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História Tentación - Jikook - Oneshort - Capítulo 1


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Notas do Autor


Chuva + oneshorte = a perfeição.

Espero aquecer os coraçõezinhos dos meus cristais!
💖🌙

Motoqueiro das 5:30, bônus amanhã sem falta 😉

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Tentación - Jikook - Oneshort - Capítulo 1 - Capítulo único

11:00 da noite.

Barcelona, Espanha.

E mais uma vez, depois de um dia totalmente cansativo e estressante naquele hospital, doutor Jeon retorna a sua casa, que ficava em um belissímo condomínio, e bem seguro. É pediatra e trata de criançinhas fofas e meigas, todavia, nem sempre tinha a sorte de se deparar com alguma criança agradável. Na verdade, muitas delas eram barulhentas e adoravam bolir aonde não deviam, contudo, já era acostumado, e apesar dos pesares, gostava ele de crianças, tanto que formou-se e dedicou-se apenas no intuito de ajudar a todas elas. Ou o máximo de número que conseguisse.

O fato é que doutor Jeon é um bom médico pediatra, e que as criançinhas gostavam muito de sua pessoa. Volto e meia havia uma dessas situações em que uma mãe solteira fingia que o filhinho estava doente, apenas para se dar o prazer de falar com o médico bonitão, e claro, era um absurdo, contudo, acontecia e Jeon não era capaz de fazer nada a não ser dar uma de tonto e fingir que nada estava acontecendo. 

Seus plantões sempre se extendiam muito, e por vezes, sempre chegava mais tarde do que nesse dia em específico, mas dependia muito de como andava o movimento de paciêntes. O fato é que nessa noite chegará mais cedo do que pensará, pois considerando que sempre só chega no dia seguinte, era sim ainda cedo. 

Entrou em seu quarto e a primeiro atitude que tomou foi jogar-se em sua cama para tentat aliviar a tensão em suas costas. Estava de fato muito cansado e seu corpo estava dolorido. Ainda sentia a pequena ardência na mão esquerda, pois um de seus paciênte mirins resolveu lhe presentiar com uma mordida. Estava totalmente aplastado e estressado. Achou que iria ver seu namorado o esperando na cama, contudo, lembrou-se que o mesmo estava muito ocupado, pois também era médico, e trabalhava em um hospital muito movimentado, e nesse dia específico era seu plantão que deveria ter começado as sete.

Jeon namorava com Min Yoongi a cinco anos, e depois, ambos decidiram que já era a hora de morar juntos, e foi o que fizeram. Mudaram-se para aquele condomínio a um ano atrás, e felizmente viviam muito bem, apesar das pequenas discusões, mas essas discusões tinham um certo motivo... E mais precisamente, nome e sobrenome. Nunca foi fácil lidar com futuros enteados desmiolados.

 

Ainda se encontrava deitado na cama, quando ouvi seu celular tocar. Rezava para não ser nenhuma emergência, pois cansado como se encontrava, tudo o que mais desejava era tomar um belo banho e dormir profundamente, pois era disso o que estava precisando. Jeon apenas pegou seu celular e viu que era seu namorado quem ligava, logo atendeu.

Ligação:

- Oi amor.

- Oi amor, já chegou em casa?

- Sim, você não pode vim hoje?

- Não, eu estou muito atolado de trabalho hoje.

- Que pena... E eu aqui pensando que iriamos curtir uma pipoquinha e um filminho juntos.

- Uhm... Isso seria tão bom... Mas eu sinto muito amor.

- Não tem problema. 

- Olha amor, eu liguei pra pedir um favor.

- Pode falar.

- Meu amor, já são onze e meia, e eu sei que Jimin saiu com uns amigos... Eu falei pra ele chegar as nove e ponto, mas Tae acabou de me ligar dizendo que ele ainda está na festa... Que raiva!

- Ele nunca odebece você. Eu não sei porque ainda perde tempo.

- É meu filho, Jeon.

- Eu sei amor, mas você se preocupa demais. Jimin já é adulto.

- Um adulto que ainda mora comigo, e eu mereço obidiência.

- Eu não gosto de saber que você está preocupado.

- Você sabe como eu sou. Mas querido, eu gostaria que você fosse até la e buscasse Jimin.

- Como? Quer que eu faça o quê?

- Eu sei que você está cansado, mas querido, eu só vou conseguir trabalhar direito quando estiver despreocupado.

- Yoongi, eu não posso fazer isso.

- Por que não?

- Eu? Buscar Jimin em uma festa? Ficou louco?

- Qual o problema? É só um favor.

- Você sabe que ele me detesta! E tem mais... Se ele não obedece a você, quem dirá a mim.

- Jeon, por favor... Vai até e leve Jimin para casa. 

Mas amor, seu filho já é adulto e sabe o que faz. Eu não gosto de me meter.

- Jeon, eu nem ando pedindo favores pra você! O que custa me fazer esse? 

- Yoongi, eu não...

- Eu sei das suas diferenças com Jimin, mas não dá pra fazer isso por mim?

Está bem, eu vou.

- Obrigado, não sabe o alívio que sinto.

- Mas olha, se ele começar com as gracinhas dele, eu não vou ficar calado.

- Tá certo amor, vai logo.

- Tudo bem! Faço por você.

- Obrigado amor, te amor.

- Também te amo.

A ligação encerra e Jeon suspira mais cansado ainda. Uma pontada muito desagradável passou a pertubar sua cabeça. Simplesmente a ideia de ir atrás de um furuto enteado rebelde não era nadinha a sua ideia de descanso. Não era de se meter na vida de Jimin, longe dele de fazer uma coisa dessas. Contudo, sabia que seu namorado realmente deveria estar muito preocupado, e levando em conta o filho que tinha, não era para menos. Jeon só aceitou fazer esse favor pra agradar o namorado que era muito queixoso em relação a essa má convivência que ambos, futuro enteado e futuro padrasto possuíam. 

Aborrecido por ter que se estressar mais ainda, Jeon apenas resignou-se e apanhou o controle de seu carro. Saiu de casa, entrou no veículo e rumou para a tal festa. Geralmente Park adorava frequêntar festinhas em clubes, mas dessa vez foi na casa de um amigo tão boêmio quanto ele, um tal de Xiumin.  Jeon sabia aonde era a casa, Pois Xiumin era primo de um amigo de Min Yoongi e dele mesmo.

- Esse garoto!

Pensou Jeon ao reclamar enquanto dirigia.

***

Depois de algum tempo na estrada, Jeon finalmente chega em frente a propriedade, e notava-se o quão barulhenta a festa deveria estar, pos dali mesmo, da calçada ouvia-se o som alto e os inúmeros risos. Sem contar que havia uma grande iluminação em todas as janelas e de certo de que deveriam ter projetores ali.

Assim que saiu do carro Jeon entrou na casa, e logo passou a procurar Park pelos cantos. A tarefa seria difícil, pois havia uma multidão ali e o som estava escandalosamente alto. Jurava que um de seus tímpanos havia estourado assim que entrou. 

- Onde será que aquele garoto se meteu?

Se perguntava ao perscrutar cada canto com os olhos. Via muitos rapazes, moças e adultos dançando e bebendo muito. Tudo o que menos desejava era ver Jimin enchendo a cara, pois não seria nadinha agradável ter de contar isso a seu namorado, pois não iria ter a falta de senso em esconder algo assim. 

Continuava a procura insistente. Jamais se sentiu tão deslocado. Jeon frequêntava festas também, e inclusive baladas como aquelas, contudo, o que mais lhe incômodava além de toda a gritaria incontrolável, era aquele exagero no volume do som.

- Jeon! - Gritou Taehyung ao se aproximar.

- Oi Tae.

- O que faz aqui? Pensei que estava de plantão.

- Terminei mais cedo.

- Veio curtir a festa?

- Não, eu vim atrás de Jimin.

- A, entendi.

- Você viu ele por ai?

- É eu vi sim.

- Onde?

- Bem ali. - Disse Taehyung apontando.

Jeon virou-se, e assim que o fez a primeria coisa que viu um pouco a distância, foi  o filho rebelde de seu namorado aos beijos descarados em cima de uma mesa. O homem forte segurava firme a cintura fina do ruivo, enquanto o mesmo estava sentado em cima da mesa e se deixava ser beijado com toda a indescencia presente. Jeon apertou os olhos, e fechou os punhos, com raiva. 

- Esse fedelho!

- Vai com calma, Jeon.

- Calma uma pinoia!

Com raiva e estressado, Jeon apenas se aproximou dos dois canalhas práticamente transavam em público e em cima daquela maldita mesa.

- Park Jimin! - Vociferou ele.

Jimin viu quem o chamava, mas não deu a mínima, apenas continuou a beijar descaradamente aquele homem. Irado, Jeon puxa o homem alto e o afasta violêntamente de Park.

- Calma ai moço... Que agressividade é essa?

- Canalha! Afaste-se dele!

- Tae-Min, volte, não dê ouvidos a ele. - Disse Jimin.

- Se você ao menos triscar novamente nele, eu arrebento essa sua maldita cara! - Gritou Jeon, irado.

- Ok, eu já estava de saída mesmo. Não quero confusão. Até logo, Jimin.

Tae-Min pegou seu casaco e virou-se se retirando. Jimin saiu de cima da mesa e passou a encarar o namorado de seu pai com um raiva absurda.

- O que pensa que está fazendo?

- Vamos Jimin.- Disse, pegando em mão.

- Eu não vou com você a lugar nenhum!

- Ah vai sim! 

Com uma raiva ecessiva e certa violência, Jeon apertou firme o pulso do ruivo e práticamente o arrastou para a rua, enquanto Jimin se debatia e tentava fazê-lo solta-lo, contudo, era tudo em vão.

- Seu idiota! - Gritava Park.

- Você é mesmo um desmiolado! 

- Quem você pensa que é? Otário!

- Não começa com seus insultos, seu rebeldizinho sem lei!

- O que veio fazer aqui? Estragar minha noite?

- Não, você quem estragou a minha! Que droga Jimin! Será que você não pensa?

- Eu perguntei o que veio fazer aqui?

- Eu vim buscar você.

- Com que direito?

- Seu pai pediu.

- Ah que lindo! Era só o que faltava! Além de ter que aturar os chiliques do namorado do meu pai, ainda tenho que ouvir isso! Onde meu pai anda com a cabeça? Será que enlouqueceu de vez?

- Não fale assim de seu pai, eu ão permito!

- Que graça, defedendo o namoradinho é?! Patético!

- Seu pai estava preocupado com você, por isso me pediu esse favor.

- A é? Pois na próxima me faz um favor, não faz mais droga nenhuma tá, seu idiota?!

- Você é mesmo um irresponssável!

- Não era pra você ter vindo! O que tem haver com minha vida? Eu faço o que me der na telha!

- Eu já disse que foi seu pai quem pediu!

- A! Então quer dizer que se meu pai pedir pra você se jogar de uma torre, você se joga? É mesmo um imbecíl!

- Olha aqui Jimin....

- Olha aqui Jimi nada! Quem vai me ouvir é você! - Disse Park, irado. - Você não tinha que ter vindo! Eu sei me cuidar sozinho e sei o caminho de casa! Não preciso de um idiota atrás de mim como se fosse um guarda costas!

- Você é mesmo um ingrato! Seu pai só quer seu bem.

- Que se dane! Eu odeio que se metam na minha vida!

- Você é mesmo um idiota Park! Eu nunca me meto na sua vida!

- E isso o que fez hoje? Acha que é o quê?

- Eu práticamente salvei você das garras daquele idiota e é assim que agradece?

- Salvar? Eu não pedir pra ser salvo de nada!

- Mas estavam quase transando ali mesmo!

- Idai? E se eu quissesse transar ali mesmo com ele ou com qualquer um, qual seria a porra do problema?

- Teria problema sim! Não pensa? Será que não sabe os perigos que você está se submetendo?

- Os perigos são meus e eu resolvo como quiser! E tem mais... Eu queria sim transar com ele... Na verdade, eu queria transar hoje a noite toda com qualquer um! - Gritou Jimin, desaforado.

Jeon sentia sua veia do pescoço pulsar de tanta raiva e coléra. Sabia que iria se estressar mais ainda. Por que diabos foi aceitar fazer aquele favor? O fato é que não tinha mais volta e precisava controlar seu estresse para não cometer nenhum loucura.

- Entra no carro.

- Não! Daqui eu não saiu!

- Entra nessa droga! - Vociferou.

- Não, estupido! Ficou surdo?

- Já chega!

Sem paciência alguma, Jeon apenas segurou forte o braço de Jimin e o fez entrar no carro na marra.

- Ai! - Reclamou ele sentindo o braço doer e sendo colocado com brutalidade dentro do veículo.

Jeon entrou no carro e fechou a porta com violência.

- Você me machucou!

- Cala a boca!

- Quem você pensa que é pra me mandar calar a boca?

- Park, mas um pio e você se arrepende!

- O quê... Vai me bater é? Ai que medinho...

Tentando ingnorar o ruivo rebelde e seus inúmeros sarcásmos, Jeon apenas ligou o carro e deu partida. Felizmente, ambos passaram o trajeto em silêncio.

 

***

Assim que o carro parou, Jimin abriu a porta com raiva e saiu de dentro do veículo. Entraram ambos em casa, e Jeon o observava abrir a porta e entrar. Jimin subia as escadas bufando e batendo o pé. Estava totalmente enfurecido, detestava que pessoas se metessem em sua vida, e não lhe foi nadinha agradável ser arrastado de uma festa pelo namorado de seu pai. Estava com tanta raiva que simplesmente todas as coisas que estavam presas na sua garganta o pertubavam, e então, parou seus passos em um dos degraus, aproximou-se do corrimão e mirando o namorado de seu pai, que se encontrava lá em baixo, disse:

- Você é um maldito intrometido! Eu espero que você vá para o quinto dos infernos seu desgraçado de uma figa! Entrou na minha vida só pra me inferninar! 

- Você não sabe o que diz, Park!

- Infeliz! Quero que se exploda! 

- Já chega Jimin!

- Idiota! Maldito! Intruso! Infeliz! 

- Agora basta!

Já cansado de todos aqueles insultos, Jeon subiu as escadas com rápidez, e tinha toda a intenção de alcançar Jimin. Park, notando que ele se aproximava, virou-se para sair, contudo, foi impedido pela mão firme que precionava seu pulso e o virava violêntamente para mira-lo.

- Solte-me, verme!

- Eu já estou cansado de você! 

- Bem vindo a meu mundo, mané!

- Já chega Park!

- Estupido, solte-me!

Jeon o virou e o agarrou firme apertando com seus braços a cintura e o levando dali.

- O que está fazendo? Deixe-me!

- Quieto!

- Deixe-me! 

- Não!

Jeon o conduziu até o quarto, enquanto Park tentava sair de seus braços a todo o custo, e inclusive, havia deixado em sua mão uma mordida, mas isso não adiantou de nada, pois obstinado, Jeon continuou.

- Deixe-me!

- Seua trevido de uma figa! Vou te fazer engolir todos esses malditos insultos!

- Desgraçado!

Com raiva, Jeon o jogou na cama com brutalidade e com a mesma sensação, o virou e passou a dar tapas em suas nadegas, enquanto Park xingava e esperniava.

- Idiota! Deixe-me!

- Isso é pra você apreder!

- Você  não é meu pai!

- Se eu fosse, já teria te dado a lição que merecia por seu tão insolênte!

Jeon estalou mais dois tapas, depois, virou Park e o puxou da cama com raiva e segurando em seus pulsos e mirando irado em seus olhos, disse:

- Isso é pra você aprender com quem está falando.

- Maldito! Isso não vai ficar assim!

- Vai choramingar pro papai é?! Pois que ótimo! Te dei as lições que ele deveria ter dado!

- Imbecíl! Eu odeio você!

- É recíproco!

Com a mesma raiva e brutalidade, Jeon apertou seus pulsos e o colocou para fora de seu quarto, o deixando no meio do corredor e fechando a porta logo em seguida, enquanto Park do outro lado deixava sair os piores palavrões de sua boca.

- Eu odeio você! 

Gritou ele e logo em seguida, chutou a porta e depois, igualmente agastado, entrou em seu quarto.

 

1:00 da manhã.

Jeon estava deitado em sua cama, depois daquele fadítico acontecimento com seu futuro enteado, tomou banho e vestiu seus trajes de dormir. Estava agora deitado em sua cama, e apesar de sentir ainda uma pontadinha na cabeça, sua raiva já havia passado e agora tentava lidar com o arrependimento que o castigava, pois sentiu-se tão irado com todas as isolências de Park naquele momento, e inclusive aquelas que já estavam intaladas dentro de sua pessoa a séculos, que se deixou agir pela raiva. 

Não era um homem que agia pela raiva e a agastação, contudo, com Park tudo era totalmente diferente. Passou todos esses anos, desde que se mudaram, tentando controlar sua raiva, mas nada era fácil quando se tratava do filho de seu namorado. Mas o que mais angustiava a Jeon, era a cena que não saía de sua mente. Não lhe foi nada agradável ver Jimin aos beijos e quase transando com alguém ali naquela maldita festa. 

Apesar dos muito pesares que passava com o ruivo, Jeon vinha se debatendo com sua nova realidade, aquela realidade que Park lhe causava além dos insultos, mas havia uma a mais que tirava o sono e a tranquilidade do doutor, pois ultimanente vém sentindo uma tentação exorbitante, e fora desdo dia em que virá Park sem trajes e dormindo no sofá da sala. Desde que viu essa maldita cena, a mesma não saía de sua mente, e apesar de afastar as mil imaginações inadequadas, Jeon não era tão capaz.

Talvez todo aquele surto naquela noite não fora causado somente pelo fato de Jimin ser atrevido e desaforado, e sim em ver que ele estava nos braços de outra pessoa. Era absurdo, mas tinha que reconhecer que o filho de seu namorado lhe atraía em um grau altissimo.

 

Remexeu-se na cama, não cosneguia dormir, o peso da conciência não lhe permitia. Até tentou tomar alguns rémedios, mas não lhe serviram para nada.Sentou-se na beirada da cama e passou a remexer seu pescoço que estava totalmente tenso.

E novamente perco meu sono por sua culpa, Park.

Pensou Jeon e logo ergueu-se da cama. De modo que não iria dormir mesmo, apenas saiu de seu quarto, tinha a intenção de ir até a cozinha, quem sabe uma  xícara de chá o ajudasse. Descia as escadas, foi até a cozinha e tomou um pouco de chá, depois, abriu a geladeiro e tomou um copo de água, e em seguida, apagou a luz da cozinha e saiu do cômodo. Seguiu para a escada, mas antes de tocar o primeiro degrau, notou que a tv da nala estava ligada, e pôde ver isso pela fresta da porta que estava apenas encostada. Com isso, desistiu de subir as escadas e aproximou-se da porta da sala, a empurrou e viu que de fato a tv estava ligada e que Jimin dormia no sofá, envolvido em um roupão de seda.

Jeon pegou o controle e desligou a tv, depois, aproximou-se do sofá e sentou-se na beirada. Observou Park enquanto este dormia, contudo, percebeu que ele não dormia de fato, pois Jimin logo abriu os olhos e o encarou dizendo:

- Desligou?

- Achei que estivesse dormindo.

- Eu tentava.

- Posso ligar novamente.

- Não precisa.

Jimin cruzou as mãos em cima do peito e virou o rosto, claramente ainda estava aborrecido. Jeon se sentiu um pouco sem jeito e engoliu em seco. Não deveria ter se deixado levar pela raiva e estava arrependido.

- Jimin.

- O que você quer?

- Eu sinto muito, não deveia ter batido em você.

- Não devia mesmo.

- É que.... Bem, eu estava com raiva.

- Se todas as vezes que estivesse com raiva de você partisse pra agressão, você estaria cheio de marcas.

- De verdade Jimin, me desculpe. Eu me descontrolei.

- Esquece isso. - Disse em descaso.

- Não, mas eu estou muito arrependido.

- Eu só não gostei de ter você se metendo em minha vida.

- Eu não queria mesmo, mas só fiz um favor a seu pai.

- Eu já sei, mas não devia ter me batido.

- Eu sei, e sei também que errei, mas é que me descontrolei... Pensar em você beijando aquele cara ali, na frente de todo mundo... Não tem vergonha não Jimin?

- Espera, você ficou com raiva disso? 

- A-an?

Jimin sentou-se no sofá o mirando em busca de uma explicação.

- Por que se aborreceu tanto com isso?

- N-não, é que não é legal ver o filho do meu namorado assim, em frente a tantas pessoas, entende?

- Ah, entendo.

Park encostou-se no sofá, e por um pequeno momento ficaram em silêncio, algo que estava inquietanto Jeon, que precisava resolver aquela situação, caso contrário, não dormiria.

- Você me desculpa?

- Bem... Ainda está doendo. - Disse Park, massageando o quadril esquerdo.

- Muito?

- Sim, eu tentei passar isso. - Falou mostrando o frasco de pomada. - Mas não consegui.

- Doi tanto assim?

- Sim, está incômodando.

- Desculpe Jimin.

- Tá, eu já entendi que você se arrependeu.

- É que... Eu não consigo acreditar que me deixei levar pela raiva.

- Bem, eu posso desculpar você, mas antes que preciso que me ajude.

- Ajuda, claro! Em quê?

- Nisso. - Disse, mostrando o frasco.

- An... E o que posso fazer?

- Poderia passar, por favor?

- V-você quer que eu passe isso em você?

- É, qual o problema?

- Sabe Jimin, eu acho que...

- Ah Jeon, que besteira, não vai me dizer que está tímido?

- Não é bem tímidez.

- Você é médico, deve estar mais que acostumado, e além disso, eu quero dormir.

- M-mas...

- Anda, é rápido.

Jeon sabia que não deveria aceitar algo daquele tipo, mas percebeu que Park estava falando sério e sem qualquer maldade. Certamente a dor deveria estar incômodando a berça, pois para Jimin lhe pedir um favor daqueles, só estando deveras incômodado. Suspirou e se deixou agarrar pelo fato de que era médico e aquele tipo de massagem não era coisa de outro mundo.

- Está bem, Jimin.

- Ok.

- Mas, você tem que se virar, e bem... Tirar suas roupas.

- Eu já estou sem roupa. 

- Como? - Perguntou, atônito.

Jimin apenar ergueu-se e retirou o robi que escondia seu corpo o deixando cair sobre o chão. Jeon ficou pasmado, e simplesmente mirava aquele corpo de algodão estupenfado. Nervoso, virou seu rosto e disse:

- Deite-se.

Obedecendo, Jimin deitou-se se bruços no sofá. De fato a dor estava lhe incômodando muito. Antes de começar, Jeon respirou fundo e depois virou-se e passou a mirar aquele corpo aveludado, rosado e cintilante. Mirou desdas curvinhas do pescoço, até as nadegas lindas, redondas e rosadinhas. Arfou um pouco pela visão alucinante em sua frente, e logo depois, despejou um pouco na pomada em suas mãos e mesmo com certo receio começou a envolver aquelas nadegas macias e lisas com suas mãos e apalpando levemente com seus dedos. A massagem era do glúteo médio até a toda a extenção das nadeas.

Com delicadeza, Jeon deixava que suas mãos deslizassem por aquela pele sedosa e totalmente macia. Enquanto fazia aquele trajeto, sentia uma enorme vontade e apertar levemente, mas não o faria. 

Jimin, que sentia o deslizar daquelas mãos mágicas, delicadas e sedosas, mordiscava seu lábio e sentia um formigar subir e descer  por todo o seu corpo. Não sabia dizer o que havia naqueles dedos, mas sabia que seu corpo estava totalmente lâmguido e lascivo. Eram mãos mornas, gentis e deliciosasas. 

 

Depois de algum tempo naquela tortura e tentação, Jeon achou que já era hora de parar, caso contrário, suas mãos vacilariam para aonde não deveriam. Apenas parou com os movimentos, colocou o frasquinho em cima da mesa e cobriu as costas lindas do filho de seu namorado.

- Pronto Jimin, espero que ajude.

Jimin ajeitou-se no sofá sentando-se e colocando o roupão sobre seus ombros. 

- Obrigado.

- Não tem de quê.

Tinha toda a intenção de sair, e assim que iria erguer-se, sentiu sua mão ser apertada e virando-se notou que Jimin ajoelhava-se no sofá e sem desviar seu olhar do dele, deixou que novamente o roupão deslizasse por seu corpo e caísse ao chão. Jeon ficou paralisado, apenas deixou que seus olhos passeassem por aquele corpo, desda boca, até deslizar pela cintura e alcançar aquele membro tão rasinho e que lacrimejava, algo que causou um estremecer e formigar agudissimo em Jeon.

- Jeon, eu posso confessar uma coisa?

- P-pode... - Disse, trémulo.

- Eu quase gozei ainda a pouco, enquanto sentia suas mãos. - Revelou ele.

- V-você o quê?

- Jeon, me deixa gozar.

- C-como?

- Meu pai não precisa saber...

- J-Jimin, pelo amor de Deus! Você não pode estar sugerindo algo assim!

- Você não me quer?

- Olha Jimin...

- Não?

Ainda de joelhos sobre o sofá, Jimin aproximou-se de Jeon e passou a beijar seu abdomen sem camisa, até alcançar o pescoço, enquanto Jeon tentava manter suas mãos imóveis.

- Jimin, por favor...

- Meu pai não precisa saber. É só uma noite de sexo, só isso.

- Jimin, e-eu amo seu pai, não podemos fazer isso.

- Idai se voce ama? Ele te satisfaz?

- Claro.

- Mentira.

- Por que eu estaria mentindo?

- Ah Jeon, eu sei que ele não te satisfaz... Anda vai, é só uma transa, nada demais. 

- Mas por que você iria quer passar a noite com alguém que você odeia?

- Por que eu te quero agora, Jeon... Eu quero muito! Esquece nossa briga, vamos aproveitar o agora. 

- O agora?

- É! Agora eu estou sentindo uma vontade louca de ter você dentro de mim. Agora você me causou um tesão absurdo. E agora eu preciso de ter...

- Jimin, por favor...

- Anda, é só uma vez, só isso.

- Você não sabe o que está dizendo.

- Eu sei sim, e sei que você também me quer.

- Como pode ter tanta certeza.

Jimin apenas levou uma da suas mãos até ao membro de Jeon e tocou o sentindo muito rijo e latejando. Ao sentir a mãozinha que tocava sua intimidade, Jeon soltou um pequeno gemido e rezava para manter o controle, pois jamais a tentação fora tão grande. Ter Park o tocando e pedindo para tê-lo aquela noite, era mais que uma tentação cruel.

- Jimin, por favor, pare.

- Eu prometo que nimguém vai saber... É só uma noite Jeon, nada demais. Amanhã voltaremos a ser os de sempre, mas por favor, me deixa te ter essa noite, eu quero ser seu.

Park deslizava seus lábios por todo aquele pescoço perfumado e lindo. Mordiscava sua orelha e sussurrava essa suplica, enquanto Jeon tentava se manter no controle, todavia, a tentação era mais piores. 

- Eu não quero trair seu pai.

- É só uma noite Jeon, só isso. 

Não estava sendo nenhum pouco fácil controlar suas inúmeras sensações, e pior ainda foi quando Jimin passou a lamber seu pescoço e a masturba-lo levemente.

- Ah Jimin... Por favor, eu imploro, pare, pare.

- Eu é que imploro. Me deixe te sentir dentro de mim vai...

Park passou a apertar o membro deliciosamente duro, e sabia que se encontrava tão anseiado por sua causa. 

- An Jeon, por favor.

- Jimin, eu não...

- Por favor...

Jimin então passou a lamber aqueles lábios finos e rosados, até que Jeon deu passagem para aquela língua maravilhosa e um beijo quente e molhado se deu ínicio. Enquanto as bocas se perdiam naquela sensualidade cruel e vasta, os corpos uniam-se e passou a tocar a glande molhada de seu futuro padrasto.

- Que se dane. 

Disse Jeon e logo jogou Jimin no sofá e sem demora deitou-se sobre ele e em menos de minutos já estavam ambos sem suas peças de roupa e completamente nus no sofá, enquanto os lábios se fundiam e enquanto a tentação multiplicava.

 

***

De joelhos no chão, Park se apoiava ao sofá, enquanto Jeon, atrás do ruivo, também de joelhos sobre o chão, estocava aquela entrada totalmente rosada, vermelha, rocha e com um mesclar de cores, pois de tão castigada, era impossível se dizer. Enfiava fundo e forte, enquanto abraçava a cintura lindo e fina, e enquanto os gemidos de Jimin ressoavam pela sala. As estocadas eram tão intensas, que o jorrar do liquidos que já escapuliam davam ao ambiente aquele som senssual da penetração de fundava, circulava, pincelava, afundava e rasgava aquela região tão sensível.

Extasiado, Park gemia e se contorcia de encontro aquele corpo, e quanto mais o membro se enfiava dentro de si, mais ele precionava seu quadril e o chocar de um quadril no outro, também causava aquele som delicioso na sala. Os sussursso e gemidos enlouquecedores eram alucinantes, e principalmente unidos aos gritos de prazer incessante.

Enlouquecido e alucinado, Jeon o agarra e o faz ficar de quarto em cima do tapete, enquanto continuava a estoca-lo mais rápido ainda e mais intensamente. Em um deleito absoluto, Jimin gemia a cada estocada, e apertava o tapete com suas mãos. Jamais sentiu-se tão enlouquecido em toda a sua vida. Simplesmente o prazer era tamanho, que não sabia se deixava os gritos se revelarem sim ou não. Seja como for, estava a beira de um loucura, estava totalmente eleiado

- Ah Jeon.... Jeon...

- Ah Jimin... O que você faz comigo, garoto? - Gemia Jeon.

- Eu não posso mais Jeon.

- Isso amor, goze, goze só pra mim.

Jeon aumentou as estocadas e tocou muitas vezes o ponto mais sensível em Jimin, o castigando, até que Park, sem suportar, deixou sair um grito lindo de seus lábios, enquanto de desmanchava sobre aquele tapete. 

- Ah Jimin... - Gozou Jeon, enlouquecido.

 

As respirações se encontravam totalmente ofegantes, e Jeon levou Jimin para o sofá, enquanto tocava seu rosto. Park pegou seu celular e viu que já eram três na da madrugada. 

- Ei, aonde você vai? - Perguntou Jeon ao vê-lo se erguer.

- Vou para meu quarto.

- Não quer ficar aqui comigo?

- Não, e além disso, meu pai está perto de chegar.

- Nossa, nem parece que fizemos amor agorinha.

- Não fizemos amor, nós só transamos, Jeon.

- Mas, nem um beijo?

- Não. O que passou passou, era só uma transa.

- Você é muito esquisito.

- Eu amei, mas acabou e amanhã eu já vou ter esquecido, como sempre.

- Então tá.

- Durma bem, doutor.

- Igualmente.

Jimin amarrou o laço de seu roupão de seda e saiu da sala, como se nada tivesse acontecido. Jeon encostou-se no sofá e sorriu pensando:

- Eu dúvido que você esqueça, Park. 

Deitou-se no sofá e certamente dessa vez iria conseguir dormir. Só torcia para não cair em tentação novamente. 

Fim

Tentación.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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