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História Ten horror stories - Capítulo 3


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Capítulo 3 - A casa de barro.


Fanfic / Fanfiction Ten horror stories - Capítulo 3 - A casa de barro.

Minha família vivia em uma casa feita de barro no fundo de uma fazenda. Meu pai consegui trabalho de caseiro e passamos a viver nos fundos da casa principal, que era bela e toda azul com uma cerca branca. Desde de a primeira noite na casa me sentir mau, a hora de dormi foi pior e me deixou com muitos calafrios; tentei falar com minha irmã mais velha que apenas riu e disse: Vá dormir Ana, espíritos não existe.

A frase não aquietou minha alma e meus sonhos foram piores. Na manha seguinte meu irmão mais novo achou um osso em quanto pegava os tomates na horta, achei que era um dedo humano, porém Josefina me disse que devia ser uma perna de rato ou animal do tipo, continuo a fazer o almoço.

A casa principal vivia fechada e os donos só passa as férias escolares lá, mais dia sim dia não José dizia ter visto uma mulher na janela de um dos quartos. Um dia ele cismou em quebra a janela da casa, levou uma surra de nosso pai pelo prejuízo da janela quebrada. Ninguém nunca acreditou em mim ou em Zé, ate aquela noite em que um forte temporal veio e deixou o mar atrás da casa revoltado.

A casa tinha apenas quatro cômodos, assim eu e meus 5 irmãos dormia na casa e na cozinha , apenas nossos pais dormia no quarto com o bebê recém nascido. Naquela noite minha mãe pediu para todos os filhos colocarem os colchões no quarto dela, e assim fizemos. Ninguém sabia explica como as velas não parava acessa, é conforme a madrugada ia se aproximando a chuva aumentou ainda mais e os gemidos nas paredes de barro se iniciou.

_Mamãe, vamos dormir todos apertados aqui porquê?

_A mãe sou eu e vocês devem me obedece não saindo desce quarto!

_ A mulher de branco está chorando! – falou Zé.

_Não fale isso aqui dentro menino. – ordenou o pai encolhido do lado da mãe na cama de casal.

Os sussurros. Gemidos. Pedidos de ajuda. Os choro de criança e as cantigas antigas, os passos de alguém correndo na cozinha e os canecos caindo no chão. Esse tormento durou a noite inteira e não deixou ninguém fechar os olhos.

Na manhã seguinte o sol nasceu belo com se a chuva nunca houvesse caído. Meu pai então tomou a decisão de quebrar as paredes de casa, em busca de que, ninguém entendeu. Mais ao começar com as paredes de cozinha ele achou ossos e um crânio de um ser humano adulto, ele ordenou ao filho mais velho que fosse chamar o delegado na cidade.

Só vi quando ele montou na bicicleta e saiu voando. Meia hora depois chegou na viatura na polícia chegou meu irmão, o padre e o delegado da cidadezinha.

Ao termina de derruba a casa eles acharam 8 copos ao total. De crianças a adultos, a casa era feita de barro, ossos e pesadelos.

_Essa fazenda tem um histórico de morte e desaparecimento, as pessoas da cidade diz ser amaldiçoada e por isso nem uma aceita trabalhar aqui. – disse o polícia.

_A uma coisa maligna rondando essa fazenda, alguém que necessita de sangue fresco. – avisou o padre.

_Durante a tempestade eu vi uma figura tenebrosa que pediu para que eu derruba-se a casa . -disse meu pai ao policial.

Durante todo o dia houve policial indo e vindo da fazenda, e meu pai ligou para o dono da fazenda avisando do ocorrido e pedindo demissão.

Mudamos de casa no mesmo dia. Nunca mais eu vi ou ouvi criaturas fantasmagórica, mas nunca esqueci daquela noite e creio que nunca vou esquecer!


Notas Finais


Boa leitura meus anjos


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