História Terapia de Busan - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), DEAN, EXO, Girls' Generation
Personagens Baekhyun, D.O, DEAN, Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Taeyeon, Tiffany
Tags Baekhyun, Baekyeon, Jennie Kim, Kid!taehyung, Namjin, Psycho Kim, Taeyeon
Visualizações 44
Palavras 2.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, hello!
É uma vitoria, postar duas semanas seguidas sjdhbfdjksadal
Bem, não sei exatamente como vai ser pra semana que vem, é mais possível que haja atrasos aqui, mas não percam a fé em mim ><
Espero que gostem do capítulo!
Boa Leitura <3

Capítulo 6 - Six; I'm still yours, faithfully


 

Baekhyun encarou a garota a sua frente incrédulo, dando uma risada baixa.

 

— E por que eu faria isso? O Taehyung já gosta de ficar comigo, não acha que ele iria pensar que tem algo estranho?

 

— Pode até ser que ele pense, no começo. Mas ele vai se acostumar. — Taeyeon garantiu, mordendo o lábio inferior. Na verdade, ela estava bem nervosa. Mas não queria deixar que ele visse aquele seu lado mais fraco. Ela tinha que ser o mais convincente possível. — Você quer saber ou não?

 

— Eu quero. Mas eu não posso concordar com isso, Taeyeon. Escuta, eu… Eu já tinha pensado em talvez me afastar um pouco. Há algumas semanas, o Taehyung está me chamando de pai e ele deveria ser apenas o meu aluno. Mas se ele realmente é meu filh…

 

— Ele não é.

 

Taeyeon parou de falar por um instante, o encarando. Lembrava-se perfeitamente de tudo que havia criado ontem. Tinha a situação perfeita, a pessoa perfeita. Ela só tinha que atuar perfeitamente também.

 

— O pai de Taehyung realmente não é você. Ele é uma pessoa com quem eu não posso mais manter contato. Há sete anos atrás, quando nós terminamos na formatura, eu comecei um relacionamento com uma nova pessoa, um pouco depois. O nome dele era Kwon Daesung. Foi uma coisa de pouco tempo, mas acabou acontecendo e ele não era nada cuidadoso. Foi um dos piores relacionamentos que eu já tive. Enfim, quando eu contei que estava grávida, ele simplesmente me largou e sumiu. Não tinha muito o que fazer além de criar o meu filho sozinha.

 

— E você não contou isso pra ninguém mais?

 

— Aos meus pais. Eles me ajudaram financeiramente por um tempo, com consultas, remédios e, principalmente, quando eu tive que ficar afastada do serviço que eu arranjei em um escritório, que eu mantive até vir para Busan. E o meu serviço era o maior motivo de eu não poder falar com ele.

 

— Você não tinha tempo?

 

— Não, não por isso. Eu o via o tempo todo. Porque ele era o irmão mais novo da minha chefe. E se ela soubesse, com o temperamento que tinha, eu ficaria sem emprego e Taehyung sem pai da mesma forma. Daesung nunca se importou com isso, Baekhyun. Ele me via, sabia o que tinha acontecido e pra ele isso não era nada. Eu nunca apresentaria ele ao Taehyung porque isso faria mal ao meu bebê. Então eu lhe disse que não tinha contato com ele, apenas. Ele não sabe mais nada além disso.

 

Não era exatamente como se Baekhyun não quisesse acreditar em uma palavra do que ela havia dito. Mas, lá dentro, em seu interior, ele sentia que alguma coisa naquela história ainda estava mal resolvida. Porém, apesar de passar sete anos tentando apagar lembranças de sua cabeça, desconfiava de que aquela insistência em não deixar pra lá tinha a ver com o fato de, talvez, ainda gostar tanto de Kim Taeyeon quanto gostava na época em que eles eram namorado e namorada. Então não tinha mais nada que ele pudesse fazer além de suspirar e levantar-se.

 

— Tudo bem, estamos esclarecidos. Obrigado por não ter fugido, eu precisava saber. Espero que esteja bem mesmo, seguindo o caminho que você escolheu. Mesmo que o cara seja um babaca, Taehyung é um menino especial. Então valeu a pena, não é?

 

— Cada segundo. — ela confirmou e o Byun assentiu. Sem saber o que mais falar, ele deu um sorriso curto e breve e saiu da sala, deixando-a sozinha. Taeyeon sentiu o resto de suas forças drenar de seu corpo, apoiando-se na mesa a sua frente. Ela já não sabia o que sentir: Raiva, mágoa, tristeza, saudade. Talvez fosse um misto de tudo isso. — O caminho que eu escolhi… Não foi bem só escolha minha, Baekhyun. Mas você não sabe, não é?

 

A luz da sala foi acesa - o qual ela não tinha percebido estar apagada até então - e a mulher deparou-se com seu filho entrando na sala, ficando surpreso ao vê-la ali, e depois um pouco temeroso. Ela sentiu uma pontada de culpa no peito e foi até o filho, lhe dando um abraço antes de abaixar-se para que pudessem conversar.

 

— Me desculpa por ontem, querido.

 

— O que aconteceu, mamãe? Você odeia o Tio Baekkie?

 

— O quê? Não, claro que não. Ele é uma boa pessoa, tá bom? — ela garantiu, passando a mão nos cabelos do filho e bufando. — É que ele me lembrou do passado. Eu já conhecia o Tio Baekkie, da época em que eu conheci o seu pai. Me lembrar dele me deixou um pouco nervosa.

 

— Você odeia o meu pai?

 

— … Não. Eu amei o seu pai. Mas nada deu certo, por isso a mamãe não consegue falar muito sobre ele. Me perdoa, tá bom? Você gosta do Baekhyun?

 

— Muito, mamãe. Ele é um tio especial.

 

— Me promete só uma coisa, por favor?

 

— Sim.

 

— Não o chame de pai, tudo bem? Eu sei que é culpa minha o fato de você não ter um hoje, mas infelizmente isso é algo que eu não posso mais consertar, bebê. Mas o Baekhyun não é o seu pai, ele é alguém que gosta muito de você. Um amigo, um professor, um tio. Mas não pai.

 

Taehyung mordeu o lábio inferior, sentindo uma vontade dentro de si, de chorar. Parando para pensar agora, nem tinha perguntado ao seu tio se ele gostaria de ser chamado de pai. E se o odiasse agora por isso?

 

— Eu vou ter que parar de falar com o tio Baek? Ele me odeia?

 

— … Não. Vocês são amigos, Tae, tudo bem? Ele não te odeia. Ele só não é a pessoa que você está procurando.

 

Taeyeon sentia seu coração se afundar a cada segundo mais em culpa. Ela queria gritar, descabelar e falar a todos o que tanto guardava para si. Mas ao invés disso, apenas se conciliou com o pequeno e então pediu que este voltasse à sua professora, pois ele ainda teria mais um período de aula.

 

Prometendo que ficaria por perto até a hora de pegá-lo para irem para casa, a loira acabou voltando para o parque do outro dia, encarando o nada, pensativa. Estava tão fundo em si mesma, que não notou o conhecido se aproximando-se de si e sentando ao seu lado.

 

— Aqui tem um clima agradável. — ele disse, assustando um pouco a mulher ao seu lado. — Desculpe. Você parece distraída. Está tudo bem?

 

— Sim, claro, eu só me surpreendi. Hyuk-ah, o que está fazendo aqui?

 

— Prefiro que me chame de Dean, se não se importar. Acho que estou mais acostumado com esse nome. — ele explicou-se, com um sorriso. — Eu estava correndo. Sempre acabo passando por aqui. Te vi sentada sozinha e resolvi parar pra descansar um pouco. E o vento aqui é muito bom.

 

A garota sorriu e concordou, olhando para a frente, observando as crianças brincarem. Havia ido ali para ver se o vento não levava as suas preocupações embora. Aparentemente não tinha funcionado, porque ela ainda sentia o bolo em sua garganta e aquela sensação incômoda no peito.

 

— Taeyeon-ssi… Está mesmo tudo bem? — perguntou e ela o olhou novamente, confusa, porém confirmando. Só não esperava que o homem estivesse a olhando preocupado, ou que fosse aproximar-se tanto de si e tocar seu rosto. Quando ela tinha começado a chorar? — Aceita um ombro? Ou talvez um ouvido?

 

Taeyeon já tinha ouvido falar que, às vezes, era bom desabafar com um desconhecido. Kwon Hyuk não era exatamente um completo desconhecido, mas também não era nada íntimo. Ele era só um vizinho bonito e aparentemente muito legal. Então, antes que ela pudesse pensar duas vezes sobre o que estava fazendo, o que antes era um único filete de lágrima transformou-se em rios.

 

Era isso que ela chorava por Baekhyun. E ela abriu-se completamente àquela pessoa que nada tinha a ver com a sua vida, contando tudo que não tinha coragem de tirar de si mesma, aquilo que fazia seu coração afundar no peito sempre que Taehyung perguntava se o pai dele era legal. Se era bonito. Se gostava de bonecas como a Geneveva. Se gostava de assistir desenhos. Se ainda o veria um dia.

 

— Eu o odeio, Dean-ssi… — disse de cabeça baixa, tentando esconder suas lágrimas vergonhosas. — Eu odeio e também o amo tanto. Tudo que eu queria era poder esquecer o nome “Byun”, apagar da minha memória. Por que as coisas tinham que ser assim? Eu só queria… Só queria… M-me formar. Ter uma f-família. Uma vida normal com meu filho e ele. Mas eu nunca vou ter e-esse luxo. Porque eu não sou o suficiente pra ficar c-com o Baekhyun.

 

Assim como fora um reflexo enxugar a primeira lágrima dela, o moreno achou certo a dar um abraço naquele momento, o que foi bem aceito. Ela precisava. De alguém que não fosse seu pai ou sua mãe. Alguém que não a deixaria com medo de contar toda a verdade do que havia passado. Nunca havia contado detalhes daquela forma nem para Tiffany, que era sua melhor amiga.

 

— Não é fácil, Taeyeon-ssi. E eu acho que agora você não vai poder contar com a ajuda de Baekhyun também, porque é ignorante a todos esses fatos. — ele disse baixo, afagando os fios descoloridos de Taeyeon. — Mas eu te acho o suficiente. Mais que suficiente. O fato de tudo ter sido estragado não significa que você é ruim. Significa que tem pessoas por aí que não dão valor aos sentimentos mais bonitos que as pessoas podem ter.

 

— E o que eu deveria fazer?

 

— Deixar as coisas seguirem seu curso. Segue o estilo de vida do Dean. O guia pra Dean’s lifestyle é esse: Não se desgastar guardando o que não precisa, deixar as coisas seguirem o rumo que tem que seguir. E também importante sempre, não fica guardando todos os seus sentimentos. Se você tem raiva, mostra sua raiva. E se você tem amor, ama.

 

— Eu tenho medo…

 

— Você está longe de Seul agora. E se tudo isso está acontecendo agora, é porque deve acontecer. Não é melhor pensar assim, do que imaginar que está cercada, arruinada?

 

Taeyeon fungou e levou as mãos até os olhos, afastando-se um pouco de Dean para sorrir para ele.

 

— É um jeito legal de se pensar. Acho que eu só vou… Esperar. Mas de qualquer forma, eu acho que isso é sobre o Taehyung. Eu vou ficar de longe e observar. Mas eu acho que preciso ficar longe do Baekhyun, pra minha própria sanidade.

 

— Se você acha que ele ainda pode ser um pai, mas não pode ser o amor da sua vida…

 

— Eu e o Baekhyun teríamos virado uma bela história. Mas eu rasguei as páginas seguintes, quando eu fui cruel com ele. Eu esperei até o último e o deixei sozinho. Eu o fiz comprar um anel.

 

Ela enfiou a mão no bolso de seu casaco. Não sabia porque carregava aquilo consigo hoje, talvez tenha enfiado em seu bolso por reflexo, já que estava o olhando em casa.

 

O anel que Baekhyun deixou naquele dia. Era pra ser o anel de noivado dela.

 

— Eu acho que acabei com qualquer chance nossa.


 

~~


 

Baekhyun finalizou suas atividades mais cedo aquele dia, como não tinha aula no último horário, apenas no primeiro, antes do recreio das crianças. Fora até bom para si, pois naquele momento tinha muita coisa em sua cabeça e talvez ele nem conseguisse realmente dar aula.

 

Ao passar pelo mesmo parque que tinha encontrado a primeira vez, viu de relance Taeyeon e deu mais uma olhada. Ela estava sentada no banco do parque, abraçada a um homem que ele nunca havia visto. E, por um breve instante, o coração de Baekhyun deu uma cambalhota gigantesca.

 

Talvez por isso ela estivesse sendo tão objetiva. Ela tinha o superado, afinal, há muito tempo. Não era como seu coração idiota, que ficava negando as razões de seu cérebro para parar de gostar do sorriso dela, por exemplo.

 

Baekhyun respirou fundo e seguiu em frente com o seu carro, sem tentar olhar para trás. Kim Taeyeon tinha voltado para sua vida apenas para o deixar mais louco.


 

Ao chegar em casa, deixou suas coisas jogadas no sofá pequeno, junto do casaco que usava, então colocou os recados do telefone para tocarem, enquanto sentava-se e ligava a TV, para se distrair um pouco. Não tinha muita coisa além de algumas coisas relacionadas à escola e também uma mensagem de sua mãe, avisando que iria o visitar na próxima semana.

 

Ele gostava da sua mãe, porém imaginar que ela estaria ali lhe fez suspirar. Ela era muito preocupada consigo, sempre achava coisas para reclamar da forma que estava vivendo. E apesar de nunca lhe dizer, ele sabia que ela teria gostado mais se ele tivesse feito o que seu pai queria. Que ele estivesse nas empresas hoje, assim estaria mais próximo de casa. Ou talvez, em casa.

 

Fora parar ali por acaso, na verdade. Quando a faculdade teve fim, o caminho mais óbvio para si era começar a tomar as rédeas das companhias de seu pai, participar mais dos negócios da família, até tornar-se o presidente oficial quando seu pai fosse se aposentar. Mas nem tudo saiu exatamente como imaginavam, pois por dentro, Baekhyun estava quebrado. Tinha concordado em estar ali por Taeyeon, mas se ela não estava ali mais, que diferença tinha? Ele não estava feliz.

 

Aquilo fora consumindo o jovem, que tinha ainda toda uma ascensão em sua carreira pela frente. Às vezes, para fugir de suas responsabilidades, Baekhyun fugia para o seu hobby, que era seus instrumentos. Sempre havia gostado de tocar e fora uma das coisas que havia aproximado ele e Taeyeon inicialmente. A música.

 

Antes que notasse, seu hobby acabava consumindo mais de seu tempo. Ele deixou de tocar em seu quarto e fazia pequenas apresentações em bares, escolas, e qualquer outro lugar que o aceitasse, o que não era difícil, já que ele não exigia pagamento. Apenas queria tocar. Convenientemente também tinha uma voz boa, então recebia muitas propostas.

 

Seu pai começou a notar quando já não tinha mais a mesma disposição pela manhã, por passar as noites acordado, ou quando esquecia de concluir um trabalho da empresa pois estava “ocupado com outro compromisso”. Quando seu segredo foi descoberto e seu pai berrou a plenos pulmões o quanto ele era irresponsável, imaturo e tinha que pensar em seu futuro, Baekhyun fez sua decisão. Aceitou uma das propostas que haviam lhe mandado, a mais longe que conseguiu encontrar e então partiu de casa, com nada mais além de seu violão, teclado, partituras e roupas.

 

A proposta que havia recebido era nos Estados Unidos, Califórnia, para trabalhar em um colégio como professor de música. Não conseguiam encontrar um professor apto a ensinar as crianças ou alguém com paciência o suficiente.

 

Fora um dos maiores desafios de sua vida, até se acostumar com o novo país, nova vida, a escola e as crianças, mas também foi a mudança brusca que o fez perceber que aquela vida que andava seguindo no escritório não era para si. Ele não servia pra ficar de terno e gravata, mandando e desmandando atrás de uma mesa. Mas ele era muito bom em conversar com crianças e adolescentes, ensiná-los a tocar e fazer com que eles gostassem muito dele.

 

Demorou anos até que realmente sentisse saudade de seu país natal e foi difícil para ele abandonar aqueles com quem já tinha convivido por muitos anos, mas mantinham o contato através de redes sociais. E quando voltou para Coréia do Sul, sua primeira atitude, como reflexo, foi evitar a grande Seul. Era lá onde estavam os seus problemas. Era lá o último lugar que iria.

 

Mas obviamente, seus pais o encontrariam. Na verdade, já tinham o encontrado antes, porém não o incomodaram muito quando estava tão longe. Agora que estava em Busan, era mais fácil o contato. Então recebia visitas frequentes de sua mãe, que além de vir e querer palpitar sobre tudo, inconscientemente, é claro, ainda tentava o persuadir a voltar.

 

Baekhyun não a odiava. Nunca. Sua mãe somente queria o melhor para si, mas não conseguia ficar longe do filho, ou imaginar que ele não tinha tudo do melhor. E em sua cabeça, mesmo que não fosse a carreira dos sonhos do Byun, estar na empresa do pai abriria todas as portas que Baekhyun quisesse. Uma vida perfeita, por que escolher outra coisa?

 

O garoto suspirou, chacoalhando a cabeça e tentando parar de pensar no passado. O certo era deixar tudo aquilo e focar em seu trabalho, seus amigos. Seus alunos.

 

Mesmo que o passado lhe perseguisse, onde quer que ele fosse, no final do dia Byun Baekhyun ia tomar um whisky e comer um sanduíche, para que seus sonhos não o atormentassem à noite.

 



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