História Tempestade - Capítulo 6


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Gyuhao, Jeongcheol, Jihan, Jihancheol, Junhao, Meanie, Soonchan, Soonhoon, Verkwan
Visualizações 66
Palavras 2.881
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Harem, Lemon, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cenários: encurtador.com.br/EGJMO

Capítulo 6 - Curioso


Fanfic / Fanfiction Tempestade - Capítulo 6 - Curioso

Mansão – Quarto do Minghao

 

 

A porta foi aberta de repente, revelando a pessoa mais rica da casa debaixo de um pijama de seda azul marinho. Ele caminhou lentamente em direção à cama do chinês, lhe oferecendo um beijo leve nos lábios seguido de um sorriso encantador. Sentou-se na beira da cama, analisando a expressão entristecida do mais novo.

Ele estivera daquele jeito desde que começaram a ter aquele caso. Não que fosse normal, mas apenas compreensível. Terminar um amor de anos para tentar algo perigoso não estava sendo fácil nem para ele nem para Mingyu.

– Ei, está tudo bem? – Mingyu perguntou gentilmente, acariciando o rosto fininho do chinês. Mesmo que também estivesse se sentindo mal, o coreano se preocupava mais com Minghao que era/estava mais sensível. – Parece chateado.

Minghao não sabia mesmo esconder seus sentimentos. Estava na cara que ele estava triste e chateado com alguma coisa. Ele só não se sentia confortável para falar sobre aquilo – sobre Junhui ter ido embora – com Mingyu, que provavelmente faria um escândalo. O coreano já se mostrava impaciente com algumas coisas, como o Xu ficar um pouco travado quando iam fazer amor ou até mesmo se abraçarem.

O que acontecia era que o coração de Minghao estava confuso. Ele não sabia se o amor que sentia pelo Wen prevalecia como sempre e a paixonite pelo Kim era apenas coisa de sua cabeça, ou se estava mesmo apaixonado, mas não conseguia se esquecer de tudo. Por mais que a situação desse na cara que a primeira opção era certa, ele preferia acreditar na primeira – coisa que nem mesmo ele entendia.

Aquela situação toda o estava deixando cada vez mais exausto. Ter que fazer alguma coisa só por não querer ver um amigo tão machucado e prejudicado... E ainda havia os personagens secundários da história toda que também estavam sofrendo muito com aquilo tudo. Minghao sabia que não era sua culpa, mas não deixava de pensar em suas próprias ações.

Apertou os lábios num sorriso fraco e olhou para a janela tentando disfarçar sua expressão. Queria que Mingyu ficasse ali e dormisse consigo, mas a probabilidade de ele não conseguir dormir se tornaria ainda maior.

– Não – o Xu riu nasalmente. – Só estou cansado. A academia tem exigido muito de mim.

Mingyu bufou.

– Eles não sabem o que fazem – disse num tom irritadiço – Você precisa descansar.

Minghao riu verdadeiro.

– Eu não vou poder descansar enquanto você estiver aqui – o chinês riu, olhando para Mingyu. Não deixava de ser verdade. – Boa noite, Mingyu?

Mingyu riu constrangido, abaixando a cabeça.

– Tudo bem, boa noite – rendeu-se. Ele se aproveitou para se aproximar e beijou a testa do mais novo. – Até amanhã.

– Até – Minghao sorriu, acompanhando com olhar o mais velho até a porta.

Mas Minghao não dormiu naquela noite.

Afinal, se ele não tivesse desmontado o quebra-cabeça todo, nada daquilo estaria acontecendo.

 

 

Morada Choi – Piscina

 

 

Seungcheol estava conversando com Jihoon sobre algumas coisas do trabalho, além de assuntos aleatórios, quando viu um corpo conhecido passar pela porta. Os dois olharam para a figura e fizeram expressão de surpresa. Não esperavam ver aquela pessoa nem tão cedo depois que ela disse que ficaria bastante tempo fora do país para cursar artes cênicas.

– Hansol? – Seungcheol arqueou as sobrancelhas e não soube se deveria sentir saudade ou se deveria ficar confuso. – O que faz por aqui?

Era de se esperar que ele pudesse aparecer do nada. O porteiro do prédio já o conhecia muito bem, pois, antes de ele ir para os Estados Unidos da América, passou uns bons dias entrando e saindo do apartamento do Choi mais velho.

Na verdade, Hansol era filho fora do primeiro casamento do pai. A mãe de Siwon, o mais velho, e de Seungcheol quisera se divorciar depois que soube que o marido tivera um caso com uma estrangeira bem mais nova que ela, ainda mais quando a moça estava grávida. A notícia veio do próprio Choi que também já estava exausto do casamento e já planejava pedir o divórcio antes mesmo de ter este caso.

Siwon e Seungcheol tinham onze e três anos na época em que souberam da notícia. Siwon, cabeça dura, disse que jamais aceitaria um irmão que não fosse de sangue puro e assim o fez. Ele e Hansol nunca tiveram contato normal e, quando tinham, o mais velho sempre dava patadas e maltratava o caçula da família tanto que até mesmo dissera que se Hansol morresse ele não iria ao enterro. Seungcheol, inocente, tentara se aproximar um pouco mesmo que ainda tivesse um pouco de raiva de Hansol, mas eles se tornaram grandes amigos na época em que os três tiveram de viver junto com o pai.

O resultado? Siwon ainda agindo da mesma forma e Seungcheol como um meio-irmão hesitante.

– Desculpe aparecer tão de repente – se aproximou, cumprimentando Jihoon. O sotaque carregado denunciava sua segunda nacionalidade. – Como vai?

– Bem – o baixinho se levantou. – Vou deixar vocês às sós – e se retirou depois disso.

– Não precisava... – Hansol disse enquanto acompanhava com o olhar o mais velho passando pela porta, dando de ombros brevemente. – Posso passar uns dias aqui? Até eu ter coragem o suficiente para contar ao pai que eu voltei.

Hansol estava bem mais maduro do que quando viajou, deixando Seungcheol impressionado. Quer dizer, o garoto era apenas um moleque quando foi embora. O rosto que antes esbanjava baby fat agora tinha seus traços marcados desde a linha do queixo até o corpo mais alto e cheio de músculos.

– Pode sim, mas... O que aconteceu? – quis saber.

O mais novo dos irmãos da família Choi entristeceu a expressão.

– Parece que meu passaporte perderia a validade antes de eu voltar na hora certa, então preferi me prevenir disso – ele suspirou, desgostoso. – Estava tão bom lá...

– Imagino – riu. – Mas você pretende voltar depois que renovar?

– Não – então ele deu um sorriso esquisito. – Vou ficar aqui dessa vez e voltar apenas quando me formar.

Seungcheol suspeitou. Ele sabia que Hansol não gostava da cultura conservadora do país e que certamente planejava morar fora depois que se formasse. Ele não planejava perguntar naquele momento para não invadir a privacidade do rapaz, mas não esqueceria, deixando até uma nota escrita em seu bloquinho mental de notas.

– Entendi – disse. – Então você planeja terminar o curso aqui.

– É o que devo fazer – Hansol sorriu sem graça. – Mas não se preocupe. Eu arranjei um estágio por lá e consegui um bom dinheiro para dividir um espaço com alguém.

– Vou ver o que posso fazer, pois Jihoon se enfiou aqui faz uns dias – revelou. – Talvez eu junte os sofás pra você.

Hansol concordou prontamente, sorrindo agradecido.

– Obrigado, Cheol.

 

 

Duplex Wen – Sala de Estar

 

 

– Não imaginei que fosse ser tão grande assim – Seokmin dizia, acompanhado de um Wonwoo que tinha a boca aberta para aquilo tudo. – Era pra ser apenas um kitnet, Jun.

O chinês sorriu.

– Estou acostumado com coisas grandes – só foi notar o duplo sentido quando o amigo mais novo lhe dirigiu uma expressão assustada. – Quer dizer... – sorriu sem graça. – Me refiro a espaços.

Seokmin pôs a mão no peito numa expressão de alívio e Junhui gargalhou.

– Bem, vamos ao que interessa – Junhui disse se sentando no sofá. – O que a gente faz agora?

– Soonyoung vai vir? – Wonwoo perguntou ao juntar-se. – Vamos precisar dele, eu imagino.

– Não sei, ele ainda não me deu uma resposta – Seokmin respondeu, puxando uma das cadeiras da mesa de jantar para se sentar de frente para os dois. Wonwoo havia pego a cadeira do canto da parede. – Avisamos bem recentemente que Chan ficaria em sua casa, talvez ele vá querer se mudar e–

– Nem pensar – Wonwoo interviu, levantando o indicador. – Vamos deixar óbvio demais que estamos no mesmo barco se ele fizer isso!

– Então?! – Junhui pôs as mãos para o alto. – O que faremos? É capaz de alguém aparecer por lá e descobrir Chan.

Seokmin correu para as portas grandes de vidro que davam na varanda e as abriu, sentindo o frescor da brisa matinal. Estava calor naquele dia e a decoração branca e de cores frias deixava o ambiente mais fresco ainda mais quando se tinha uma vista tão bonita quanto aquela. Junhui fizera bem em escolher um lugar longe da capital do país – estavam em Busan agora.

– Soonyoung não é tão estúpido, eu sei que ele já deve ter trocado a fechadura da porta – Seokmin pensou alto. – Ele não iria correr o risco de deixar que Jihoon aparecesse lá. Para quem não entendeu, Jihoon tem a chave do apartamento.

– Espero sinceramente que ele já tenha feito isso ou então precisaremos mover o Chan pra cá também – Wonwoo disse espertamente. – Sinceramente? Eu acho que essa ideia é melhor.

Junhui suspirou, abanando-se.

– Vamos lembrar que sou eu quem está bancando este apartamento aqui – Seokmin lembrou e Junhui concordou desgostoso. O Lee fizera questão de bancar o imóvel quando o mais velho disse que se mudaria para ajudar na investigação. – Ele é provisório, quero deixar bem claro. Assim que a investigação acabar a gente se manda.

– Mas a gente vai só se encontrar aqui? – Junhui não se sentiu ofendido com a fala do amigo. – Eles podem nos pegar facilmente.

– Estou providenciando isso – o Lee afirmou e olhou em seu relógio de pulsop. – Bem, não sei se Soonyoung vai aparecer, mas precisamos já tomar algumas decisões.

– Você investigou os moradores daqui, Wonwoo? – Junhui perguntou. – Precisamos saber dessas coisas também.

O Jeon levantou as sobrancelhas e balançou a cabeça como se uma lâmpada tivesse se acendido em sua mente. Ele brevemente assentiu.

– Sim, nenhum deles tem ligação com a família Choi. Sei que fui bem rápido, mas é que o dono foi bem simpático e me contou algumas coisas e eu aproveitei para pesquisar os nomes. Aparentemente são pessoas bem famosas na sociedade e a maioria é da mesma família.

– Isso não quer dizer nada, ainda precisamos ser discretos – Junhui advertiu, apreensivo. – Ainda mais quando se trata desse bandido disfarçado de boa pessoa.

– Eu sei – levantou o indicador. – Nesse tipo de caso a gente duvida de tudo.

 

 

Mansão – Sala de Jantar

 

 

Minghao não havia dormido mesmo. Estava sentado em uma das cadeiras altas do balcão, comendo um sanduíche. Ele encarava as taças bem limpas e se dirigiu lentamente até a geladeira para pegar a jarra de suco natural. Ele pôs o líquido esverdeado em uma das taças e ficou a encarando.

Junhui era o dono daquelas taças.

Sorriu triste, imaginando como deveria estar sendo a vida em uma nova moradia. O Xu já imaginava que ele poderia fazer aquilo e tentar seguir desesperadamente sua vida, mas não que fosse ser tão de repente.

– Sem sono? – ouviu a voz grave ecoar pelo local, aumentando seu sorriso. – Mingyu te disse alguma coisa?

Minghao levantou a cabeça para encarar Wonwoo que ia em direção ao aparelho micro-ondas para esquentar uma caneca do que parecia ser de leite – suspeitou porque na outra mão havia um potinho transparente de vidro de chocolate em pó.

– Ele deveria ter me dito alguma coisa? – estranhou.

– Ele disse? – Wonwoo sorriu amigável, contagiando o chinês. – Você não é de ficar sem dormir, principalmente sendo dançarino.

– Não – respondeu. – É que...

Wonwoo se aproximou quando pegou a caneca de volta e colocou a quantidade de chocolate que queria, misturando com uma colher depois. Ele só não havia oferecido porque o Xu não gostava. Permaneceu de pé e o chinês pôde perceber por sua aparência desgastada que ele estivera trabalhando durante o dia todo.

– Foi o Junhui? – o Jeon tinha uma expressão esquisita, como se estivesse escondendo algo. – Eu não irei morar com ele, fique tranquilo.

O chinês ainda tinha suas dúvidas.

– Ele disse que você também ia embora daqui – Minghao se lembrou. – Imaginei que fossem ficar juntos no mesmo lugar.

Wonwoo sorriu fraco, bebericando alguns goles do chocolate quente, a fumaça umedecendo o nariz e testa.

– Acho que ele explicou mal. Eu vou sair daqui sim, está mais do que na hora, mas não é para o mesmo lugar que ele.

– Entendo...

Um silêncio estranho se instalou no lugar. Havia apenas o barulho da boca de Minghao esmagando os pedaços de seu sanduíche e da garganta de Wonwoo recebendo o líquido morno da bebida de chocolate.

– Posso saber o que vocês estão falando tanto? – a voz bem conhecida ecoou pelo local e o Xu estremeceu um pouco com o susto.

Os dois de antes nem perceberam que o dia começava a amanhecer. Minghao abriu a boca e olhou em direção à janela onde dava para ver o céu ficando mais claro aos poucos, começando por um azul Royal. Wonwoo não esboçou qualquer reação diante daquilo, afinal ele já estava acostumado a ficar sem dormir de vez em quando.

– Minghao, você não dormiu?

Mingyu entrou no ambiente e foi em direção à geladeira para procurar algum petisco. Era de seu feitio acordar no meio da madrugada para beliscar alguma coisa e depois só acordar às sete.

– Não – o chinês respondeu. – Tive insônia dessa vez.

– E você? – se dirigiu à Wonwoo, que levantou as sobrancelhas. – Por que voltou a essa hora?

Wonwoo deixou sua caneca na pia pequena.

– Estava trabalhando – respondeu simples. Minghao sabia que ele trabalhava demais e esperava que Mingyu estivesse bem bêbado de sono para não ter percebido aquilo. – Por quê?

Mingyu suspirou alto, raivoso olhando-o.

– Você e Junhui estão escondendo alguma coisa, não minta pra mim – ameaçou, quase quebrando um copo ao usar muita força para colocá-lo em cima do balcão mais baixo. – O que está acontecendo? Sei que ele está com raiva, mas não iria sair se mudando sem antes avisar.

O Kim tinha razão. Minghao também queria saber, e sem querer fuzilou Wonwoo com seu melhor olhar. Quer dizer, o chinês já suspeitava do que poderia ser, mas ficou quieto.

– Nenhum de vocês dois está envolvido – disse o Jeon tranquilamente. – Por que tanta preocupação? Junhui é adulto, e certamente dele deve voltar para pegar o resto de suas coisas.

– Não respondeu a minha pergunta.

Wonwoo massageou as têmporas.

– Isso não é assunto de vocês – ele saiu andando a passos pesados. – Com licença.

Mingyu acendeu as outras luzes do ambiente, notando que estava escuro demais, e encarou o chinês. Este deu de ombros, focando em seu lanche matinal.

– Viu isso? – perguntou o coreano. – Está visível que aqueles dois estão se metendo em encrenca.

O mais novo largou seu lanche de repente, encarando incrédulo o coreano.

– Quem é você, aliás, nós, pra falarmos de encrenca? – o Xu desafiou. – E ele tem toda razão em investigar isso.

O Kim suspirou cansado.

– Não vou conseguir dormir depois dessa e meus alunos irão pirar ao ver minha cara desse jeito. Só me resta saber pedacinho por pedacinho do que estão fazendo.

– Ei! – Minghao chamou atenção. – Para com isso. Se você se meter só vai deixar na cara tudo.

– Eu sei, mas eu tenho medo de levar a culpa de tudo. Meu Deus, eu me sinto um monstro...

– Você sabe que não é sua culpa – Minghao deu a volta no balcão ao perceber que Mingyu chorava baixo. – Aqueles idiotas querem apenas se aproveitar de você. Fique longe disso, apenas.

 

 

Residência Kwon – Quarto do Soonyoung

 

 

Chan acordou com um celular tocando bem alto. Depois que havia desistido da volta de Soonyoung na noite anterior, ficou preocupado e acabou por esperá-lo em seu quarto. Isso porque ele havia saído e não voltado mais depois, o que resultou em um jovem novato na casa um tanto desesperado por pensar que seu amado pudesse estar machucado em algum canto por aí. E se fosse verdade? Ele não poderia sair dali para ajudar ou o plano dos mais velhos estaria por água abaixo.

Levantou-se dolorosamente por conta da posição e reconheceu o toque prontamente. Havia levado seu celular, mas não esperava que ele fosse tocar àquela hora.

9h32min da manhã.

Não era cedo, mas não era tarde.

– Alô? – atendeu sem se importar com a voz sonolenta.

Ele não se preocupou se fosse ser alguém dos Choi, pois sua localização estava desligada.

Chan? – era Soonyoung. Ele parecia preocupado pelo tom de fala que usava. – Desculpe não ter voltado, é que aconteceu um problema, mas já estou chegando. Você dormiu bem?

– Ah – sorriu. – O que aconteceu? Eu acabei dormindo te esperando.

Me desculpe... Seu irmão quis me prender em casa, então eu acabei ficando por lá – pelo som Soonyoung devia estar dirigindo. – Alguém foi aí?

– Não que eu saiba... Acabei dormindo cedo, eu acho.

Certo. Ligue para o seu irmão e peça desculpas por mim.

A campainha tocava agora. Chan andou a passos lentos até lá. Mesmo querendo e não podendo correr o risco, ele colocou olhou pelo olho mágico e viu a figura de Seokmin.

– Seokmin está aqui – disse. – Posso abrir?

Diga para ele esperar, pois troquei a fechadura e ele não vai conseguir abrir.

– Tudo bem. Obrigado, hyung.

E a ligação foi encerrada.

– Soonyoung? – ouviu a voz de o irmão ecoar abafada por conta do móvel de madeira. A campainha tocava. – Chan?

– Hyung? – disse baixinho. – Soonyoung pediu para esperar, ele já está chegando.

– Oh, você está aí – ele pareceu aliviado. – Quando ele chegar, diga para ir imediatamente à nova moradia de Junhui.

– Por quê? – quis saber. – Aconteceu alguma coisa?

– Ele acabou não indo à nossa reunião, então é certo que ele fique sabendo das coisas pessoalmente. Estou indo, e ligue caso alguma coisa aconteça.

Chan observou o irmão sair de sua vista, entrando novamente no elevador.


Notas Finais


Cenários: encurtador.com.br/EGJMO
Playlist: encurtador.com.br/cfkmH

entoooooom
cá estamos nós
eu nem terminei de escrever o próximo, é tremendo na base que se chama? shuahsausha
e nem comecei a escrever as próximas atts ;------------; é decepção que chama?
enfim gente
um novo cenário apareceu na história, né? pois é
quem estiver checando os cenários vai perceber que apareceram outras coisas também, maaaaas eles só vão ser usados um pouco mais pra frente <3
enfim
hihi
teorias? quero sabeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeerrrrrr


SEE YOU >SOON<YOUNG!


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