História Time to Time - Capítulo 25


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Categorias Candice Accola, Ian Somerhalder, Joseph Morgan, Nina Dobrev, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson
Tags Delena Klaroline
Visualizações 96
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEI!

Capítulo 25 - "so we will do"


Fanfic / Fanfiction Time to Time - Capítulo 25 - "so we will do"

Caroline

Eu estava tentando consolar Elena de que tudo iria ficar bem! Ela estava devastada por de sentir culpada, mas a culpa não era dela. E até então, eu achava que não era de ninguém.

– Você também não ajuda! – disse ela, me assustando.

Fazia tempo que o advogado de tio Mikael estava pra vir, mas até agora nada dele. Estávamos preocupados com os peritos de Mystic Falls, e o que estava acontecendo? Ninguém ali sabia ao certo.

Klaus e eu conversávamos o tempo todo e estávamos criando um laço bem mais forte do que o qual já tínhamos. Nossa relação estava se encaixando aos poucos o que nós fez entrar em um relacionamento. Ainda não nos chamávamos de namorados, mas nossa relação estava bem mais fixa que antes.

Ainda não havíamos aberto as cartas e talvez hoje, Damon insistiria mais á Klaus para que pudéssemos abri-las. Ele estava ansioso como uma criança ganhar um presente de natal. 

Eu estava no quarto conversando com Elena sobre os últimos acontecimentos e ela do nada começou a me acusar.

– Como disse? – perguntei ainda sem entender nada.

Ela sorriu cinicamente como se a culpa de algo fosse minha.

– Caroline, não esqueça que nos conhecemos desde quando nascemos. Conheço você, sei quando guarda segredos, e também sei que sai por aí cochichando com Klaus sobre essas cartas. Se duvidar, vocês já até abrirão-nas. – me acusou.

Fiquei ofendida. Ela estava me acusando que eu estava mentindo a ela, sendo que só estou guardando segredos dos outros! 

Ah, adia.

– Não pode chegar me acusando dessa maneira. A culpa não é minha do que está acontecendo. – me defendi.

– A questão não é essa Caroline. Estamos todos no escuro, mas você e Klaus sabem de coisas que eu e Damon não sabemos. Duvido muito vocês nos contactem o que é. – deu de ombros. 

Escancarei a boca.

– Elena! Olha, estou ofendida com você. – declarei.

Ela sorriu.

– Caroline, você nunca se tocou mesmo não é? Vivi o colegial inteiro fazendo seus gostos porque você era uma vadia mesquinha, e se eu te magoasse sabia que seu orgulho seria muito maior e você não falaria comigo. Mas agora? Pouco me importo. – então ela saiu do quarto, e bateu a porta com tanta força que eu não pude não estremecer. 

Engoli em seco. 

Eu não tive vontade de chorar, mas tive vontade de quebrar tudo o que estava ali. Eu estava possessa de raiva e poderia matar qualquer um que aparecesse na minha frente a qualquer momento. 

Peguei o travesseiro e abateu meu grito com ele. Tudo isso foi minha culpa. MINHA, INTEIRAMENTE E EXCLUSIVAMENTE MINHA. 

Se eu não tivesse sido a vadia mesquinha, a antiga Caroline, a puta que só se metia em problemas, estávamos todos bem. Eu ainda estava em Nova York, Elena não estaria com raiva de mim, e tio Mikael pudesse estar vivo. 

Comecei a chorar. Chorar descontroladamente, sem parar. Porque raios tudo de ruim acontecia por minha causa? 

Chorei, chorei e chorei. 

Por incrível que pareça, eu estava a quase cinco horas trancada no quarto, só descobri porque Klaus me contou. Em meio a uma choradeira, ela bateu na porta e entrou a passadas largas até mim. 

– Care? Você não tá bem. O que aconteceu? – falou tocando meu queixo.

Não consegui falar nada. Apenas abraçá-lo com muita força, e ele sem pestanejar, me abraçou com a mesma intensidade passando as mãos grandes pelos meus cabelos. Estar daquela maneira com ele era leve e calmo, e me fazia estar melhor. 

– Acho que devemos abrir as cartas. – falei, e ele olhou para o meu rosto. Eu sabia que Klaus estava nervoso quando a isso, e era uma grande responsabilidade. 

– Por que? – perguntou ele com os olhos arregalados.

Suspirei.

– O pior já aconteceu. – disse me referindo a morte do pai dele. – Temos que abrir as cartas, Klaus. Seu pai deixou uma ordem e devemos cumprir. O que acha? – sugeri.

– Ainda não tenho certeza, Carol... – peguei duas mãos e entrelacei elas em minhas mãos. 

– Pensa bem. – falei. – A vida é... Cheia de pegadinhas, não podemos blefar. A vida é feita de blefes, e se blefarmos juntos, seremos taxados de idiotas. Por favor. – supliquei.

Klaus suspirou e olhou nos meus olhos. 

Seu toque em meu queixo era leve, e ele olhava intensamente pra mim, como se me comesse com os olhos. Klaus foi se aproximando devagar até mim até encostar nossos lábios. Ele e eu nos beijamos e foi um beijo leve e suave, que o fez fechar os olhos assim como eu. 

Ainda de olhos fechados, eu pude o escutar.

– Vamos abrir as cartas. – disse em uma voz rouca.

Eu sorri e abri os olhos sendo surpreendida por um sorriso e um beijo feroz vindo em seguida me derrubando na cama. 

– Eu te faria mulher de verdade agora. – disse ele me fazendo sorrir.

– Então faça. – sorrimos juntos.

Quando Klaus estava em meu pescoço, ouvimos a campainha tocar.

Elena

Sai furiosa do quarto em que eu e Caroline estávamos juntas. Ela só podia estar de brincadeira comigo não era? A garota sabia o risco que estávamos correndo e ainda ficava de conversinha? Vadia.

Entrei no quarto de Damon e o vi com cartas nas mãos. Eu fiquei assustada, e ele também assim que me viu. Colocou o dedo indicador na frente dos lábios indicando silêncio e foi o que fiz. Cheguei próximo a ele, e Damon estava com as cartas dele. Tinham números nelas e as dele eram 3 e 4. 

Damon ainda não havia deslacrado-as, então ele estava nervoso. Eu podia ver suas mãos tremerem.

– Por que fez isso? – questionei em um sussurro.

– Porque eu não aguentava mais ficar sem respostas, mas agora, vejo que Klaus estava certo. É difícil pra nós abrirmos isso e nos deparar que nosso pai esperava pela morte. – disse.

Eu concordei.

– Você está bem? – perguntei e ele sorriu assentindo. 

– Você está aqui. É o que me importa agora. – disse ele me fazendo quase chorar de novo. Ah, meu, Deus. 

– Faz sexo comigo. – falei e ele riu.

– O que?

– É isso mesmo. A gente vai transar agora. – decreto tirando a blusa ficando só de sutiã. 

–  Por que isso do nada? – ele ainda estava confuso, mas não parava de olhar pros meus peitos.

– Porque não se sabe o dia de de amanhã. – falei de uma forma sexy.

Ele riu e se levantou da cadeira onde estava.

– Está mesmo disposto a fazer isso? – disse pegando minha cintura. 

Tocamos nossos lábios sem nos beijar e ele sorriu. Eu também.

– Se é o que você quer... Faremos o que você quer. – caímos juntos na cama. 

Damon colocou um de suas pernas em mim, e depois tirou a blusa.

– Você tem um corpo exuberante, Salvatore-Mikaelson. – falei passando a mão em sua tanquinhos. Damon riu.

– Vamos ver se você vale a pena, Gilbert. 

Quando estávamos quase totalmente nus, a campainha tocou.



Notas Finais


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