História Tentação (MORRO) - Capítulo 29


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bandido, Morro, Paixão, Romance
Visualizações 59
Palavras 2.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, reta final né?

Capítulo 29 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Tentação (MORRO) - Capítulo 29 - Capítulo 21

☆☆ Lorenzo Pov's ☆☆

Cuspo outra parte de sangue da minha boca, meus pulsos doíam por causa da porra da corda que os vapores daquele pau mandado colocaram em mim. Isso não iria me parar, eu teria minha mulher de volta, de qualquer maneira.

A porta do galpão abre e o pau no cu (Dom) entra, junto com a jumenta da Amanda atrás. Bateu uma saudade quando vi aquele corpinho, deixar ela vermelha de tanto bater e no dia seguinte ver se transformar em roxo.

- Nossa, você continua uma delícia. - Falo, querendo ver a reação do Pau mandado dela. Ela continua sem reação e me olha com raiva. - Não me olha assim, deixa eu te dar umas porradas pra passar….- Dou um sorriso.

O Pau mandado pede pra outro cara entrar, ele deixa uma maleta no chão, próximo de mim e depois sai. O Pau mandado segura o rosto da minha mulher nas mãos e beija ela, provavelmente querendo ver alguma reação minha, o que não foi obtido. Ele sussurra alguma coisa no ouvido dela e eu começo entender as coisas. Ele beija ela novamente, e começo a sentir a porra do desconforto.

Ela era uma vadia.

Uma vadia.

Mas eu amava ela!

- Tira a porra da sua boca da minha mulher! - Grito, o Pau mandado não escuta e não recua. Ouço ela gemer na boca dele, enquanto ele puxa os lábios dela e volta a beijar. - PARA CARALHO, AMANDA! Olha o quão baixa você está sendo, nojenta. - Cuspo as palavras na cara dela.

- Você….ahn….não sabe, hmmm o quão baixa posso ser. - Ela diz, enrolando os braços em volta do pescoço do Pau mandado enquanto ele beija o pescoço dela.

- Olha o exemplo que você está dando pra sua filha. - Digo, querendo pegar na ferida.

~ Amanda Pov's ~

- Ela vai ser uma putinha igual você. - Ele diz, e isso me irrita, me afasto do Leonardo.

- Cala a porra da sua boca, você nunca foi um pai presente, nunca foi uma pessoa descente. - Insulto, ele sorri. Me abaixo próxima ao rosto dele. - Você é um doente filho da puta, eu tô por cima agora, o que você vai fazer? - Grito, dando um soco no rosto dele, mas na mesma hora me arrependendo, sentindo a dor na mão. Dom me levanta.

- Não se machuque por causa dessa porra. - Ele diz, me beijando e chamando Neguinho. - Sabe o que fazer. - Ele informa, e neguinho confirma com a cabeça. Em poucos segundos neguinho está encima dele, batendo sem parar.

- Eu quero ele morto…- Digo. Sendo abraçada por Leonardo.

- Lembra Amanda! Esse mundo da voltas, você pode estar por cima agora, mas quando chegar a minha vez….- Lorenzo é interrompido por um soco de Neguinho.

- Não vai ter sua vez. - Leonardo diz e me puxa para fora do galpão. - Não quero ele vivo, faz aquilo que conversamos ontem. - Ele diz, para outro vapor. Fico extremamente sensível ali, nos braços dele, sentindo o gosto amargo da minha vingança, 90% daquilo era bom, mas também era ruim, porque era a porra do pai da minha filha.

(…)

- Onde está indo? - Pergunto, assim que ele estaciona a moto na rua. Ele sorri e segura minha mão.

- Surpresa. - Diz. Eu encaro aqueles braços tatuados e aquele sorriso lindo que ele tinha, ele sabe como tirar minha paz.

Passamos por algumas ruas andando mesmo, e entramos em outra viela. Sexy Shop, não acredito no que esse retardado está fazendo.

- Tu só pode tá tirando uma com a minha cara. - Cruzo os braços.

- Quero te comer por trás gata, quero fazer isso no estilo. - Ele diz.

- Quem disse que vou deixar isso acontecer? - Resmungo.

- Você não resiste de qualquer jeito. - Ele me beija e me puxa pra dentro daquela merda de lugar.

- Já está bom Leonardo! - Comento, sentindo minhas bochechas arderem de vergonha. Ele encheu o carrinho com muitas coisas, algemas, cordas, chicote, vibradores, venda pros olhos e fantasias pra mim. Reviro os olhos quando ele para em mais uma sessão de fantasias.

- Caralho, tu ficaria sensacional nessa roupa de gatinha. - Ele comenta, me examinando vendo se o tamanho era o meu.

- As garotas estão olhando! Para porra. - Sussurro, entre dentes.

- Foda se elas, é você quem eu quero foder. - Ele anda naturalmente pela loja e vai para o caixa. A mulher o come com os olhos, mas eu estava com tanta vergonha que não estava nem ligando, e ele estava tão interessado em saber como ficaria em mim que nem ligava pra pobre mulher.

- Vamos amor? - Leonardo me chama. Ele quase nunca me chamava de amor, só quando tinha alguma coisa envolvida. Sai da loja aos vapores, eu não conseguia entender que bosta aquele garoto estava pensando, saímos de lá cheios de sacolas, eu estava nervosa pra parte que eu usaria todas essas coisas.

- Nem pensar em transar assim que chegarmos em casa. - Já aviso, subindo na moto.

- Não funciona assim não gata, ou eu te fodo ou eu te fodo, não tem outra opção. - Ele pisca, dando partida.

~ Leonardo Pov's ~

- Caralho....- Sussurro, assim que vejo Amanda entrar no quarto vestida com a fantasia de gatinha que comprei pra ela. Vestiu perfeitamente, como uma luva. Um top branco decotado, deixando os peitos enormes dela maiores ainda.

- Não vamos transar Leonardo. - Ela avisa de novo.

- Pow mulher, que pé no saco nega. Deixa eu apreciar então. - Digo, puxando ela pela cintura e tocando tudo que eu podia. A calcinha fio dental com um rabo de gatinho deixava a bunda dela linda demais. Segurei aquela bunda, vendo que não cabia tudo na minha mão, deixei um tapa ardido, ouvindo ela resmungar.

- Ficou muito gostosa Morena, só uma rapidinha, namoral? - Pergunto.

- Negativo senhor, daqui a pouco vamos ter que buscar tua filha. - Ela explica e sinto um arrepio pelo corpo com o "tua filha".

- Eu comprei uns negócio legal..…- Me levantei, colando meu corpo ao dela e falando no ouvido dela. - Já pensou? Eu te amarrando com aquelas cordas, seus braços presos atrás das costas, uma venda no seus olhos, com minha mão tampando tua boca, enquanto eu te fodo devagarinho…..- Beijo o pescoço dela, vendo o seu corpo reagir as minhas palavras e aos meus toques.

- Hmmmm…..- Ela geme, enquanto deixo um chupão forte no pescoço dela e seguro com firmeza aqueles peitos enormes.

- Ainda não quer? - Pergunto.

- Não, senhorzinho. Boa tentativa. - Ela sorri e entra pro banheiro pra tirar a roupa, resmungo, e me deito na cama, com o pau Durão e sem poder resolver aquilo ali.

(…)

- Fala mano. - Falo, ao atender o telefone.

- Ai, maluco já tá enterrado debaixo da terra já. - Dk comenta, e eu coloco as meias nos pés, colocando o sapato.

- Tá vivo ainda? - Pergunto, pegando a chave do carro e indo pra fora.

- Sim. - Ele diz.

- Mantém assim, fica de olho, quero ele morto da maneira mais dolorosa. - Aviso e desligo.

- Tá indo buscar Laura? - Amanda me pergunta.

- Sim, quer carona? - Pergunto.

- Aham, me deixa no salão da Katarina. - Ela fala, animada e entra no carro.

Meto o pé pra pegar minha nega na escolinha, ela era igual a mãe, não gostava de esperar nem um pouco, e hoje é a primeira vez que vou buscar ela, vai ficar igual um animal feliz depois de ser alimentado.

Deixo Amanda no Salão e desço o morro até a escolinha, estaciono na sombra e desço do carro, saindo sem fechar mesmo, ninguém era louco de me roubar. As mães já começaram a me olhar assim que passei pela portaria, tinha um bocado que eu já tinha comido e outras não, que eram gostosas pra Caralho também. Mas por incrível que parece, pau nem se mexeu.

Vejo Laura de longe, falando com uma coleguinha.

- Laura! Bora. - Chamo. Assim que ela me vê os olhos dela brilham, a amiguinha fofoqueira logo pergunta:

- Quem é esse? - Laura se agita animada.

- Esse é meu pai, ele é bonito né? - Ela se gaba, eu não deixo de sorrir. Ela corre e estica os braços, pedindo pra eu pegar ela no colo, não recuso, não sei falar Não pra ela. - Tchau Clara, até amanhã. - Ela balança as mãos em um tchau e saio da escola, coloco a chata no carro no banco de trás e entro no banco do motorista.

Laura chega em casa saltitante.

- Porque foi me buscar hoje, pai? - Ela me olha, curiosa.

"Queria mostrar pros outros que você é minha filha"

- Por nada, decidi ser bonzinho com a melecuda. - Digo e vejo ela bufar.

- Começou. - Ela revira os olhos e vai para o quarto. Eu ia subir, mas vi o notebook jogado no sofá, peguei ele e subi as escadas e entrei no quarto. A curiosidade bateu, namoral, abri o notebook da Amanda e vi uma página em aberto. Apertei o botão esquerdo encima e a página abriu.

"Apartamentos Zona Sul, Rio De Janeiro".

Só pode ser brincadeira, passo a mão pelo rosto e fecho o computador, bufo várias vezes, repetidamente. Decido tomar um banho pra me acalmar, antes que cometer alguma loucura contra aquela filha da puta. Eu dei tudo pra essa desgraçada e agora ela quer abrir asas e voar? Ela tá pensando o que, Caralho?

Relaxo bastante no banho quente e depois me seco, colocando uma bermuda larga e fiquei sem blusa mesmo. Ela iria ver quando chegasse.

E não demorou muito, em poucos minutos ela estava em casa, ouvi o barulho da porta lá embaixo e peguei o notebook em mãos, e esperei ela entrar no quarto e ter aquela surpresinha. Quando ela abriu a porta e me viu com a cena do crime nas mãos, ela fez um olhar aterrorizado.

- Quando você ia me contar dessa tua ideia de morar num apartamento na zona sul? - Pergunto. Vejo ela ficar com o corpo ereto, nervosa, respirando pesado.

- Eu não precisava te falar. - Ela afirma.

- Não precisava? Vai se foder Caralho, eu tô me matando pra cuidar dessa porra de favela e de você aqui em casa. Tô aturando todas essas porras com teu ex, tô te dando o Caralho do meu amor. Coisa que eu nunca dei e nem falei com ninguém, nenhuma vadia nesse mundo. Pra você vir com essa de agora ir embora, morar sozinha e longe? - Grito tudo aquilo na cara dela, os olhos arregalados denunciavam o quão assustada ela estava com minha reação.

- Eu já sou uma mulher crescida Leonardo, posso muito bem escolher minhas decisões. É o melhor pra minha filha, ela não vai ter um bom futuro vivendo nessa porra de favela! - Ela retruca.

- Essa porra da sua desculpa é estupidamente ridícula. Sem sentido nenhum, quando você vai deixar de viver no mundo Cinderela, acorda Amanda. - Eu digo, pegando ela pelos braços, olhando ela nos olhos.

- Eu já passei pela mesmo coisa com o Lorenzo, era do mesmo jeito Leonardo. Era bom demais no começo, mas depois….o depois é o que me assusta, não confio….- Ela diz. E eu a largo, sentindo o efeito das palavras dela.

Ela não confiava em mim, e me comparou com a porra de um psicopata. Ela literalmente me comparou com o bosta do ex dela.

- Não acredito no que estou ouvindo, você acabou de dizer que não confia em mim e me comparou com teu ex. Quer saber? Vai se foder, faz o que você quiser. - Tentei sair do quarto, mas ela me segurou.

- Leonardo, espera...Não É isso! - Ela grita.

- É isso sim, eu entendi perfeitamente. Agora, tira a porra da sua mão de mim, não quero te machucar. - Falo, segurando minha raiva.

- Porfavor escuta. - Ela me abraça.

- É sério Amanda, me solta, não quero machucar você. - Empurro ela, saindo do quarto e batendo a porta atrás de mim. Apenas saio de casa querendo esfriar a cabeça, porque eu ainda não estava acreditando. Ela não confiava em mim. Não confiava em mim, Caralho, e ela disse isso na minha cara.


Notas Finais


Amo uma mulher e ela não é mais a Amanda, pq ela vacila dms


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