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História Tentando Salvar O Meu Relacionamento. - Sanegiyuu. - DS. - Capítulo 4


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Capítulo 4 - 3- Foi um mal entendido.


Autora.

Tokitou bufou pela, talvez, décima vez naquele dia; Genya estava para explodir de raiva, mas na verdade queria mesmo é explodir de tristeza, seu irmão era realmente um pau no cu! Como foi possível que ele dissesse que Tanjiro sairia com Tokitou se ele ajudasse sendo que ele era apaixonado pelo ruivo!? Isso o deixava muito triste.

Sanemi que recebia os olhares tristes e indignados do irmão revirou os olhos. Ele sabia que o irmão mais novo não teria nem se quer uma mínima chance com o ruivo, mas como o "bom" irmão que era não estava disposto a contar do por que ele não teria chance nenhuma.

— Então? Já terminou aí? — o grisalho perguntou com os braços cruzados em baixo do busto, olhando com impaciência para Tokitou.

Tokitou deu um balanceado com a cabeça sinalizando um "não".

Sanemi, Genya e Tokitou estavam na pequena sala de Tokitou, essa que tinha apenas uma cadeira, mesa e um computador ligado em tomadas. Tinha também outras coisas, mas não prestou atenção, na verdade ele nem se importava com isso. Eles já estavam naquela sala talvez à algumas horas, provavelmente já estava anoitecendo, pois eles já ficaram tempo de mais lá e ainda em pé e, mesmo que não reclamassem, as pernas de ambos — Genya e Sanemi — estavam doendo.

— Bom... — Tokitou começou a falar. Os olhos azuis desviaram da tela do computador e fitaram Sanemi, esse que estava com um olhar apreensivo. — isso vai demorar um pouco mais do que pensei. — suspirou ao ver a expressão confusa no rosto de Sanemi. — Não vou conseguir fazer nada por hoje, ao que parece vai demorar um pouco mais do que pensei para sair algum tipo de resultado sobre quem seria a pessoa. Quando eu descobrir alguma eu lhe aviso. Mas por hoje só posso fazer isso. — terminou de falar desligando o computador e saindo da mesa.

Tokitou foi acompanhado pelo os olhares nada amigáveis de Sanemi, que só foi impedido de falar alguma coisa pelo o irmão que em um aviso silencioso pediu para que ele ficasse quieto. E mesmo que contra gosto o platinado obedeceu, não queria perder a "grande" ajuda de Tokitou, por isso ficou quieto, por que se fosse em outros tempos agora estaria preso depois de quebrar o pescoço do azulado.

— Aniki, — Genya o chamou enquanto olhava para o relógio em seu pulso. — melhor irmos! Já está tarde! — mostrou o pulso para o irmão com o relógio que marcava exatamente 19:00. Sanemi nem havia percebido que o tempo havia passado, ele provavelmente estava em uma guerra com seu subconsciente tentando a todo o custo lembrar se em algum momento traiu seu namorado — ou ex, não sabe — e o resultado que veio foi um nada bem grande.

— Sim. Vamos logo. — foi a única coisa que Sanemi disse antes de sair da sala.

Os dois irmãos saíram pela porta da frente, Genya se despediu de Tokitou enquanto Sanemi saía sem nem ao menos agradecê-lo. Tokitou apenas revirou os olhos e voltou o seu olhar para o celular.

(...)

O grisalho já estava na sua casa, suas coisas estavam jogadas de qualquer jeito pelo chão do próprio quarto. Quando chegaram em casa era por volta das 20:00 poderiam ter chegado antes, mas lembraram que as coisas da casa estavam acabando e, como um bom irmão mais velho, comprou comida pronta e até mais algumas coisas para fazer a comida no dia seguinte.

O albino agora estava saindo do banheiro, com apenas uma toalha na cintura enquanto secava com uma menor os cabelos. Seus olhos pousaram sobre a cama e, mais uma vez durante todo aquele mês, ele sentiu o peito doer de novo. Mesmo estando mais contido do que antes, ele ainda sentia aquela pequena dor em seu coração por ter perdido a pessoa que mais amava — depois de seu irmão, claro.

Se lembrava que Giyuu já começava a se arrumar para dormir naquele horário e bem, tomava de conta das suas roupas. Por que de acordo com ele, as suas roupas eram melhores para dormir. Claro que teve muita discussão boba por causa disso, mas essas discussões sempre acabavam com um selinho e com um Giyuu timidamente fofo que, na maioria das vezes, só ficava pedindo carinho de Sanemi.

O jovem-adulto suspirou tristonho. Ele estava com tantas saudades do moreno que não entendia nem do por que de ainda não ter se humilhado — como da primeira vez, quando pediu a chance de provar que a traição era uma farsa — para que eles voltassem de novo.

Saiu andando diretamente para o closet pegando uma peça aleatória de roupa para dormir. Vestiu apenas uma calça moletom folgada. Não costumava usar uma blusa para dormir, fora que aquele dia estava consideravelmente quente. Caminhou até a cama, ficando no meio dos travesseiros.

Fechou os olhos lentamente, não estava com sono e muito menos queria dormir. Ele queria mesmo era ir até Giyuu e trazê-lo, nem que seja a força para dentro daquele quarto e poderia jogar até seu orgulho de lado novamente, ele realmente iria implorar se fosse preciso para tê-lo de novo consigo. Ele abriu os olhos novamente, reparando que ainda eram 20:30. Não estava tão longe do horário em que dormia, mas não qmesgava em disposição para dormir.

Saiu de cima da cama e foi andando em passos lentos até o andar de baixo. Desceu as escadas com preguiça, ele sabia que não conseguiria dormir e por isso iria preparar algo para tomar que lhe desse sono e nada melhor do que leite para assumir esse papel. Quando estava passando ainda pela sala, desligou a tv que provavelmente seu irmão esqueceu ligada e que o mencionado agora estaria dormindo. Seu irmão era mesmo ainda  bebê, mesmo tendo quase a mesma altura que si.

Riu baixo ao lembrar de uma conversa que teve com Tomioka após com ajuda do mesmo conseguir levá-lo para o quarto, pois esse — Genya — tinha dormido no sofá naquele dia, apenas esperando ambos chegarem. Se assustou um pouco após ouvir algo do lado de fora da casa, na porta. Ignorou, poderia ser qualquer coisa como um gato, cachorro ou até aquele vizinho maluco. Mas a porta estava bem trancada, mas para verificar bem foi até ela e virou a maçaneta no intuito de abri-la. Mas não conseguiu, apenas provando que estava certo.

Foi agora em direção a cozinha, pegando a garrafa de leite na geladeira e bebendo na boca-da-garrafa mesmo. Os olhos acinzentados estavam fixados em um lugar aleatório da cozinha, deu um breve gole no líquido branco e por fim guardando-o.

— Eu juro... — começou a falar enquanto saía da cozinha, seguindo em direção as escadas. — Eu juro que vou provar que aquilo foi um puta mal entendido... — disse abrindo a porta do quarto — que nem percebeu que já havia chegado — e se jogou na cama, só adormecendo minutos depois.



Notas Finais


• Capítulo não revisado.
•Desculpem a demora kakakaka tô voltando a ativa já!


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