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História Teus olhos são como estrelas brilhando a anos luz da terra - Capítulo 1


Escrita por: e jungebox


Capítulo 1 - E tu és a própria galáxia


Joohyun amava admirar o céu noturno com seu telescópio adquirido em um site de revenda na internet, seu amor pelo que existia muito além de nós não cabia em si, por isso externava com suas fotos e seus estudos. O universo era de fato muito grande e nós humanos minúsculos em comparação com a grandiosidade que a ciência fazia questão de mostrar (mostrando também que o ser humano conhecia apenas 4% do universo num todo, tendo outros 96% a serem explorados).


E a Bae gostava disso, porque quanto menos sabia, mais queria descobrir sobre.


Era fantástico saber que por mais que existissem grandes nomes da astrologia mandando seus exploradores em naves para conhecer outros solos, também existia uma vasta gama de novas descobertas a serem feitas, novas vidas a serem encontradas, novas coisas a serem vistas; resumidamente: o êxtase, a ansiedade e o nervosismo por saber que poderia sim descobrir e teorizar sobre tudo que não conhecíamos, era imensurável. 


E para um corpo tão pequeno, tudo aquilo era demais.


Seus dias eram daquele mesmo jeito, procurando nas lentes do binóculos algo que pudesse focar por dias, seu trabalho no observatório era puxado, existiam dias em que sequer voltava para sua casa de tantas novas anotações que tinha há fazer. Sua chefe lhe dava a oportunidade de poder ver pelo telescópio do observatório o que estava observando, era incrivel poder ter um zoom um pouco mais nitido daquele céu escuro, claro, não podia o mover minimamente ou todo trabalho da senhorita Seok seria perdido, mas, ainda assim, poder admirar aquele céu a deixava maravilhada.


E as estrelas no céu eram suas confidentes, a luz do luar a aquecia (até mesmo em dias frios) e o azul quase negrume seu melhor amigo.


A anos não sabia mais o que fazer para se divertir, não possuia tantos amigos e os poucos que tinha também eram extremamente ocupados como si mesma, mas marcavam de sair algumas vezes, a Bae sendo a única a rejeitar os passeios. Sua pele parecia cada dia mais palida e suas olheiras cada dia mais escuras, ainda era uma estudante e tinha seus deveres para com a faculdade de astrologia, trabalhos, resumos, aulas, testes, provas, práticas… tudo a deixava cada dia mais sobrecarregada


E com tanto esforço a estafa também veio.


Passou alguns dias no hospital, internada por estar com anemia, pela janela da enfermaria sua visão do céu era quase nula, ainda podia ver as estrelas (em pouca quantidade devido às luzes do centro da ciade) e a lua mudando de fase, mas não era igual ao observatório ou a sua casa (morava em uma parte mais para o interior da região, em um condominio, cada conjunto de 4 andares e 8 habitacionais). Seus dias pareciam sem graça, seu corpo parecia vazio, sua mente estava longe; era como se em seu eu não existisse nada além de uma casca vazia.


E teria coontinuado assim se não fosse aquela galáxia surgindo em seu quarto, vestes brancas e cabelo amarrado em um rabo de cavalo.


Sua enfermeira se chamava Kang Seulgi e passava todas as noites em sua cama para verificar como estava o soro, aplicar medicação, verificar suas pálpebras, recolher amostras de sangue e conversar um pouco. A Kang possuía olhos escuros como o céu noturno, um rosto levemente corado e um sorriso bonito enfeitando seus lábios brilhosos. Era linda! Diferente de todas as outras enfermeira e enfermeiros que entravam ali para lhe visitar, a Kang era a única que passava algumas boas horas conversando consigo (naqele horário não existia grande movimento, os pacientes ou estavam dormindo ou acompanhados por seus familiares e amigos, com excessão da Bae que recebia visitas durante o dia e passava suas noites praticamente acordada olhando a janela do térreo).


E Seulgi era como uma galáxia, seus olhos brilhantes como o céu estrelado queimando a anos luz da terra.


Não demorou tanto tempo para que saísse do hospital e voltasse a sua rotina (era isso que achava, suas noites pareciam passar em um piscar de olhos com a presença da enfermeira de olhos estrelado e seus dias pareciam correr para que àquela bela galáxia aparecesse em sua frente), seu telescópio ainda na mesma possição. Foi a primeira coisa que fez ao deixar suas coisas na cama arrumada, pôs o olho na lente espessa e teve a visão de um meteoroide passando pela atmosfera terreste, popularmente chamado de estrela cadente. Um sorriso surgindo em seu rosto antes de sentir a vibração de seu celular no bolso de trás da calça.


“Talvez eu não devesse fazer isso, mas, como sua enfermeira preciso saber se você está bem. 
Se cuide para não pegar outra anemia, e voltar aqui apenas para fazer os exames de rotina. 
Ah, isso me faz lembrar de falar que saiu no jornal que hoje teria uma chuva de meteoros. Olhe para o céu..”


E assim o fez, tendo a visão das centenas de meteoroides iluminando o céu. Lindo. 


Dessa forma teve certeza que Kang Seulgi era a galáxia, seus olhos o céu noturno, o brilho do mesmo o céu estrelado e seu jeitinho meigo que corava facilmente a chuva de meteroroides que estava a ver, o mundo que queria habitar.


Afinal, Seulgi era a própria galáxia e seus olhos eram como estrelas brilhando a anos luz da terra.


Notas Finais


yay, demorei pra postar por motivos de esquecimento mesmo kaka

se liguem no sublinhado e no que estiver em itálico pq tem mensagem subliminar, tururu, ganha uma balinha de hortelã quem juntar tudo bonitinho u.u


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