História Terceira Guerra Mundial - Capítulo 13


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieee...

Capítulo 13 - -"Vitória, ela tomou remédios para dormir!"


Priscila

Fui para dentro da casa e caminhão lentamente até a cama da Gabriela. Revirei àquilo tudo e até que enfim, achei seus remédios para dormir.

-Opa... -Sorri olhando para aquele frasco.

Gabriela

A noite caiu rapidamente, todos estavam se divertindo. Estávamos calmos... calmos até demais.

-Vamos fazer churrasco?

Todos concordaram com a idéia, mas alguém manifestou-se.

-Se tivesse carvão, até assava pra vocês. -Disse o Paulo.

Prontamente todos se levantaram para buscar mais carvão. Só ficou eu, Paulo, Priscila, e o Leo.

Enquanto os outros saiam eu fui tomar banho.

Me arrumei e desci.

O churrasco rolou, todos estavam ficando meio bêbados, inclusive eu. Não havia comido nada até o momento, estava de barriga vazia, eu não queria comer. Eu queria beber.

Não podia ver uma bebida que já mandava pra dentro, não importava o que fosse.

Priscila

Aí que bom! Ela estava ficando bêbada, isso ia facilitar meu trabalho.

Misturei alguns dos seus remédios na água e logo levei pra ela tomar.

-Gabi? -Ela estava de costas pra mim.

-Oi.

...

Gabriela

Quando vejo que estou ficando bêbada demais, decido parar.

Mas... uma voz conhecia mas não reconhecida me chamou.

-Gabi?

-Oi. -Virei de frente para essa pessoa que sem cerimônias me deu um copo com alguma coisa pra tomar. Algo que não estava nem um pouco com cara de coisa Boa.

-Que isso? -Questiono pegando o copo.

-Bebe se você é mulher de verdade. -Ela me disse sorrindo.

-Tá bem.

Virei o copo e quase botei pra fora o que tomei.

-O que é isso meu Deus? -Perguntei com nojo daquilo.

-Nada demais.

Ela saiu e eu fiquei ali no meio da galera bêbada.

Alguns minutos depois, começou a trovejar e a ficar escuro.

Todos entraram e ficaram zoando mais um pouco. Eu fiquei mal, estranha, me sentindo enjoada.

Fui correndo para o banheiro mas na ida pra lá, cai na escada, bati a cabeça e apaguei.

Daniel

Eu estava nos fundos da casa tirando algumas coisas que estavam sendo arrastadas pelo vento, era um vendaval muito forte.

Uma das cadeiras de praia saiu voando pelo pátio e se tem alguma coisa que estava muito engraçada era o Paulo e o Lukas correndo atrás dela.

Enquanto eu ria deles os dois a Juliana corria desesperadamente na minha direção.

-Daniel! -Ela me agarrou pelo braço.

-Que foi?

Me assustei com o jeito que ela me olhou, algo de ruim havia acontecido.

-Me ajuda!! -Ela tentava de todas as formas me fazer sair do lugar, quando finalmente ela me puxou, fui arrastado até a escada.

E não gostei do que vi ali.

-Gabriela?

Me ajoelhei diante de seu corpo jogado, ela estava fria e apagada.

-O que fizeram com a Gabriela?

-Não sei. Quando vi que ela estava aí, achei que ela tinha dormido mas ai ela não acordou.

-Vamos virar ela.

A Juliana me ajudou a virar a Gabriela de barriga pra cima.

A Gabriela estava com o rosto pálido, não estava respirando e também não respondia meus chamados desesperados.

-Gabriela, pelo amor de Deus mulher! Acorda!! -Coloquei ela nos meus braços e a levei para o sofá da sala.

-O que aconteceu? -O Paulo perguntou.

-Não tenho ideia.

A chuva estava cada vez mais forte, tudo balançava lá na rua, clarões tomaram conta do céu por horas e os trovões eram ensurdecedores.

Meu celular tocou na mesinha de Centro, uma luz me atingiu rapidamente.

-Juliana, vê se é a Vitória!

-É ela. Ela não é médica?

-Exatamente.

Atendi o celular em um desespero enorme, o que fizeram com a... minha Gabriela?

~ Ligação On ~

-Oi. Daniel? Você sabe onde colocou aquela foto nossa?

-Me ajuda...por favor?

-O que aconteceu?

-Minha... tem uma mulher desmaiada na minha frente, e ela não acorda.

-De novo? Exercício físico?

-Não. Ela estava bebendo muito, e quando parou desmaiou na escada.

-A quanto tempo está desmaiada?

-Quase meia hora.

-Tenta reanimar ela, massagem cardíaca pra ver se ela reage.

Eu larguei o celular e comecei a massagem cardíaca. A Gabriela não se mexeu.

-Meu Deus do céu.

A Juliana começou a se desesperar.

-De desesperado já basta eu aqui, pelo amor de Deus! -Tirei as mãos da posição de massagem e botei na testa.

-Ela não acordou Vitória, me ajuda!

-Boca a Boca, rápido!

Eu fiz o que ela pediu, mas quando a boca da Gabriela encostou na minha, um grande gosto de remédio começou a tomar conta de meu paladar.

-Meu Deus. -Limpei a boca-... Vitória, ela tomou remédios para dormir.

Reconheci o gosto é claro, eu mesmo tomava esses remédios várias vezes.

"Puta merda Gabriela, o que foi que você fez?" Pensei para mim mesmo.

-Faz ela vomitar, molha dois dedos e coloca na guela dela. -Disse a Vitória me tirando de meus pensamentos.

A Juliana fez isso, trouxe um balde e em dois minutos a Gabriela botou tudo pra fora. Tudo mesmo.

-Ela acordou.

A Gabriela olhou para nós e apagou novamente, desta vez acho que ela dormiu.

-Ela apagou de novo!

-A-Água Fri-Fria...

A ligação tinha acabado, tudo se apagou, havia faltado luz e o sinal caiu.

Toquei a testa de Gabriela que estava febril demais, deve ser por isso que ela não consegue acordar.

Eu peguei a Gabriela nos braços e levei para fora da casa, o vendaval estava muito mais forte do eu imaginava. Não conseguia manter os olhos abertos.

Com ela no colo me joguei dentro da piscina com a água muito gelada.

"Acorda por favor Gabi." Pensei enquanto a água me fazia tremer.

Voltando a superfície eu a vi, tremendo o queixo e de olhos abertos.

-O que aconteceu? -Ela perguntou fraca.

-Nada. Só, por favor, não apaga de novo Gabriela.

Eu ia saindo a pscina quando ela colocou o rosto na curvatura do meu pescoço.

Ela estava tremendo inteira e eu também.

Pelo menos ela estava bem.

Eu levei a Gabriela para dentro e a coloquei deitada na minha cama. A Juliana ficou desesperada com o estado da irmã e logo estava plantada do meu lado, a Gabriela encharcou minha cama, e eu por minha vez encharquei o chão.

Estávamos pingando.


Notas Finais


Espero que tenham gostado...


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