História Teoria sobre nós dois - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens Jinyoung, Mark
Tags Coisas De Fã, Coisas Nerds, Got7, Markjin, Marvel, Super Herois
Visualizações 54
Palavras 1.073
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!

Voltei com uma one-shot markjin nova bem bobinha, mas que adorei escrever. A ideia surgiu quando eu estava lendo as fics do @projetoGOT7 e eu, como uma fã de super-heróis, acabei plotando isso. Espero que gostem.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Único


Mark olhava para Jinyoung que estava sentado na frente do computador há mais de uma hora. Ele lhe mostrava vários vlogs de canais nerds, enquanto tecia as suas próprias narrativas, explicações e críticas sobre o conteúdo de cada um deles, estabelecendo conexões e fundamentando argumentos muito claros e coerentes em sua mente.

Assim como o Tuan, Jinyoung era viciado em histórias em quadrinhos e super-heróis. Corrigindo, ele era bem mais viciado que Mark, na verdade. Era completamente obcecado não apenas com as histórias e personagens em si, como também em consumir qualquer conteúdo direcionado à sua grande paixão. Colecionava posters, revistas, ingressos de cinema, camisetas de seus super heróis favoritos e até alguns itens colecionáveis. Cada um conquistado às custas de muito suor e lanches barateados na faculdade, na intenção de economizar cada centavo que tinha em prol do seu vício.

Mas se tinha uma coisa que expressava a ainda mais a sua paixão quase obsessiva com o tema, era o tempo que dedicava para elaborar análises e teorias sobre filmes, quadrinhos e séries. Ah! Nesse quesito, Jinyoung era mesmo imbatível. No pequeno grupo de amigos, qualquer dúvida que surgia referente ao tema, eram ao Park que recorriam. E ele prontamente explicava cada coisinha. Acertava nove em cada dez teorias. E sempre era o primeiro a mantê-los informados sobre qualquer notícia ou trailer novo que saía.

A paixão de Jinyoung era algo admirável, ainda que um pouco assustadora.

Às vezes Mark se via pensando como seria ser o alvo de todo aquele amor incondicional. Como seria ter toda aquela atenção direcionada a si?

Talvez por isso se esforçasse tanto em acompanhá-lo em seus devaneios, suas viagens e confabulações. Porque quanto mais imerso na paixão de Jinyoung, mais imerso no próprio amigo ele se sentia.

Contudo,  naquela tarde específica, em que Jinyoung ainda eufórico por terem assistido Guerra Infinita no dia anterior tentava elaborar suas próprias teorias para a sequência do filme,  Mark não conseguia prestar total atenção no que lhe era dito. Suas respostas eram monossilábicas ou genéricas, igual às suas perguntas. Isso porque o americano simplesmente não conseguia pensar em outra coisa do que no próprio Jinyoung.

Em como ele se iluminava a cada nova ideia que surgia em sua cabecinha. Em como seus olhinhos brilhavam a cada detalhe perdido que relembrava. Na sua determinação e confiança ao explicar cada ponto que julgava importante. Em como os olhos destacam aquelas adoráveis ruguinhas ao sorrir, assim como os lábios bem delineados e cheinhos eram umedecidos sempre que secos pelo falatório constante. Mark queria poder ele mesmo umedecê-los com os seus próprios.

Estava perdidamente apaixonado pelo melhor amigo.

― Então eu acho que no fim, vai ser o Batman que vai usar a manopla do infinito e ressuscitar o Professor Xavier, que foi morto pelo Capitão América.

― É. Faz sentido.

― Mark!

― O quê? ― o americano perguntou confuso pela expressão indignada do mais novo.

― Eu acabei de fazer o crossover mais improvável do mundo entre DC, Fox e Marvel e dizer que o Capitão América matou o professor X e o Batman vai usar a manopla do infinito na minha teoria, e você me responde que isso faz sentido? ― Jinyoung estreitou os olhos, balançando a cabeça em negação. ― Você não ‘tá prestando atenção em nada do que eu tô falando e eu quero saber o porquê disso.

O coreano cruzou os braços, erguendo uma sobrancelha. Tinha virado a cadeira giratória em direção ao amigo, que o encarava com olhos arregalados. Tinha sido pego no pulo. Mas como explicar que na verdade o problema era que estava prestando atenção até demais no Park? Bem, talvez tivesse um jeito.

― Sabe, Jinyoungie, eu tenho uma teoria bem mais interessante que a sua. E eu gostaria de compartilhá-la com você.

― Ah é?  Então porque você não me conta, hyung? ― O mais novo o desafiou orgulhoso.

Mark, por sua vez, sorriu arteiro, aproveitando que já estavam próximos para chegar seu rosto ainda mais perto do de Jinyoung.

― Na minha teoria, todo esse problema pode ser resolvido de uma única forma.

Jinyoung de repente se sentiu corar, diante da proximidade de seus rostos e da intensidade no olhar do mais velho. Uma sensação diferente e gostosa como cócegas se fez presente em sua barriga e ele sentiu o coração dar uma leve acelerada em seu peito.

― C-como? ― Praticamente sussurrou nervoso para o amigo.

Mark sorriu, ainda mais confiante. Não sabia de onde tinha tirado toda essa confiança repentina, muito menos se era seguro seguir o impulso, mas resolveu aproveitar o momento, antes que fosse tarde e a coragem passasse. Sua mão subiu até a face avermelhada do amigo, que tremeu levemente diante do toque.

― Com um beijo.

Tuan mal teve tempo de reparar no olhar confuso que recebeu do amigo, que ainda tentava processar aquela resposta, pois colou seus lábios do Park.

Um leve selar, a princípio, como se esperasse alguma negativa por parte do coreano. O que, para o seu alívio, não veio. Pelo contrário, Jinyoung aceitou rapidamente o beijo, abrindo um pouco mais os lábios para recebê-lo em sua boca. Mark, então, puxou o rosto do outro ainda mais para si, enterrando os dedos finos nos fios negros e sedosos do amigo, enquanto sua língua iniciava uma exploração intensa no interior da boca alheia.

Não foi um beijo quente, desesperado, muito menos tímido. Era calmo, ainda que intenso. E o sabor do chocolate quente que tinham tomado no caminho até ali, ainda podia ser sentido por ambos. Assim como as batidas altas e sincronizadas de seus corações.

Quando encerraram o beijo, as mãos Jinyoung pousavam tímidas nos ombros do americano, assim como um sorriso despontava nos lábios levemente avermelhados. Mark acariciava a bochecha do mais novo, os olhos fixos nos dele.

― E aí, Jinyoungie? O que achou da minha teoria.

O moreno sorriu ladino.

― Eu acho que preciso analisá-la mais um pouco, antes de chegar a uma conclusão.

Mark então sorriu, ainda mais aberto. Gesto que foi refletido pelo mais novo, antes deste puxá-lo para um novo beijo. E assim permaneceram pelo resto da tarde, explorando essa nova paixão e a nova e mais interessante teoria.

Afinal, ainda tinham praticamente um ano para tentarem descobrir como os Vingadores salvariam o mundo novamente. Então naquele momento, tudo que mais queriam saber, era justamente porque ainda ainda não tinham pensado naquela teoria sobre os dois.

 


Notas Finais


Se gostou, não esquece de favoritar.

Vão lá dar amor ao projeto. Só tem hino.
https://www.spiritfanfiction.com/perfil/projetogot7

Beijihos *-*


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