História Tenho um enterro pra ir - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Agatha Christie, Assassinato, Crime, Crimes, Detetives, Injustiça, Justiça, Mistério, Romance, Suícidio
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Palavras 571
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Muito obrigado a todos que estão acompanhando essa história, sou realmente grato a vocês.
Boa leitura

Capítulo 5 - Quebra-cabeça


Após pegarem os endereços das esposas dos dois falecidos criminosos, os investigadores saíram a procura delas. 

A primeira morava no município da cidade de Sapé, e a segunda em João Pessoa mesmo. Eles foram primeiro na mais próxima. 

A casa era de um bairro pobre da cidade. Quando eles chegaram uma garotinha pequena brincava na sala protegida por um portão enferrujado. 

- Oi, garota - Disse Jorge. 

- É o quê?! - Perguntou a menina parecendo irritada. 

- Poderia chamar sua mãe? 

- Mãe!!! - Gritou a menina. - Tem dois homi aqui!

A menina permaneceu a brincar e em seguida a mãe chegou enxugando as mãos num pano de prato. 

Ela mudou a expressão ao ver que se tratava da polícia. 

- É a senhora Estefane Ribeiro? - Perguntou Jorge. 

- Ah, não - Ela pareceu intrigada. - Meu nome é Sabrina Silva dos Santos. 

- Há quanto tempo a senhora vive nessa casa? 

- Eu, meu marido e minha filha nos mudamos há alguns anos. Talvez estajam falando dos donos antigos. 

- Tem cédula de identidade? 

A mulher fez que sim com a cabeça e entrou na casa, trazendo em seguida o documento.

Jorge conferiu seu nome e o devolveu.

- Desculpe pelo inconveniente - Disse ele.

- Tem problema não - Disse a mulher sem sorrir.

Eles voltaram ao carro e Charles observou pelo retrovisor que a mulher ainda os olhava. 

- E agora como vamos achar essa mulher? - Resmungou Jorge. 

- Vamos a procura da próxima - Sugeriu Charles. - Talvez tenhamos mais sorte com ela. 

Eles dirigiram até a cidade de Sapé, chegando já no início da noite a residência. 

Jorge bateu e após algum tempo um homem de meia idade surgiu. 

- Oi - Disse ele. 

- A senhora Altamira se encontra? 

- Sim. Vou chamar ela. 

Logo a mulher estava diante deles. 

- Tudo bom? - Disse ela simpaticamente. - O que querem comigo? 

- Senhora, já foi casada com Fernando Maria Fonte? 

A expressão de simpatia da mulher se converteu em tristeza. 

- Sim. Ele foi meu marido durante quatro anos. 

- Se separaram? 

- O destino nos separou. Ele foi preso. 

- Pelo o quê? 

- Ele assassinou a sogra, minha mãe - Um toque de desprezo surgiu nela. - Entrei com o processo de divórcio logo quando ele foi detido, mas ele acabou sendo morto pelos colegas de sela. Não sinto pena. Uma traição eu podia tolerar desde que ele deixasse a amante, mas daí a assassinar minha...

- Espera aí. Ele tinha uma amante? 

- É, uma vadia qualquer. Parece que acabou a engravidando. Tenho certeza de que ele ia ter uma baita dor de cabeça com tudo isso, mas aí as coisas aconteceram e... foi melhor pra todos assim. 

Confirmando que aquela mulher era mesmo quem dizia ser, os investigadores partiram. 

Jorge levaria Charles de volta para Mamanguape, e amanhã ele voltaria a João Pessoa para apurar o restante da investigação. 

- Acha que essas viagens nos serviram de algum modo? - Perguntou o investigador pessoense ao mamanguapense. 

- Com certeza. E posso lhe garantir que o mistério sobre quem matou o reitor já está quase que resolvido. As peças estão se encaixando da maneira que eu esperava. 

- Sério? Nossa, eu não duvido mais de nada que venha de você, Charles. Me impressionou com as deduções certeiras que fez até aqui. Mas enquanto ao chantagista? 

- Sobre isso eu ainda tenho minhas dúvidas. 



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