História Tenderness - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Incesto
Visualizações 43
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então, aqui vai a continuação com aquela característica clássica e indispensável
Ta aí um bom jeito de aproveitar o sábado próximo à meia noite
Ahhh... eu to quebrada, mas com sorte semana que vem não vai ser tão pesado pra mim

Capítulo 4 - Quarta Parte


No meio da tarde, eu acordei e percebi que eu não só estava completamente nu, mas minha mãe não estava mais ao meu lado. A porta do banheiro estava escancarada, então imaginei que ela devia estar na cozinha ou na sala de estar, eu coloquei meu calção de volta e fui em direção à cozinha.

"Mãe?" Eu meio que gritei, mas no fim não tive resposta.

Meus olhos percorreram a cozinha, finalmente encontrando uma folha de papel post-it colada na porta dos fundos.

“Precisava de algumas coisas. Tem o resto do almoço na geladeira. Volto logo.
Te amo, mamãe."

Logo? Eu me perguntei quanto tempo isso levaria, já que eu não tinha ideia da hora quando ela realmente saiu. Peguei a tigela de espaguete da geladeira e sentei no sofá. Se minha mãe estivesse em casa, ela teria se reclamado de mim comendo espaguete gelado e como "um prato é melhor servido quente", mas ela não estava, e isso me fez sentir uma ponta de tristeza.

Meia se passaram antes que o telefone da casa começasse a tocar. O identificador de chamadas confirmou que era o celular da minha mãe. Ela me informou que estava na loja de conveniência, tinha ido até a farmácia e estaria em casa em cerca de meia hora. Depois de confirmar que eu não precisava de nada e que eu não tinha morrido ou engasgado com o espaguete, ela desligou.

Eu sentei no sofá analisando a noite anterior. Parte de tudo parecia que tinha sido um sonho, mas o vestido ao lado da cama da minha mãe provou que não era. Tantos pensamentos passaram pela minha cabeça, mas o maior deles... eu estava realmente apaixonado pela minha mãe? Isso poderia ser possível? Era mais que uma quedinha, isso era certo. O medo começou a tomar conta de mim, fazendo meu peito apertar e meu estômago doer. Eu tinha apenas uma ideia vaga do que era amor, amor verdadeiro, então, e se eu estivesse errado? E se eu não estivesse?

Quando o carro dela parou, me senti mais nervoso do que em toda a minha vida, mas eu também estava morrendo de vontade de vê-la. Eu corri para ajudá-la com as compras. Depois que tudo estava em casa e os itens frios colocados na geladeira, minha mãe perguntou quais eram meus planos para o resto do dia. Perturbadoramente indiferente. Como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Como se ela não tivesse me acariciado, e eu não tivesse gozado em toda a mão dela.

"Nada, pra falar a verdade... eu deveria sair com a Rebeca, mas ela não confirmou", eu respondi, curioso sobre como ela reagiria à menção da minha ex-namorada.

“Rebeca? Rebeca Rebeca? Você ainda estão se vendo?” O rosto de mãe se contorceu e seus lábios apertaram. Eu apenas assenti.

“Olha, Nate. O que aconteceu ontem à noite, não pode acontecer se você estiver namorando alguém. Isso não é justo. Você não é seu pai e eu não criei você para agir dessa maneira.”

"Não, eu sei, quero dizer... bem, não estamos namorando. Ela disse que queria sair, mas não vamos ficar nem nada. Os pais dela me odeiam de qualquer jeito”.

Minha mãe balançou a cabeça e me lançou o olhar de "Eu sei que você está mentindo".

 

“A única razão pela qual eu concordei com isso foi porque pensei que você tivesse terminado com ela. Eu pensei... bem, ta, eu sei como os garotos são. E sei como mulheres solteiras e de meia-idade também são. É... isso foi estúpido e me desculpe. Você só tem 16 anos, pelo amor de Deus!”

Ela pegou uma cerveja na geladeira e foi para fora. Eu tinha feito algo errado, eu tinha feito merda e ela estava se culpando. Mas infelizmente, mas ela estava certa. Eu tinha 16 anos e não sabia como resolver os problemas emocionais de uma mulher de 38. Porra.

Eu a segui para fora. Ela estava sentada, tinha os braços cruzados e os pés em outra cadeira.

"Mãe... eu não vou trair você..." Eu sussurrei, esperando que fossem as palavras que ela queria ouvir.

"O que? Não. Não. Não foi isso que eu quis dizer. Ela olhou para mim confusa e deu um gole na bebida.

"Não é justo para Rebeca, ou qualquer garota que você esteja namorando. Está errado. Não importa quem eu sou. Você não pode enganar as pessoas, você não pode machucá-las. E eu estou impedindo você de ter um relacionamento de verdade, ou experiências de verdade, esperando e fazendo com que você siga todas as minhas regras.

Eu queria dizer a ela que passaria toda a minha vida perdendo experiências e relacionamentos reais se isso significasse que ela seria a única a me fazer gozar. Rebeca era bonita, mas ela era horrível na cama, e seus pais fanáticos a convenceram de que colocar um pau em sua boca lhe garantia um lugar quentinho e especial no inferno.

“É por isso que eu queria estabelecer essas regras. Eu queria ter certeza de que cobriria tudo, mas aparentemente não consegui."

“Mas… mãe… bem. Eu não quero namorar ninguém. Eu só ia sair com ela, ela não é minha namorada, sério mesmo. E eu não quero sair com ela de novo”.

Eu andei até a minha mãe e coloquei meus braços ao redor dela. Ela aceitou e começou a me beijar. Fomos para a sala e caímos no chão, ainda nos beijando.

"E as regras?" Eu perguntei, e ela riu.

"Hmmm... Leo não está em casa, vou fazer uma exceção." Ela olhou fundo em meus olhos “Dessa vez”.

Ela puxou minha camisa sobre minha cabeça e começou a beijar meu peito, mas não me deixou fazer o mesmo. Depois de provocá-la e acariciá-la sobre suas roupas, finalmente perguntei se ela poderia tirá-las.

"Certo. Mas você não pode tirar minha calcinha, ok?

Eu concordei feliz da vida, porque seus peitos lindos compensavam qualquer coisa. Ela lentamente puxou a camisa sobre a cabeça, expondo um sutiã de renda branco. Ela soltou e recostou-se para tirar a calça. Sua calcinha também era branca, com formato de biquíni.

Ela me agarrou e eu me movi mais abaixo dela, de modo que seus seios estavam na minha cara. Eu comecei a chupar um, enquanto apertava o outro como ela tinha me ensinado a fazer.

 

"Posso tirar minha calça?" Eu perguntei, ainda no chão, sem saber se isso estava indo longe demais, mas dane-se, ela também estava sem.

"Mhmmm, claro, anjinho", ela sussurrou em meu ouvido, antes de deslizar para baixo e me desabotoar. Ela abriu o zíper, então lentamente puxou-a até meus tornozelos. Eu chutei o resto e a puxei de volta para cima de mim.

Ela desceu com seus quadris, e sentou-se em cima de mim, roçando sua intimidade contra a minha. Eu sabia que ela estava encharcada, porque meinha cueca estava começando a ficar molhados também. Ela se afastou de mim e se deitou ao meu lado. Ela levantou uma perna e passou sobre sobre mim, de modo que sua coxa estava a poucos centímetros do meu membro. Ela começou a chupar meu pescoço, enquanto eu continuava apertando seus seios.

Eu movi minhas mãos pelo seu corpo até que cheguei próximo à linha de sua calcinha. Ela disse que eu não poderia tirá-las, mas não que eu não podia pôr a mão dentro. Eu estava morrendo de vontade de sentir sua intimidade e colocar meus dedos nela. Comecei a deslizar minha mão para dentro de sua calcinha e, a princípio, ela gemeu e balançou os quadris para mais perto de mim. Eu podia sentir seus pêlos, ela estava aparada, mas não completamente raspada. Eu corri meus dedos, mas antes que eu pudesse ir mais baixo, ela deu um tapinha no meu braço e se sentou.

"Não.", ela disse severamente. Eu perguntei por que não, se ela estava praticamente me incentivando a fazer, ela balançou a cabeça negativamente.

"Algo está errado?" Eu perguntei a ela, mas ela continuou balançando a cabeça.

"Na verdade... é que..."

Ela olhou para mim e eu sabia que ela queria e eu também, mas eu não sabia por que ela não deixava.

"Nós não podemos fazer sexo, Nate. Tenho medo que vá longe demais.”

Eu disse a ela que sabia disso, mas no fundo eu estava esperançoso e sabia que um dia ela provavelmente cederia, principalmente no ritmo em que as coisas andavam, mas naquele momento eu queria ir tão devagar o quanto ela permitia.

"Nós não vamos fazer sexo... ta tudo bem, de verdade, nós não vamos."

Relutantemente, ela recostou-se novamente e tirou a calcinha. Eu nunca quis colocar minha cabeça entre as pernas de uma mulher como queria naquele momento. Eu podia ver como ela estava molhada, eu nem sequer tinha que tocá-la. Ela agarrou minha mão e deslizou para frente. Ela se esfregou minha mão por alguns segundos, arfando devagar. Eu tomei coragem e, lentamente, deslizei um dedo dentro dela. Seus olhos se abriram e ela soltou um gemido alto, e rapidamente começou a me beijar com vontade.

"Mais, mais um, anjinho", ela gemeu, e eu deslizei mais um dedo dentro dela, movendo um pouco como uma das minhas ex tinha me mostrado. Ela começou a mover os quadris com mais intensidade e eu pude sentir seu mel deslizando pela minha mão.

Antes que eu pudesse fazê-la gozar, ela recuou e me agarrou novamente. Meu membro estava pressionado firmemente abaixo e contra sua intimidade, entre suas coxas, e ela lentamente começou a mover para frente e para trás, certificando-se de que eu não escorregasse para dentro ela.

 

Então, ela levantou e me pediu para deitar de lado. Eu fiz, e ela fez o mesmo, ficando de costas para mim e retornando à mesma situação anterior.

"Não é pra deixar entrar, ok?"

Eu não respondi, mas observei quando ela se movia, certificando-me de que não deslizaria para dentro dela. Ela apertou as pernas com força e começou a deslizar para frente e para trás.

Minha mãe enfiou uma das mãos entre as pernas, e toda vez que meu pau deslizava para frente, eu a sentia e sabia que ela estava estimulando seu clitóris.

A sensação escorregadia, combinada com o quanto ela estava apertando suas pernas, estava tornando muito difícil para eu me controlar.

"Mãe... mamãe...", eu gemi. Eu enterrei meu rosto em seu pescoço e senti seu corpo inteiro tremer.

"Shhh, anjinho, tudo bem..." ela gemeu de volta, e começou a mover seus quadris com os meus. Custou toda minha força de vontade para não mudar o ângulo e fodê-la de uma vez, mas eu sabia que não podia.

Eu tinha meus braços ao redor dela, mas era difícil me concentrar em qualquer coisa, exceto o que estava acontecendo lá embaixo. Eu sabia que não poderia me segurar por muito mais tempo, mas eu queria que ela também gozasse. Eu comecei a fazer contas na minha cabeça tentando me distrair, mas não adiantava. Não com a intimidade da minha mãe deslizando contra a minha e pressionando com tanta força. Ela estava tão molhada e eu queria saber se ela poderia ficar ainda mais.

Finalmente, senti-a morder delicadamente meu braço. Suas pernas se apertaram ainda mais e ela começou a tremer. Eu perdi a controle e acabei gozando entre suas pernas. Eu podia sentir seus dedos ainda acariciando seu clitóris, enquanto nós ficamos lá, ambos tremendo.

"Me abraça forte", ela sussurrou, e eu a abracei com mais força. Eu ainda estava entre as pernas dela, se contorcendo no meu orgasmo.

"Minha nossa, Nate, você...", ela gemeu. Seu corpo inteiro estava quente e ela ainda estava tremendo. Eventualmente, ela virou de volta e se aconchegou no meu peito, beijando-o. Ela colocou os braços em volta de mim e, em seguida, suas pernas, se enroscando toda em meu corpo.

De repente, comecei a pensar se ela poderia engravidar e se ela precisava se limpar.

"Eu te engravidei?" Eu perguntei, estupidamente. Ela riu e me beijou, então disse para não me preocupar com isso, ela tinha feito cirurgia depois que minha irmã nasceu.

Ficamos ali sem roupa nenhuma pelo que pareceram horas, até adormecermos. No momento em que acordamos, já estava escuro.

"Vamos sair hoje à noite?" Minha mãe perguntou enquanto estávamos colocando nossas roupas de volta.

"Por quê?"

 

“Vai ser divertido! O que acha de comida mexicana?

"Parece ótimo, mas também podemos nos divertir aqui..." Eu disse, tentando soar o mais inocente possível”.

"Bem, por mais que eu tenha certeza que você adoraria ficar aqui, eu gostaria que saíssemos dessa vez. Apenas nós dois, já que a Leo não está. Eu nunca mais saí de qualquer jeito”.

Eu concordei e logo estávamos indo para um restaurante mexicano no centro da cidade. Uma vez que estávamos sentados, minha mãe riu e anunciou que eu nos levaria para casa, enquanto ela pedia uma margarita grande. Ela acabou tomando três e estava praticamente dopada na hora em que partimos. Eu a ajudei no carro, arrumei-a e comecei a dirigir para casa.

"Não, não, não, não... casa não, ainda não." Ela murmurou. Garotas bêbadas geralmente me incomodavam, e eu achava muito feio, mas minha mãe era diferente. Talvez porque ela era mais velha, mas sempre foi meio fofo quando ela soltava um pouco.

"Onde então, bêbada?"

"Não sei. Boliche. Praça. Algum lugar, em qualquer lugar, vamos embora”. Ela dizia em meio a risadas.

"Mãe ... nós não vamos jogar boliche, você está bêbada."

Ela bufou e então inesperadamente um sorriso apareceu em seu rosto.

"Acha que você pode fazer de novo?" Ela perguntou, com um olhar malicioso.

“Fazer de novo oque? Quer ir em outro restaurante? Eu não estou com fome."

"Não, não... É que... Hipo... tética... mente..." ela gaguejava, "você poderia fazer... de novo?" Desta vez, ela estendeu a mão e agarrou meu membro.

"Ah, aham... com certeza, eu definitivamente poderia fazer isso de novo."

Quase instantaneamente, eu estava duro.

 "Alí", disse ela, apontando para uma estrada à frente. Eu a adentrei e, depois de alguns metros, ela se transformou em cascalho e terra, mas continuei em frente.

“Onde diabos estamos indo? Podemos voltar para casa? ”, Perguntei. Ela balançou a cabeça negativamente e riu novamente, seus olhos brilhando cada vez mais.

Cerca de três Quilômetros dentro da estrada, meus faróis bateram em um portão de metal com uma placa de “Não entre” pendurada nele. Eu parei o carro.

"O que agora?"

"Shhh, aqui está ótimo, mhmm ..." ela gaguejou novamente, mas estava rindo desta vez. Ela lambeu os lábios e voltou para o meu membro.

"Tira pra fora".

 

"Sério? Aqui?” Eu estava confuso. Apenas algumas horas antes, minha mãe estava me dizendo para manter as regras, e aqui ela mesmo estava quebrando-as. Ela apenas balançou a cabeça, com aquele olhar malicioso me perfurando. Ah é, ela estava bêbada”.

"Você não quer que eu faça?" Ela perguntou manhosa.

Eu balancei a cabeça que sim, que queria, muito mesmo.

Ela se inclinou sobre o meu banco e começou a abrir minha calça. Ela puxou-a junto com minha cueca.

Eu achava que ela só ia me masturbar ou algo assim, mas a cabeça dela baixou e eu senti uma das melhores sensações do mundo. Senti seus lábios ao redor da minha glande, e de repente ela moveu para baixo e colocou tudo em sua boca. Ela chupou de cima até em baixo, pressionando sua língua com força. Eu coloquei minha mão em cima de sua cabeça, e ela balançou-a cabeça afirmativamente, indicando que tinha sido um bom movimento da minha parte.

Ela alternou entre chupar forte e rápido, até que ela escolheu um ritmo e continuou de um jeito torturante. É meio vergonhoso admitir isso, mas eu só durei cerca de três minutos.

Meus olhos reviraram na minha cabeça, enquanto ela continuava a me chupar, e meu sêmen começou a preencher sua boca. No primeiro jato, ela parecia chocada, mas deslizou sua boca por todo a extensão até que senti que estava gozando em sua garganta. Minha mão apertou seu cabelo, e ela balançou um pouco a bunda.

Quando terminei, ela se recostou no assento e limpou a boca.

"Mmm ... pois é, não vou deixar mais você ficar comendo aquelas besteiras."

Eu estava muito fora de mim para me importar com o que ela acabou de dizer, meu membro ainda estava latejando e pequenas gotas de sêmen ainda saindo. Ela acendeu a luz do teto e olhou para a minha virilha. Ela usou um dedo, tirou o restante e limpou na perna da calça.

Eu estava atordoado, levei alguns minutos antes de voltar à realidade e perceber que ainda tinha que dirigir um veículo até chegarmos em casa.

"Minha nossa... é... obrigado... por isso." Eu disse, trêmulo.

Ela riu e disse que não tinha problema, e me disse para ir para casa. Mesmo bêbada, ela ainda se lembrava de me reclamar do jeito com que eu dirigia.


Notas Finais


Então, gostaram do fanservice?

Olha, esse capítulo teve tantas referências internas que eu nem sei por onde começar, desde relatos, outras fics que eu já li e pessoas com que conversei (alguns doujins também), eu não parava de me roer em quanto escrevia e espero que tenham sentido o mesmo ao ler.

Os comentários de vocês me incentivam muito, até um simples "continua" ja é um belo gás

Até a próxima <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...