História Tell Me What is Love (Xiuchen) - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen, D.O, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Boyxboy, Chen, Exo, Fluffy, Kpop, Lemon, Soft, Xiuchen, Xiumin, Yaoi, Yuto
Visualizações 110
Palavras 2.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


cá estou eu novamente, KKJFKFKK
boa leitura!!

Capítulo 4 - Quatro


Jongdae não havia ido no banheiro pra retocar a maquiagem ou aliviar-se, muito pelo contrário: pela terceira vez no dia o enrolado fora vomitar por causa da ansiedade. A primeira vez foi quando pensou na possibilidade de sair com Minseok após Kyungsoo dar a ideia e demorar a convencê-lo a chamar o pequeno; a segunda vez foi minutos antes de sair de casa à caminho do trabalho e a terceira agora.

Enquanto botava pra fora, lembrava de quando Yixing o chamou pra sair pela primeira vez e perguntava-se se estava fazendo a coisa certa ao convidar o pequeno para um jantar. O que ele tinha a perder, afinal? Não estava o convidando com segundas intenções, queria apenas criar um laço de amizade com Minseok e nada mais. Jongdae não queria mais.

Tirou sua pequena nécessaire do bolso do terno e retirou sua escova dental e fazendo sua higiene. Retocou a maquiagem básica e voltou ao estúdio, faltando apenas 2 minutos para entrarem no ar.

  ㅗㅜ  

ㅡ 3,2,1 e.... corta! Vocês foram ótimos hoje, bom trabalho. ㅡ disse o diretor.

Jongdae suspirou estressado, havia demonstrado nervosismo durante o programa e gaguejou várias vezes, tendo que beber muita água durante o intervalo para repor o suor que saiu de seu corpo, sem contar a ânsia que ia e vinha a cada 5 minutos.

ㅡ Droga, é só um jantar, Jongdae, pra que tudo isso? ㅡ sussurrou limpando as mãos no paletó, enquanto levantava-se da grande mesa. Viu Minseok pelo canto dos olhos arrumando alguns fios e conversando animadamente com um parceiro seu e por um momento passou pela sua cabeça fugir dali sem que ele perceba, mas logo descartou completamente a possibilidade; não faria isso de jeito nenhum, não com o pequeno.

Muito, mas muito relutante, aproxima-se dos dois com um pequeno sorriso no rosto e segurando as duas mãos atrás do corpo para conter a leve tremedeira. O pequeno o viu se aproximar e despediu-se do colega com um toque de mãos um tanto quanto engraçado, tirando do enrolado uma pequena risada.

ㅡ E aí, você tá bem? Parecia estar nervoso lá. O que aconteceu? ㅡ perguntou calmo, mas com um leve tom de preocupação.

ㅡ Não foi nada, fique tranquilo. Vamos? ㅡ pergunta o enrolado, recebendo um aceno de cabeça em resposta e saem do estúdio rumando para o elevador.

ㅡ Você não está nervoso por causa do jantar, está? ㅡ o mais velho pergunta com um pequeno sorriso no rosto.

ㅡ Está tão óbvio assim? ㅡ pergunta corando e olhando pra baixo, ouvindo Minseok gargalhar.

ㅡ Relaxa, Jongdae! Isso não é um encontro ou algo do tipo, vamos apenas nos conhecer melhor; não há motivo pra tanto nervosismo. Nunca saiu com ninguém assim antes? Sem compromisso? ㅡ perguntou enquanto entravam no estacionamento.

Já, e isso resultou em quase 4 anos de namoro e um pé na bunda humilhante que desgraçou a minha vida. Pensou, mas apenas riu em resposta.

ㅡ Vamos com meu carro? ㅡ o enrolado pergunta. ㅡ Posso te trazer aqui depois para pegar sua moto.  ㅡ e o menor confirma com a cabeça.

ㅡ Sem problemas. ㅡ diz com um sorriso e os dois entram no carro. ㅡ Conheço um restaurante muito bom aqui perto, o que acha de irmos?

ㅡ Você que manda. ㅡ o enrolado sorriu e os dois saíram da garagem. Não precisou um segundo para que o pequeno ligasse o rádio e começasse a cantar junto da música que tocava; era uma música que o enrolado não conhecia, mas em compensação Minseok acompanhava até o rap, tirando um sorriso do mais novo; e mesmo não conhecendo a música, Jongdae dançava suavemente ao som, batucando no volante e indo na onda de Minseok. Quando a música terminou, os dois começaram a rir, até o encaracolado secar as lágrimas.

ㅡ Onde fica o restaurante, Minseok? ㅡ o pequeno o disse para virar à direita na próxima rua e ele o fez, e logo franziu o cenho ao reparar no lugar onde estavam; aquele lugar era familiar para Jongdae. 

ㅡ Ande mais algumas quadras e chegamos. ㅡ Jongdae foi reduzindo a velocidade, até parar na frente do restaurante. 

ㅡ Ah não, não pode ser. ㅡ o enrolado estava estático no volante, negando levemente com a cabeça. ㅡ Não, não, não, não, não! ㅡ Jongdae conhecia bem este lugar, bem até demais. 

Foi ali o primeiro encontro dele com o chinês, quando finalmente aceitou sair com ele e virou o lugar favorito dos dois até pouco tempo antes daquilo; era ali que os dois conversavam de mãos dadas e rindo, e o pior: ali que Yixing havia pedido Jongdae em namoro. 

Nem percebeu que Minseok havia saído do carro até que o mesmo se apoiara na janela e estalava os dedos para chamar sua atenção. 

ㅡ Ei, Jongdae, não vai descer não? Tá ficando frio aqui fora, vamos entrar antes que piore. ㅡdizia animado,  guardando as mãos no casaco e fechando a porta. Ao ver que Jongdae não se mexeu, abaixou na direção da janela novamente. ㅡ Jongdae? Tá tudo bem?  Ei, Jongdae!

ㅡ Oh, m-me desculpe Minseok, e-eu só... Deixa pra lá, vamos entrar, sim? ㅡ despertou dos pensamentos, desafivelando seu cinto de segurança e abrindo a porta com as mãos um pouco trêmulas; olhou para o pequeno do outro lado e forçou um sorriso, recebendo um em troca também e acionou o alarme. 

Deu a volta no carro até alcançar Minseok e deu uma olhada na frente do restaurante. Era um restaurante italiano, um dos poucos em Nagoya; sua frente era preta com a bandeira da Itália no centro seguida do nome do mesmo; respirou fundo e entrou no estabelecimento, logo sendo invadido pelo calor dali e pelo cheiro. Ah, o cheiro. 

Seu interior não havia mudado nada, as mesmas mesinhas brancas com a toalha quadriculada nas cores da bandeira, a iluminação sempre ajustada para o maior conforto e os garçons pra lá e pra cá; seguia-os com os olhos até que avistou bem no canto a mesa em que ele e o chinês se sentavam e sentiu um grande aperto no peito. Aquilo era demais para ele. Prendeu a respiração quando ouviu a familiar voz o chamar de longe. 

ㅡ Jongdae? É você mesmo? ㅡ disse um dos garçons, se aproximando e cumprimentando os dois. ㅡ E aí, cara!?  Faz tempo que não te vejo, por que parou de vir?

ㅡ Oi, Yuto. Sabe como é, trabalho e etc. ㅡ riu fraco, coçando a nuca e olhando para Minseok de canto de olho, vendo sua cara confusa como quem perguntava o que estava acontecendo. ㅡLonga história. ㅡ disse e o pequeno assentiu. 

ㅡ Ah sim, entendo. Mas que bom ter você de volta, ainda mais acompanhado, hm? Mas o que aconteceu com o Yix... ㅡ o moreno de traços bem desenhados ia falando com um sorriso, quando Jongdae o interrompeu, tossindo levemente.

ㅡ Tem alguma mesa disponível, Yuto? ㅡ mudou de assunto e o japonês entendeu o recado e desfez o sorriso na hora, assentindo com a cabeça e pedindo para os dois o seguirem. O japonês conhecia Jongdae e Yixing desde todo o namoro tornando-se um amigo do ex-casal, porém quando os dois terminaram perderam total contato, o que foi triste para Yuto, ele realmente gostava dos dois. 

Os levou até uma mesa afastada da que eles se sentavam e saiu para pegar os cardápios; os dois ficaram em silêncio até Yuto voltar, então fizeram seus pedidos. Minseok percebera que se tratava de algo que o enrolado não gostaria de comentar no momento, então apenas puxou um assunto qualquer e começaram a conversar; quando os pedidos chegaram comeram com vontade, estavam famintos, afinal. Depois de trocarem mais algumas palavras se conhecendo mais e mais, Jongdae percebe a inquietação do pequeno.

ㅡ Acho que devo algumas explicações, sim? ㅡ disse enquanto bebericava um gole de seu suco.  ㅡ Você parece estar curioso.

ㅡ Está tão óbvio assim? ㅡ disse e os dois riram fraco. ㅡ Me desculpe, isso não é da minha conta, não se sinta na necessidade de contar.

ㅡ Não não, não tem problema. ㅡ abre um pequeno sorriso. ㅡ Senta que lá vem história. ㅡMinseok se ajeitou ansiosamente na cadeira , colocando os cotovelos em cima da mesa e a cabeça entre as mãos. Adorável.

Então Jongdae o contou sua (péssima) história com o chinês, contou quando o levava para este restaurante e apontou a mesa onde sentavam, o pedido de namoro, como conhecia Yuto e por fim o término depois de três anos e meio, mais conhecido como pé na bunda.

ㅡ Oh. ㅡ foi a única coisa que Minseok conseguiu dizer depois da longa história do encaracolado.

ㅡ Pois é, por isso disse à você aquilo sobre o amor. É isso o que ele é e isso o que ele faz, ele faz você acreditar ao máximo pra depois tirar tudo de você, te deixando sozinho e vazio por dentro. Ele te destrói e faz acreditar que algum dia você poderá sentir isso de novo, mas não passa de ilusão. ㅡ disse tomando mais um gole de seu suco. ㅡ Não vale a pena essa coisa de se apaixonar, só te fode em todos os sentidos.

Aquilo particularmente ofendeu o pequeno, que olhou pra Jongdae com um tom de desconfiança. Entendia claramente o lado do outro Kim, mas o amor não era isso! Minseok iria denfendê-lo com unhas e dentes, não toleraria ouvir essas coisas sobre o amor, coisa que o pequeno mais acredita.

ㅡ Não acho que isso seja o amor, Jongdae. Não diga isso. O amor é uma coisa bonita, te faz bem sim, principalmente quando você direciona e compartilha isso com alguém. Ele te faz enxergar as coisas com um outro ponto de vista, faz enxergar o que há de melhor nesse mundo em que vivemos. ㅡ Minseok ia ficando vermelho a cada palavra que dizia. ㅡ Te faz sentir borboletas no estômago e pensar na pessoa quase todo o tempo e ainda soltar um sorriso bobo e ficar envergonhado, sem contar que você passa a se amar também. É capaz de mover até montanhas se preciso. Não é porque você teve uma experiência ruim com alguém que não soube aproveitar seu amor que ele seja assim. ㅡ terminou, ofendido.

ㅡ Ah qual é, Minseok! Amor é patético, ninguém nunca ama uma pessoa de verdade, sei disso por experiência própria e você também! Veja a situação de seus pais, aquilo nunca foi amor e você já devia saber que essa história de sentimentos e amor recíproco é falsa. ㅡ olhou confuso para o pequeno, não entendia o motivo dele defender tanto assim o sentimento.

ㅡ Você ouviu alguma palavra do que eu acabei de falar? Não é por uma experiência ruim que seja assim, coloca isso nessa sua cabeça, Jongdae. Foi por causa do amor que você está aqui, é por causa do amor ao seu trabalho que ainda continua naquela emissora e por aí vai! ㅡ disse bravo, mas foi interrompido pelo enrolado.

ㅡ Isso é diferente, Minseok. Não inverta as coisas desse jeito! Esse amor que você tanto defende não existe! ㅡ os dois já estavam exaltados e com o tom de voz bem elevado, chamando a atenção das pessoas ao redor.

ㅡ Então você não faz a mínima ideia do que ele seja. Me dê licença. ㅡ abaixou o tom de voz encarando Jongdae, e saiu da mesa o deixando estático e respirando rapidamente devido à exaltação, ignorando os olhares curiosos e bufando de raiva.

ㅡ Como ele pôde dizer aquelas coisas? Ele nem sabe o que é o amor, ainda teve a audácia de citar meus pais! Idiota, idiota Jongdae! ㅡ soltou caminhando rapidamente até ficar longe do restaurante.

Virou várias esquinas até parar em uma rua familiar que era caminho para a emissora, precisava de sua moto que estava lá na garagem ainda. Enquanto andava, guardou as mãos nos bolsos devido ao frio e chamava repetidamente Jongdae de idiota; o pequeno realmente ficara chateado com as palavras do encaracolado pois não imaginava que seria tão insensível daquela forma. 
Chegou à emissora e entrou pelo portão da garagem logo avistando e montando em sua moto, saindo dali à toda velocidade pois só queria tomar um banho gelado e esquecer do que aconteceu.

Ao chegar em casa, bateu a porta ao fechar e acabou assustando Junmyeon que dormia no sofá; este levantou num pulo e logo percebeu a feição furiosa no rosto do irmão.

ㅡ Minseokkie, o que aconteceu?

ㅡ Não é da sua conta, apenas volte a dormir Junmyeon. ㅡ disse e foi até seu quarto pegar suas roupas e rumou para o banheiro, também batendo a porta em seguida. Depois do banho, sai do quarto e vê que o irmão mais novo não está mais na sala então deduz que já tenha ido para seu quarto. 
Tinha sido demasiado rude com o moreno, e resolveu que se desculparia amanhã com o mesmo.

Apenas com sua boxer, jogou-se na cama e afundou o rosto no travesseiro na espera do sono vir rápido e o fazer esquecer do fracasso que havia sido o jantar.


Notas Finais


oioi#
o clima esfriou ali hein, complicou pro lado do Jongdae KKKKKKKDKKDKKJF
bom, fiz essa atualização dupla e pretendo atualizar assim mais vezes até acabar meu "estoque" e eu voltar a escrever, aí aviso qual dia da semana eu usarei pra atualizar. depois de reler enquanto editava tive novas idéias que tenho certeza que irão gostar
e aos novos leitores, bem vindos!
espero que estejam gostando obrigada por lerem.

até mais!


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