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História Tentativa falha de ser uma adolescente - Capítulo 16


Escrita por: e gmm_writer


Notas do Autor


Eu sei, não postei ontem! E provavelmente NÃO vou postar nenhum capítulo além desse neste final de semana. Terei provas terça, quinta e sábado! Valendo nota viu. Por isso vou focar nisso, ok?
Mas, acho que vocês vão gostar desse. Foco mais em Millie, e sobre o futuro dela!
Espero que gostem, e boa leitura💗

Capítulo 16 - Cap. 15 - The boss?


Fanfic / Fanfiction Tentativa falha de ser uma adolescente - Capítulo 16 - Cap. 15 - The boss?

Millie's pov

— A empresa realmente está no meu nome... Eu não entendo... — Pensei alto conferindo os papéis em minha mão.

— Vamos, Millie. Todas nós sabíamos que esse dia chegaria. — Maddie virou a cadeira de seu pai, onde eu estava sentada, em sua direção — Ele deve continuar "honrando" o nome Brown.

— Mas ele falou comigo a duas semanas atrás sobre eu entrar na faculdade, fazer doutorado... — Falei olhando para baixo.

— Por que você não tenta pensar um pouco mais no assunto? — Ela sugeriu — Está no seu sangue. Pode ser que você goste disso. Desse mundo.

— Mas eu sonho em ser médica desde sempre — Falei incerta.

— Você pode sonhar em ser dona de uma mega impresa internacional também. — Ela riu baixo — Não pode ser "desde sempre", mas nossos sonhos mudam de acordo com a vida. Não se precipite.

— E por que ele não falou comigo antes?! Me fez criar expectativas diferentes para o meu futuro... Mas não, ele colocou sem nem ao menos me informar, como se eu fosse um peão no jogo. — Desabafei com um nó na garganta.

— Você sabe que ele não faria isso, Millie...

— Sei? — Ri baixo, e levantei da cadeira — Vou falar com ele... Ele é meu pai. Tchau, Maddie. Obrigada pelo apoio — Nos abraçamos, e eu saí da casa. Carlos já me esperava ao lado de fora.

— Para onde deseja ir, senhorita Millie? — Carlos virou olhando para mim.

— Para a brown's company — Falei séria, e ele acenou a cabeça em confirmação, saindo da frente da casa de Maddie.

Assim que cheguei na empresa, passei os grandes portões de vidro, entrando na sala movimentada, pessoas saindo e entrando em cada instante.

Olhei para o teto alto da entrada, e o piso de mármore preto, admirando tudo que meu pai construiu.

Millie, vamos, foco.

Fui em direção a uma das atendentes da secretaria.

— Olá, boa tarde. — Cumprimentei a moça, e tirei minha carteira de identidade da bolsa. — Millie Bobby Brown, filha de Robert Brown. — Me pronunciei, e ela ajeitou a coluna, assim como algumas pessoas do lado que ouviram. Eu gostava disso. — Gostaria de falar com ele, por favor.

— Só um momento, vou ver se ele está disponível. — Ela disse e eu revirei os olhos. Ela foi encaminhada para diversas linhas até chegar na secretaria do meu pai. — Sim. Sim. Ela está aqui. A filha dele. — Ela confirmava enquanto escrevia algo no computador — Uhum. Certo, obrigada — Ela desligou o telefone, e o cartão de entrada foi feito, junto com um adesivo de identificação, com meu sobrenome. — Já sabe como chega lá, certo? — Ela perguntou, e eu confirmei com a cabeça.

Fui em direção a fila de catracas, e ofereci meu cartão para um dos funcionários, que passou na máquina, e me entregou novamente. 

Procurei com os olhos um elevador que estivesse com a menor quantidade de pessoas na fila, e assim, entrei apertando no 35° andar. O último.

Tive que parar diversas vezes em outros andares devido as outras pessoas mas finalmente, apenas eu estou no elevador.

Assim que a porta do elevador abriu, vi meu pai sentado anotando algo em sua mesa, ao redor, tinha uma das melhores vistas Vancouver. Ele parecia insignificante no meio da vista.

— Filha! — Meu pai me chamou, tirando meu foco da vista, que agora estava nele, que se levantou. — Sente-se. — Ele apontou para a cadeira a frente da mesa.

— Oi pai — Sorri fraco, e sentei na cadeira, pondo a bolsa sobre meu colo.

— O que te trás aqui? — Ele franziu as sobrancelhas — Você sabe que não posso ficar atendendo vocês. Especialmente essa hora, em 30 minutos temos uma reunião para financiar a empresa na Ásia! Acredita?! — Ele disse orgulhoso, rindo da sua própria frase.

— Caralho... Eita, desculpa — Ri envergonhada, e apoiei a cabeça na mesa.

— É por aí, mesmo. — Ele riu, e levantou minha cabeça. — Mas me diga, o que te trouxe aqui? — Ele disse preocupado, e eu olhei para baixo, saindo das suas mãos e me recompondo.

— Pai, eu sei que você está fazendo uma nova empresa. — Eu disse e ele franziu as sobrancelhas, com os olhos bem abertos. Prestes a dizer algo. — Calma, deixe-me terminar. — ele fechou a boca e retornou a prestar atenção. — E eu sei que ela está no meu nome. — Ele apoiou as costas na cadeira, que se movimentou levemente junto. — Por que não falou comigo? Você sabia dos meus planos. Poderia ter dito algo, ou...

— Millie, me perdoe, ok? Eu iria falar com você essa noite, eu juro. Eu comecei isso a muito pouco tempo — Ele enfatizou o "muito", e ficou fazendo movimentos com a mão enquanto falava. Ele fazia isso. — Não queria te pressionar a fazer nada. Você sabe que eu apenas desejo seu bem. Se você não quiser, é claro que não vou te obrigar a fazer na-

— Pai, eu quero. — Falei de uma vez, fechando os olhos como se tivesse em meio a uma explosão. — Eu quero saber como esse "mundo" — Fiz aspas com as mãos. — Funciona. — Disse séria, e ele sorriu de lado. — Quero que você me ensine tudo.

— Sério? — Ele riu surpreso, e eu concordei — Ok. Vou te orientar, e fazer que você seja uma das melhores empresárias do mundo. — Ele piscou, e olhou o relógio. — Mas amanhã começamos isso. Agora, eu tenho que me organizar para aquela reunião. — Ele se levantou, ajeitou a gravata e o terno, indo ao elevador — Pode ficar aqui se quiser, mas não faça nenhuma gracinha, ouviu? — Piscou, e as portas se fecharam. 

Até parece que ele não me conhece.

Me levantei da cadeira que estava, e me sentei na dele, olhando ao redor, e meu ego parecia quase explodir ali.

Tirei o celular do bolso e tirei uma selfie na cadeira, de forma que pudesse ver a paisagem e onde estava. Adicionei a localização e coloquei como legenda "Pegando o lugar do papai", e postei nos stories. Ri comigo mesma, e me levantei, analisando o lugar.

No lado direito da sala tinha uma instante "giganorme" de livros. Sempre fui apaixonada por aquela parte da sala. Quando era pequena, tinha poucos livros, e a cada ano um espaço da estante se preenchia. Virei, indo para o outro lado da parede, onde tinha quadros, fotos de pessoas da empresa, inclusive do meu pai. me imaginei ali. Naquela cadeira. 

Naquela reunião prestes a fazer um acordo com a Ásia. Me expandindo para o mundo inteiro.

Eu poderia me acostumar com isso...

Me levantei da cadeira, e saí da empresa, passando por todo o caminho novamente, e indo para o carro, onde Carlos me esperava.

— Carlos, vamos ao shopping. — Disse olhando o cartão sem limites que peguei no cofre de papai. Ele sempre o deixou por trás dos livros. Uma espécie de mini passagem secreta. — Eu tenho um show para ir nesse final de semana. — Sorri o olhando para o retrovisor.


Notas Finais


Por hoje é só! Espero que gostem desse capítulo, e observem o crescimento de Millie udbdjdndkf
Comentem muitoo e bom final de semanaa


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