História Thank You, Destiny - Capítulo 20


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Categorias Girls' Generation
Personagens Personagens Originais, Taeyeon, Tiffany
Tags Bae Joohyun, Byun Baekhyun, Jungkook, Kim Seolhyun, Kim Taeyeon, Nichkhun, Original Characters, Sungjae, Tiffany, Vernon
Visualizações 7
Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Consequências


Fanfic / Fanfiction Thank You, Destiny - Capítulo 20 - Consequências

Algumas semanas depois daquele acampamento, eu finalmente havia retirado o gesso e começado com a fisioterapia. Foi tão bom poder tirar aquele troço do braço e parar de usar aquela tipóia. Mas ainda era difícil voltar a usar a mão direita, pois ainda não tinha nem a força ou mobilidade suficiente naquele braço.

Os dias iam passando e quanto mais eu me concentrava no meu período de recuperação, mais eu me via afastado de Taeyeon, porque eu não tinha vontade de falar com ela. Talvez nem tivesse o que falar com ela, considerando que Taeyeon havia deixado as coisas bem claras, depois que eu a beijei no acampamento. Dentro de dois meses, era como se fôssemos dois completos estranhos.

No entanto, eu parecia ter me aproximado bastante de Seolhyun nesse período. Baekhyun não desgrudava de Taeyeon e fazia de tudo para mantê-la o mais longe possível de mim. Eu tentava ignorar quando eles passavam por mim no corredor de mãos dadas, quando conversavam e riam enquanto almoçavam juntos e como ela parecia completamente bem, dando todos aqueles olhares apaixonados a ele. Eu tentava mesmo, mas a sorte não estava ao meu lado. Na verdade, acho que ela nunca ousou chegar perto de mim, em toda minha vida.

Era a hora do almoço e Seolhyun havia insistido em me fazer almoçar com ela. Nós pegamos uma mesa e começamos a comer.

"Oppa, como vai a fisioterapia?" Ela tentou puxar assunto.

"Quase terminada. Só mais algumas sessões e esse braço vai ficar novo em folha." Eu respondi após engolir o pouco de arroz que havia posto na boca, enquanto abria e fechava a mão direita, mostrando à Seolhyun a melhora da mesma.

"Que bom, assim vou poder ver e ouvir você tocar violão novamente." Ela sorria para mim. Eu assenti com a cabeça, sorrindo de volta e resumimos nossa refeição, em silêncio.

Depois que saí do refeitório, eu não tinha vontade de ir ao jardim, então apenas me encaminhei de volta para a sala. Chegando no prédio do bloco em que ficava nossa sala, eu andava distraído tentando tirar a embalagem do meu pirulito, quando sem querer esbarrei ombro a ombro com alguém, fazendo-a cair.

"Oh! Eu sinto muito." Eu disse, rapidamente me abaixando para recolher os livros que haviam sido derrubados.

"Não, tudo bem. Eu também estava distraída." Ela respondeu.

Eu alcancei o mesmo livro que ela e nossas mãos se encontraram. Aquele toque delicado era conhecido, o que me fez olhar no mesmo instante para o rosto da pessoa em questão. O que pareceram horas, foram na verdade 30 segundos me perdendo na imensidão da galáxia dos olhos dela. Ela também olhava nos meus como se estivesse perdida em seus pensamentos, tentando encontrar algo que queria me dizer.

Mas ela parece ter desistido e simplesmente limpou a garganta e desviou o olhar, terminando de pegar suas coisas antes de levantar-se. Quando fiz o mesmo, entreguei à ela os livros que eu havia pego.

"Gwaenchanha-yo?" Perguntei, com uma expressão preocupada no rosto.

"Uh? A-ah, sim." Ela respondeu, segurando os livros contra o peito, sem olhar para mim.

"Se machucou?"

"N-não, tá tudo bem." Taeyeon respondeu, ainda fitando qualquer lugar que não fosse o meu rosto.

"Tem certeza?"

"Tenho, não se preocupe." Ela deu-me um pequeno sorriso, quando viu que eu havia ficado apreensivo.

"Não tem como."

"U-uh?"

"Não consigo deixar de me preocupar com você." Eu disse sem pensar muito, enquanto me distraia com a embalagem do pirulito novamente. Antes que ela pudesse responder, uma outra voz masculina havia a interrompido.

"Taeyeon-ah!" Baekhyun exclamou, ao aproximar-se dela. "O que faz aqui?"

"Eu estava indo à biblioteca, devolver esses livros e acabei esbarrando com o Joonhwa. Ele me ajudou a juntá-los."

"Mas você está bem? Ele não te machucou?"

"O quê?! Não! De forma alguma!" Ela rapidamente negou.

"Ei idiota, você devia tomar mais cuidado por onde anda." Baekhyun reclamou a mim, colocando a mão em volta da cintura dela.

"Baekhyun, foi só um acidente. Ambos estávamos distraídos e não foi culpa de ninguém. Não precisa ofendê-lo." Taeyeon dissera, antes que eu pudesse responder ao insulto dele.

Tudo o que eu menos queria era assistir a uma discussão entre eles dois. "Escuta, por mais que pareça tentador, não quero ter o desprazer de discutir sobre isso agora." Retruquei.

"Heol~ dá pra acreditar nesse cara?!" Ele perguntou, sem se direcionar a alguém. "Yah, por que não pede logo desculpas à minha namorada, por tê-la feito cair?" Ele soltou de Taeyeon e aproximou-se de mim.

Abafei um riso sarcástico, por entre dentes. "'Namorada'..." Eu disse com um sorriso debochado, enquanto colocava as mãos nos bolsos da calça.

"É, foi isso mesmo o que você ouviu... Nós estamos namorando agora." Ele pegou a mão dela, entrelaçando seus dedos com os dela, e as levantou na altura de seu ombro, para que eu visse.

"Então só o que te custou pra conseguir isso, foi me fazer quebrar o braço? Ou você planejava algo maior, tipo, me sequestrar ou até me matar, caso eu não... como era mesmo que você dizia... Ah! 'Saísse do seu caminho'?!" Eu o questionei ironicamente.

"Espera aí... Braço? O quê que tem o seu braço? Do que você tá falando?" Ela perguntou a mim, soltando da mão dele.

"Pergunta pro seu 'namorado' aí. Ele, assim como todos os outros garotos, estava lá na hora. Bem mais perto do que eles, a propósito." Eu respondi, antes de seguir meu caminho.

Saindo de lá, pressupondo que eles voltariam para a sala, eu resolvi ir ao jardim mesmo que o intervalo estivesse próximo de acabar.

Me joguei contra o banco, deitando e cobrindo os olhos com o braço. Não demorou muito para que eu escutasse passos, ficando cada vez mais altos à medida que se aproximavam de mim.

"O que você quer?" Perguntei ainda de olhos fechados, já sabendo quem era.

"Saber o que realmente aconteceu no dia em que você machucou o braço."

"Por quê? Ele não teve coragem de te contar? Ou apenas inventou uma desculpa pra sair como inocente?"

"Ele me contou a versão dele. Quero ouvir a sua, pra não ter que acusar ninguém injustamente."

"Acusar? O que foi, se eu não parecer convincente o suficiente, então você vai simplesmente ignorar o que eu disser e acreditar nele?" Eu a questionei ironicamente.

Retirei o braço de cima de um dos olhos e fitei Taeyeon, olhando fixamente para mim. Sentei-me no banco e ela tomou o lugar ao meu lado.

"Por que isso importa pra você? Por acaso vai mudar alguma coisa entre nós dois?" Eu perguntava, ainda tentando manter o sorriso sarcástico no meu rosto.

"Você ainda não me respondeu."

"Você fez alguma pergunta?" Meu tom de voz ainda era de ironia, mas o sorriso já não estava mais no meu rosto.

Ela respirou fundo, tentando manter-se calma. "Como você machucou o braço?"

"Eu tava jogando futebol com os garotos e em determinada parte do jogo, tinham tocado a bola pra mim e quando eu tava prestes a chutar, seu 'namorado' me empurrou mais forte do que devia e me fez cair."

"Como você sabe que foi ele?"

"Ele ficou me marcando o jogo inteiro e era o único perto de mim, quando aconteceu."

"Você já parou pra pensar que talvez ele só estivesse tentando--"

"Era de se esperar." Eu sacudia a cabeça em desaprovação.

"O quê?"

"O fato de você defendê-lo. Acho que ele foi bem persuasivo, contando a história dele, não foi?"

"Eu só tô tentando ser justa e--"

"Justa?! Fala sério, qualquer um pode dizer que aquele empurrão foi proposital. Você só tá defendendo ele, porque não estava lá quando ele me fez quebrar o braço." Eu começava a ficar irritado com a teimosia dela em proteger aquele idiota.

"Você não facilita nada..."

"Ah, então agora eu complico tudo?!" Virei-me para ela, apontando para mim mesmo.

"Ugh, é impossível ter uma conversa com você, sem que você dificulte as coisas!" Ela levantou do banco, irritada.

Inconscientemente, eu me levantei em seguida, pegando-a pelo braço, fazendo Taeyeon virar-se de frente para mim. "Você vem até mim, me acusa de tentar por a culpa nele por conta do modo como eu contei o que aconteceu e ainda por cima, fica irritada comigo?!?"

Ela se recusava a olhar para mim. "V-você tá me machucando..."

"Você tem ideia do quanto já me machucou?!" Eu a questionei, lutando contra as lágrimas que queriam cair dos meus olhos. "Tem ideia do inferno pelo qual eu tenho passado, vendo você com outra pessoa?!?"

Taeyeon ficou quieta. Ela apenas olhava para o chão, escondendo o rosto de mim com a franja que caia sobre o mesmo.

"Eu queria poder desistir de você... Seria tudo bem mais simples pra mim." Eu declarei.

"Então por que não faz isso de uma vez por todas?!? Ainda não percebeu que eu tô bem com outra pessoa?!? Por que não segue logo em frente?!?" Ela indagou, com raiva.

Naquele momento, tudo o que me mantivera longe do estágio 3, havia desmoronado e eu perdi meu chão. Mais uma vez, meu coração havia se partido por causa de Kim Taeyeon. Depois daquele dia, eu não dirigi mais palavra alguma à ela. Qualquer lugar em que ela estivesse, eu passava longe.


~~~


Com o tempo, as pessoas ao meu redor começaram a perceber as mudanças em mim. Eu havia ficado mal-humorado, indiferente, insensível e distante. Mas o que eu poderia fazer? O mundo em que eu vivia era escuro e frio e só piorava quanto mais eu entrava nele, como um poço sem fundo, assim como qualquer coisa que houvesse restado no meu coração.

Qualquer forma de aproximação, era rejeitada pelas muralhas que haviam sido construídas em volta de mim.

Comecei a não me importar com mais nada. Minhas amizades, minha música, minha saúde... Era tudo inútil. Eu não sentia mais dor, fome, motivação ou prazer. Comecei a ficar doente facilmente, perdendo aula e só ficando em casa sem vontade de sair do meu quarto. Consequentemente, meus pais ficaram sabendo da minha situação e resolveram me levar de volta para Busan. Acho que eu os assustei, quando viram que eu havia perdido peso e parecia sempre cansado. Eles tentaram me fazer 'voltar ao normal', como gostavam de dizer, mas vendo que nada dava certo, me internaram. Eu ainda me recusava a comer, então me forçaram a tomar soro ou qualquer outra droga que estivessem me dando. Como eu disse, nada mais importava.

Eu tinha pesadelos todos os dias e era sempre a mesma coisa: Algo me sufocando, retirando o ar dos meus pulmões, prestes a fazer o meu coração parar de bater. Mas a pior parte era que em cada pesadelo, o que mais doía era que essa mesma coisa sempre me dizia as mesmas palavras.

"Ela está bem sem você."

"Ela não precisa de você."

"Você não significa nada pra ela."

A triste realidade era que não era mentira. Eu tinha perdido a garota que o meu coração havia escolhido amar, quem fazia minha pele doer de tanto que eu ansiava por ela, a luz que iluminava o meu caminho, minha inspiração e meu estímulo para qualquer coisa que eu fizesse.

Cerca de alguns meses depois, eu voltei para a casa dos meus pais, quando já havia sido descartada qualquer hipótese de que minha depressão ainda persistia. Lentamente, eu voltava a me alimentar direito e comecei a me exercitar. Eu caminhava todos os dias, para aliviar o estresse e corria com todas as minhas forças até que meus pulmões não aguentassem mais, quando começava a pensar naquele olhar cativante no qual eu sempre me perdi. Aquele nariz precisamente esculpido. Aqueles lábios que me faziam perder controle sobre meu corpo a cada vez que tocavam os meus, sem contar o sorriso que fazia os cantos da minha boca levantarem sem que eu percebesse. Aquela pele suave. Aquela voz cujo timbre era de um anjo. Aqueles cabelos compridos. Aquele cheiro de baunilha e aquelas mãos que me faziam sentir como se eu estivesse no paraíso.

Eu só queria qualquer coisa que me fizesse esquecer dela e ter minha vida de volta.

Meus pais tentavam conversar comigo, mas eu sempre desconversava. Já era péssimo eu ficar pensando 24 horas por dia numa pessoa que não dava a mínima para mim e eu enfiei na cabeça que falar dela, não ajudaria em nada.

Aos poucos, eu fisicamente voltava a ser o Joonhwa que era. No entanto, por dentro, eu ainda estava quebrado e uma forma de esconder isso, foi me tornando o Joonhwa sempre sarcástico, com as respostas debochadas e comportamento apático.

Eu acreditava que desse jeito, não me machucaria novamente. Passei até a acreditar que ser feliz não era parte do plano que esse tal de destino tinha para mim, considerando minhas experiências fracassadas com essa coisa estúpida chamada amor.

Mesmo contra a vontade dos meus pais, eu decidi voltar para Seoul e fazer da música, minha prioridade novamente. Com os meses de aula que eu perdi, tive que estudar dobrado para me manter atualizado com o conteúdo do semestre. Sabendo que eu era esforçado e não querendo me reprovar pela quantidade de faltas, os professores concordaram em me deixar assistir às aulas normalmente. Eu era um bom aluno e não demorou muito para me interar.

Depois que voltei, não fui nem uma vez ao jardim. Eu vivia na biblioteca da faculdade, estudando e de vez em quando, algumas garotas tímidas iam me levar algo para tomar. Eu estava muito ocupado com os estudos para sair de lá e pegar alguma coisa na máquina mais próxima, então simplesmente agradecia com um sorriso rápido e na maioria das vezes forçado, e elas iam embora. Eu não sabia o porquê de elas fazerem isso, sendo que eu nunca falei com nenhuma delas, mas não reclamava também.

Quando ficava cansado de estudar, eu apenas pegava minhas coisas e procurava uma sala vazia, onde eu pudesse tocar violão ou piano. Todas tinham instrumentos, então eu nem preocupava em levar o meu.

Já estava escurecendo quando o zelador tivera ido me avisar que precisava fechar o prédio. Peguei minha bolsa e ao sair da sala, deparei-me com Taeyeon e Baekhyun, saindo de outra sala, um pouco mais ao fundo do outro lado do corredor, de mãos dadas. Revirei os olhos e apenas segui meu caminho.

Quando já estava fora do prédio, percebi que começara a chover e me ajoelhei, procurando pela minha sombrinha dentro da bolsa. Foi então que eu escutei a porta se abrir e duas vozes pararam de falar. Eu ainda procurava pela sombrinha, com um joelho sobre o chão e de costas para eles, e nem me importei em virar.

"Joonhwa?" Ela perguntou.

Ah é. Eu tinha esquecido que desde que voltei, não troquei uma palavra com Taeyeon. Eu queria evitá-la o máximo possível, com medo de voltar ao estado em que eu estava, antes de ser internado, em Busan.

Depois que finalmente achei meu guarda-chuva, fechei a mochila e me levantei, colocando-a nas costas. Eu abri meu guarda-chuva e após colocá-lo sobre a cabeça, eu saí de baixo da cobertura da porta da frente e comecei a andar em direção ao portão do campus.

"Joonhwa, espera!" Escutei a voz dela, dizer, a alguns passos atrás de mim. Eu apenas parei, sem me virar de frente para ela. "Como você está?"

"Bem." Eu friamente respondi, sem qualquer emoção.

"Uhmm... E-é bom saber que você voltou." Ela disse, ao se posicionar de frente para mim.

"Precisa de alguma coisa?" Mantive a indiferença no meu tom de voz e o vazio no meu olhar.

"Ne? A-aniya... Eu só queri--"

Eu a interrompi, desviando dela e dando-lhe as costas novamente.

Como eu consegui falar com ela sem desabar?

Acho que os meses longe dela, me permitiram trancafiar meus sentimentos dentro do buraco que havia se formado no meu coração. Não olhar nos olhos dela, dentro de uma distância tão pequena entre nós dois, pode ter sido um fator importante também.

Minha vida havia ficado monótona. Todo dia era sempre a mesma coisa: Acordar, correr, comer, estudar, dormir, repetir. Esportes não tinham mais graça. Vídeo games não tinham mais graça. Sair de casa não tinha mais graça. Eu mantinha minha saúde estável, porque não queria voltar a ficar internado. Pelo menos assim, eu mantinha a preocupação da minha família, longe.

Agora, eu estava sentado na grama do quintal de casa, com um livro no colo e um pacote de Doritos do meu lado, enquanto o Butter brincava um pouco afastado de mim. Escutei a porta dos fundos abrir e passos se aproximarem de mim, mas continuei focado na minha leitura.

"Ei..." Seungkyung disse, sentando-se ao meu lado.

"Oi." Eu respondi, sem levantar a cabeça.

"Como é que você tá, hoje?"

"Como ontem. O mesmo de sempre."

"Então você não tá bem."

"Eu tô me exercitando, comendo, estudando e descansando apropriadamente. Você quer adicionar mais alguma coisa à sua lista de 'Coisas que eu quero que o Joonhwa faça'?"

"Sim. Que tal 'fazê-lo voltar a fazer o que ele sempre fez'?"

"E o que eu fazia exatamente, dongsaeng?" Eu parei de ler, desviando minha atenção do livro, para ele.

"Vivia! Você usava cada segundo do seu dia pra sorrir e aproveitava todas as chances que tinha de fazer com que todos ao seu redor, fossem felizes, porque você dizia que era isso o que fazia você feliz, também."

"E olha onde isso me levou."

"Hyung..."

"Seung, pára. Eu preciso desse tempo pra me adaptar. Pode demorar, mas eu preciso superar o fato de que mais uma vez, eu não consegui ficar a garota que eu amava. Emocionalmente, tudo ainda tá muito frágil. Se eu me manter afastado de tudo, vai ser mais fácil me manter longe do estado em que eu estava, antes de ir pra Busan."

"Por que não procura uma distração? Isso funcionou no passado e pode ser que dê certo agora também." Ele sugeriu.

"Esportes já não têm mais graça. Eu leio o tempo todo e é mais um hábito do que uma distração pra mim. Música é minha prioridade agora e não posso ficar distraído com ela."

"Por que não arruma um emprego, então? Pelo menos assim, você sai um pouco de casa e vai tirar um pouco do seu tempo também."

"Eu vou pensar, Seung." Respondi, voltando meu olhar para o livro. Ouvi ele suspirar, antes de se levantar e me deixar sozinho de novo.



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