História Temporal - G-Dragon - Capítulo 9


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Categorias Big Bang, G-Dragon
Visualizações 141
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - JiYong


Fanfic / Fanfiction Temporal - G-Dragon - Capítulo 9 - JiYong

Omma chegou Mila!! — Eun Soo ecooava aquelas palavras bastante animado. O que me fez sorrir. Ver o sorriso e a animação dele, era como se o meu dia cansativo nem tivesse existido. Antes de colocá-lo ao chão dei alguns tapinhas em sua bunda, arrancando risos dele. Meu menino, mordeu um pedaço do bolo de chocolate em sua mão e correu até o sofá. 

Mila deu a volta na bancada e veio até mim, a garota deu-me um abraço forte que me fez grunar um pouco de dor e Eun Soo gargalhar.

— O que aconteceu com você? 

— Ela, passou na prova que a professora dela passou omma — Eun Soo respondeu por Mila que sorria empolgada. Novamente olhei para a bancada e vi um prato com um bolo de chocolate pela metade em cima dele. 

Parabéns! Mas se você continuar enchendo Eun Soo de porcaria em prena semana, eu vou te...

— Unnie, deixe de ser chata. É sexta-feira, Eun Soo adorou. Que tal você provar também? 

Revirei os olhos, fazendo ambos segurar o riso. Olhei para Eun Soo e semicerrei os olhos, eu já estava pronta para chamar a sua atenção. Porém, um meio sorriso igual de JiYong, me fez ficar parada sem reação alguma. Cada dia que passa, ele fica a cara de JiYong. Mila até falou-me uma vez que ele parecia com o idolo dela. Mas antes que ela desconfiasse de algo eu mudava de assunto. Mila, até evita escutar Bigbang perto de mim, pois ela acha que eu odeio eles. Mas, apenas aprendi evitar o que já me fez sofrer.

— Omma? — chamou-me Eun Soo fazendo com que eu saisse de um transe. — Escutou o que falei? Balançei a cabeça o que fez o meu menino sorrir e acrescentar: — Então o que eu falei? 

— ...

Eu sabia! — sorri e me aproximei dele. Sentei-me ao seu lado e  bagunçei seus cabelos lisos de indiozinho.

— O que meu indiozinho asiático estava falando? 

— Era sobre, eu precisar de uma luva nova. — disse ele.

— O que aconteceu com aquela que te dei? — perguntei fazendo ele baixar a cabeça e morder o inferior da bochecha. 

— Eu joguei fora — a voz dele era baixa. Mas foi o suficiente para que eu podesse ouvir e ficar indignada.

— Por que fez isso? 

— Ela rasgou. Ai o capitão do time começou a me zoar. — não era de hoje que Eun Soo me falava desse tal capitão do time de futebol. — Você não vai na escola né omma? 

— Ah, vou sim. E irei conversar com a mãe desse garoto. — Eun Soo, se levantou do sofá no mesmo momento que ouviu-me. 

— Não omma. Você não pode ir. Ele vai me zoar, já chega ele dizer que não tenho um pai para me levar a escola. Eu não quero que você vá. Eu posso resolver isso! — ele dizia em voz alta com os olhos brilhando cheios de água. Me levantei o que fez Eun Soo correr para o seu quarto.

— Dê um tempo pra ele. — disse Mila por fim. Ela parecia um móvel no canto da minha pequena casa. 

— Ele não pode entender que faço isso para o bem dele? — perguntei com a voz embargada. Eu estava fazendo o máximo para não chorar na frente de Mila. — Ele nunca tinha gritado comigo antes! Às vezes, tenho a impressão que ele me odeia e que sou a pior mãe do mundo. — desabafei o que fez lágrimas escorrer por meu rosto. Mila saira do canto daquela pequena sala de estar e veio até mim. Ela passou calmamente as mãos em meu rosto e enxugou minhas lágrimas. 

— Unnie. Ele não te odeia! Eun Soo só está querendo ser independente.

— Mila ele só tem quatro anos.

— Eu sei. Mas não é assim que ele pensa. Confesso, que acho até bom dele querer ser uma criança que pode resolver algo na escola sem chamar a mãe. 

— Mila você ouviu? Estão zombando de meu filho, porque ele não tem o pai presente. Acha que Eun Soo consegui resolver isso sozinho? Eun Soo só tem quatro anos. Quando você for mãe vai me entender.

Foi a última coisa que eu disse antes de ir para frente da porta do quarto de meu menino. 

Eun Soo? — chamei-o ao bater na porta. O silêncio vindo do quarto dele já estava a me atormentar. — Filho, por favor abre essa porta, vamos conversar. — suspirei fundo e novamente bati na porta. — Eun Soo, por favor.

Me afastei ao ouvir o barulho da chave girar na fechadura, e a maçaneta mexer. Meu coração ficou pequeno, quando ele abriu a porta e olhei em seus olhos. Os olhinhos puxados dele estavam vermelhos e um pouco inchados. 

— Omma por favor, não vai. — sua voz estava um pouco rouca e embargada. Ele coçou os olhos e fez um bico com a boca. Aquele simples ato de Eun Soo, me fez se derreter por dentro. 

— Ok Eun Soo. Eu não irei.

— Promete? — soltei uma risada e assenti.

Sim. Eu prometo! — ele estendeu o dedinho o que me fez rir e entrelaçar nossos dedinhos, o que fez ele sorrir.

— Omma sabia que conheci um moço hoje? — perguntou ele com uma voz mais empolgada.

— Foi mesmo? — ele balançou a cabeça 

— Ele, me deu aquele caminhão que a senhora prometeu me dá. Mas eu não quis aceitar e a ahjumma conversou comigo e eu o trouxe pra casa. Você não vai me bater né? 

— Não, a omma não vai te bater.

— Ele era legal, e gostou de mim. Até achei que ele fosse o meu novo professor de educação física. 

— Já tomou banho? — perguntei o que fez ele sacudi a cabeça. — Querer tomar com a mamãe? 

O banho foi divertido para Eun Soo, quanto pra mim. Eu estava realmente precisando um pouco da energia de meu filho. Mila tinha jantado com a gente e fora embora. Eun Soo agora dormia no sofá. Claro que alguém como meu menino iria cair no sono depois de ter falado por horas do moço que fez amizade. 

Meus olhos estavam já se fechando de tão pesados, quando a campainha tocou. Me levantei, peguei meu menino nos braços e levei-o para o  seu quarto. Ao voltar para sala a campainha novamente tocou. Em passos rápidos fui até a porta e a abri. Meus olhos pareceram que iriam sair para fora, quando vi JiYong ali parado, tirando uma máscara escura de seu rosto. Um desespero, percorreu por todo meu corpo tentei fechar a porta. Porém, ele pois o pé e a empurrou fazendo-me soltar a maçaneta e fechar os olhos, logo ouvi a porta batendo na parede. 




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