História Teste - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Fantasia, Ficção
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Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Por favor, me responda se devo continuar e deem criticas para eu melhorar

Capítulo 1 - Verão


Capitulo 1: Verão

 

-Uma Pequena Estrela Caída:

Eu lembro como era... um dia estamos juntos, no outro eu tenho que te esquecer, você se lembra como tudo começou ? aquele verão realmente nos mudou, 12 anos atrás...

-Elizabeth: Den, venha, a gente vai perder o ônibus

-Dennys: Você esta realmente muito animada para ir na casa do nosso pai né ?

-Elizabeth: Claro, como não, faz 10 anos que a gente não vê ele

Como toda historia que inicia, estava tudo bem, nós chegamos na casa do nosso pai, um lugar rural com poucas pessoas, você seguiu caminhando na floresta e eu ficava em casa te esperando... e então você trousse “aquilo”

-Dennys: Liza, olhe isso...

Você me mostrou um pequeno livro, no inicio era legal, tentar desvendar o que estava escrito, mas sua obsessão mudou tudo, um toque foi o suficiente para você mudar...

-Elizabeth: Den... por favor, joga isso fora, vamos aproveitar nosso verã-

-Dennys: Você pode ficar quieta? Você não vê que estou ocupado ?

Esse pesadelo continuo... nossa historia foi riscada por esse livro... e então chegou, meu aniversário, o dia em que tudo mudaria

-Elizabeth: Den... a onde você vai ?

-Dennys: Vou com o pai pescar, por quê?

-Elizabeth: Não está esquecendo de nada ?

Me dói lembrar disso... suas palavras...

-Dennys: Claro... como poderia esquecer, as iscas, obrigado Liza

Foi então que meu mundo caiu, eu pensei “ele está de brincadeira, ele vai fazer uma surpresa”

Meu primeiro aniversário sozinha, sem meu irmão e nem mesmo meu pai, já estava de noite e eles nem voltaram, era apenas eu... Eu chorava em prantos, quando ouso o barulho da porta, passos ecoavam pela a casa e em um momento de raiva eu pulo de minha cama e corro para xingar meu irmão e ao meu pai, mas só estava meu irmão

-Dennys: Olá Elizabeth, você está bem ?

Aquele momento foi que eu olhei seus olhos, SEUS MALDITOS OLHOS, não era o mesmo, seu olho brilhava, um olhar falso...

-Elizabeth: Den, onde esta o papai ?

-Dennys: Não sei, era para ele vir na frente

Nada mais houve, eu voltei para meu quarto e dormi, mas o Den ainda não era o mesmo, todos os dias, me encarando, com o mesmo olhar... mal sabia eu que estava preste a perde-lo também... como eu queria você aqui meu irmão, ainda posso me lembrar... momentos antes de você partir... eu sei que desde pequenos eu prometi nunca chorar, mas eu não aguento...

Na noite, na luz da grande lua que iluminava o grande céu, já estava entrando em loucuras, você me fez chorar tantas vezes

-Elizabeth: Den por que ? por que você mudou tanto ? você não é meu irmão e o papai esta sumido a quase duas semanas, o que houve Den, O QUE HOUVE ?!

-Dennys: Elizabeth, não chore, as respostas vem quando devem

Seus olhos me olhavam com uma única expressão e não era pena, sua felicidade estava amostra

-Elizabeth: Você não é o Den...

Me arrependo até hoje, mal lembro das coisas, mas das poucas que lembro já me dói, quando eu me vi, estava apertando seu pescoço, com força, eu.. eu não sei o que estava fazendo, me desculpe irmão... A única coisa que vi depois era seus olhos, se revirando e me olhando novamente, como você me olhava antes, antes desse verão...

Foi então que eu perdi tudo, tudo que eu amei, tudo que eu tinha, você ainda era o mesmo e eu mudei ? ou todos mudamos e por isso nos afastamos ? eu não sei... só sei que doí, doí pensar que tive a oportunidade de ajudar, mas invés disso eu piorei tudo.

Superar, Levantar, como ? eu ainda posso te sentir aqui, me lembrar que nós dois nunca tivemos um fim, eu suspiro e gosto de pensar que tinha alguém no seu lugar... você era minha outra metade, agora estou em cacos, antes de ele morrer eu ainda ouvi...

-Dennys: Para você...

Deixou uma linda flor cair, uma flor rara, uma Lotús Fenix Preta, encontrada em Florestas Corrompidas na luz da Lua Sangrenta, tão rara e bonita, mas o que adiantava, sem meu irmão...

 

-Um Pinheiro Falso:

“Seus olhos, enxergam no escuro, origem em uma ópera perfeita, o seu frio nos rodeia, ele apenas faz o mal”, “Um acordo único, o enganador, o perverso, sucumbir a ele pode ser a ruina da humanidade”, “Tudo por um desejo, mas liberta o mal vale a pena ?”

Era o que deveria ter nas notas desse livro, o maior mistério, minha vida sempre foi chata... simples, a única coisa que me alegrava era minha irmã e mesmo assim eu a deixei de lado por esse livro idiota, mas agora é tarde, o livro foi me deixando obcecado e quando eu percebi o que eu tinha feito, era tarde

O livro dizia “Um Deus que purifica, o olho que enxerga o profunda da alma e dá o que você mais quer, um preço a se pagar, invoque-o se acha que vale a pena ganhar”, tolo, eu sempre fui tolo, bem no dia no aniversario da minha irmã, tinha que querer ser legal... eu via a oportunidade perfeita, chamaria “Ele” e após conceder meu desejo (um presente para a Liza), ele pegava o que queria e pronto... bom era isso que eu pensava...

Um bosque, Água, Noite e com mais de uma pessoa, era tudo que precisaríamos para começar, chamando “Ele”, fiz meu pedido e “Ele” concedeu de bom grado, Uma Lotús Fenix Preta, era o que ela mais queria certo ?, perguntei a ele “O que queres ?”, mal pude respirar, eu já não estava em mim, era como me ver, de longe, ver minha ações, aquele que conversava com meu pai, não era eu...

“VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO”, gritava em prantos, minha irmã chorava todos os dias, eu não gosto de lembrar, mas vocês devem estar se perguntando o que houve com meu pai, ele matou, colocou o corpo no lago preso com pedras que se deslocariam depois de 1 mês, assim incriminando a Liza...

Passou apenas algumas semanas, Liza entrou sem sua dança, seu canto a controla, fez ela matar a única coisa que a prendia a mim, antes de matar “Ele” ou eu... “Ele” falou algo que eu não consigo esquecer  “Escute, não se apavore ou se mova, não assusta ? saber que ela não voltará”, “E mesmo que tenta procurar, ela vai estar em outro lugar e só com essa cena terá um pouco para se consolar”, era verdade, eu nunca mais a vi, essa cena fica se repetindo e nunca para, só assim eu posso ver ela...

Pelo menos, no meu ultimo suspiro eu pude voltar e dar meu presente...



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