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História Tegami - The letters of a spring - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Consegui postar o capítulo hoje e aqui está ele!
Não tá muito grande por que eu tive um pequeno bloqueio de criatividade enquanto escrevia, mas saiu algo decente eu acho...
Boa leitura.

Capítulo 2 - 1. Uma carta.


Fanfic / Fanfiction Tegami - The letters of a spring - Capítulo 2 - 1. Uma carta.

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Shoyo Hinata

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Era uma manhã agradável como todas as outras, me levantei cedinho e fiz minhas higienes pessoais como de costume e então vesti meu uniforme, segui para fora do meu quarto para em seguida ir até a sala dos operadores... Aqueles que cuidam de selecionar o que deveria ser enviado e o que não deveria. Nós temos dois operadores: Ryuunosuke Tanaka e Tobio Kageyama, conheço Kageyama a tempos e nunca nos demos muito bem, contudo ele era meu parceiro e entramos juntos aqui! Então sabíamos trabalhar juntos... Já Tanaka trabalhava aqui antes então ele ensinou Kageyama como as coisas funcionavam.

Pois bem, entrei na sala e lá eu avistei Kageyama juntamente do meu colega carteiro! Yuu Nishinoya, Noya também é um carteiro, porém ele não entrega as cartas e sim recebe/recolhe elas, somos uma dupla! Eu entrego e ele recebe, bem legal, não? Eu acho...

— Shoyo! Chegou bem na hora! — Noya disse animado e com um grande sorriso estampado em seu rosto.

— Aconteceu algo? — Perguntei curioso.

— Tem uma carta pra você. — Kageyama disse enquanto se concentrava nas cartas que retirava da bolsa de Noya.

— O que??? Mas... De quem? — Eu disse meio confuso e intrigado.

— De um carinha kitsune, ele pediu pra eu dar pra você. — Noya sorriu, me entregou a carta e fez um joinha.

— Kitsune...? — Cerrei o cenho enquanto encarava a carta.

E então... Caiu a minha ficha.

— O cara de ontem!!! — Falei. Um pouco mais alto que deveria...

— HINATA IDIOTA! EU ESTOU TRABALHANDO!!! — Kageyama gritou pra mim, quase voando no meu pescoço.

- D-Desculpe!!! — Me assustei pensando que ele realmente voaria no meu pescoço.

— Calma calma! — Noya disse rindo. — Que cara de ontem? — Continuou a frase.

— O-Ontem eu tinha que fazer uma entrega no templo Inari e então... Tinha um kitsune muito bonito lá e... — Comecei a falar, mas parei... Percebendo que elogiei o homem sem querer.

— Hmmmmmmm E então Shoyo? O que aconteceu com esse kitsune muito bonito? — Noya me olhou com um ar malicioso.

— N-Nada... É só que eu nunca tinha visto um... Daí fiquei em choque... E ele riu... S-só isso.... — Respondi envergonhado.

— Ok... Ok... Vou fingir que eu acredito. — Meu colega fala.

— Tá bom Hinata, agora você pode para de conversar e IR TRABALHAR?? — Kageyama grita irritado enquanto cerrava o cenho.

— TA BOM, DESCULPA! — Respondi meio irritado e peguei a minha bolsa com cartas, saindo da sala.

— Bom trabalho Shoyo! — Nishinoya disse.

— Valeu. — Respondi indo entregar as cartas.

Depois de um longo período de expediente eu termino de entregar as cartas e parto para a sede do correio, vendo os atendentes: Tadashi Yamaguchi e Asahi Azumane. Yamaguchi entrou ao mesmo tempo que eu e Kageyama, já Asahi é um dos membros fundadores.

— Bem vindo de volta, Hinata. — Yamaguchi disse sorrindo.

— Yo. — Respondi acenando e então indo para os fundos, onde ficavam as escadas para os alojamentos.

Adentrei meu quarto e tirei o uniforme para então vestir uma roupa mais leve e finalmente agarrar aquilo que mexeu com minha cabeça durante todo o expediente... Isso mesmo a carta do kitsune. Era a hora... Eu iria ler ela! Calmamente abri o envelope para pegar o conteúdo: um papel com uma bela caligrafia escrita no mesmo.

Respirei fundo e comecei a ler as palavras ali proferidas.

“Olá pequeno tengu, quando te vi hoje não consegui pensar em mais nada além do seu sorriso. Realmente uma graça! Achei encantadora suas asas, grandes e majestosas gostaria de ter observado elas melhor, mas aparentemente te assustei e você voou para longe antes que pudesse conversar com você. Pois bem, eu espero que você não se assuste com essa carta e a leia com carinho, não pensei em muitas coisas para poder te falar, já que apenas trocamos olhares... Então eu irei tentar iniciar uma conversa por aqui. Pequeno tengu, poderia me dizer qual o seu nome?”

Ao terminar de ler a carta meu rosto estava pegando fogo e meu coração estava quase saindo pela boca, era de fato aquele kitsune! Essa raposa estava brincando com meu pequeno coração... O que eu faço? Respondo? Ignoro? Ah... Seria cruel se eu não respondesse... Então acho melhor responder, né!? Depois de tanto pensar eu resolvi que seria melhor o responder, então peguei uma pena, uma caneca com tinta e um papel... O que faltava era pensar numa resposta! Que idiota... Eu precisava pensar num assunto também... Sou realmente tonto...

No dia seguinte eu acordei atrasado por ter ficado a noite toda pensando numa resposta, meu quarto estava uma bagunça pura, cheio de papéis jogados, penas e tinta espalhada pela minha escrivaninha... Mas pelo menos saiu uma resposta decente. Vesti meu uniforme e corri até Kageyama, tendo que escutar um grande sermão sobre como sou idiota e que estava atrasado por serviço...

Depois do sermão eu peguei as cartas que foram selecionadas e coloquei na bolsa... Todas... Exceto pela minha que tratei de guardar em um dos meus bolsos, por fim me despedi do pessoal e abri voo para trabalhar...

Ao contrário do que eu pensava fiquei inquieto durante todo o trabalho, pensando no que eu falaria assim que eu visse a raposa... E se ele tirasse saco da minha resposta? Como eu iria olhar pra ele depois disso!? Enfim o tão esperado momento chegou... Eu voei até o tempo do deus raposa mais uma vez, indo de encontro com a porta de entrada, onde eu tinha certeza que o tão famigerado homem estava.

— A-Ah... Eu tenho uma entrega! — Quando eu abri a porta do templo lá estava ele... Sorrindo gentilmente porém... Eu senti algo estranho com seu sorriso... Algo me incomodava.

Ele se aproximou sorrindo e então observou meus olhos com intensidade... Parecia que ele estava olhando diretamente para a minha alma.

— A-Aqui está... — Estendi a carta que estava em meu bolso para ele e fiz uma reverência pronto para voar, porém... Ele segura a manga do meu uniforme e então se vira por um momento pegando algo e me entregando, fazendo com que nossas mãos se tocassem por um momento.

Era um belo girassol... Todas suas pétalas eram amarelas e intensas, assim como o nome dizia... Parecia um sol... Porém o calor do sol eu sentia nas mãos do homem que eu toquei por um breve instante.

— A-Ah... Adeus... — Falei nervoso e então abri minhas asas novamente com o girassol em mãos e sai do local o mais rápido possível. 


Notas Finais


Obrigada a quem leu até aqui, espero que tenham gostado...
Se quiserem falar de alguma coisa da escrita podem falar a vontade
Até o próximo capítulo 💕


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