História Tempo, tempo. - Capítulo 50


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Categorias Malhação
Tags Augusto, Benê, Benedita, Gune, Guto, Malhação, Novela, Viva A Diferença
Visualizações 658
Palavras 1.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo 50 já! Parece até mentira.

Agradeço muito o carinho, a paciência e a atenção de vocês aqui! Muito obrigada de verdade!! ❤🌷

BOA LEITURA! ❤❤

Capítulo 50 - Aniversário de Amizade.


Fanfic / Fanfiction Tempo, tempo. - Capítulo 50 - Aniversário de Amizade.

Ainda era dia. O cair da tarde lá fora, ainda se fazia. Atrás das cortinas do apartamento de Benê, um risco alaranjado, surgia no céu: Denunciando que era hora... O momento exato e único; Hora de se aprontar. Antes que a pianista, viesse a suspirar uma vez mais de nervoso, Keyla e Lica fizeram por ela. Que em seguida, tiveram o nervoso guiado até a porta... Com a chegada das também nervosas, Tina e Ellen.

As meninas, hoje, mulheres, se arrumariam na casa de Benê. Isso, a pedido de Estela... Era no aguardo dela, que as cinco garotas do vagão, estavam.

Entre um assunto banal e outro; As moças, mergulhadas em amenidades, foram surpreendidas pela chegada de um batalhão. Puxados por Estela, o grupo formado por 09 pessoas, se dispuseram por toda sala de estar, para a quase incredulidade de Benê:

— Estela! Quem são essas pessoas?! Nunca os vi!

— A equipe que vai cuidar de vocês!

— Hã?! – Indagou Ellen.

— Sim. Este é Ricardo, Rick para os amigos, meu Hair stylist. E esses são seus colaboradores. – Apresentou Estela.

— Mentira que você convocou um exército de cabeleireiros e maquiadores pra dar um jeito em nós...?! – Pasmou Keyla.

— Convoquei! Mas não é para dar um jeito, Keyla. É pra deixá-las ainda mais bonitas do que já são!

— Isso mesmo!! Estela, minha diva?! Qual das beldades é a sua nora?! – Indagou Rick tomando a frente do assunto e arrancando risos de todos, por sua irreverência notável.

— A minha nora é a Benedita! – Disse Estela apontando a pianista com o olhar.

— Ah... Mas que boneca!! Parece de porcelana! Gente!!! - Desmanchou-se ele.

Logo, a equipe de Ricardo se dividiu e cada uma das meninas pôde ter seu tratamento vip completo. Enquanto se dedicava exclusivamente a Benê, o Hair stylist, não deixou de assistir e acompanhar Tina, Ellen, Lica e Keyla. Sua equipe era de profissionais dedicados e competentes, logo, as cincos aniversariantes de amizade, teriam o mesmo tratamento.

As horas, senhora do tempo, passavam... A tarde, antes, com um risco alaranjado no céu... Tinha no pôr do sol, a cor quente e viva do entardecer.

No Galpão, tudo certo. Guto e Felipe, cuidaram dos últimos ajustes. Tato e Julinho tinham a cozinha, sobre controle... O cardápio remetia aos tempos áureos da garotada: Ia do X-Miséria até os salgados da dona Das Dores. Já Anderson e Jota, esses se responsabilizaram por todo o sistema de som da festa. Jota, criou um aplicativo para os celulares, tal qual da balada do bebê...

Aos poucos, eles foram saindo... Anderson foi se arrumar em casa. Jota e Felipe fizeram o mesmo. Tato e Guto, ficaram no Roney mesmo.

Uma, duas horas mais. Todos prontos! Guto e Tato conversavam amenidades na sala do Roney, quando Tonico surgiu com Josefina...

— Olha esses dois!! – Gracejou Guto.

— Estamos, ou não estamos chiques?! – Brincou a mãe de Benê.

— Estão lindos!! Tonicão só na estica!!

— E a senhora está muito elegante.

— Ah... Obrigada Guto! Mas achei que tinha aposentado esse senhora, menino!!

— Desculpa... – Guto.

— Não peça desculpas, por favor. Estou brincando... E vocês também estão lindos!!

Josefina foi apressar Roney. Enquanto que o pequeno menino, era encorajado por seu pai e pelo padrinho postiço.

— Vamos arrebentar hoje, né Tonicão?! – Provocou Guto.

— É... É hoje!! – Disse o menino.

— Tá nervoso, filho?!

— Um pouco. Mas eu vou conseguir! – Disse o menino confiante.

Guto, Tato e Tonico desceram para o galpão. O grande momento se aproximava... Jota, Anderson e Felipe já estavam de volta. E logo, ouviram um gracejo de Roney.

— Jô, meu amor! Olha os nossos genros. Na beca.

— Verdade! – Concordou ela.

— Genros?! – Anderson confuso.

— Claro Anderson! Todas as meninas são como filhas, pra mim. – Roney.

— É. Essa é uma grande verdade. – Concordou Josefina.

O princípio de noite chegou e com ele, o grande momento. Estela e Viviana já esperam as meninas na sala de estar... Logo as cinco desceram, lindas, mais ainda do que já são. Benê usava um vestido estruturado, tecido nobre na cor preta - no melhor estilo Audrey Hepburn - no filme Sabrina (1956).

— Estão tão lindas! – Gracejou Estela.

— Maravilhosas, eu diria. – Seguiu Viviana.

Os elogios seguiram... Até que era chegada a hora, delas seguirem! Mas antes, Benê recebeu em seu celular:


“Obrigado por ser a luz da minha vida há dez anos! Obrigado por acender a minha escuridão com os teus olhos... Obrigado por cuidar do meu querer, do meu viver, da minha vida... Amo-te! feliz 10 anos de amizade, meu amor!”

Guto


Com um sorriso bobo no rosto! Benê guardou a mensagem no espaço das emoções que ela havia separado para aquele dia...

As cinco, ao atingirem a calçada do prédio, se depararam com uma limousine. Keyla, gritou! Amou... Foi a primeira a entrar no veículo, que tinha as portas abertas pelo chofer. Lica, Ellen, Tina e Benê estavam estáticas na calçada.

— Isso aí é pra gente?! – Perguntou Tina.

— Preferia uma Van. – Afirmou Ellen.

Surgindo no teto solar da limousine, Keyla convidou as amigas:

— Vamos gente!! Vem...

As quatro, incrédulas, se entreolharam...

— De quem foi a ideia?! – Indagou Tina.

— Não foi do Jota! – Ellen.

— Nem do Guto! – Defendeu Benê.

— Tenho medo que tenha sido do Felipe!! – Constatou Lica.

— E eu tenho medo que tenha sido do Anderson! – Falou Tina.

Entrando na limousine, as quatro acabaram se distraindo com a empolgação da Keyla. A mãe de Tonico, parecia uma criança dentro daquele automóvel. Elas acabaram se deixando contagiar pela euforia da amiga...

O trajeto levou tempo o suficiente para a tenção, aumentar. Quando o veículo fez a curva e entrou na rua, puderam notar a Lanchonete toda escura. Parecia não ter ninguém. Só parecia.

Ao desembarcarem do carro, as meninas notaram uma luz fria e viva reluzindo lá no galpão. Parecia reflexos de uma tv ligada. E de fato, era. Cortando o breu existente, cenas do noticiário no dia do nascimento do Tonico, eram projetadas na parede de fundo do Galpão... Sem som e com um ar psicodélico, aquelas projeções eram o início de uma visita a um passado, não tão distante, assim.

Numa vaga imensidão... Por entre aquelas projeções, surgiu Tonico. O menino tinha o microfone em mãos trêmulas e suadas. Nervoso, o pequeno caminhou até as cinco... E diante delas, começou:


Foi num dia só! Foi de uma vez só!

Cinco almas, deram a vida a mim.

Uma delas, me deu a maternidade!

Quatro delas, me deu o milagre de viver.

Mamãe me ensina a amar...

E eu amo, amar cada uma delas!

Porque...

Foi num dia só! Foi de uma vez só...

Cinco madrinhas, cinco mães quase sem querer

Uma delas, quatro delas, todas elas...

Acontecem na minha curta vida.

Mamãe me ensina a agradecer...

E eu agradeço, por elas existirem!

Porque...

Não tem no mundo, amor maior

Que o meu, por elas!!

Mamãe, te amo.

Madrinhas, amo cada uma, do fundo do meu coração.”


Terminou assim o menino, que aos prantos, correu para os braços da mãe.

Emocionadas e anestesiadas por uma catarse, elas foram inundadas com fotos e vídeos do grupo, ao longo desses dez anos. Projetadas por todos os cantos e espaços do galpão: Do chão, ao teto. Parede a parede... Elas, navegando naquele mar de imagens, como quem acompanha um fenômeno da Aurora Boreal.

Cada ano dessa amizade estava registrado ali. E para ilustrar, música! Os acordes de piano de uma canção especial se seguiam ao surgimento dos convidados por todos os lados; Cada um deles, com um brilho diferente no olhar... E elas, centralizadas e emocionadas com a recepção.

A festa seguiria assim: Surpreendentemente bela.



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