História Text me. (Michaeng) - Capítulo 28


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Jihyo, Mina, Momo
Tags Chaeyoung, Michaeng, Mina, Twice
Visualizações 265
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Son Chaeyoung...


Minari: Bom dia Chae!

Me espera hoje após o treino?

Quero passar um tempinho com você.

07:21

You: Bom dia. Não sei se vou esperar, você está muito abusada ultimamente...

07:22

You: Brincadeira. Às seis estarei lá

07:22

Minari: Engraçadinha, não vai ganhar beijinho.

Tchau

07:23

You: Qual é, Mina. Eu estava brincando.

07:24

You: Droga.

07:27

******

– Não vai embora com a gente, Chae? - Tzuyu perguntou.

– Não, vou esperar Mina. Prometo que amanhã não furo com vocês.

– Está difícil acreditar nas suas promessas - Dahyun disse irritada. O que estava acontecendo? Antes que eu pudesse retrucar ela jogou a mochila nos ombros e saiu.

– O que deu nela? - Virei para a yoda que observava quieta.

– Só... Ciúmes eu acho - deu de ombros - talvez ela ache que você anda nos trocando pela Mina, eu teria motivos para acreditar nisso também mas sei que não é bem assim. Apenas tente passar mais tempo conosco, não é só a tofu que sente sua falta. - Beijou minha bochecha e saiu.

Okay, eu posso me sentir horrível agora, né?

A branquela tem toda razão em estar brava comigo. Não que eu esteja as trocando, mas realmente ando ausente. Como sempre, resolverei isso mais tarde.

Adentrei o grande ginásio procurando a mais velha, bastou uma olhada rápida pro meu coração acelerar, meu pulso apertar, e a raiva me subir. Ela estava com eles, com os malditos "amiguinhos" que ela tanto insiste em defender. Porra!

Está tudo bem Chaeyoung, é de você que ela gosta. Respirei fundo voltando a observá-la. Assustei-me ao deparar com a mesma me encarando. Sua expressão carregava preocupação e medo, provavelmente teria visto toda a minha batalha interior para não descer lá e meter o soco nos escrotos.

Me confortei na arquibancada a sua espera. As pernas cruzadas, assim como os braços. Não que eu quisesse intimidá-la, mas ela precisava saber de alguma forma que eu não havia gostado daquela aproximação toda.

Revirei os olhos vendo-a se despedir dos viados. Abraço, beijo na bochecha. Que saco.

– Eu falei que não iria te beijar. Mas pela raiva, nem um pouco disfarçada, estampada nesse rostinho lindo. Acho que te faz merecer um beijinho.

– E quem disse que eu quero? - Mentira. É claro que eu queria, só que quando se irrita Son Chaeyoung os valores mudam um pouquinho.

– Chaeng... - Agarrou minha cintura. Droga Myoui. A cintura não. - Já falei que não tem necessidade desse ciúmes, apesar de eu gostar um pouquinho.

Rodei incrédula em sua direção a fazendo rir.

– Ousada. - segurei sua mão. - Vamos.

Na verdade eu não estava com raiva. Desconfortável seria a palavra correta. Mina tinha esse maldito poder de inverter coisas que não deveriam ser invertidas.

Levei a maior até um espaço que antes era usado pelo time masculino para guardar uniformes. E cara... O cheiro era horrível, mas não tínhamos muita opção e eu não iria aguentar até chegar em casa.

– Olha, eu sei que não é um lugar muito agradável - Disse ao vê-la torcer o nariz. - é que eu acho que não aguento mais esperar pra te beijar.

Sua careta deu lugar a um sorriso lindo. O maldito sorriso gengival que ela sabia que passava por cima de todos os limites do meu autocontrole.

– Então me beija.

Toquei sua cintura a empurrando até encostar na parede. Mina mordeu o lábio e arranhou meu pescoço até sua mão se firmar no meu cabelo, dando uma leve puxadinha para trás. Fodase.

Ataquei sua boca brutalmente, não era um toque apaixonado e muito menos calmo como costumava ser. Baixei até seu pescoço dividindo entre mordidas e chupões. Mina gemia e puxava ainda mais forte os fios, mas quem se importa? Aquela dor toda só me dava mais tesão.

As coisas já não eram as melhores ali embaixo, tanto em mim, quanto nela.

– Quero te comer aqui mesmo - Sussurei em seguida mordendo o lóbulo de sua orelha vendo-a se arrepiar por completo.

– E está esperando o que? - Disse no mesmo tom. Senti ali que começávamos um pequeno jogo de provocações. Sorri.

Voltei para sua boca enquanto um pouco mais embaixo minha mão trilhava um caminho tentador que começava em sua perna e ia até sua intimidade. Levantei a saia ainda nos beijos e fiz o que sempre tive vontade. Meti um tapa, alto e forte naquela bunda, Mina mordeu meu lábio com força. Cortou, cortou muito.

Cerrei o beijo e abaixei até suas pernas, lambi meu lábio inferior limpando o sangue que era resultado da mordida da minha linda ficante. Comecei dando beijos molhados em sua coxa enquanto a outra era apalpada sem pudor. Mina não poupava gemidos e eu só torcia para que ninguém resolvesse entrar naquela salinha hoje.

Olhei para cima e a maior estava com os olhos fechados, seu peito descia e subia constantemente.

– Tá esperando o que? Vai logo, Chaeyoung! - poxa, eu quase que me preocupo.

Eu também não estava afim de enrolar muito. Levantei e com uma mão abaixei sua calcinha. Mina me ajudou a tirá-la.

– Espera! - Ela disse quando eu já estava "pronta pra atacar".

– O que foi?

– Vamos fazer isso juntas. - Franzi o cenho sem entender. Mina percebeu e puxou minha calça junto com a calcinha. Agradeci por vir de moletom, facilitou o trabalho.

– Puta que pariu - grunhi quando sua língua me pegou de surpresa em uma lambida rápida.

– Tira a saia! - Ordenei. A mais velha sorriu satisfeita. Ela sabia que havia me atingido.

Senti meu sexo apertar quando a vi retirando bem devagar e tacando pra longe. Que cena, eu poderia gozar só de vê-la.

Nenhuma de nós tirou a parte de cima, o que importava estava tudo embaixo.

– Agora fica quietinha - Colei meu corpo no seu, chupei dois dedos e a penetrei com calma.

– Meu deus... 

Apressei as coisas indo mais forte e fundo. Mina prensou as duas pernas envolta da minha cintura enquanto seu corpo era escorado pela parede.

– Muito gostosa - Sussurei vendo-a se arrepiar por completo.

– Me chupa

– Você vai ter que deitar, não tem como fazer isso assim.

A maior nem pensou duas vezes, deitou no concreto sujo e gelado. Se pegarmos uma doença ela vai me culpar pelo resto da vida.

Abri suas pernas e observei aquela maravilha a minha frente. Tão molhada.

Sorri de lado e olhei para a garota que fazia o mesmo, só que dez vezes mais safada.

– Me chupa, Chaeyoung

– Com todo prazer, Myoui.

Ataquei seu clitóris com minha língua enquanto meus dedos a estocavam sem dó. Mina gritava de prazer. Puta que pariu, essa menina quer me encrencar só pode.

Estava quase lá, aumentei o ritmo e fui mais forte.

– Tão apertadinha

******

Ficamos um bom tempo transando, na verdade... A tarde toda.

Quando saímos só estava o porteiro na entrada provavelmente se perguntando o que ainda estávamos fazendo ali.

Dei uma desculpa esfarrapada que ficamos terminando um trabalho. Agora se ele acreditou, não sei.

Depois de tanta insistência, conseguimos sair com o olhar reprovador do homem.

No caminho, notei que Mina andava com dificuldade. Me senti mal pensando que talvez teria ido longe demais.

– Machuquei você? - Falei enquanto a levava em casa.

– Na hora estava bom mas agora acho que pegamos um pouco pesado.

Rimos as duas. Abracei a maior de lado e beijei sua bochecha.

– Chaeng... - Ela parou. Desgrudei do seu corpo e a olhei. - eu sei que você disse que iria pedir, mas eu não aguento mais esperar. Depois de hoje eu tive ainda mais certeza de que quero que você seja minha, só minha.

– Minari...

– Chaeyoung Son, você quer namorar comigo?

– Só se você deixar eu te chupar todos os dias - Ri de sua cara azeda e a beijei.

– Sim Myoui, eu quero.


Notas Finais


Medo de elas pegarem doença no chão sujo gente


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