História Tem um ghoul entre nós. - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Boy Love, Bts, Jungkook, Lemon, Romance, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 92
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de meses sem att eu voltei. Atualizei todas as fics que eh tinha pra atualizar e eu espero que vcs gostem e COMENTEM por que são DUAS MIL E OITOSSENTAS PALAVRAS ou seja eu escrevi pra caralho. Me deem amor.

Capítulo 4 - Admissão e NamSeok


Depois que a gente comeu o bolo e arrumou as coisas do Jimin, o Namjoon nos chamou para ajudar a arrumar o quarto dele – sim, ele escraviza a gente quando tem vontade – em partes ele só chamou a gente porque o Hoseok estava lá, e ele é muito organizado. Ao contrario de mim e Jimin, que somos a bagunça em forma de gente – ou metade de gente no caso de Jimin.


— Vocês não vão fazer nada? — Namjoon perguntou, neguei com a cabeça.


— Não, eu sou um desastre. Hoseok tá arrumando tudo tão bonitinho. — Comentei. 


— Seu cu, Taehyung. — Hoseok surgiu entregando-me um rodo e um balde. — Limpe o chão. Jimin, você vai tirar a poeira. — Entregou o pano para o menor, que assentiu e saiu. Eu fiz o mesmo, pois não era louco de discordar de Hoseok, ao contrario de minha mãe, ele não tem medo de cometer um homicídio com pessoas ao redor, se brincar ele mata as testemunhas. 


— Como foi a entrevista de emprego, Taehyung? — Namjoon perguntou quando eu passei o pano perto dos pés dele. 


— Bem, era o cara do caixa que estava fazendo a entrevista, então foi tranquilo.


— Que cara do caixa? — Parei o que fazia e o encarei.


— Ah, é. Não foi você que foi lá comigo... É que quando a gente chegou lá tinha um cara que foi muito legal com a gente... Aí ele que estava fazendo a entrevista... e ele disse que meu carisma e oito. — Respondi convencido. Digamos que eu não era muito o senhor carisma.


Tudo começou quando eu mudei de escola. Antes de entrar para o ensino médio, eu estudava em uma escola um pouco mais longe de casa – era tão longe que não dava para ir a pé – eu estudava junto de Hoseok e nós éramos amigos desde a pré-escola. Quando eu me mudei eu tive que fazer amigos, eu tinha que me encaixar em um ciclo-social, mas como antes eu tinha o Hoseok, ele fazia amizade por nós dois (ele conhecia e depois me apresentava), então eu não tinha muita experiência nesse negócio de amizades.


Eu, com Hoseok, sou uma coisa e sem ele é como se outro Taehyung tomasse conta do meu ser. Sem ele um lado mais "fechado" surge. E esse lado fechado dificulta no "fazer amizades", eu definitivamente não sei manter conversas sem dizer algo muito nada a ver e estragar tudo, é um dom natural. Então acabava sendo o mais apagadinho da turma, eu era muito solitário, nossa, credo, dói só de lembrar. 


O Hoseok pediu para a mãe dele troca-lo de escola e o colocar na minha, alegando falta de amigos – o que era uma puta mentira, já que se alguém respirar perto de Hoseok é motivo para ele fazer amizade. Mas ela acreditou. Talvez ele houvesse dito que eu sou um bosta para fazer amizades e ela tenha sentido pena. 


Aí, ele chegou à escola e já fez amizade com o Namjoon. O cara sentava atrás de mim todos os dias, mas eu só fui conversar com ele quando Hoseok chegou. Vocês querem a minha timidez? 


Namjoon disse, na minha face, depois e uma semana de amizade, que o meu carisma era menor que o de uma banana. Eu ainda guardo essas palavras no meu coração.


— Eu acho que uma banana não tem carisma maior que oito, Kim Namjoon. — Ele nem lembrava-se mais disso, só que eu guardo memórias e rancor, se brincar os meninos nem sabem como se conheceram, mas eu lembro-me de cada um, dos acontecimentos. Só não me lembro da hora e data porque eu sou um humano e não uma maquina.


— Eu não vou perguntar o que uma banana tem a ver com isso, Taehyung. Nós temos três anos de amizade e eu ainda não te entendo. — Estalou a língua e saiu do quarto. 


Eu também não entendo Namjoon, ele não era um dos mais carismáticos, acho que o Hoseok fez amizade com o garoto porque ele se amarra em gente estranha, o menino pra arranjar amizade bugada. 


Depois da seção de escravidão nós estávamos prontos para ir embora, Jimin ficaria para terminar de estudar e eu e Hoseok iriamos embora. Despedimo-nos e os meninos marcaram uma partida para mais tarde, mas eu provavelmente não jogaria, por causa da noite passada, minha mãe não é de esquecer fácil e eu não sou tão cara de pau a esse ponto.


— 'Vamo lá pra casa, Tae? — Hoseok perguntou. Estávamos longe de casa ainda, Namjoon morava longe, a casa dele deveria ser umas dez quadras depois da nossa. — Eu comprei uns jogos, acho que você vai gostar. 


O irmão mais velho de Hoseok tinha uma loja de jogos para Playstation, Xbox e outras coisas relacionadas a jogos eletrônicos. E isso era bom, melhor que ser amigo do dono da loja de mangás, é ser amigo do irmão do dono da lojinha de jogos. O irmão do Hope era muito legal, quem dera eu ter um irmão igual a ele. Quando o mais velho ia fazer as compras dos jogos, consoles, controles e eteceteras, ele sempre traz para Hoseok. Melhor irmão.


Hoseok sempre tinha os lançamentos em mãos e o melhor, não pagava nada por isso. Quando ele estava de bom humor – como hoje – ele me convidava para jogar alguns joguinhos na casa dele. O nosso favorito eram os de tiro e guerra em geral, eu nunca vi um menino xingar tanto igual ele e eu.


Quando nós chagamos não tinha ninguém em casa, como era o esperado. Ele foi para o quarto dele e eu montei o videogame enquanto eu esperava pelos jogos. Ele chegou e eu coloquei os jogos para rodar, enquanto ele pegava alguma coisa na cozinha, provavelmente água. Caminhei até lá e pedi um copo também.


— Quer pipoca?


— Eu amo pipoca, é logico que eu quero pipoca. — Respondi. Ele colocou a pipoca no fogo, sal e tampou. Sim, Hoseok não faz pipoca de micro-ondas, por quê? Ele evita alimentos muito industrializados. Ele come um ou outro, mas evita, "tem que manter o porte atlético". — Você parece um avô, quem hoje em dia faz pipoca assim, Hoseok?


— Eu, oras. — Cruzou os braços escorando-se na bancada. Ele parou e ficou olhando para um ponto fixo no chão.


— O que foi? — Ele me olhou sem entender. — Você ta todo murcho hoje, aconteceu alguma coisa?


— Provavelmente... mas vai passar, não é nada de mais. — Desencostou da bancada e se sentou a mesa, de frente para mim. 


— O que foi? Problemas de amor. Eu conheço você a mais tempo que eu tenho de jogador de LOL, eu te conheço mais do que a mim mesmo. — Você não pode me esconder nada. O que foi? Você só fica assim quando é rejeitado amorosamente por alguém, o que foi?


— Não, eu nem fui rejeitado, ainda — A pipoca começou a estourar na panela nos interrompendo. — Volto já. — Se levantou e seguiu a panela para dar uma mexida e por lá ficou até estar pronta. 


Não voltou a tocar no assunto. Como eu disse, eu conheço o Hoseok desde quando eu coloquei meus pés na pré-escola, eu tinha quatro anos e estava aprendendo a falar ainda. Eu conheço o Hoseok faz treze anos, que amizade você conhece que já durou treze anos? Pois é.


Por eu conhecer o Seok por treze anos, eu sei muito bem quando há algo de errado. Hoseok é uma pessoa muito frágil, ele sempre tá sorrindo e tal, mas acho que, além de mim e da sua família, Namjoon foi a única pessoa que o viu chorar. E por Hoseok ser tão frágil ele tenta ao máximo não mostrar quanto está incomodado ou triste com algo. 


E sempre que se apaixona é a mesma coisa. Ele gosta de alguém em segredo, então ele me conta quem é e depois se declara. Poucas vezes foram reciprocas e Hoseok simplesmente sorriu e saiu. E então eu vinha até a casa dele e nós nos empanturrávamos de besteira enquanto ele chorava e dizia que era um idiota. 


Mas dessa vez ele não me contou quem era antes de se declarar. Estranho.


— Você não vai vir comer? — Perguntou indo para a sala com a pipoca e dois copos em uma mão. — Traz o refrigerante.


O segui com o refrigerante em mãos, nos posicionamos no tapete felpudo – no qual era proibido qualquer tipo de liquido ou comida – e colocamos o refrigerante e o balde de pipoca na mesa de centro. 


O sol já estava se pondo. A mãe de Hoseok foi a primeira a chegar. 


— Cheguei... ah, oi Taehyung. 


— Oi, tia. — Respondi vidrado no jogo e me segurando para não xingar na frente da mãe do Seok, eu era um exemplo pra Sra. Jung, não poderia perder esse posto.


— Como está a sua mãe? Estou com saudades dela. 


— Ela já deve ter chegado em casa. Falando nisso... Eu tenho que ir. — Falei quando a partida havia acabado. — Eu não avisei que viria para cá depois do almoço. — Falei pegando a minhas coisas que estavam espalhadas, enquanto Hoseok arrumava os jogos e desmontava o videogame. — Tchau tia, vai lá em casa um dia desses.


— Ok, meu anjinho. — Passou as mãos pela minha cabeça e deu um beijo na minha testa. — Eu vou sim, cuidado.


— Eu tomarei. – Falei e ela sumiu por entre os corredores da casa. — Tchau Seokie.


— Tchau... Cuidado na hora de voltar para casa. 


— Eu moro a uma quadra daqui, Jung. O que poderia acontecer? 


— Não sei, só tô mandando. Me obedece, eu sou o mais velho.


— Alguns meses, Hoseok. Só alguns meses. — Digo calçando meu tênis e saindo da casa dele. 


Estava ameaçando esfriar, eu nunca entenderei o tempo, ele parece ser tão instável.


Caminhei a passos largos até a minha casa, eu tenho certeza que Hoseok só pediu para que eu tomasse cuidado pra me passar medo. Eu odeio isso, ainda mais porque eu disse que nada iria acontecer, pareceu que eu estava em um filme de terror, credo. 


Cheguei a minha casa, afobado. No caminho até aqui me deparei com dois cachorros brigando, foi uma experiência horrível, porque os dois vieram para cima de mim latindo e se mordendo. Vocês nunca verão uma highnote igual a que eu fiz. Depois de quase morrer eu vim pra casa correndo, quase morrendo atropelado pela moto do irmão do Hoseok. 


— Que cara é essa, Taehyung? Tá pálido, não vai morrer no meu tapete novo. — Minha mãe disse, vindo da cozinha. 


— Tão amorosa. Sabia que eu quase fui atacado por dois cachorros? 


— Que isso, Tae. Você deve ficar agradecido, eles poderiam ter te mordido e você teria que tomar injeção para raiva. — Comentou e eu me aliviei um pouco mais. 


— Eu nunca mais vou ao mercado, pelo menos por uma semana. Todo mundo riu do meu grito másculo. 


— Então você era a garota gritando? — Perguntou rindo. Eu a ignorei e subi as escadas. 


Hoje era terça-feira, ou seja, dia da mamãe cozinhar. Ela realmente faz comidas boas, mas ainda assim prefiro o tempero do papai, não a deixem saber disso.


Depois de ter tomado banho e parado de tremer, eu desci as escadas e meu pai estava sentado no sofá vendo TV. Aproximei-me e deitei a cabeça em seu colo. 


— Como foi a entrevista de emprego? — Perguntou olhando a TV.


— Acho que foi bem, eles vão entrar em contato comigo. 


— Uma frente fria se aproxima... Chuva por todo o dia... regiões isoladas... — A mulher da TV dizia, enquanto meu foco estava em "chuva por todo o dia", seria um dia perfeito para dormir, descansar, tirar um ronco. 


— Como eram seus concorrentes?


— Homens e mulheres que deviam ter uns vinte para cima. Por quê?


— Se dê como contratado. Esse tipo de lugar prefere os adolescentes.


— Não vamos contar com o ovo no cu da galinha, pai. Eu tenho um imã para azar, você não faz nem ideia. — Comentei e ele riu.


— Vamos comer? Tá pronto. — Minha mãe surgiu, estava com o avental do meu pai. Sim meu pai tem um avental. 


— Tira meu avental. — Meu pai disse caminhando e dando um beijo nela, enquanto suas mãos trabalhavam em tirar o avental do corpo dela. 


Às vezes meus pais são tão grudados que parecem dois adolescentes que acabaram de se conhecer. Chega a ser constrangedor quando eu estou conversando com um deles e o outro chega beijando.


— Vamos comer, não é? Antes que eu perca o meu apetite. — Falei afastando os dois. 



— Mas você acha que ela vai casar dessa vez? — Eu perguntei a minha mãe e ela assentiu. Nós falávamos de uma amiga dela que não conseguia arranjar um marido, ela sempre dizia que ia casar, mas não acontecia. — O cara é legal pelo menos? — Meu celular começou a tocar e eu me levantei para atendê-lo. 


Número desconhecido. Minhas pernas estavam tremendo, eu odiava falar pelo celular, agora estava ali, na minha tela, o meu pior pavor. Com certeza era o Ji Young.


— Alô, boa noite? — Perguntei meio incerto. Eu já mencionei que odeio conversar por telefone, porque não me passou uma mensagem? Um e-mail, talvez?


— Alô... Eu falo com... Kim Taehyung? — Era uma voz feminina.


— Sim, ele mesmo... com quem falo? — Perguntei já querendo roer minhas unhas, o que eu fiz dessa vez?


— Ah, boa noite Taehyung. Eu sou a Lee Jihyun e estou ligando em nome da cafeteria Anteiku e gostaríamos de lhe dizer que você está contratado. Você poderia vir aqui amanhã à uma hora da tarde? 


—...


— Kim Taehyung? Você está aí?


— Sim, sim eu estou. Desculpe-me. Eu vou sim, uma hora, ok. Obrigado.


— Mérito seu, Taehyung. Meu marido disse que você foi muito carismático, será um prazer ter você como funcionário da Anteiku. À uma hora você me procura para conversarmos, ok?


— Ok, obrigado. Tenha uma boa noite. — Ela desligou. 


Corri até a cozinha, um sorriso enorme nos lábios. Minha mãe me olhou se perguntando o que diabos havia de errado comigo e meu pai lavava os pratos. 


— Eu fui contratado! – Gritei e minha mãe veio até mim e nos façamos pulando e gritando.


— Parabéns! Parabéns! Parabéns! Parabéns! — Gritava a cada pulo. 


Depois de toda a comemoração exagerada meu pai veio até mim e me abraçou também. 


— O que eu havia lhe dito, hein? — Se afastou e selou minha testa. — Eu sabia que você conseguiria. Meu neném tem um emprego, eu tenho que falar para a família. 


— Ah, eu tenho que falar com o Hoseok. — Lembrei-me, pegando meu celular que estava na sala e indo até meu quarto.


Deite-me sobre a cama, com as luzes apagadas. Corri os dedos até o contato do Jung e mandei uma mensagem dizendo que tinha uma novidade. O mesmo não me respondeu, deveria estar ocupado. Fiz bico, um pouco manhoso por estar sendo deixado de lado. Peguei alguns cadernos e comecei a fazer a tarefa de línguas, eu odiava inglês, apesar de saber que era completamente necessário se eu quisesse estar com toda a força no mercado de trabalho. Vida de adulto é um lixo.


Depois da tarefa pronta, voltei à atenção ao meu celular que piscava, era Hoseok. Nós jogamos um pouco de conversa fora, ele me parabenizou pelo emprego e eu agradeci. 


Eu: Seokkie, o q foi? 


Seokkkkkkkk: ué, nd;


Pergunta sem nexo, Tae.


Eu: não me trate como louco. Hj cedo vc ficou devendo uma conversa, mas a panela te salvou


Seokkkkkkkk: vamo conversar amanhã, ok?


Ótimo, Hoseok o rei do mistério. Logo depois de jogar essa bomba, pedindo para a gente conversar amanhã, ele saiu do chat deixando-me ali, sozinho com uma dúvida na cabeça, o que ele tinha para me contar?


Se eu estivesse em um filme internacional, provavelmente Hoseok estaria apaixonado por mim, mas nesse caso eu deveria estar apaixonado por outra pessoa. Eu não nasci para isso de triangulo amoroso. Eu não posso me precipitar, talvez ele me conte que está gostando do Namjoon, eles fariam um casal realmente fofo, super apoio. Quer dizer, às vezes. Não seria tão mal, "NamSeok" que fofinhos.

Engraçado o que o tédio nos obriga a fazer, não é? Aqui estou eu, em uma noite de terça-feira imaginando Hoseok e Namjoon juntos, o que a de errado comigo? 

Eu deveria parar de ter esses pensamentos, sinto que um dia acabarei fazendo muita merda se continuar desse jeito. 


Depois de estar pronto para dormir, me peguei pensando no menino que eu vi segunda na escola, que dizer ele estava com a blusa ensanguentada e me pergunto quem é esse ser. Eu não vi nem o rosto, mas eu tenho certeza de que o vermelho na roupa era sangue. 

Quer dizer, nem tanta certeza assim, eu tenho quase certeza de que aquilo era sangue. Agora é só esperar para que pessoas comecem a aparecer mortas por todos os lados. 




Notas Finais


Antes que vcs me perguntem O JUNGKOOK VAI APARECER EM BREVE segura a periquita
Comentem e favoritem, me digam o que vcs acharam!!!
Se houver algum erro me perdoem, eu li umas duas ou três vezes mas ainda assim não consegui encontrar nada de errado na fic então me informe se houver algo AH SE TIVER ALGUMA CAPISTA LIVRE AÍ POR FAVOR ME CHAMA Q EU PRECISO DESSE UMA CAPA URGENTEEEE


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