e trancando a respiração ao ver quem era.

— Alice, você está bem? Eu fiquei sabendo sobre seu pai!

— Natan! — Ela exclamou. Braeden e Alex se aproximaram dos dois.

— Esse é o Natan? — Braeden perguntou e o homem olhou para ela. Depois para Alice.

— Andou falando de mim para sua família? — Um sorriso dançou em seus lábios.

— Natan, onde eles estão? — Alice perguntou, encarando-o.

— Onde eles estão? Como assim? Não estou...

— Não enrola, playboy! — Braeden passou pela coiote e se aproximou dele. — Pra onde você levou o Pietro e a Lauren?

— A Lauren!? — Alex se surpreendeu. — Era isso que não queria contar? — Olhou para a irmã.

— Eu realmente não sei do que estão falando. — Ele disse. Olhou para Alice. — Por que eu estaria com...

Alex passou por elas e o segurou pelo colarinho, prensando-o contra a parede.

— Seja lá quem você for, vai responder AGORA o que elas perguntaram! Onde é que está a Lauren?!

Natan arregalou os olhos mas em seguida desfez a feição e sorriu debochado.

— Acho que não deveria ter tocado em mim. — Disse apenas e cravou algo no braço de Alex. O lobo sentiu as forças se esvairem e então soltou o homem.

Ele viu Braeden puxar uma arma da cintura rapidamente mas antes disso, lhe golpeou na cabeça, a fazendo cair desacordada. Se virou para Alice. Ela rosnou para ele, se transformando parcialmente.

— Acho melhor não, Alice. — Ele disse e ela o encarou. — Acho que vai querer saber onde está seu querido Pietro e sua cunhadinha antes que ela os mate, não é?

Alice o encarou.

— Ela?

Ele balançou a cabeça e olhou para Alex. Se abaixou até ele.

— Veneno de Kanima. Age bem rápido, não acha? — Ele sorriu para Alex. — Quando se recuperar, acho melhor correr. A Samanta tem planos pra Peeira. E pro bebê que ela carrega no ventre. — Ele viu Alex arregalar os olhos. — Ah, é. Acho que essa parte você não sabia.

Se levantou e olhou para Alice.

— Eles vão ficar bem. — Apontou para os dois ao chão. — Agora, sobre o Montinelli e a Argent... — Fez uma careta divertida. — Só depende de você colaborar comigo. — Refletiu por um momento. — E também da sua amiguinha, banshee. — Disse e então apontou o próprio carro para ela.

Alice olhou de Braeden para Alex. Então suspirou e seguiu com Natan.


Lilian observou a irmã do outro lado do vidro que separava o corredor da UTI pediátrica. Ela era tão frágil e lhe doía vê-la daquele jeito.

Viu a avó lhe acenar, parecendo cansada. Depois sentiu alguém se aproximar e passar um braço pelos seus ombros.

— Ela vai ficar bem. — Antony disse, olhando a pequena. Lilian escorou a cabeça em seu peito. Ainda achava estranho o fato do irmão estar muito mais alto que ela. — Pelo que sei, você sobreviveu a uma tentativa de assassinato quando tinha dias de vida. Ela só deixou o útero dias antes do tempo.

— Semanas antes. — Lilian corrigiu.

— É. — Ele suspirou. — Como está a Lydia?

— Na mesma. Não acorda. — Lilian deu de ombros. — Consequências.

Eles ficaram em silêncio. Então o celular da banshee tocou e ela notou uma mensagem de Alice.

— Preciso ir. — Disse ao irmão.

— O que aconteceu dessa vez?

— Alice precisa de mim. Eu já volto.

Dizendo isso, deixou o local.


— Ela está vindo. — Alice falou, abaixando o celular ao colo. Estavam dentro do carro do loiro.

— Ótimo! Não tenho o dia todo. — Ele disse, o olhar longe.

— Então era mentira? — Ela quis saber e ele enfim olhou pra ela. — O que você me disse sobre o Pietro. Tudo o que me falou.

— Nem tudo. — Natan respondeu, desviando o olhar dela. — Ele me traiu com a minha namorada. Isso foi há alguns anos.

— E você matou mesmo a garota?

Natan olhou para ela intensamente.

— Ela mereceu o que aconteceu. Vou dizer o mesmo quando finalmente acabar com o Montinelli.

Alice balançou a cabeça, bufando.

— Eu sou uma estúpida!

— Ah, com certeza, você é. — Ele respondeu, debochado. Alice o olhou incrédula. — Mas deixa eu te lembrar: o Pietro realmente te traiu com a Diane. Nada disso foi obra minha. Deveria me agradecer por ter te ajudado a superar. — Ele se aproximou mais ainda dela, acariciando seu rosto. — Deveria me recompensar por isso. — Falou maliciosamente.

— Não diga besteiras, Natan. — Ela retrucou baixinho, virando o rosto e olhando pela janela. Ele riu apenas.

Eles notaram Lilian entrar no estacionamento e desceram do carro.

— Alice, está tudo... — Se calou ao notar a presença do homem. — O que ele está fazendo aqui?

— Ele está com o Pietro e a Lauren. — Alice disse, trocando um olhar com a amiga. Lilian olhou dela para Natan.

— E preciso da ajuda de vocês duas, se não quiserem que ninguém se machuque.

— Nossa ajuda? — Lilian perguntou, sem entender.

— O livro dos Lakoma. — Explicou. — Samanta precisa dele.

— Então ela está por trás disso tudo? — Alice perguntou, olhando-o.

— Não tenho tempo para as suas perguntas. Preciso desse livro e você pode encontrá-lo pra mim. — Apontou para Lilian.

— Ele sumiu. — A banshee respondeu. — Ontem a noite.

— Isso eu sei. — Ele comentou, impaciente. — Mas você vai encontrá-lo e entregá-lo pra mim.

— Caso não tenha percebido, não estou disposta a deixar o hospital. — A ruiva respondeu, debochada. — Minha irmã está lutando para sobreviver. Minha mãe está em coma. — Alice a olhou atentamente. — Não vou sair daqui. — Cruzou os braços.

— Ah, mas nem vai precisar. — Natan falou e puxou uma arma da cintura, apontando para a ruiva e disparando em seguida, acertando diretamente em seu peito e fazendo com que ela tombasse ao chão.

— NÃO! — Alice exclamou, se jogando ao lado da amiga. Tentou sentir seu pulso. Nada. Olhou para Natan. — Você a matou!

— Eu preciso que ela me traga o livro. — Ele respondeu apenas.

Alice não entendeu.


Lilian sentiu algo lhe queimar no peito e abriu os olhos. Não entendeu onde estava.

Sentou lentamente, olhando ao redor. O lugar era sombrio e esquisito.

— Eu não acredito que deixou que ele cravasse uma bala de pó de carvalho no seu peito! — Ouviu uma voz conhecida e se virou em sua direção.

— Violet?

— Que espécie de banshee você é? — A outra continuou, debochada. Estendeu a mão para ajudar Lilian a levantar e a ruiva aceitou. Assim que se viu de pé, elas seguiram adiante, caminhando.

— Onde é que eu estou? — Lilian perguntou, ainda sentindo o peito queimar.

— Onde acha que está?

— Eu não sei. — Ela olhou ao redor. — Esse lugar é sinistro. Parece até... — Arregalou os olhos, encarando Violet.

— O limbo?

Lilian parou, percebendo uma coisa.

— Violet, eu morri?

— Morreu. — A morena disse, dando de ombros. — Mas acho que sua passagem por aqui não vai se estender por muito tempo.

Lilian olhou ao redor.

— Eu preciso sair desse lugar! A Lydia...

— Ah, a Lydia! Ela está bem ali, olha.

Violet apontou para algum lugar à frente e Lilian olhou na direção. Se aproximou, sem se importar com a outra mais atrás. Então parou ao se chocar com algo invisível.

— Lydia? — Tentou chamá-la. Lydia estava ao chão, em prantos, enquanto segurava um bebê inconsciente nos braços. — Meu Deus, é a minha irmã? Ela morreu!? — Ela arregalou os olhos, olhando da mãe para Violet.

— Sua irmã não vai morrer. — Violet falou e suspirou. — Aquela é você. No inferno pessoal da Lydia.

Lilian franziu o cenho, sem entender, e então viu a cena se modificar, notando Lydia em pé, diante dela mesma, enquanto seu clone esganava o bebê que anteriormente estivera em seus braços. Abriu a boca percebendo do que se tratava e levou uma das mãos ao pescoço automaticamente.

— Não, por favor! Por favor, me mate! Acabe com isso! — Lydia implorava, jogada ao chão.

— Lydia! — A chamou, batendo no vidro. — LYDIA!

— Ela não vai ouvi-la. Precisa ter uma conexão mais forte para chegar até ela. — Violet suspirou e Lilian a olhou. — Você ainda chama sua mãe pelo nome?

— Me ajuda, Violet! Eu não posso deixar que ela fique nem mais um segundo nesse lugar! Por favor!

Violet a encarou.

— Você foi morta por causa disso aqui. — Ela ergueu o livro na altura dos olhos da banshee. — Não vai conseguir sair daqui se não entregar isso à ela. — Finalizou, balançando a cabeça. — Eu não iria entregá-lo à você. Mas não tenho escolha. Você precisa voltar. Agora já sabe o que fazer para trazer sua mãe de volta.

— Não, eu não faço ideia do que fazer! — Lilian voltou a olhar a mãe. Sentiu uma lágrima escorrer pelo seu rosto ao vê-la novamente com o bebê morto em seus braços. — Eu não sei o que fazer.

— Por Deus, Lilian, você é uma banshee ou não é? — Ela bufou, revirando os olhos. — Assim você desonra nossa espécie!

Lilian a olhou agora.

— Você é uma banshee! — Exclamou, perplexa. — Espera aí! Como você pode ser uma banshee e uma bruxa ao mesmo tempo?

— Eu nunca disse que era uma bruxa. — Ela deu de ombros. — Minha mãe era uma bruxa. Eu sou uma banshee por que minha avó paterna também era. — Ela deu de ombros. — De qualquer forma, tenho o sangue de bruxa. Sou predestinada a proteger o livro da Samanta. Mas, sabendo dos planos dela, qualquer uma de nós deveria ser responsável por isso.

— O que ela pretende fazer com o livro, Violet?

— Não temos tempo pra isso. — Ela lhe alcançou o livro e começou a empurra-la para longe de Lydia. Lilian ainda olhou mais uma vez para a cena, que se repetia. — Precisa ir, entregar o livro para o Natan e depois trazer sua mãe de volta.

— Trazer minha mãe...?

Violet a parou e Lilian sentiu o peito parar de queimar.

— Você sabe o que precisa fazer para trazê-la de volta. — Elas trocaram um olhar significativo. — Ela está no limbo.

— Eu vou entregar o livro para a Samanta. Como vou conseguir voltar?

Violet pensou antes de responder.

— Está aqui agora, não está? — Perguntou e antes que Lilian pudesse responder, sentiu uma fisgada na barriga e a morena sumiu de suas vistas.


— NATAN! — Diane gritou, vendo o loiro parado no estacionamento, uma arma nas mãos. Ele olhou para ela e percebeu a agente se aproximar correndo, James lhe seguindo.

— Anda logo, Alice! Traga a banshee de volta agora! — Resmungou para ela e viu quando Alice parou de fazer a massagem cardíaca na amiga e ela voltou, o ar entrando com dificuldade nos pulmões.

— Lilian! — Alice exclamou, aliviada.

A ruiva não teve tempo de falar pois sentiu Natan pegar algo de cima de seu corpo e correr de volta para o carro. Alice se jogou contra ela, abaixando seu corpo quando ouviram disparos vindos na direção do carro. Mesmo assim, Natan conseguiu entrar e arrancar com ele, cantando pneus.

— Você está bem? — Alice perguntou à ela, olhando-a.

— A bala...

— Eu tirei. — Alice disse, olhando o pequeno objeto ao lado. Lilian a imitou. — Estava quase no seu coração. Fiquei com medo de cravar as unhas tão perto!

— Então só você poderia ter tirado. A melhor futura médica de Beacon Hills. — Brincou. Alice soltou uma risada nasal.

— O que aconteceu? — James se aproximou delas, abaixando-se ao lado das duas. — Isso é sangue? — Notou a blusa de Lilian encharcada.

— É, mas agora está tudo bem. — Alice disse, soltando o ar pela boca.

— Não está tudo bem, o Natan fugiu! — Diane exclamou, atraindo os olhares dos três.

— Deixa ele ir. — Alice falou, abaixando o olhar.

— Ele vai levar o livro direto pra Samanta. — Lilian falou, a voz fraca.

— Exatamente. — Alice respondeu, olhando pra ela. — E finalmente vamos saber onde ela está. Confiem em mim. — Finalizou.


Notas Finais


Samanta enfim conseguiu o livro que tanto queria! 😥 Agora vamos ver o que ela pretende fazer...

Bjinhos e até o próximo 😘😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...