História Tell Me You Love Me - Camren - Capítulo 66


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Personagens Originais
Tags Camren, Comedia, Depressão, Drama, Romance
Visualizações 1.652
Palavras 1.256
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde queridos e queridas.

Capítulo 66 - Marcas


P.O.V  Lauren

Depois daquele momento maravilhoso, Camila e eu apagamos na cama, só fui acordar quando o raio solar bateu em meu rosto por causa que a janela do quarto está aberta. Eu dormi muito, estou completamente relaxada depois de uma boa noite de sono com o amor da minha vida em meus braços, olho para a latina que está roncando baixinho e de boca aberta, reparo o seu corpo nu grudado ao meu. Camila está com varias marcas aleatórias por sua pele bronzeada, principalmente o seu pescoço, ele está roxo, parecia que ela tinha acabado de lutar com alguém. Abaixo os meus olhos para os seus seios, eles estão avermelhados e com os bicos um pouco roxeado de tanto que suguei, essa gatinha acabou comigo.

Saio da cama devagar para não acorda-la e vou ao banheiro, escovo rapidamente os meus dentes e me enfio debaixo do chuveiro, me arrependi de fazer isso. Minhas costas começou a queimar por conta dos arranhados, vejo que estou cheia de chupões, arranhados por cada parte do meu corpo e marcada pelo chicote de couro. Eu amei a Camila sendo uma selvagem e com aquela fantasia de gata, nunca vou me esquecer. Saio do banheiro enrolada na toalha e entro no closet, visto uma muda de roupa simples e vou para o andar de baixo sentindo um cheiro gostoso vindo da cozinha.

- Bom dia – Desejei com direito a um bocejo.

- Bom dia Laur – Sinu está mexendo na panela, ela está de costas para mim – Estou quase terminando o café da manha.

- Que sorte a minha – Puxo uma cadeira para me sentar.

- Estou fazendo panquecas com nutela – Sinu comentou e se virou para me olhar – Minha nossa senhora da bicicletinha.

- O que? – Indago ao ver a sua cara horrorizada.

- Alguém te bateu? Passaram um caminhão por cima de você? – Sinu disparou as perguntas.

- O que? – Solto uma gargalhada – Claro que não, sogra.

- Mas o que é isso – Sinu levou a mão até a boca.

- Bom dia norinha – Alejandro entrou na cozinha carregando a Sofi no colo – MEU DEUS.

- Sério que vocês vão ficar espantados e não vão me dizer o que tem comigo? – Bufo – Estou cagada?

- Antes fosse – Alejandro riu – Laur, você está toda roxa, tem varias marcas e arranhados em você.

- Culpe a sua filha – Sinto as minhas bochechas pegando fogo.

- Ela te bateu? – Alejandro questionou pousando a latina menor na cadeira.

- Não nesse sentido – Entorto a boca – Vocês entenderam.

Alejandro e Sinu tiveram um ataque de gargalhadas quando entenderam o motivo de eu estar assim, Sofia ficou me olhando sorrindo e eu plantei um beijo em sua testa, minha pequena inocente. Minha sogra colocou uma prata de panquecas na mesa, tratei de me servir daquela delicia e de encher o um copo com suco natural de laranja, quando eu ia enfiar um pedaço de panqueca na boca, escutei um bocejar próximo a mim e me viro. Camila está vindo em minha direção coçando os olhinhos e bocejando varias vezes em seguida, seu cabelo está todo rebelde.

- Porque não me acordou? – Camila fez um bico adorável para mim.

- Você estava dormindo como um anjo – Puxo-a para se sentar em meu colo.

- Não gosto quando você me deixa sozinha – Disse toda manhosa.

- Desculpa meu amor – Beijo demoradamente a sua bochecha – Está com fome?

- Uhum.

- Tom aqui – Levo uma garfada de panqueca com nutela até a sua boca.

- Huum...que delicia – Camila me olhou sorrindo.

- Estou começando a preocupar com o sexo selvagem de vocês – Sinu comentou fitando a filha – Hija, você está cheia de chupões e marcas roxas.

- Mama!

- Isso que da deixar as duas sozinhas em casa – Alejandro revira os olhos – Minha filha nera inocente?

- Não é aqui e nem na China – Respondo rindo.

- Michelle! – Camila bateu em meu braço.

- Amor, vamos ser sinceras – Beberico do meu suco – Depois de ontem, vemos claramente que a mais safada é você.

- O que aconteceu ontem? – Sinu perguntou com curiosidade – Não deveríamos ter deixado vocês duas ficarem aqui sozinhas.

- Sogrinha, tendo vocês ou não, iria rolar do mesmo jeito – Pisco um olho.

- Não aconteceu nada, mama – Camila abraçou o meu pescoço e descansou a cabeça em meu ombro – Para de ser curiosa.

- Olha Laur, eu vou te deixar roxa mas não vai ser da maneira que a minha hija te deixou – Sinu me ameaçou.

- Nossa que sogrinha mais linda – Sorrio amarelo.

Depois do café da manha regado de conversas aleatórias e muitas risadas, Camila e eu subimos para o seu quarto com a Sofia nos seguindo, Ale avisou que é pra deixar a porta do quarto aberto e que não quer safadezas na frente da sua filha menor. Me jogo na cama da minha noiva e a Sofia se jogou em cima de mim, me atacou com cocegas no pescoço, comecei a rir até que reverti a situação fazendo-a gargalhar com o meu ataque de cocegas em sua barriguinha.

- Lolo, para – Sofia pediu entre risadas.

- Parei – Me afasto dela, a minha noiva se deitou ao meu lado e pousou a cabeça em meu peito – O que foi amor?

- Nada, só estou cansada.

- Digamos que eu também – Beijo a sua testa – Quer dormir um pouco?

- Dormir não – Sofia se intrometeu e pulou em cima da irmã – Kaki! Kaki!

- O que foi, minha princesa? – Camila agarrou a pequena e lotou o rosto dela de beijinhos.

- Não vai dormir – Sofia agarrou a irmã e não quis soltar mais.

- Duas fofas – Comento toda boba ao vê-las agarradinhas, coloco a mão debaixo da blusa da minha noiva e acaricio a sua barriga.

- Amor, tira a mão dai.

- Camz, estou sendo carinhosa – Resmungo, quando vou tirar a minha mão, ela coloca de volta – Decida-se.

- Eu quero carinho – Fez voz infantil.

Sofia começou a encher a irmã de perguntas sobre porque estarmos com marcas, Camila inventou algo do tipo que estávamos brincando e que ficávamos mordendo uma a outra, uma merda de uma mentira mas que sossegou a pequena. Minha mão ia para cima e para baixo na barriga lisinha da minha noiva, ela me olhou sorrindo e me deu um selinho longo. Sinto o meu celular tocando e estico a mão livre para alcança-lo na mesinha ao lado da cama, vejo que é meu pai.

- Papai.

- Hey bebê – Meu pai me cumprimentou – Te acordei?

- Não pai – Solto uma risadinha – Aconteceu alguma coisa?

- Não querida, quer dizer, tenho uma novidade – Meu pai disse animado.

- O que é?

- Sabe aquele terreno que estávamos vendo ontem de manha? – Fiz um som nasal afirmando – O dono deu a resposta e ele disse que pode vender.

- Sério pai? – Fico toda animada, ele apenas faz um som afirmando – Isso é demais.

- Então venha querida, ele está aqui comigo.

- Vou chegar ai o mais rápido que eu consegui – Me despeço dele e finalizo a ligação – Amor, eu tenho que ir embora.

- Mas já Lo? – Camila fez um biquinho e ficou sentada na cama – Fica meu anjo.

- Eu preciso ir para casa, meu pai me espera – Coço a nuca.

- Ah, poxa.

- Quer vir comigo? – Eu não resisto a essa latina, ela fez uma cara tão fofa.

- Pode ser – Camila assentiu e sorriu largamente.

Espero que ela aprove a ideia de eu estar prestes a mandar construir uma fazenda para morarmos juntas.


Notas Finais


Como será que a Camila vai reagir?


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