História Terra em Chamas - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Seinen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Enjoy! :D

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Terra em Chamas - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo

 

Sou Finan, filho de Finan, que é filho de Finan. Meu pai, se soubesse escrever, provavelmente não escreveria dessa forma. Seu escrivão, um homem chamado Athos, escreve “Finn” as vezes, mas hoje encontro na Nortúmbria versões diferentes da escrita deste nome, grafadas em pergaminhos velhos, amarelados e tortos. Estes documentos dizem que Finan, filho de Finan, é herdeiro único e legítimo das terras ao Norte, terras banhadas pelas ondas do mar a Leste, onde os ventos empurram as nuvens do céu cinzento e as muralhas guardam as riquezas, onde focas deitam-se sobre as rochas e papagaios do mar sobrevoam as praias de areia dura e conchas enormes. Chamamos essa terra de Lindisfarne, e essa história é a história sobre como vou reivindicar essas terras, que foram usurpadas de mim. A história sobre como vou matar o homem que roubou o que é meu, e como mancharei aquelas praias, as rochas e mar com o sangue de quem se colocar em meu caminho.

 

A lei diz que Lindisfarne pertence a mim, os papeis comprovam que a fortaleza erguida em rochas e diques pertencem a minha família, mas a lei não trará minhas terras de volta, não me ajudará a conquista-las. O padre Ralph, homem a quem amo, diz que a lei nos aproxima do Deus cristão e nos diferencia dos animais, que trás ordem para o mundo. Respeito seus conselhos tanto quanto respeito o homem, mas não é pela lei, e sim pela espada que tomarei o que é meu.

 

* * *

 

Mas essa história começa muito antes, começa quando eu tinha nove anos de idade e andava a cavalo, pelas praias da Nortúmbria. Nortúmbria é o reino ao Norte do lugar que aprendemos a chamar de Inglaterra, e naquele dia eu estava com meu pai, meu nome não era Finan, era Osbert. O filho mais velho era o que carregava o nome do pai, e meu irmão se chamava Finan, e naquele dia, eu, meu irmão, meu pai e meu tio, cavalgávamos pela praia ao Leste de Lindisfarne. Levávamos falcões, lembro-me das gaivotas no céu acinzentando da manhã, havia chovido horas antes e a areia estava umedecida. Conosco haviam cerca de dez servos, ajudando a carregar nossos equipamentos, e o falcão fêmea que estava comigo prensava suas garras contra a luva grossa de couro que protegia meu braço. Os olhos da ave estavam tapados, porque as aves que nos rondavam piavam alto e atraiam sua atenção. Mas não estávamos lá para caçar, estávamos porque meu pai precisava se decidir.

 

Enquanto meu pai conversava com meu tio, eu cavalgava próximo a água de modo que meu garanhão molhava os cascos e início das patas nas marolas sopradas pelo vento calmo. Mas, vindo do horizonte, atravessando a neblina, foi quando vi os dinamarqueses pela primeira vez, e foi assim que tudo começou, com três navios.

 

[...]


Notas Finais


Continuo?


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