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História Teresa e Rubi - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Minha verdadeira família.


Ainda no hospital fui ver minha irmã.  – Maninha, hoje eu vou conhecer sua família e minha verdadeira família. Embora eu quisesse que nós duas fizéssemos isso juntas. O Arthur vai me ajudar com isso. E por favor fique bem por nós dois.

Saí de lá e Arthur já estava me esperando. Olho pra Heitor sem entender o motivo de ele estar distante de mim. Cada dia eu percebo que gosto muito dele e meu coração chega a acelerar com ele por perto. – Tchau! Qualquer coisa me avise.

– Tudo bem! Rubi. Te manterei informada.

– Agradeço muito esse favor. Logo estarei de volta pra ficar com ela.

– Não se canse muito. Você tem muitas coisas pra fazer. Se você quiser eu passo a noite aqui com Teresa.

– Arthur. Muito bonito seu gesto de querer me ajudar mais eu sou a irmã e devo ficar perto dela.

Ficamos comentando vários assuntos, eu acho que ele quer me distrair. Fico nervosa é a primeira vez que vou vê-los.

Saio do carro e Arthur vai me guiando, o cenário não é um dos melhores mais é um lugar onde dá pra morar. Chegamos em frente a uma porta. – É essa?

– Sim. Você está mesmo preparada?

– Teresa me falou que nossa mãe sofre do coração. Eu te peço que prepare o coração dela para esse momento. Não quero que ela passe mal.

– Bem pensado. Vou preparar ela é depois a chamo. Bato na porta e dona Regina abre. – Tenho um assunto sério para falar com a senhora.

– Algum problema com a Teresa? Pergunto preocupada.

– Não é um problema. É uma coisa mais profunda e surpreendente. É em relação a sua outra filha.

– Outra filha. Mais que outra filha? Viva só tenho apenas a minha Teresa a qual sinto muita falta.

– Não a senhora tem mais uma filha. E ela é bonita igual a Teresa.

– Se eu tenho outra filha. Onde ela está? Eu quero vê-lá. Fala Dona Regina ficando ansiosa.

– Está aqui. Eu vou chamar ela pra senhora ver e comprovar com seus próprios olhos. Fui lá fora e encontrei Rubi mais nervosa que minha mãe.  – Vem.

Quando Arthur falou pra mim ir. Eu simplesmente não sabia o que eu estou sentindo no momento. Uma mistura de medo e ansiedade. Me coloque à frente da porta e lá pude ver minha mãe de sangue.

A aparência era de uma uma sofrida e doente. Mais notei um certo brilho quando ela me olhou pela primeira vez. Ela se senta no sofá pondo as mãos em seu rosto.

Me ajoelhei e olhei pra ela. – Mãe. Sou eu Rubi a sua filha perdida.  Coloquei minha cabeça em seu colo a procura de carinho, choro feito uma criança ferida. Naquele momento só queria seu colo e o carinho que não pude receber desde pequena. Sinto suas mãos tocarem meus cabelos naquele momento me senti acolhida e segura. – Mamãe.

Quando eu vi minha outra filha. Achei que estavam me pregando uma peça, mais pude ver que não pois. Senti que essa não era Teresa. A forma que ela veio até mim era diferente procurou carinho de uma mulher como eu, realmente ela procurou carinho com sinceridade. Podia ser o clone de Teresa mas era muito diferente dela. O choro dela tinha sinceridade um brilho nos olhos que eu nunca mais vi em Teresa quando se tornou adulta.  

Limpei as lágrimas de Rubi, que me encarava com um lindo sorriso no rosto e enchia a boca me chamando de mãe.  Me senti orgulhosa por isso.

Notei que ela era muito fina, tinha um certo nível de elegância e postura. Mais parecia uma boba chorando de felicidade. – Minha filha. Temos que comemorar seu retorno, como eu pude perder tantos anos de sua vida.

– A culpa não foi sua. Eu fui roubada e entregue a uma família diferente da minha verdadeira. Me deram um lá cheio de amor e tranquilidade. Estudei nas melhores escolas e fiz faculdade me formei  e sou herdeira de toda a herança da família Pérez. Mas sempre me faltou algo e hoje eu subi o que era. Era o carinho da minha mãe verdadeira.

– Rubi. Filha temos que comemorar. Sua volta. Meu coração está tão certo que ela é uma maravilhosa garota. Que não aguento.

– Não. Agora você precisa descansar pois Teresa me contou que seu estado de saúde é muito frágil.  Preciso que descanse. É melhor eu voltar outra hora. Para conversarmos melhor.

– Muito obrigada. Professor por trazer minha Rubi de volta.

– Não me agradeça só ajudei no que era necessário. Rubi se despede da mãe e vem comigo.    



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