História Tell Me What is Love (Xiuchen) - Capítulo 3


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen, D.O, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Boyxboy, Chen, Exo, Fluffy, Kpop, Soft, Xiuchen, Xiumin, Yaoi, Yuto
Visualizações 28
Palavras 2.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!!

Capítulo 3 - Três


Jongdae acordara com os raios de sol invadindo o cômodo e tocando seu rosto; não lembrava de ter pego no sono, mas em algum momento do filme ele desatou a chorar e correu para o quarto chorar em seu travesseiro.

Levantou-se com um pouco de dor de cabeça e foi até a cozinha tomar um remédio. Olhou para o relógio e viu que eram 9:15, então decidiu trocar-se; ia ao parque, afinal. Colocou uma blusa fina de manga e uma bermuda, um tênis de corrida (não que iria correr, colocou apenas porque era leve e confortável) e voltou para a cozinha, pegando uma pêra; abriu a porta e saiu de seu apartamento.

Fazia tempo que Jongdae não saía de casa sem ser para o trabalho, então ele era como um vampiro que saiu ao sol; seus olhos demoraram a se acostumar com a luz do dia, e entre os passos ele mordiscava sua pêra. Passou em frente à uma quitanda onde uma velha senhora tricotava sentada em uma cadeira de madeira; e alguns passos à frente avistou o parque.

— Uau. Como eles conseguem ter tanta disposição assim?— murmurou ao ver tantas pessoas ali, correndo e se divertindo em plena manhã. — Ah claro, ninguém ali foi chutado e humilhado a ponto de não querer mais sair de casa, que burrice a minha.

Atravessou a rua e chegou ao parque, reparando nas pessoas que exercitavam ou apenas passeavam. Viu um banco vazio no meio da pista circular de corrida e foi caminhando até lá, com a pêra quase no fim e mordiscando-a; ao lado do banco havia uma cesta de lixo onde jogou a fruta e resistiu à tentação de jogar-se junto. Sentou-se e passou a observar as pessoas correndo com seus fones no ouvido ou conversando com a pessoa do lado.

— Olha só quem deu as caras por aqui. — ouviu uma voz e virou-se, dando de cara com um Minseok todo suado e retirando os fones do ouvido, aproximando-se.

— Olá, Minseok. Pois é, as vezes é bom sair da toca. — disse com um sorriso meio forçado, batendo levemente a mão no vazio ao seu lado indicando para Minseok sentar-se.

— Opa, com licença. — disse sentando ao seu lado. — Costuma vir pra cá? Nunca te vi por aqui.

— Não, na verdade não. Vim hoje porque me deu vontade, não queria ficar em casa. Aquele lugar me lembra... — vacilou, mudando de assunto rapidamente. — E você? Vem sempre? Você corre, pelo que parece.

O menor confirmou.

— Toda manhã; adoro correr por aqui. Você mora naquele prédio que te vi ontem, certo?

—Uhum. — afirmou. — O que estava fazendo por ali, afinal? — perguntou o encaracolado.

— Bem curioso você, não? — disse e riu, vendo o outro corar. — Brincadeira, desculpe. Eu tinha terminado de correr e estava voltando pra casa."

— Entendo. Mora com os pais?

— Ei!" o pequeno exclamou, ofendido. — Sou mais velho que você, lembra?

— Oh, é verdade. — e riu. Minseok ficara encantado com a risada do enrolado, o sorriso nem se fala. — Me desculpe, mas você parece um adolescente de 17 anos, Minseok.

— Pois é, mas eu tenho 27, ok? Moro com meu irmão mais novo desde que meus pais se separaram. — respondeu após rirem juntos, fazendo uma cara engraçada de superioridade.

— Ah, eu também moro sozinho agora, mas não por causa de meus pais. Nunca conheci o meu na verdade; não me fez falta também. Mas poxa, deve ter sido difícil pra você toda essa coisa de separação e tal.

— Difícil? Foi a melhor coisa que me aconteceu! — exclamou e riu ao ver a cara de confuso de Jongdae. — O relacionamento dos meus pais era tudo por interesse, sabe? Nunca me senti como um filho, muito menos os considerava pais; era apenas eu e meu irmão. Quando eles se separaram, fiquei com o apartamento aqui em Nagoya e cada um foi pro seu canto; eles dois brigando na justiça pelos bens e etc. O apartamento só é meu pois meu avô colocou em meu nome assim que nasci e eles não tinham o direito dele.

— Uau, que história. — e riu nasalado.

— E você? Sempre morou sozinho? — perguntou curioso, os olhos redondinhos o encarando.

— Hm, digamos que sim. Mas isso não é algo que queira falar agora. — sorriu forçado.

— Oh sim, claro! Me desculpe ser invasivo assim, de novo. — e os dois riram. — Respeito seu espaço, quando estiver à vontade pode me contar, sem problemas. — Jongdae sorriu.

— Obrigado pela compreensão.

Os dois ficaram sem assunto por um tempo, até que decidiram ir para casa. Iam andando pela rua observando os prédios até que Minseok pergunta:

— Ah, Jongdae, vai fazer algo no almoço hoje? Se você quiser poderíamos almoçar em algum restaurante, sei lá. — Jongdae exitou.

— Hoje eu marquei de almoçar na casa de um amigo meu, me desculpe. Vamos outro dia, ok?

— Ah sim, ok. Está entregue, mocinho. — disse parando em frente ao prédio do encaracolado.

— Eu sou apenas um ano mais novo que você, está bem? Nem vem com essa. —  e riram novamente. — Tchau, Minseok, bom almoço.

— Pra você também, Jongdae. — e seguiu seu caminho com um sorriso no rosto.

  ㅗ ㅜ  

Chegou em casa e logo sentiu o cheiro de comida no ar, supôs que Junmyeon estava a cozinhar.

— Junmyeon! O que teremos de almoço? — gritou da porta.

— Não sei, não sou eu que estou fazendo. — respondeu saindo do banheiro; Minseok fez cara de confuso. — Sehun queria almoçar aqui e eu dei a condição de preparar almoço pra gente. Aceitou na hora. — disse com um sorriso malicioso.

— Você me ofereceu uns beijos também, Jun! Não esqueça essa parte! — gritou o mais alto da cozinha, fazendo Junmyeon corar. Minseok riu da situação.

— Desde que não façam nada em cima da mesa ou no meu quarto, Sehun pode fazer almoço aqui quando quiser. — disse e o irmão corou mais ainda, parecendo um pimentão.

— Opa, pode deixar! — Sehun disse, colocando a cabeça pra fora da porta da cozinha e dando uma piscadela para Junmyeon.

— Já acabaram com a patifaria? OK, muito obrigado. — disse irritado. — Minseok, enquanto você estava fora chegou uma carta para você; não abri porque tem um selo muito chique então achei que era importante, está em cima da mesinha.

— Ah sim, depois eu vejo, tô morrendo de fome. Vai demorar muito aí, Sehun?

— Não, hyung. Mais uns cinco minutos e tá pronto. — gritou de volta.

— Vou tomar um banho então, já volto. — e correu para o banheiro. Durante o banho não conseguiu evitar pensar no sorriso que Jongdae dera mais cedo, estava encantado pela forma que várias ruguinhas apareciam em volta dos olhos do encaracolado e o quão doce era ouvir sua risada.

Minseok não sabia o por quê de estar pensando no cacheado, mas gostava da sensação.

Terminou seu banho e foi trocar-se, avistando um envelope preto em cima da mesinha de cabeceira; supôs que era a carta que Junmyeon dissera e decidiu que leria mais tarde. Voltou para a cozinha suspeitando do silêncio que estava no cômodo, já imaginando o que acontecia por ali. Não deu outra: entrou e se deparou com a cena de Junmyeon e Sehun aos beijos encostados na pia; assobiou para indicar que estava ali e os dois se separaram constrangidos, Junmyeon mais vermelho que nunca.

— Está pronto o almoço, Minseokkie. — murmurou coçando a nuca e indo rapidamente em direção à mesa já pronta, sentando-se na ponta.

Trocou olhares com Sehun e viu que o mais alto também estava corado; piscou para o mesmo e foi sentar-se à mesa junto de seu irmão.

— Isso aqui está muito bom, Sehun! Desde quando cozinha bem assim? — dizia o pequeno após abocanhar uma garfada de segundo prato.

— Desde sempre, eu acho. Mas e você e o apresentador bonitão? O que tá rolando, hyung?

Minseok engasgou-se com a comida, batendo em seu peito levemente e tomando um gole de água depois.

— Junmyeon! O que você falou pra ele?! — repreendeu o irmão que levantou os ombros em tom de indiferença. — Não tenho nada com Jongdae, ele só trabalha no mesmo local que eu! Não quer dizer que eu sinta algo por ele só por que ele me trata bem e tem um sorriso encantador e-e...

— Ninguém aqui falou sobre sentir algo, hyung. — disse Sehun, levantando-se da mesa com um sorriso malicioso no rosto, passando por um Minseok vermelho de vergonha.

— Você tem certeza que não está gostando dele, Minseokkie? — perguntou o irmão.

— Junmyeon! — exclamou o mais velho, que abaixou o tom de voz em seguida. — Tenho certeza, absoluta. Com licença. — e saiu da mesa sem nem levar seu prato na pia.

Fechou rapidamente a porta do quarto e jogou-se de cara no travesseiro, a imagem de Jongdae vindo à sua mente; sentiu as bochechas queimarem e seu estômago revirar só de lembrar (de novo) da risada gostosa que o mais novo dera mais cedo.

— O que está acontecendo comigo? —  sussurrou para si mesmo e adormeceu ali.

Em seu sonho, o encaracolado o veio visitar. Os dois estavam no parque, embaixo da mesma árvore que Minseok vira os dois garotos apaixonados; conversavam alegremente enquanto comiam morangos até que Jongdae ficara sério de repente. Minseok achou estranho e seu sorriso se desfez também, vendo o enrolado se aproximar de seu rosto e o sentindo queimar. Ele estava muito perto. Minseok não conseguia se mexer então apenas fechou os olhos e respirou fundo, formando um pequeno bico com os lábios e sentindo o outro cada vez mais perto de si.

Abriu de repente os olhos e se deparou com Junmyeon bem perto de si segurando seu celular. Minseok soltou um grito assustado em seguida, levando o irmão a gritar também e não demorou nada até Sehun entrar correndo no quarto com um chinelo em mãos.

— Onde está? Onde ela está? — disse percorrendo os olhos pelo chão, segurando o chinelo no alto pronto pra arremessar.

— Ela quem? — perguntou Junmyeon.

— A barata, ué! Vamos, me diga onde ela está, mato ela com uma chinelada só. — disse determinado, balançando o chinelo no ar.

— Sehun, do que você está falando? Não tem barata nenhuma aqui. — o mais velho dali disse ofegante com uma mão sobre o peito, se recuperando do susto.

— Ah sim.. — abaixou o sapato e piscou algumas vezes, decepcionado. — Vocês começaram a gritar, achei que tinha algum bicho aqui, sei lá. Afinal, por que toda essa gritaria? Eu fiquei realmente preocupado.

— Eu sei lá! Minseok começou a gritar quando eu o acordei para ir se arrumar pro trabalho, aí me assustei também e gritei.

— E isso é jeito de acordar alguém, Junmyeon?! Você me deu o maior susto com essa cara feia em cima da minha. — disse o irmão rindo após ver a cara de indignação do mais novo e a gargalhada de Sehun.

— Mal agradecido, eu vim te acordar para o trabalho! Só por isso vou mandar pra todo mundo a foto de você fazendo biquinho enquanto dorme, olha só.. —  e mostrou a tela do celular para o irmão, que brilhava a imagem do mesmo abraçando o travesseiro com um biquinho nos lábios.

— VOCÊ NÃO SE ATREVA, KIM JUNMYEON! — e avançou no irmão, que rapidamente deu o celular para Sehun antes de ser agarrado e puxado para a cama do mais velho, que começou a fazer cócegas.

— M-me solt-ta Minseokkie! — tentava dizer entre risos.

— Então apague a foto!

— Não apago. — Minseok passou a fazer cócegas mais fortes e o mais novo se rendeu. — Tudo bem, tudo bem, eu apago. — enxugou as lágrimas e tentava recuperar o fôlego pós ataque.

— Acho bom mesmo. — olhou vitorioso e bateu as mãos. — Agora se me dão licença, preciso tomar outro banho antes de ir pro trabalho, xispem daqui.

E os dois saíram rindo, deixando Minseok sozinho novamente. Enquanto se trocava, o sonho que tivera passava várias e várias vezes em sua mente, e cada vez que Jongdae se aproximava o estômago do pequeno se revirava e as palmas das mãos suavam.

— Que droga! Pare de pensar nele, Minseok! Pare de pensar naqueles lindos olhinhos enrugados enquanto ele ri ou nas covinhas e... ARGH! O que você está fazendo? Ele é o âncora do jornal, deve ter milhares de mulheres aos seus pés! Quem sou eu perto dele? — dizia frustrado ao amarrar os cadarços de seu tênis.

Poucos minutos depois, depositava um beijo na testa de seu irmão e fazia um toque de mãos com Sehun e saía de casa. Ao chegar no grande prédio da emissora, foi até o estúdio e cumprimentou seus parceiros, logo indo arrumar sua câmera.

— Minseok? Você tem um tempinho? — ouviu a voz suave atrás de si, e arrepiou-se dos pés à cabeça. Ao virar, deparou-se com ele já arrumado para entrar no ar, lindo como sempre.

— Oi Jongdae, como vai? Pode falar.

— Ah, eu vou bem desde que nos vimos há poucas horas atrás. — disse e riu. — Falando nisso, aquele convite ainda está de pé? Podíamos sair para jantar hoje depois do programa, o que acha?

Minseok quase engasgou-se com a  própria saliva, piscando algumas vezes. Aquilo era sério mesmo?

— Claro, claro. Onde iríamos? — perguntou meio perplexo.

— Ah, isso a gente resolve depois. É melhor eu ir agora, preciso ir ao banheiro antes de entrarmos no ar. Depois nos falamos. — e com um sorriso fino nos lábios despediu-se do menor que ficou imóvel.

Apenas foi acordado por seu colega que o avisou que logo entrariam no ar, o tirando dos pensamentos do que possivelmente aconteceria aquela noite.


Notas Finais


oioi#

oh sehun, matador oficial de baratas que não existemKKKKJKKJK eu adorei escrever essa parte, de verdade

e agora,onde será que eles vão hm? hehehehehe

como eu tenho capítulos prontos já, vou postar tipo uns dois de uma vez e por aí vai (a ansiedade não permite demorar pra postarKKKKKKKJFKF)

se quiserem, digam o que estão achando da fic! espero que estejam gostando! até jajá


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