História Tensão - Capítulo 22


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Simón
Tags Âmbar, Lutteo, Simbar, Simon, Sou Luna, Soy Luna, Yamiro
Visualizações 119
Palavras 818
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Dália


CAPITULO 22 TENSÃO

Nada no mundo poderia ser mais bonito do que a posição de Ambar naquele momento, ela estava de lado enquanto tentava fazer um sandwiche. Sua barria a impedia de está mais perto do fogão e tinha uma curva perfeita entre ela e os móveis. Era tão incrível como ela podia ficar ainda mais linda.

Andava de um lado para outro sustentando sua coluna com a mão. Havia lido que com 7 meses as mulheres costumavam a sentir os verdadeiros impactos de uma gravidez, mas nada, nada conseguia afeta-la. Quando ela tentou se esticar para pegar um prato na gaveta mais acima pude ver sua dificuldade em alcança-la, levantei para ajuda-la.

Ela me retribuiu com um sorriso enquanto me observava. O seu olhar agora tinha tanta ternura que me dava uma vergonha imensa só de ficar ali, perto dela.

-Então, acho que estou muito dependente de você ultimamente. –Ela pegou o prato da minha mão.

-E isso não é bom? –Perguntei com um sorriso.

-Não sei. –Ela disse enquanto colocava a sua comida no prato. –Eu deixei de fazer um monte de coisas, patinar, cantar, desenhar, estudar... mas por incrível que pareça, não tenho vontade de reclamar.

As palavras dela enchiam meu peito de alegria. Ela estava num momento em que transpirava felicidade, harmonia e carinho. Me sentia agradecido por tê-la ali.

-Então a senhorita poderia me dizer como faz para ser tão bonita? –Perguntei tirando o seu cabelo do rosto. Fazia tanto tempo que ela não cortava o cabelo e eu adorava tanto aquilo, ela parecia uma leoa com seus cabelos loiros caindo sobre sua barriga em ondas intermináveis. Era tão deslumbrante.

-Não me esforço muito. –Ela deu de ombros enquanto enfiava uma garfada na boca. Isso com certeza foi uma das grandes mudanças, ela tinha uma fome maior que a minha.

Me deitei no sofá e Ambar logo em seguida, poderia ficar naquela posição para sempre, ali, acariciando a barriga dela. Aos poucos podia sentir minha filha se mexer e me responder. Era tão emocionante, sentia cada vez mais sua presença e isso inundava meu ser de ternura e satisfação. Ambar ria a cada toque.

-Eu sempre achei que isso doesse. –Ela disse. –Nos filmes parece incomodar muito.

Botei meu ouvido em sua barriga.

-E o que você sente? –Perguntei.

-Carinho. –Ela respondeu. –Um carinho imenso, como se ela quisesse me dizer que está aqui comigo, me ouvindo.

-Eu te amo. –Sussurei para sua barriga que me respondeu com um chute. –Quer ouvir de novo? –Perguntei. –Eu te amo. –E ela chutou mais uma vez.

-Acho que ela gosta de ouvir você. –Ambar disse com um sorriso. –Ela fica muito atrevida com a sua presença. –Falou.

-Eu acho que ela gosta de nós dois conversando com ela. –Falei. –Sentir nosso calor, nosso amor, afeto.

-Eu também gosto. –Ambar disse. –Sinto que estou completa.

-Eu sinto a mesma coisa. –Respondi contente. Ela entendia. Éramos feitos um para o outro, numa harmonia perfeita.

-Então... –Ambar acariciou o seu ventre. –Você tem algo a dizer para nós? –Tentou olhar para o pico da sua barriga.

A neném chutou mais uma vez.

-Acho que sim. –Falei.

-E porque já que estamos assim em família, porque não escolhemos o nome? –Ambar sugeriu animada.

-Uma ótima ideia. –Respondi.

-Eu pensei em alguns. –Ela falou. –Mas nada tão bonito.

-Eu... –Gaguejei um pouco.

Eu havia pensado em algo, em algo que representa o momento exato em que eu me apaixonei, o momento em que eu descobri que era com a Ambar que eu queria passar o resto da minha vida, que era para ela que eu iria entregar meu coração.

Uma flor amarela, do campo, na beira do rio da Prata, enquanto caminhávamos pelo parque.

Nosso primeiro beijo.

Dália.

-Você? –Ambar perguntou risonha enquanto esperava eu ter meu relampejo repentino.

-Dália. –Falei. –A flor que eu te dei no nosso primeiro beijo.

Ela deu um grande sorriso.

-Eu amei. –Ela falou acariciando. –Você gosta de Dália, filha?

A barriga chutou.

-Ela gosta. –Respondi.

 

“Dália, eu poderia te contar várias coisas sobre a minha juventude, poderia te dizer como me apaixonei por várias garotas até me apaixonar a um ponto em que eu queria me afogar no meu próprio amor, poderia te dizer a imensidão de felicidade que senti quando descobri sua existência ou poderia tentar descrever quando me casei com sua mãe. Mas eu falharia cem vezes, miseravelmente, porque nenhuma delas foi um presente tão lindo ou tão gratificante quanto você.

Dália, eu descobri nos olhos da sua mãe o céu e o inferno. E desejei tanto que você tivesse os mesmos olhos para que eu soubesse onde residia minha paz.

Dália, eu tentei tanto não te imaginar, me surpreender com cada pedacinho seu e com as novidades que viriam com a paternidade. Mas eu não podia evitar imaginar cada uma delas.

Dália, você é a flor mais bela, do meu jardim. “

                                                                      -Simón. 


Notas Finais


GENTE O PROXIMO CAP TA BAFO, SCRR


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