História Teu olhar - Capítulo 9


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Categorias Banda Fly (Fly Br)
Personagens Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Visualizações 11
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 9 - Ninguém merece


Sophia P.O.V

- Da pra falar porque está me ignorando? - Ele perguntou me virando pra ele.

- E dá pra me soltar? - falei revirando os olhos. E ele me soltou. - Eu não estou te ignorando, vai beijar aquela loira aguada e me deixa. - Falei grossa, ele assentiu e saiu.

Me arrependi totalmente de ter falado daquele jeito com ele, por que eu tenho que ser assim? 

Fui até o bar e peguei outra bebida azul, que era muito boa e voltei pra onde eu estava. Fiquei olhando o Biel e dançando, eu nunca fui de dançar funk, mas eu estava me soltando, acho que a bebida já estava fazendo efeito. 

O show foi acabar 2:35 da madrugada e começou a tocar outras músicas, o Paulo ainda estava com a Bianca e eu tentava ao máximo não olhar pra eles, a Mel estava com o Nathan sentados em uma mesa e o Caíque estava com a Mel na pista. Senti alguém me abraçar por trás e me virei e era o biel.

- Oi, curtiu o show? - Ele perguntou no meu ouvido.

- Sim, você manda muito bem. - Falei sorrindo.

- Pô gata vou ter que ir embora agora, daqui a pouco eu vou viajar, me passa teu número? - Ele disse me dando um selinho. Ele me entregou o celular e eu anotei meu número. Nos despedimos com um beijão, e ele foi embora. Ele beija muito bem. Fui pra mesa que a Mel estava e me sentei do lado do Nathan.

Ficamos só mais um pouco lá, e resolvemos ir embora, nos despedimos dos meninos e entramos no carro. A Mel dirigiu, porque ela não bebeu ( Milagres acontecem ), chegamos no apartamento e eu fui pro quarto, só coloquei meu pijama e escovei os dentes e dormi.

 

Acordei com o sol batendo no meu rosto, peguei meu celular e olhei as horas, e eram 11:35. Levantei e eu estava com um pouco de dor de cabeça, fui pro banheiro, fiz minha higiene matinal, tomei um banho bem demorado, fui pro meu quarto enrolada na toalha, abri meu guarda roupa, vesti minhas peças intimas, peguei um cropped cinza que tinha um caveira desenhada na frente e mostrava um pouco da barriga, peguei um short rosa de cintura alta, meio desfiado e vesti.

Sequei o cabelo com o secador, penteei deixando solto mesmo. Passei uma make bem leve, só pra disfarçar a cara de sono, passei meus cremes, desodorante, perfume, calcei um vans e sai do quarto. Fui pra cozinha e as meninas já estavam lá fazendo o almoço e o Gui e o Léo estavam lá também.

- Bom dia! - falei. - Que milagre Léo, você por aqui, nem vem mais ver suas amigas. - Disse indo até ele e dando um beijo na bochecha dele.

- Desculpa, fiquei na casa dos meus pais. - Ele disse sorrindo. Sentei no colo dele e a gente começou a conversar.

- Ah, Sophia, os meninos estão vindo almoçar aqui. - Mel falou entusiasmada. - Eu convidei eles.

- Ta doidinha pra ver o Nathan. - falei rindo.

- Só convidei porque a Manu não para de falar no Caíque. - Mel falou e a Manu bateu com a colher no braço dela. - Aiii doeu viu. - Ela disse e nós rimos.

Fiquei conversando com o Léo enquanto as meninas não terminavam de preparar o almoço, e o Gui não largava o celular e estava sempre com um sorrisinho no rosto.

- Gui? Por que você está com essa cara de bobo? - Falei cutucando ele.

- Sophia, cara de bobo ele já tem sempre e ele está apaixonado isso sim. - Léo falou, e eu abracei ele pelo pescoço pra mim não cair do colo dele. 

- Por quem? Como assim você não me contou nada Guilherme? 

- Léo não exagera! - Ele falou tirando a atenção do celular e se virando pra gente. - Sophia amor, eu só estou ficando com ela, ela é da faculdade.

- Traz ela aqui, você tem que me apresentar eu que tenho que aprovar, se ela serve pra namorar com você. - Manu falou.

- Isso mesmo, a gente que aprova. - A Mel falou e a campainha tocou e as duas saíram correndo arrumando o cabelo pra atender, logo ouvi eles conversando e eles chegaram na cozinha. Cumprimentei eles com um oi.

Almoçamos conversando sobre vários assuntos, eu e o Paulo não trocamos nenhuma palavra. Os meninos fizeram amizade logo de cara e conversavam como já se conhecessem a anos. Depois do almoço, arrumamos a cozinha e resolvemos ir no ibira. O Léo disse que ia terminar os trabalhos da faculdade e o Gui ia encontrar com essa menina que ele estava afim.

Os meninos estavam com o long dentro do carro, então eu peguei o meu e as meninas pegaram o delas, colocamos dentro do carro e fomos. Chegamos lá, a Mel e o Nathan foram pra um lado, Caíque e a Manu pro outro e sobramos eu e o Paulo.

- Vamos apostar uma corrida de long? - Paulo perguntou.

- Claro, preparado pra perder?  - Falei.

- E você, está preparada pra perder? - Ele disse e eu ri. Começamos a andar e eu estava bem mais rápida e na frente dele, resolvi olhar pra trás pra ver onde ele estava, o que foi uma péssima ideia.

- Sophia, olha a lombada! - Paulo gritou, e eu nem percebi e cai com tudo no chão. - Machucou? - Ele disse chegando perto de mim e me levantando.

- Só um pouquinho. - Falei

- Olha o seu joelho, sua perna e seu braço. - Olhei e estava sangrando e minha perna estava toda ralada. - Vem eu te ajudo. - Ele disse me ajudando a apoiar nele, estava doendo muito e eu estava mancando.

- Eu sou muito lerda. - Falei rindo.

- Sempre. - Ele riu e parou de andar e olhou pra mim, virei meu rosto e a gente estava bem próximos, um olhando no olho do outro, as nossas respirações já se misturavam.

- Paulo! - Uma voz fina e irritante gritou, nos separamos rápido e eu olhei e era a Bianca.

São Paulo é gigante e ela vem me atormentar até aqui. Ninguém merece isso.


Notas Finais


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