História Terceira Guerra Mundial - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeee.......❤❤❤❤

Capítulo 14 - -"Eu vou ir ai e te dar um motivo pra revirar os olhos."


Daniel

-Vou pegar uma roupa seca pra ela. -Disse pegando uma camiseta minha mesmo.

A Juliana ajudou a trocar a Gabriela, eu fiquei do lado de fora do quarto. Meu coração estava a mil, eu havia ficado verdadeiramente desesperado.

Quando ela saiu do quarto, eu ainda estava ali. De olhos estalados.

-Ela não vai acordar tão cedo, seu quarto vai ter que ser ocupado por um tempo. -Ela disse segurando a maçaneta da porta e me olhando ainda meio ofegante.

-Tudo bem.

Eu ia de encontro a porta e fui parado no marco da mesma.

-O que você vai fazer? -Ela pergunta.

-Cuidar da Gabriela. -Disse de cabeça baixa. De olhos vidrados, e nada me faria desviar o olhar da Gabriela. Nunca mais.

-Obrigada Daniel.

-Não precisa agradecer, teria feito isso por qualquer um.

-Mas você fez por ela. Valeu.

Entrei no quarto e me encostei na porta, olhando para a Gabriela que vestia uma camiseta minha.

Senti uma paz enorme em ver que ela estava bem. Me sentei a beira da cama, ainda encharcado e pingando mas mesmo assim eu não tinha condições de tirar os olhos dela nem de deixa-la sozinha.

Me deitei do seu lado e fiquei alisando de leve os seus fios escuros.

Certo momento ela, inconscientemente, deitou mais perto de mim. Eu mantive distância para não acorda-la, mas só de ver que ela estava perto de mim sem querer me bater (Tudo bem que ela estava dormindo mas isso não vem ao caso.) Já me deixava bem.

Nos ante-braços de Gabriela foram avistados alguns arranhões. Não tão recentes mas recentes o suficiente para serem ainda visíveis.

Quando estava de barriga pra cima Gabriela abriu um pouco a boca para respirar.

-Remedios? -Perguntei a mim mesmo enquanto ficava cara a cara com ela.

Fui chegando perto dela por mais que eu tentasse não fazer o que estava prestes a fazer. Eu beijei a Gabriela.

De leve, de canto de boca, para não acorda-la.

A Priscila abriu aquela porta com tudo, e quando viu a cena, não deu outra, ela começou a gritar.

-Que lindo! O príncipe encantado acordando a princesinha com um beijo.

-Ciumenta. -Comentei me afastando da Gabriela.

-Ridículo. Espera que ela acorde com o seu beijo?

-Não sei. Vamos tentar de novo? -Fui em direção da Gabriela. Mas ela estava acordada.

-Se fizer isso de novo, eu vou bater em você. -Disse ela fraquinha.

-Desculpa.

Ela olhou na direção da Priscila e esfregou os olhos.

-Acordou bela adormecida?

Priscila forçou um sorriso falso, e a Gabriela fez o mesmo.

-Sim Malévola.

A Priscila saiu com raiva do quarto, mas eu ainda estava olhando pra Gabriela.

Quando ela finalmente olhou para os meus olhos, disse algo que eu nunca imaginei sair da boca da Gabriela.

-Obrigada.

-Não foi nada.

Ficamos nos olhando por um tempo ate ela levantar e se sentar na cama.

-O que aconteceu comigo?

-Você... Desmaiou... Na escada.

-Me lembro disso. Mas porque você esta encharcado?

-Pulei na pscina com você no colo pra te acordar. Água fria e tals...

-Mas eu não estou... -Ela olhou para si mesma e percebeu que estava com uma roupa diferente, o rubor subiu as suas bochechas e ela ficou vermelha-..., me diz que foi a Juliana.

-Não. Fui eu.

Um silêncio estabeleceu-se naquele quarto, eu ri internamente.

-Droga! -Ela levantou.

Gabriela tentou levantar da cama mas eu não deixei. Fiquei em cima dela, não deixando ela se movimentar.

-SAI!

-Nao.

-Daniel, sai da minha frente.

-Não.

-Insuportável.

-Estressadinha.

-Pelo menos sai de cima de mim.

-Você vai ficar quieta ai? Porque eu vou buscar alguma coisa pra você comer e se eu voltar aqui e você não estiver... eu vou te pegar.

Sai de cima dela.

-Você vai é trocar de roupa.

-Beleza.

Caminhei até o guarda-roupa e peguei uma camiseta seca, uma toalha e uma bermuda.

Tirei a camiseta e me sequei da cintura pra cima.

-O que você esta fazendo?

-Não disse que eu ia trocar de roupa?

-mas... Na minha frente?

-Percebeu que está no meu quarto?

-Deixa que eu saio.

Ela se levantou e nos meus braços, ela caiu.

-Você não consegue nem levantar, fica quieta ai.

Eu a peguei no colo e coloquei-a deitada novamente.

Gabriela

"Aquela desgraçada vai me pagar!" pensei para mim mesma.

Não deu muito tempo e eu percebi que estava nos braços do Daniel de novo.

Não que eu tivesse gostado disso mas... Nem sei.

Ele me colocou deitada de novo e saiu para fazer alguma coisa.

Eu fiquei ali, olhando pro nada. Pensando nele.

Sua camiseta que me vestia estava com um perfume tão bom que eu me abracei para que o perfume me enbriagasse mais um pouco.

Não demorou muito e ele voltou com uma bandeja.

Meu deus! Eu nunca havia visto tanta coisa gostosa.

-Toma. -Ele colocou a bandeja no meu colo e ficou me olhando.

-Não precisava de tudo isso Daniel.

-Não quero saber. Come, por favor.

Eu não tinha escolha, tinha que comer. Eu estava com fome.

Revirei os olhos relutante, mas aceitei.

-Eu vou tomar banho e já volto pra cuidar de você.

-Pra cuidar de mim? Acha que eu sou uma criança? -Perguntei com um pedaço de bolo de chocolate na boca.

-Voce não é uma criança, mas se comporta como uma, come como uma e ainda faz bico como uma.

Ele levantou da cama e foi para o banheiro do seu quarto.

-Não faço bico de criança.

Ele volta ao marco da porta e me olha.

-O que? -Cruzei os meus braços e olhei pra ele.

-Ta fazendo agora.

Eu realmente estava fazendo. Fiquei meio sem graça, mas não desmanchei o meu bico.

-ô vontade de morder esse bico.

Revirei os olhos novamente.

-Revira de novo.

-Porque?

-Porque eu sou capaz de ir ai e te dar um motivo pra revirar os olhos.

Quando ele fechou a porta do banheiro eu sorri, continuei comendo e com a minha imaginação a mil.

Quando me toquei, minha mente estava longe. Porra! Ele transou com a Priscila na noite passada e acha que vai ficar me trovando assim? Não mesmo.

Me levantei de sua cama e sai andando.

No meu quarto me joguei na pilha de roupas que tinha ali.

Alguns minutos depois...

Brotou um ser muito idiota no meu quarto.

-Eu disse que ia te pegar.

-Vem me pegar.

-Tá.

Ele me virou de barriga pra cima e...


Notas Finais


Beijos❤


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