História Teenage Dream - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy
Tags Alexy, Amor Doce, Oneshot
Visualizações 30
Palavras 3.263
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ecchi, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Repostando outra. Também criada em Junho de 2015, essa OS já havia sido postada na minha antiga conta do Nyah, que foi deletada.

Essa é com base na música Teenage Dream da Katy Perry, mas precisamente na versão Glee cantada pelo Darren Chris.
Foi escrita pra uma amiga, @FunnyBubbles, do amor doce.Não tem conteúdo sexual muito forte, até por que não sou boa escrevendo essa parte.
Espero que gostem.
:B

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

Lá estava ela, com a sua postura de sempre. Elegante, calma, com o seu sorriso bem desenhado no rosto, escondendo o desconforto do momento.
Ser madrinha, ter que ri e brincar no casamento da melhor amiga era uma dádiva pra Sunny, mas iria se sentir muito mais feliz se o noivo não fosse seu primeiro amor, o garoto que ela sonhava em ter desde a 5ª série. Não o amava como antes, mas por que lhe fora tão incomodo ficar no altar junto com as outras madrinhas? Por que lhe doeu vê-lo dizer: “Aceito”? Quantas vezes imaginou sua vida ao lado dele? Milhares!! E quer saber? Era perfeita, sabia que com ele teria os melhores momentos, por serem tão parecidos e se entenderem tão bem, mas também não conseguia se sentir totalmente infeliz por vê-lo dizer “sim” aquela garota destrambelhada. Por mais diferente que eles fossem, foi ela que colocou naquele rosto um olhar apaixonado que Sunny nunca conseguiu despertar. Sabia que os dois seriam felizes, mas agora se sentia perdida. Agora, enquanto o casal dançava a valsa principal, sentia-se sufocada, confusa, triste segurando o buquê da noiva, que conquistou sem ao menos querer. Seus sorrisos já estavam perdendo o brilho, não sabia quando tempo mais aguentaria.

O gosto do coquetel descia amargo pela sua garganta, o que fez abandona-lo. Pensou em voltar para o quarto do hotel onde o casamento estava sendo realizado, mas seria pior ficar sozinha, acabaria se entregando ao choro e a confusão e não eram esses sentimentos que queria sentir essa noite. Tudo o que lhe restava era ficar parada ali, olhando pra um ponto fixo e tentando esquecer que a música que eles dançavam é a sua preferida.
- Vem comigo. – Alexy estava cansado de ver a jovem que amava naquele estado. Sempre soube da paixão dela pelo noivo e quando descobriu se afastou, achando que ele a faria feliz, mas no fim se afastar foi o pior que fizera. Podia ser tarde, mas decidiu que de hoje não passaria e que sim, ele iria fazê-la esquecer daquele sentimento que não fora correspondido.

Sunny não disse nada, apenas agradeceu mentalmente por Alexy está ali, ele sempre estava. Sua mão a segurava firme pelo pulso e a arrastava por entre os convidados. Se ela não estivesse tão desesperada pra sair dali, acharia seu gesto rude. Enquanto o seguia em silêncio, pela primeira vez, notou como seu melhor amigo estava bonito essa noite, ele foi um dos padrinhos e seu parceiro na entrada. Mesmo que, assim como as dela, suas vestes fossem exatamente iguais a dos outros padrinhos, o garoto de cabelos azuis e rebeldes parecia o mais bonito. Sorriu, e por algum motivo que não entendia, lembrou-se dos momentos ao lado dele.

“Você me acha bonita mesmo sem nenhuma maquiagem, você me acha engraçada quando conto uma piada errada. Eu sei que você me entende então eu deixei as paredes caírem, caírem.”

Desde que se mudou para França, ele estivera ao seu lado. Em todos os momentos o garoto estava lá para puxa-la para cima, arranca-lhe um sorriso ou até mesmo ficar calado enquanto ela chorava. Quantas vezes ele a via com a cara amassada pela manhã e ainda dizia: “Você está linda!”? Ele era o único que ria das suas piadas mais idiotas, assim como também gargalhava quando ela não conseguia terminar uma piada, sempre a salvando nos momentos em que sentia que iria se afogar, como agora. Era como se o garoto com quem cresceu junto estivesse conectado a ela de alguma forma e se ele não fosse gay, se ele ao menos gostasse de garotas... Com certeza, seria o homem da sua vida, foi o que sempre pensou.

 

“Antes de você me conhecer eu estava bem, mas as coisas estavam pesadas. Você me trouxe à vida, agora em todos os fevereiros você será meu namorado.”

 

Sunny não podia se lembrar como era sua vida antes da chegada de Alexy, seus momentos antes dele e dos amigos que trouxe consigo, eram bons, mas nada tão significativo, nenhuma memória tinha o valor como as que conseguiu da 5ª série em diante, em todas ele estava e só agora se dava conta disso. Desde lá ele tem sido seu melhor amigo, seu personal style, seu namorado de mentira, seu pai e protetor, ele não fazia ideia do tanto que ela se forçou a não se apaixonar, afinal um garoto tão perfeito e atencioso seria perfeito demais pra ser verdade, foi quando Lysandre acabou por se tornar seu grande amor.

Quando chegaram ao carro, Alexy abriu a porta de seu conversível preto e deixou que a garota entrasse, deu a volta no mesmo e entrou também, respirando bem fundo e pressionando as mãos contra o volante com força.
- Eu assisti por muito tempo você se afastar, mas hoje seremos apenas nós dois. – Ele lançou um olhar a ela, que parecia confusa com a sua atitude inesperada. Ainda nervoso, afrouxou a gravata e jogou a mesma para o banco de trás junto com o seu blazer, esse era o tempo que ele estava dando a si mesmo até finalmente fazer a pergunta, que queria ter feio há quatro anos no maldito baile de formatura. – Você vem comigo? – Seus olhos estavam presos no volante, mas disse a si mesmo que a partir de hoje não seria mais um covarde, ergueu sua face e encontrou a dela. Os olhos azuis, antes assustados, estavam com um brilho diferente, a boca rosada que antes formava uma fina linha de apreensão, agora sibilou um sorriso tímido. Quando ela sacudiu a cabeça positivamente, o coração de Alexy disparou e seu sorriso esperançoso voltou aos lábios, faria de tudo pra que por hoje ela fosse só sua. Virou a chave, sabendo exatamente onde iria leva-la.

 

“Vamos percorrer todo o caminho esta noite, sem remorsos, apenas amor. Nós podemos dançar, até morrer... Você e eu seremos jovens para sempre.”

 

A Califórnia era um dos lugares preferidos de Sunny, adorou quando sua amiga escolheu ali para fazer as festividades do casamento, já fazia tempo que não visitava tal lugar. Apoiou a cabeça contra o estofado do carro, já havia se livrado dos sapatos e cansado de tentar segurar os cabelos, não se preocuparia com nada mais, não pensaria em nada mais do que a paisagem que passava rápida por eles, o vento que soava forte contra o seu rosto, a música alta no carro, a garrafa de champanhe que roubou da festa enquanto era puxada. Ergueu as mãos e gritou, extravasando todos os sentimentos que lhe sufocaram durante as ultimas semanas, não havia nada que pudesse para-los, ninguém que pudesse interrompê-los e traze-los de volta a terra e por isso, berravam a letra da música e riam como se estivessem voltado a sua época adolescente e recuperando o tempo perdido.

 

“Você me faz sentir como se eu estivesse vivendo um sonho de adolescente. O jeito que você me excita. Eu não consigo dormir vamos correr e nunca olharemos para trás, jamais olharemos para trás.”

 

Alexy parou o carro na praia que o atendente havia lhe recomendado mais cedo, não tinha planejado tudo exatamente, mas desde que chegaram ao hotel, sabia que queria aproveitar esse lugar e principalmente com quem queria. Saiu e nem precisou abrir a porta pra que ela fizesse o mesmo, quando percebeu Ny, como a chamava carinhosamente, estava correndo pela areia da praia deserta. O jovem livrou-se dos sapatos e correu atrás dela, sentindo a pele contra a areia morna, a brisa fria tocando sua pele e o cheiro de maresia inundando seus pulmões, sentia-se tão vivo e tão corajoso quanto nunca foi em toda sua vida e aquele entardecer só o estava colaborando.

Quando a alcançou, tomou-lhe a garrafa da mão e bebeu também, sem se importar se iria dirigir depois ou não, passaria a noite na praia se fosse preciso, mas não voltaria hoje. Sunny era a mais alta do seu grupo de garotas, mas ainda era “baixa” perto de Alexy e por isso, mesmo que se esticasse e tentasse pegar a garrafa de suas mãos, não conseguia. Apelou, fez cócegas na barriga do garoto, já que conhecia seus pontos fracos, e quando ele curvou-se, pegou a garrafa e correu pra longe dele sem se importar em molhar o vestido escolhido pela noiva.
Seu penteado estava desfeito, sua maquiagem provavelmente borrada, seu vestido molhado e nunca antes se sentira tão bonita e tão viva, como nesse dia, estava liberta daquela sensação que a angustiava todos os dias, não tinha mais volta. Distraiu-se um pouco e foi o suficiente para seu companheiro alcança-la e envolver o braço forte em torno da sua cintura, ele a puxou pra perto de si e afundou o nariz na sua nuca, causando-lhe uma sensação conhecida, mas que sempre se repreendia por sentir com ele. Aquela sensação do estômago congelado, do arrepio pela pele e da vontade de beija-lo, havia se livrado disso há muito tempo, mas voltou agora, seria por causa da sua carência? Depois que viu Lysandre colocar a aliança no dedo de outra, era mesmo possível... Queria que fosse apenas isso, seria mais fácil de lidar.

 

“Meu coração para quando você olha para mim, apenas um toque agora, baby, eu acredito. Isto é real então, dê uma chance e nunca olhe para trás, jamais olhe para trás.”

 

Mas ele queria mais do que isso, mais do que só ficar na vontade dessa vez e por isso virou, com a maior facilidade, o corpo dela de frente para o seu. Vislumbrou aqueles olhos de forma admirada, assim como o tom vermelho nas suas bochechas, o mundo em torno deles pareceu parar. Enquanto mantinha um dos braços em torno da cintura fina e a mão apoiada no seu quadril, seus olhos analisavam cada fina e delicada linha do rosto da garota que tanto amava, por que esperou tanto tempo? Era o que Alexy mais se perguntava.

Sunny sentiu a respiração falhar um pouco, pela forma que ele a olhava, a forma como a segurava: como um homem, um homem cheio de um desejo que ela sabia existir nele, mas que nunca pensou que fosse ser direcionado a ela. As íris cor de rosa pareciam implorar por alguma coisa, se tratasse de um garoto “comum” saberia exatamente o que era, mas Alexy? Sempre acreditou na sua homossexualidade, mas por que agora parecia tudo uma grande besteira? Mesmo que fosse arriscado deseja-lo, o calor que emanava do seu corpo, sentir o coração dele bater acelerado junto ao seu, não a deixava pensar e mais nada. Mordeu o lábio inferior e soltou a garrafa, que antes era o objetivo dos dois, colocou o braço em torno do pescoço masculino e deslizou a ponta dos dedos pela sua nuca, em contato com o cabelo macio que não era cortado há algum tempo.

Foi o suficiente pra ele, até por que o tão esperado toque dela o instigara. Curvou-se e procurou os lábios rosados com os seus e quando, pela primeira vez, experimentou aquela textura suave e doce, seu coração pareceu a ponto de explodir. Ela não recuou, não se afastou, não hesitou... Apenas fechou os olhos e se deixou levar. Alexy usou a mão livre e segurou o queixo de Sunny fazendo-a entreabrir os lábios, quando ela o fez, introduziu timidamente a sua língua na boca dela, que ainda sentia-se confusa por está fazendo isso com ele, mas não achava nem um pouco ruim.
O beijo iniciou-se calmo, como se estivessem apenas verificando se era isso que ambos queriam, ao perceber que estava mais que certo a forma perfeita que os lábios se encaixavam, aquela brincadeira foi tornando-se mais intensa e passou a se tornar uma guerra em busca de dominação, permitindo que novas sensações percorressem pelo corpo de ambos. Uma das mãos feminina deslizava pelas costas bem definidas dele, enquanto a outra segurava e até mesmo puxava os cabelos lisos e finos. Já ele, continha-se o máximo que conseguia para manter as mãos paradas apenas em sua cintura, mas não conseguia evitar em pressionar mais o corpo contra o dela, queria recompensar os anos de espera. Sem desgrudar os lábios, Alexy foi guiando o corpo de Sunny até que ela estivesse deitada sobre a areia e o seu corpo sobre o dela. Sua perna direita estava entra as pernas bem torneadas da amante. Ny ergueu a perna direita, deslizando-a suavemente pela lateral do corpo masculino e Alexy não resistiu em toca-la. Começou o toque pelo joelho e foi pressionando os dedos contra a pele branca e macia, sentindo a coxa tomando forma contra a sua mão desesperada, subiu ainda mais e sem nenhuma vergonha tocou o quadril dela por baixo do fino tecido e apertou sua pele macia e firme, ambos deixaram escapar um ofego entre o beijo.

 

“Nós dirigimos para Califórnia, e ficamos bêbados na praia [...] Eu finalmente encontrei você minha peça que faltava no quebra-cabeça.”

 

Pela primeira vez ele tomou coragem para desgrudar seus lábios dos dela, retomando o ar e começando a descer a boca pelo queixo, mordendo o mesmo, enquanto a mão ainda por baixo do vestido subia mais ousada do que nunca fora. Sunny agarrava seus cabelos com firmeza, os olhos fechados, cansada de tentar entender o que estava acontecendo, a perna que ele acabara de acariciar com tanto afinco estava curvada, resolveu curvar a outra acabando por envolvê-las em torno da cintura masculina, eliminando ainda mais o espaço que os separava e sentiu pela primeira vez a excitação dele.

      Alexy quase não podia acreditar que ela estava mesmo ali nos seus braços, mas também não queria deixar de aproveitar antes de descobrir que foi um sonho e por isso deliciava-se com cada toque, cada mínimo contato de suas peles. Deslizou a língua pelo pescoço bem desenhado e mordeu, sem muita força, quando chegou com os lábios na altura do ombro. Retirou a mão que estava abaixo do vestido dela e mesmo que parecesse que estava indo “rápido”, sabia que foi devagar por tempo demais, sem pensar duas vezes tocou-lhe o seio por cima do tecido, pressionando enquanto com a boca mordia o outro, também por cima do tecido. Ouviu-a ofegar e teve certeza de que não deveria parar. Estava prestes a invadir o maldito vestido que o atrapalhava, quando ouviu a voz dela.
- Não Alexy, espera... – Respirou fundo e paciente, então ergueu o rosto e a encarou.
- O que aconteceu? Eu te machuquei? – Perguntou preocupado, ao notar o olhar no rosto da jovem abaixo de si.
- É que... Alexy, o que está acontecendo? – Não queria estragar aquele momento, mas a ideia de que ele estava fazendo isso por pena não saía de sua cabeça.
- Quer mesmo que eu fale com todas as letras? – Ele perguntou, rindo malicioso e levando um tapa no braço. O garoto não entendia a confusão dela, mas esperou tanto tempo, que mais um pouco não o mataria. Subiu novamente até seu rosto ficar na altura do dela.
- É que você... Alexy você não é gay? – Não sabia forma melhor de lhe perguntar, ao julgar pelo estado em que ele estava e pela forma que a beijava, não parecia de alguém que não gostava de mulher.
- O que? Que pergunta é essa agora? – O jovem já não sabia se ria, ou se ficava irritado.
- É... É que eu vi você beijando o Dake na festa e aniversário do Castiel, aquela vez e pensei... Bem eu sempre acreditei que... – Alexy não fazia ideia que ela estivera presente nesse episódio. O jovem saiu de cima dela e deitou ao seu lado, respirando profundamente. – De-desculpa é que eu... Sempre achei que...
- Era por isso que você me evitava todo o tempo? Por pensar que sou gay? – Estava incrédulo, todo esse tempo e era isso que a afastava dele.
- Você não é? Oh... Eu sinto muito. – Ela sentou-se, constrangida por ter estragado tudo dessa forma. – Mas é que todos diziam e o beijo... – O dono dos cabelos azuis, sentou-se ao lado dela e tocou o seu rosto, depois de bater a areia que estava na sua mão, fazendo-a encara-lo.
- Foi uma aposta que perdi, Dake tem aquela pose de galinha, mas não passava de uma bicha. Fiquei sabendo depois, que ele armou tudo aquilo pra ficar comigo, mas a merda já estava feita. Eu sou louco por você desde... Desde sempre. – Sunny, que até agora evitava olha-lo diretamente, o fitou. Já havia escurecido, mas a claridade emitida pela lua permitia que ela vislumbrasse o rosto perfeito dele. Como se sentia burra! Todo esse tempo afastando o cara perfeito, tendo decepções amorosas enquanto ele estava bem ali apaixonado por ela? Desejou correr e se afogar, mas tudo o que fez foi acertar em si mesmo alguns socos.
- Eu não acredito... Como eu não percebi? Eu... Você... Ahhh Alexy. – O que diria? Já havia estragado tudo e agora ele deveria odiá-la por ter acreditado em coisas tão bobas todo esse tempo.
- Você deveria ter me perguntado, eu te provaria que não sou gay com o maior prazer. – Ouviu a risada dele e abraçou as pernas, apoiando a testa nos joelhos e rindo envergonhada.
- Eu realmente sinto muito. – A voz feminina saiu baixa, mas ainda assim ele conseguiu escutar.
- Só tem um jeito de eu te desculpar. – Ele falou descontraído e ela ergueu a cabeça, não perguntou, por que algo lhe dizia que já sabia do que se tratava. – Vem aqui. – Alexy pediu de uma forma gentil e suave, com aqueles olhos brilhantes de sempre e seu sorriso largo, ele segurou no seu braço e a puxou, Sunny rapidamente sentou-se no seu colo de frente pra ele e tocou o seu rosto.
Estava inebriada em uma felicidade que não cabia em si, como se uma nova chance de vida estivesse sendo posta ali de bandeja na sua frente. Sorriu, ainda não acreditando na besteira que fizera, mas não teve a oportunidade de falar nada, já que ele não esperou até que pudesse beija-la novamente, com a mesma intensidade de antes. As mãos voltaram pra baixo do vestido esvoaçante dela e seguraram suas nádegas firmemente, ele definitivamente a segurava como um homem.

Alexy dessa vez não perdeu tempo e puxou o zíper do vestido, quando ele se afrouxou fez o que queria fazer antes de ser interrompido, admirou os seios delicados e fartos. Tocou um e massageou o mamilo com o polegar, enquanto a boca se contentava em mordiscar o outro, ficando ainda mais animado quando ouviu o gemido que conseguiu arrancar dela. Tentava não perder o foco enquanto sentia os movimentos instigantes do quadril dela contra o seu, ele que comandaria o ato e deixaria isso claro.

Deixaria, se gotas geladas não começassem a cair. A principio não se importou, mas quando a chuva tornou-se mais densa e os trovões começaram a soar altos, amaldiçoou os céus por lhe atrapalhar. Sunny, mesmo desapontada, ainda conseguia ri da expressão frustrada de Alexy enquanto eles se levantavam e corriam até o carro. Quando entraram no mesmo, ele acionou o teto e ergueu os vidros.
- Maldita chuva de verão. – Não sabia se ria ou se continuava a xingar, mas acabou rindo junto com ela.
- Com esse tempo, não vamos conseguir sair daqui mesmo. – Ele entendeu o que ela queria dizer e sorriu malicioso enquanto curvava o seu corpo em direção ao dela e voltava a selar seus lábios. Mesmo se algo os interrompesse novamente, ele ainda teria o resto da vida pra fazê-la sua.

“Vamos percorrer todo o caminho esta noite... Sem remorsos, apenas amor.”


Notas Finais


Versão da música, que serviu de inspiração: https://www.youtube.com/watch?v=5SaZvNRHI-c

Qualquer coisa só me chamarem.
bjs


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