História Tenha Medo! - Capítulo 35


Escrita por: e Sta_Kya

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Contosdasonome, Hopev, Revivendo, Seoktae, Suspense, Taeseok, Terror, Vhope
Visualizações 51
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPEM OS ERROS NÃO BETADA

Capítulo 35 - Barreira


Fanfic / Fanfiction Tenha Medo! - Capítulo 35 - Barreira

 Hoseok tinha seus cabelos tremulando por conta do vento, estava na sacada do seu apartamento, enquanto sentia—se banhado pela brisa fresca. Precisava refrescar um pouco do seu corpo, assim como um pouco da sua alma e do seu ser, enquanto seus pensamentos estavam no que Yoongi havia lhe dito, tudo em seu ser tremulou e ele não soube ao certo se estava seguindo um caminho correto. Sentia que não podia dar atenção ao que o mais velho dizia, ele o amava e o havia perdido. Podia dizer qualquer coisa para confundi—lo ou deixar que ele pensasse que o cara a quem amava, era de fato um doente. Sua cabeça girou, só de pensar na possibilidade daquelas pessoas serem inocentes.

Ele precisava saber. Precisava entender o que se passava.

Não podia e nem queria ficar com aquilo dentro de si. Não agora que sabia o que era dormir em paz, o que era comer direito e o que era ter um corpo aquecendo o seu de noite. Não queria alimentar um sentimento daqueles, não quando Taehyung lhe beijava tão intensamente nas noites frias ou quando o corpo do outro, que estava ganhando peso, ficava por cima do seu. O acariciando, lhe dando seus suspiros e gemidos. Assim como um prazer simples e bem inocente até. Não quando suas mãos deslizavam pela pele amorenada do Kim e lhe invadiam as vestes. Não quando sentia os gemidos baixos e contido do outro, quando seu falo era tocado por dentro da roupa. Eles estavam construindo memórias juntos, sentimentos juntos, marcando a mente e o copo.

Nunca se sentiu tão completo. Não era mais o ser todo quebrado.

Parecia que o Kim realmente fazia parte dele, era como ele mesmo dizia. Sem ele Hoseok era apenas uma pessoa pela metade, um cristal quebrado. Com o mais novo ali ele se sentia confiante e inteiramente amado. Confiava e amava TaeHyung, isso era uma certeza que ele trazia em seu coração, ainda mais agora que o mais novo tinha voltado para seus braços, suas lembranças estavam mais fortes e bem mais firmes dentro de si. Sua mente não queria ficar alimentando aquilo que estava crescendo aos poucos. Mesmo que ele não quisesse, mesmo que fizesse forças para focar nos momentos mais bonitos que podia ter com o outro, a pequena desconfiança que tinha do Kim ainda estava ali.

Não estava nem em dois por cento, mas aquele pequeno digito era o suficiente. Não do que estivesse duvidando do homem que amava. Não isso, mas ele passara a analisar TaeHyung, analisar o ser que lhe chamava de amor. Ele tinha problemas e ele sabia. Sabia que o outro não havia precisado de sua terapia a toa. Ele tinha problemas, assim como Jimin e Jungkook e ele se perguntou, pela primeira vez, o que estava fazendo ali e porque amava tanto, mais tanto aqueles três seres a ponto de considerá—los parte de sua família.

Parte dele mesmo.

Sorriu pequeno, estava perdido. Amava demais, queria demais, sentia demais. Mas não podia se esquecer de sua profissão e de tudo o que ele era, pelo que tanto tinha batalhado e estudado. Ele não podia simplesmente se esquecer dos anos de faculdade e porque batalhou por todos aqueles momentos. Ele sabia e sentia que precisava ser um profissional. Mas como? Como ir de encontro ao seu coração? Mesmo assim um pouco da razão lhe batia a porta e depois daquela ligação ele começara a observar o seu menino. Não do jeito que Yoongi queria, mas sim da maneira que seu coração pedia. Aquele amor todo e aquele carinho tinham de ser reais. Ele precisava que fossem. Ele queria que fossem.  

— Tudo bem hyung? — Sentiu aquelas mãos pequenas e fofas lhe rodeando a cintura. Sua pele se arrepiou de leve quando a respiração do mais baixo bateu em sua nuca. Jimin eram poucos sentimentos mais baixo, o que lhe fazia ser mais adorável ainda do que já era. — Você parece triste. 

— Não é nada não Minnie. O hyung está bem, sim? — Disse o outro com um novo sorriso. Jimin era uma criança a quem ele muito amava. O outro lhe soltou apenas para que ele se virasse um pouco. Hoseok abriu um pouco as pernas e puxou o menor pela cintura, lhe encaixando ali e depositando alguns selares na testa. Enquanto uma de suas mãos subia pelas costas do mais novo, fazendo um carinho ali. Jimin quase ronronava com aquele toque simples e gentil, enquanto afundava a cabeça na curvatura do pescoço alheio. — Vamos entrar bebe? Está ficando frio demais e logo o sol vai se por. Sabe que o hyung tem trauma dessas horas. — disse baixinho se lembrando do terror que passou. 

Sua mente foi de encontro aos momentos em que o Kim era uma pessoa que tornava a sua vida um completo inferno. Analisou aqueles momentos, assim como todas as conversas que tinha com o outro. Fechou seus olhos e apertou Jimin em seus braços. O mais novo rodeou a cintura do mais velho com suas mão e retribuiu o gesto.

— Vamos neném.

 

[…]

 

As malas já estavam todas prontas e colocadas em um canto da sala. Eles partiriam naquela noite mesmo para a casa de Kim NamJoon. O mesmo cedera uma das residências que ganhara de um dos seus muitos clientes, já que a sua profissão lhe rendia muito e bem, fazendo com que ele ganhasse mais do que o dinheiro que lhes era pedido. O mais velho da casa, estava saindo do banho, enquanto sabia que Jimin estava fazendo o jantar, TaeHyung o estava ajudando, já que esse queria aprender a cozinhar. E JungKook estava lendo um livro sobre bombas caseiras.

Por mais que achasse que estivesse rodeado de mentes malignas ele se sentia seguro. Tomava banho com sua porta fechada, não precisava mais do Park lhe tratando como um doente. Nem muito menos pedia para que JungKook mandasse a polícia vigiar sua casa. Ele se sentia seguro, já que a sua maior ameaça, a que lhe trazia terror estava ali, lhe amando loucamente, enquanto aprendia a cozinhar como se fosse um tipo de esposa dedicada. Seria irônico, era irônico e ele não entendia muito ou quase nada de tudo aquilo. Para si era difícil demais de entender, mas ele estava disposto a começar a tentar. Começar a fazer pontos e pontos serem ligados e usar sua mente de profissional e não somente do homem que ama e é amado por uma pessoa.  

E se Yoongi tivesse razão? 

 

 

Ele não queria e nem estava pronto para pensar nisso. Tudo o que desejava era a sua paz e poder ir embora como queria com seu menino. Meninos. Levaria sim, Jimin e JungKook. O Jeon logo saberia qual seria a sua função, mas o Park era como um filho. Não tinha como deixar ele em qualquer lugar ou com qualquer pessoa. Era parte de si agora. E ele amava aquele baixinho como a si mesmo, era um amor diferente, mas era um amor.  

— Quer provar? Eu quem fiz. — Taehyung disse com um sorriso daqueles. O que fez com que o mais velho desse um selar em seus lábios e aceitasse a pequena porção de alimento que estava lhe sendo dada. Isso enquanto o Kim esperava um veredito para a comida que estava fazendo. 

— Está uma delicia meu amor. Você é sempre o melhor em tudo. — Taehyung ficou animado com aquele elogio e sentiu seu coração acelerar com ele. Estava agradando seu hyung e então estava feliz. 

Ele ia dizer alguma coisa, uma pequena coisa, dizer palavras que eram simples demais. Ainda mais quando Jimin se aproximou dos dois e ficou com seu costumeiro ar de criança. Daquelas que admira a interação de seus pais.  

 

 

Mas tudo aconteceu tão rápido, tão rápido que eles nem ao menos souberam o que estava havendo, quando menos poderiam imaginar a porta foi aberta com um estrondo, como se estivesse sendo arrombada, não, não era somente isso. Era algo maior, muito maior. O barulho alarmou todos ali. Assim como a fumaça que se espalhou pela sala, haviam explodido a porta? Os corações estavam no limite, quase saltando do peito. Todos levaram suas mãos aos ouvidos, sentindo os mesmos doerem. A visão estava turva por conta daquele ambiente de guerra. Pois era o que parecia. E o que veio a seguir fora o que mais fez com que a mente de nenhum deles pudesse registrar ou antecipar aquele movimento.  

 

 

O barulho da bala sendo desferida fora maior do que o de qualquer outro. Um corpo estava caindo naquele momento. E as coisas quebram, mais cedo ou mais tarde. Tem de quebrar.


Notas Finais


Uma mini bomba foi jogada, quero ver suas teorias


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